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    Origem: há muitas dúvidas sobre o povo que introduziu a cebola na dieta. Mas existem registros de sua utilização na Ásia Central, no Paquistão e no Irã há pelo menos 5 mil anos. Hoje, é difícil imaginar uma culinária em que o vegetal não apareça com frequência.

    Formas de uso: a cebola traz uma infinidade de opções. Ela pode ser empregada fresca como base aromática, como tempero para todo tipo de receita salgada, como componente da receita, ou até como prato principal.

    É possível servir a leguminosa crua, cozida, assada, grelhada, frita, empanada, em conserva… Haja versatilidade!

    Com o que combina: o mix de sabores adocicado, picante e ácido realça o sabor de diversos tipos de carnes, molhos, saladas, sopas, legumes, conservas, risotos, recheios de massa, tortas salgadas, fornadas, cozidos.

    Com o que não combina:
    só evite mesclá-la com frutas e doces.

    Benefícios nutricionais:
    a cebola é rica em antioxidantes, vitaminas C e do complexo B e vários minerais. Inclusive, seu potencial antioxidante e anti-inflamatório tem chamado a atenção dos estudiosos. Uma pesquisa do Instituto Federal do Maranhão indica que o vegetal contém compostos sulfurados, capazes de inibir o desenvolvimento de células cancerosas.

    Como plantar: ponha diretamente no jardim, com espaço entre as mudas para que o bulbo possa crescer. Mantenha o solo adubado e bem drenado. Colha as cebolas quando as folhas secarem.

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    Origem: uma árvore encontrada na Indonésia, na Índia e no Madagascar é a fonte dos botões de flor de cravo, que são ressecados na culinária. Esse tempero é conhecido desde a Antiguidade por propriedades antissépticas e de conservação de alimentos.

    Já na época das Grandes Navegações, foi tido como uma especiaria valiosíssima. Para ter ideia, um quilo de cravo seco chegou a custar um quilo de ouro!

    Forma de uso: você pode recorrer ao cravo seco inteiro ou triturado em pó. Adicione junto com os outros ingredientes para que libere os aromas durante o cozimento.

    Com o que combina: no Brasil, o cravo é mais utilizado em sobremesas, como doce de abóbora, canjica, arroz doce. Mas seu gosto adocicado também harmoniza com batata doce, beterraba, cenoura e abóbora. Aliás, pode ser um contraponto interessante para conservas e picles, presuntos e carne de caça.

    Com o que não combina: seu sabor é dominante. Por isso, apaga o gosto de alimentos frescos, a exemplo de saladas e legumes.

    Benefícios nutricionais: os antigos tinham razão — o cravo é um ótimo antisséptico. Um estudo da Universidade Miguel Hernández (Espanha) confirma que o tempero é rico em substâncias antioxidantes e bactericidas.

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    Origem: típica da região mediterrânea central, a salsa dá um toque especial às culinárias do sul da Itália, da Tunísia e da Argélia.

    Forma de uso: o sabor fica mais acentuado quando se usa a planta fresca e recém-colhida. Seca, ela perde parte do aroma. Acrescente apenas no fim do cozimento — depois de apagar o fogo — e abafe o preparo por poucos segundos antes de servir.

    Com o que combina: a erva pode ser utilizada em saladas, molhos para todos os tipos de carnes, massas, sopas, pescados e legumes. Ela dá ainda um toque de frescor aos sucos de fruta.

    Com o que não combina: difícil encontrar um alimento que não se dê bem com a salsa. Só evite exageros, pois, aí, ela esconde os outros sabores.

    Benefícios nutricionais: a salsa é um dos temperos mais comuns da mesa brasileira. Ainda bem! Pesquisas já mostraram que ela é rica em vitaminas A, B1, B2 e C, além de carregar sais minerais como cálcio, potássio, fósforo, enxofre, magnésio e ferro.

    E tem mais! Um estudo do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) descobriu que esse vegetal diminui o risco de formação de trombos e coágulos que podem entupir os vasos e causar derrames. Mas, claro, o consumo deve ser frequente para colher esses benefícios.

    Como plantar: pode ser cultivada em jardins e vasos com terra fresca e adubada. Colher as folhas com frequência ajuda a manter a planta viva.

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    Origem: a planta vem da região mediterrânea e é bem comum na culinária daquela região. Marca presença principalmente em pratos italianos, portugueses, espanhóis, franceses e gregos.

    Forma de uso: o sabor dessa erva é mais acentuado quando ela está seca. Para extrair o máximo do aroma e dos benefícios, o orégano deve ser adicionado ao final da preparação tanto de alimentos cozidos, como crus.

    Com o que combina: o tempero vai bem com as massas e seus respectivos molhos. Também harmoniza com caldeiradas e assados, cozidos com aves, saladas de legumes e verduras, queijos e molhos com queijos.

    Com o que não combina: carne vermelha. Segundo especialistas, ela briga com o sabor da erva.

    Benefícios nutricionais: uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinhas (Unicamp), no interior paulista, mostra que a planta tem mais de 200 compostos fenólicos e antioxidantes com poder de retardar o envelhecimento do organismo.

    Como plantar: o cultivo caseiro pode ser feito em jardins ou vasos com terra adubada e húmus. Você pode optar pelas sementes ou já adquirir mudas pequenas. A planta precisa de ambiente ensolarado.

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    Ingrediente de origem asiática, a cebola é indispensável na cozinha mundial. O sucesso milenar caiu nas graças da culinária europeia. Conta-se, aliás, que o rei Luís XV (1710 – 1774), da França, foi um dos criadores da famosa sopa de cebola. Mas há controvérsias. Afinal, é difícil imaginar um monarca se acabando em lágrimas só para aquecer o estômago. A choradeira, marca registrada da hortaliça, se dá por causa do vaporzinho vindo de uma reação entre moléculas da família do enxofre e enzimas. Os dois grupos ficam muito bem guardados em diferentes partes e se encontram quando o vegetal é picado. A mesma mistura de compostos também confere o sabor ardido.

    A hortaliça ainda esconde entre seus anéis carnosos uma preciosidade que atende pelo nome de frutooligossacarídeos (FOS). O que torna tais substâncias especiais é que conseguem a proeza de passar incólumes em grande parte do trato digestivo, e chegam quase intactas ao intestino grosso, onde são fermentadas. Essa atuação promove a multiplicação das bactérias benéficas que povoam a região – o efeito prebiótico. Entre as vantagens dessa proliferação está a melhora da imunidade, com a redução de infecções, e uma maior absorção de nutrientes caso do cálcio, amigo dos ossos.

    Um conselho

    Uma tática para não derramar um rio de lágrimas na cozinha é mergulhar a cebola inteira em água com gelo por 40 minutos antes da manipulação. Isso desacelera a reação química que acontece quando o vegetal é picado.

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  • Não faltam estudos que comprovem as benesses de condimentos como o alho ou a pimenta. Especialistas ao redor do globo dedicam anos de pesquisa para decifrar cada uma das propriedades de temperos usados quase todos os dias no preparo de refeições. Com ação antioxidante, anti-inflamatória e anticancerígena — só para citar algumas —, são ótimos substitutos do popular sal de cozinha, rico em sódio. Essa estratégia, além de prevenir a hipertensão, bota para dentro do organismo uma lista de substâncias parceiras capazes de afugentar diversas enfermidades. SAÚDE selecionou sete ingredientes bem conhecidos no mundo da culinária que, segundo cientistas, merecem destaque especial na despensa.

    Alho contra intoxicação

    Uma pesquisa da Universidade do Estado de Washington, nos Estados Unidos, revela que um de seus compostos, o sulfureto de dialilo, combate a Campylobacter, uma bactéria que contamina alimentos, causando febre e diarreia. No caso, por estranho que pareça, o benefício viria até ao limpar os utensílios com o tempero. “E, quando consumido cru, algumas de suas enzimas eliminam as toxinas do organismo”, explica a nutricionista Mirela Fernandes, da Naturalis, em São Paulo.

    Orégano para o bem da próstata

    A erva originária do Mediterrâneo carrega uma substância que ajuda a debelar tumores nessa glândula. É o que confirmam os cientistas da Universidade de Long Island, nos Estados Unidos. “Não se sabe muito bem como, mas uma de suas substâncias, o carvacrol, induz o suicídio das células omprometidas pelo câncer na próstata”, conta a nutricionista Mariana Casseb, do Instituto do Coração, o InCor, em São Paulo.

    Alecrim para diabético

    Um estudo da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo testou o efeito do extrato dessa erva em animais com diabete. “Os compostos fenólicos do alecrim combatem os radicais livres e reduzem o risco de complicações ligadas à doença, como estresse oxidativo das células e várias inflamações”, ensina a nutricionista e responsável pela pesquisa, Ana Mara de Oliveira. O alecrim ainda inibe a multiplicação do vírus da gripe.

    Açafrão anticâncer

    Depois de muitas análises, especialistas da Universidade dos Emirados Árabes Unidos classificaram o tempero como um aliado na luta contra o câncer de fígado. “Ele funciona como um quimioterápico leve e inibe a proliferação das células cancerosas”, esclarece o professor de biologia molecular e principal autor do trabalho, Amr Amin. O condimento também recebe o selo de antioxidante por sua capacidade protetora do DNA e pela prevenção do envelhecimento precoce.

    Curry para as defesas

    A curcumina, um dos componentes desse pó picante e amarelo, dá uma força ao sistema imunológico. “A substância aumenta os níveis de uma proteína que protege contra bactérias e vírus”, explica o bioquímico Adrian Gombart, da Universidade do Estado de Oregon, nos Estados Unidos. Ele é um dos autores do trabalho que comprovou essa ação. O curry deixa nossas defesas mais do que operantes e nos livra de infecções, principalmente as gastrointestinais.

    Salsa para o sangue

    Um estudo conduzido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro aponta que a popular salsinha auxilia na prevenção da trombose, ou seja, ela inibe a formação de coágulos. “Além de propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, esse tempero aumenta o calibre dos vasos”, enumera a nutricionista Ana Miguez, do Paraná. O condimento também evita o aparecimento de alguns tipos de câncer, como o de pulmão.

    Pimenta contra quilos extras

    Também conhecida como pimenta-do-reino, a especiaria, há muito utilizada na medicina oriental, revelou-se como uma nova arma contra a obesidade. Segundo pesquisa publicada na revista científica ACS Journal of Agricultural and Food Chemistry, o benefício se deve à piperina. “Essa substância reduz a atividade dos genes formadores de células de gordura”, afirma a nutricionista Susane Kirchheim, do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

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  • No entanto, especialistas indicam que o perfil do consumo está cada vez mais semelhante ao de países desenvolvidos, onde 80% do sal consumido no dia a dia tem origem na comida processada.

    Cerca de 76% de todo o sódio diário disponível para consumo na dieta do brasileiro tem origem no sal de cozinha e temperos a base de sal. Já a comida industrializada representa 15,8% dos 4,5 g consumidos em média pelos brasileiros todos os dias, valor mais do que duas vezes superior ao recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Mesmo na região Centro-Oeste, onde foi encontrado menor índice de sódio disponível, o nível é 70% maior do que o aconselhado. Os dados são de estudo da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, com base na Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) 2002-2003.

    No entanto, especialistas apontam possível reversão desse quadro. Eles indicam que o perfil do consumo dessa substância no Brasil está cada vez mais semelhante ao de países desenvolvidos, onde 80% do sal consumido no dia a dia tem origem na comida industrializada.

    O médico Flávio Sarno, doutorando pela FSP, afirma que, com o aumento da renda média do brasileiro nos últimos anos e o maior número de refeições feitas fora de casa, a tendência é de que a comida industrializada seja cada vez mais responsável pelo consumo excessivo de sódio no País, principal causador da hipertensão e doenças cardiovasculares.

    A pesquisa de 2003 já mostrava que o a contribuição dos alimentos industrializados com adição de sal na dieta aumenta duas vezes e meia entre a população mais pobre e aquela de maior renda, saltando de 9,7% do total do consumo entre a primeira para 25%. Único estudo realizado no Brasil em nível nacional, o exame não computava as refeições feitas fora de casa e pode ter subestimado a ingestão de sódio.

    Cruzando dados dos produtores de sal e o número de habitantes do planeta, o professor Joel Heimann, da Faculdade de Medicina (FM) da USP, encontrou outro importante indicador. No início do século 20, quando não havia geladeira e os alimentos ainda eram salgados, eram produzidos 6,1 g diários de sal por pessoa. No final do século, esse número saltou para 62 g por pessoa por dia. Ainda que nem toda a produção seja destinada ao consumo humano, pesquisa da Universidade de Londres mostrou que aproximadamente 40% do lucro dos produtores de sal vêm da indústria alimentícia.

    Para Heimann, a maior fonte de sódio na alimentação do brasileiro já é a comida industrializada, seja a comprada em restaurantes ou em supermercados, mas o País carece de estudos representativos na área.

    Sal x sódio

    Mais recente alvo de regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o sódio é encontrado principalmente no sal, mas também está presente como conservante alimentar na comida industrializada e mesmo em doces e refrigerantes.

    O sódio é o elemento responsável pela elevação da pressão arterial e pode ser encontrado nos rótulos de produtos associado a nomes como glutamato, sacarina, ciclamato, caseinato, citrato e propinato.

    Para converter a quantidade de sódio encontrada no rótulo de algum produto em sal, basta multiplicá-la por 2,54. Uma porção de 27,5 g de Frango à Americana da marca Maggi, por exemplo, contém 1.550 mg de sódio. Multiplicando esse valor por 2,54, encontra-se a medida equivalente em sal: 3,9 g. Isso representa 65% do recomendado para consumo no dia todo, que é de 2 g de sódio ou 5 g de sal.

    Apesar de sua importância, 93,3% dos hipertensos não sabem diferenciar o sal de cozinha do sódio, segundo pesquisa do Instituto Dante Pazzanese, e 74% não se preocupam em ler o rótulo dos alimentos para verificar a quantidade da substância por porção.

    A Anvisa alerta que não são saudáveis para consumo alimentos que contenham mais do que 400 mg de sódio para cada 100 g do produto e recomenda que o consumidor adquira o hábito de ler o rótulo dos alimentos. “Se você for a uma gôndola de supermercado, há produtos semelhantes com quantidades de sódio muito diferentes”, explica o cardiologista Carlos Alberto Machado, da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

    Doenças
    O consumo excessivo de sódio está diretamente relacionado à hipertensão arterial, que afeta cerca de 30% dos brasileiros, e das doenças cardiovasculares, como infarto, angina e insuficiência cardíaca, além de problemas renais.

    Em 2007, a doença renal terminal, consequência frequente da hipertensão, provocou a inclusão de 94,2 mil pessoas no programa de diálise do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo que cerca de 9,5 mil morreram.

    Atualmente, as doenças cardiovasculares são responsáveis por 30% do total de mortes no mundo, mais do que a soma dos óbitos provocados por câncer e causas externas. Entre os dez principais fatores de risco que mais matam, a hipertensão aparece em primeiro lugar, acima do tabagismo, da obesidade e do sedentarismo.

    Segundo Machado, da SBC, se o consumo de sódio caísse para 5 g por dia, haveria redução de 10% da taxa de pressão arterial média do brasileiro, 15% do número de óbitos por acidente vascular cerebral (AVC) e 10% das mortes por infarto. Cerca de 1,5 milhão de brasileiros ficariam livres dos remédios para hipertensão e a expectativa de vida dos hipertensos aumentaria em quatro anos.

    Mesmo uma redução modesta, de 1 g de sal por dia, teria impacto significativo nas taxas anuais de doenças cardiovasculares. Segundo a Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, haveria até 40 mil casos a menos de doenças coronárias, diminuição de até 35 mil infartos e 23 mil AVCs.

    Custo-benefício
    Apenas em novembro de 2009, foram registradas 91,97 mil internações por doença cardiovascular no Sistema Único de Saúde (SUS), o que custou R$ 165.461.644,33, de acordo com dados da 6ª Diretriz Brasileira de Hipertensão.

    O governo gasta R$ 969.231.436 por ano para tratar hipertensão no SUS, o que se soma aos R$ 662.646.950 gastos no Sistema Suplementar de Saúde, que é composto pelos planos privados. Em 2005, estima-se que o custo total do tratamento da doença tenha representado 0,08% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

    No Canadá, pesquisadores avaliaram que uma redução de 4,6 g diários de sal baixariam em 30% o número de hipertensos no país, levando a uma economia de cerca de US$ 430 milhões por ano, que são gastos em medicamentos, visitas médicas e testes de laboratório.

    Outro estudo, conduzido em 21 países em desenvolvimento em 2007, mostrou que a redução de 15% do consumo de sal durante 10 anos – entre 2006 e 2015 – poderia evitar 8,5 milhões de mortes por doenças cardiovasculares e custaria, por ano, apenas US$ 0,09 por pessoa.

    “Em 2050, teremos em torno de 100 milhões de pessoas com mais de 50 anos no Brasil”, diz Machado. “Se não fizermos a prevenção agora, teremos idosos doentes e sem um sistema de saúde adequado.”

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  • Ingerido em excesso, cloreto de sódio causa pressão alta.
    Veja dicas de como diminuir o sal na alimentação.

    Especialistas da Universidade de Harvard, nos EUA, lançaram uma campanha para que os americanos diminuam o consumo de sódio, mineral presente em vários alimentos e principal componente do sal de cozinha, o cloreto de sódio.

    “Há evidências esmagadoras de que devemos tratar a redução de sódio como um problema crítico de saúde pública, assim como fizemos quando descobrimos os males causados pela gordura trans“, afirma Walter Willett, presidente do departamento de nutrição da Escola de Saúde Pública de Harvard.

    Segundo um relatório do Instituto de Medicina dos EUA divulgado na última terça-feira (20), o sódio é o maior culpado pela epidemia de hipertensão que assola o país. O estudo aponta que a doença pode começar na infância e irá afetar nove entre dez americanos ao longo de suas vidas.
    Além de pedir regras nacionais para estabelecer uma quantidade máxima de sal nos alimentos industrializados, os cientistas publicaram várias dicas de como diminuir o consumo do mineral no dia a dia.

    Confira algumas delas:

    1. Diminua suas porções: assim você reduzirá o sódio e as calorias. Uma regra básica é a de que, quanto mais calorias uma comida têm, mais sódio ela terá.
    2. Hortifruti primeiro: encha metade do prato com frutas e vegetais, que têm pouco sódio.
    3. Prefira os frescos: alimentos naturais, que não foram industrializados, contêm menos sal.
    4. Diminua sem perceber: a maioria das pessoas não consegue detectar uma redução de até 25% do sal na comida.
    5. Retire o sal aos poucos: seu paladar vai se acostumando à falta do mineral.
    6. Fique de olho na etiqueta: procure por comidas que tenham menos de 300 miligramas de sódio por porção.
    7. Abuse dos temperos: pimenta, vinagre, raízes e ervas podem dar sabor aos alimentos sem necessidade de salgá-los.
    8. Toste, queime, asse: o jeito certo de cozinhar pode ajudá-lo a manter o sódio longe da mesa.
    9. Enxague, lave e dilua: você pode cortar um pouco do excesso de sal dos alimentos industrializados sem prejudicar o sabor da comida.
    10. Evite o “sal automático”: prove os alimentos antes de ir buscar o saleiro.

    Fonte G1

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  • A intoxicação alimentar é um problema muito mais comum do que se imagina. Aprenda a prevenir este mal!.

    Quem nunca ficou doente por ter comido alguma coisa contaminada? Dor na barriga, diarréia, vômito, mal estar… Tudo isso é sintoma de uma intoxicação alimentar. Para que você evite este mal, comendo dentro ou fora de casa, preparamos algumas dicas simples, porém muito eficientes.

    Em casa

    Cozinhe muito bem os alimentos. A dica é que sejam preparados num calor acima de 78º C, que mata praticamente todos os micro-organismos que contaminam as refeições.

    – Coloque no refrigerador a comida que não será servida em, no máximo, 4 horas. As bactérias crescem rapidamente no calor ambiente.

    – Para que um alimento não contamine outro, lave bem as mãos e os utensílios que estiverem em contato com carne crua. Durante o churrasco, nada de colocar a carne ainda crua junto à carne já pronta.

    – Não compre alimentos com placas de gelo. Isto é um sinal de que foram congelados e descongelados mais de uma vez.

    Na rua

    – Fuja dos molhos que ficam expostos, como o vinagrete.

    – Prefira restaurantes à la carte. No caso do self-service, nem sempre a reposição é bem feita, o que faz com que você consuma alimentos deteriorados.

    – Dê preferência à garrafa de água lacrada. No caso da água de coco, consuma na própria fruta.

    – Resista à tentação de comer sanduíches na praia. Para não estragar, este alimento deve ser conservado em uma temperatura que varia de 4 a 10º C, o que é impossível de acontecer.

    Temperos em excesso também não caem nada bem. Um exemplo é a picanha ao alho, uma das prediletas dos churrasqueiros de plantão. O problema é que este tempero pode ser uma forma de mascarar o sabor de “carne passada”.

    Fonte UOL

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