• Uma aparência saudável e jovem muitas vezes é sinal de boa saúde. Logo, você fica tentado a culpar o envelhecimento e estresse como causadores das linhas faciais, unhas feias ou queda de cabelo quando, na verdade, essas falhas podem sinalizar problemas de saúde.

    A especialista em medicina integrativa Molly M. Roberts, do Instituto de Saúde e Cura, em São Francisco, diz que esses problemas começam sussurrando, até falar, e se você não prestar atenção, eles começam a gritar. Para evitar tais problemas, o site Health listou 13 sinais físicos que podem ajudar a perceber os sinais ocultos.

    Rugas

    Embora as rugas sejam inevitáveis, elas também podem ser um sinal de osteoporose. Nova pesquisa revela uma associação surpreendente entre rugas e saúde dos ossos no início da menopausa. Rugas são o resultado do envelhecimento, mas a exposição excessiva à fumaça de cigarro ou sol pode acelerar o processo.

    Pés inchados

    Muitas condições, incluindo entorses, distensões, lesões e infecções, podem causar pés e tornozelos inchados. Gravidez, obesidade e certos medicamentos provocam retenção de líquidos nos membros inferiores. Se você é como um dos 5 milhões de americanos com insuficiência cardíaca, pode ter retenção de líquidos por causa da ação pobre do seu coração em bombear. Inchaço nas pernas, tornozelos e pés é um sintoma clássico desta condição.

    Ondulações nas unhas

    Se você evita manicure, porque as unhas estão uma bagunça, talvez precise ir ao médico. Unhas onduladas, deformadas ou descoloridas (amarelo-marrom) podem apontar para muitos problemas de saúde. Alterações na região são comuns em pessoas com psoríase, doença de pele crônica, artrite psoríaca; alopecia areata, um tipo de perda de cabelo desigual.

    Mãos e pés grandes

    Você iria se preocupar, e com razão, se um ente querido tivesse uma mandíbula saliente, uma testa proeminente ou mãos e pés desproporcionais. Todos são sinais clássicos de acromegalia, distúrbio hormonal que ocorre em adultos quando a glândula pituitária (hipófise), também responsável pelo hormônio do crescimento, tem produção elevada. Se você notar a mudança na aparência da pessoa, fique atenta a este sinal. Trata-se de uma desordem rara, porque as alterações nos ossos e tecidos moles ocorrem lentamente ao longo do tempo e muitas vezes tal fato passa despercebido.

    A boca suja

    Dentes sujos e gengivas não são apenas sinais de má higiene oral. Sua boca pode revelar coisas desagradáveis sobre o seu coração e ossos. Em 2010, pesquisadores escoceses relataram no British Medical Journal que a escovação dos dentes diminui o risco de doença cardíaca. As pessoas que escovaram com menos frequência tinham um risco 70% maior de doença cardíaca ou morte por doença do coração. Perda dos dentes também pode sinalizar osteoporose.

    Rubor facial

    Nem sempre rubor facial é sintoma de vergonha. Vermelhidão facial com lesões de acne na pele são sintomas comuns da rosácea, uma doença de pele crônica. Embora a causa exata não seja conhecida, as pessoas com o problema ficam com o rosto vermelho, causados por eritemas, que em geral começam pela região central do rosto, podendo evoluir para complicações mais grave na pele, como pústulas.

    Manchas escuras na pele

    Um anel escuro na pele, na parte de trás do pescoço, pode parecer que está “pedindo” uma boa esfregada. Mas, na realidade, pode ser acanthosis nigricans, uma condição na qual a pele parece mais escura e mais espessa e até mesmo aveludada ao longo dobras do corpo. Pessoas com resistência à insulina, diabetes, obesidade ou, em casos raros, com câncer, podem desenvolver essas manchas escuras. “Embora não seja um sinal definitivo de diabetes, isso pode fazer você pensar duas vezes e realizar mais exames”, diz Heather Jones, enfermeira da Oregon Health & Science University, em Portland, e membro do Dermatology Nurses Association.

    Pelos no corpo

    Pelos onde você não deseja é constrangedor, com certeza, mas também podem ser um sinal de problemas de saúde mais preocupante. Entre elas, está a síndrome do ovário policístico (SOP), uma causa comum de crescimento do pelos em mulheres em idade fértil, pode causar infertilidade, períodos menstruais irregulares ou ausentes. Mais de 70% das mulheres com SOP têm hirsutismo, ou o crescimento de pelos em excesso, aparecendo tipicamente na face, peito, barriga, costas, mãos ou pés.

    Erupção na pele

    A erupção é como uma bandeira vermelha. É a maneira de seu corpo dizer que algo não está certo. Existem vários tipos de erupções, mas uma em particular se destaca. Estende-se por ambas as faces em forma de uma borboleta e tem uma aparência tipo queimadura solar. Essa mancha é um sintoma clássico de lúpus, doença do sistema imunológico que afeta a pele, articulações, sangue e rins.

    Perda de cabelo

    O que você deve fazer com aquela bola de cabelo no ralo do chuveiro? Estresse, gravidez, doenças, medicamentos e alterações nos hormônios podem contribuir para a queda de cabelo. Entre as mulheres, em particular, cabelos secos e falhas podem indicar sinais de problemas na tireoide. Um simples exame de sangue pode verificar se o corpo está produzindo quantidades normais de hormônio da tireoide ou não.

    Lábios rachados

    Seus lábios podem dizer muito sobre sua saúde. Severamente rachados, lábios secos podem ser uma reação à medicação, um risco ocupacional (se você é um músico de metal), ou um sintoma de alergia, infecção ou outras condições. Rachaduras nos cantos da boca podem ser um sintoma de Sjogren , um distúrbio do sistema imunológico. O problema causa olhos secos e boca seca, bem como dor nas articulações e pele seca. Até 4 milhões de americanos, em sua maioria mulheres, apresentam a síndrome.

    Pintas

    Pintas, ou sinais na pele, podem ser sinal da presença de câncer. Procure crescimentos que são assimétricos, têm uma fronteira irregular, variam em cor, possuem um diâmetro maior que 6 milímetros, ou estão mudando e evoluindo. Melanoma é a forma mais letal de câncer de pele e pode apresentar um ou mais desses sinais. Se notar alguma alteração, deve-se passar por uma consulta médica para avaliação.

    Olhos amarelos

    Eles são uma janela para a sua saúde, então, quando a parte branca dos olhos torna-se amarela, há razão para suspeitar de problemas. Em adultos, pode ser um sinal de doença hepática, tais como hepatite ou cirrose. Também pode significar que os ductos biliares do fígado estão bloqueados. Qualquer pessoa com amarelecimento dos olhos deve ver seu médico para avaliação.

    Tags: , , , , , , , ,

  • Uma barra de chocolate meio-amargo pode ajudar a controlar a fome noturna

    Nosso ritmo de vida acelerado tem modificado muito os hábitos alimentares. Já não é comum encontrar pessoas que não conseguem ter uma rotina alimentar como manda o figurino, com café da manhã reforçado, almoço e janta nos horários certos.

    Muita gente pula o café para dormir um pouco mais ou substitui o almoço por um lanche para ganhar tempo.

    Assim, o jantar acabe ganhando o posto de principal refeição do dia, quando a pessoa tenta suprir toda a necessidade de nutrientes do corpo em uma única refeição. Mas, segundo a nutricionista Carla Caratin, mestre em nutrição pela USP, esse não é o único fator.

    - Além dos horários corridos, é muito comum que o alto nível de estresse, tensão e ansiedade na população venha a interferir no consumo alimentar.

    O problema é que este “comer à noite” pode trazer alguns problemas, como a obesidade, não só pela quantidade de alimentos ingeridos como também pela qualidade.

    Para saciar a fome noturna, um erro corriqueiro, de acordo com Carla, é que as pessoas acabam ingerindo mais calorias que não são gastas.

    - O indivíduo acaba não gastando essa energia, principalmente porque ao dormir o metabolismo desacelera. Durante o dia, as calorias são queimadas nas atividades cotidianas.

    Outro problema de ter uma alimentação mais pesada à noite é o refluxo, que pode causar a desconfortável sensação de queimação no esôfago.

    O mais adequado, nesse caso, alerta a nutricionista, é que a última refeição do dia seja leve e ocorra por cerca de duas horas antes do repouso.

    Já para acalmar a sensação de ansiedade, a dica é comer um pedaço de chocolate meio-amargo (30g) entre as 16h30 e as 17h30, pois ajuda na produção de serotonina. O leite, para quem não sofre de gastrite, ajuda a ter uma noite de sono mais tranquila.

    A nutricionista Ana Maria Figueiredo Ramos, da Unifesp, salienta que dormir com fome é mais prejudicial ainda. O toque é apostar em pratos leves como saladas, sopas, torradas, queijo e peito de peru, por exemplo.

    - Comer à noite não é proibido, é essencial. Mas precisa ser da maneira correta. Basta dar preferência para um cardápio com menor valor calórico, sem gordura, de fácil digestão e com baixo teor de sódio e açúcar.

    Carboidrato: herói ou vilão?

    Alguns nutricionistas recriminam o consumo de alimentos ricos em carboidrado à noite, outros, não. O lado negativo, para os críticos, é que os carboidratos deixam o corpo mais agitado.

    Mas os carboidratos são fonte de energia, o combustível principal para o organismo. Sem ele, ou com a diminuição drástica dele, explica a nutricionista Madalena Vallinoti, do Sindicato dos Nutricionistas de São Paulo, surgem alterações no humor, no bem estar, na acuidade mental e aumenta a sonolência.

    - Realmente este ponto é bastante polêmico, porém, na minha opinião, entendo que onde não há equilíbrio há danos ou prejuízos ao organismo. O carboidrato deve contribuir co 50% das fontes de calorias diárias.

    Geralmente um sono agitado compromete a produtividade no dia seguinte, alerta ela, e este é um problema inerente a se alimentar fartamente à noite, quando nosso organismo está mais lento.

    - Existe um ditado popular que traduz bem como deve ser nossa alimentação: café da manhã de rei, almoço de príncipe e jantar de plebeu. Eu complementaria dizendo que as refeições devem ser fracionadas de três em três horas, colorida e variada, sendo que o jantar deve ser algo de fácil digestão.

    Fonte R7

    Tags: , , , , , ,

  • Enxaqueca 12.04.2011 No Comments

    A enxaqueca afeta aproximadamente 6% dos homens e 18% das mulheres. No entanto é uma doença subdiagnosticada em todo o mundo, porque se estima que apenas uma minoria dos pacientes consulta médicos para diagnóstico e tratamento.

    Dor de cabeça é um sintoma muito comum, sendo raro alguma pessoa que nunca teve. Mas nem todas as dores de cabeça (cefaléias) são enxaquecas. Por isto, é muito importante fazer uma consulta médica para determinar o tipo de cefaléia.

    Saiba sobre cefaléia tensional e outras causa de dor de cabeça aqui.

    A enxaqueca tem as seguintes características:

    * Cefaléia unilateral, ou seja, a dor afeta um lado da cabeça;
    * Dor pulsátil ou latejante;
    * Crises com dor moderada a intensa que podem prejudicar as atividades diárias;
    * Presença de náuseas e/ou vômitos;
    * Sensibilidade a luz (e às vezes ao som);
    * Piora com atividade física rotineira;

    Algumas pessoas apresentam um sintoma adicional, a aura. Aura é definida como manifestações do sistema nervoso (geralmente visuais) que precedem uma enxaqueca e são geralmente seguidas pela cefaléia dentro de uma hora. Essas podem incluir distúrbios visuais, como luzes piscando, manchas brilhantes, visão borrada ou manchas cegas. A aura pode também envolver sintomas auditivos, sensitivos ou motores.

    A enxaqueca ocorre em crises e os pacientes com enxaqueca ficam assintomáticos entre elas.
    Causas e fatores desencadeantes da enxaqueca

    Embora reste muita coisa para se descobrir sobre dor de cabeça, algumas pesquisas apontam que a enxaqueca pode ter sua causa em alterações funcionais do nervo trigêmeo (nervo responsável pelas sensações da cabeça e da face) e por desequilíbrios em neurotransmissores do sistema nervoso central.

    Os desencadeantes de enxaqueca podem ser diferentes para cada pessoa. Pode haver um fator que provoque enxaqueca em alguém ou pode existir uma combinação de fatores. Alguns incluem:

    Ambiente/Comportamento

    O ambiente ou o comportamento podem contribuir para a enxaqueca. Lista de possíveis desencadeantes ambientais:

    * Luz forte
    * Ruídos altos
    * Alterações climáticas
    * Alterações de comportamento (p.ex., dormir demais ou de menos, jejum, alteração na dieta)

    Estresse

    O estresse, em algumas pessoas, pode facilitar a enxaqueca. Avaliar o estilo de vida pode auxiliar na identificação de fatores que estejam contribuindo para a enxaqueca.

    Alimentos

    Desencadeantes de enxaqueca variam entre as pessoas. Mas a lista a seguir contém alimentos comumente conhecidos que podem contribuir para o início da enxaqueca:

    * Chocolate
    * Queijo
    * Cafeína
    * Frutas cítricas
    Bebidas alcoólicas
    * Glutamato monossódico, uma substância que acentua o sabor dos alimentos

    Diagnóstico da enxaqueca

    O primeiro passo do médico para o diagnóstico da enxaqueca é obter um histórico completo da cefaléia.

    Isso pode incluir idade à época da primeira crise, a possível existência de um padrão de cefaléia, natureza e localização da dor e desencadeantes. Depois do histórico, o médico pode realizar exame físico, avaliação neurológica e solicitar exames complementares.
    Tratamento da enxaqueca

    Uma grande variedade de medicamentos tem sido desenvolvida para o tratamento da enxaqueca. Além disto, existem medicamentos comumente usados para tratar outras doenças e que também ajudam a aliviar ou a prevenir a enxaqueca.

    Os remédios para enxaqueca são agrupados em duas categorias:

    * Medicações para o alívio da dor. Também conhecidas como medicações para o tratamento agudo, são usadas durante as crises de enxaqueca para aliviar a dor que já começou ou está iniciando-se. Dentre estes remédios estão:
    o Antiinflamatórios não esteróides e analgésicos, tais como o paracetamol, dipirona, ibuprofeno, naproxeno, dentre outros.
    o Triptanos, tais como o sumatriptano, zolmitriptano e naratriptano.
    o Derivados do ergot, como a ergotamina e dihidroergotamina.
    o Medicamentos para náusea, tais como a metoclopramida.
    o Derivados de opióides, tais como a codeína.
    * Medicações preventivas. Estas medicações são utilizadas diariamente para prevenir a ocorrência de crises de enxaqueca, ou mesmo para reduzir a intensidade e freqüência dos sintomas. Dentre estes remédios estão:
    o Bloqueadores beta-adrenérgicos, tais como o propranolol, (também utilizado para doenças cardiovasculares).
    o Bloqueadores de canal de cálcio, tais como o verapamil (também utilizado para doenças cardiovasculares).
    o Antidepressivos, tais como a amitriptilina, nortriptilina (também utilizados para o tratamento da depressão).
    o Anticonvulsivantes, tais como o valproato e a carbamazepina (também utilizados no tratamento da epilepsia).
    o Toxina botulínica, que vem sendo utilizada para o tratamento de casos resistentes.

    Medidas comportamentais para prevenir a enxaqueca

    O tratamento da enxaqueca tem um resultado melhor, quando associado a medidas comportamentais, que ajudam a identificar desencadeantes e evitá-los. Para isto é utilizado o diário da enxaqueca, onde se faz um registro das atividades, alimentos e suas relações com a dor.
    A prática de atividades físicas moderadas e regulares também é estimulada por ser um mecanismo natural de regulação da dor.

    Tags: , , , , , ,

  • Estresse 18.12.2010 No Comments

    Complexo e repleto de ligações, o cérebro reage de maneiras diferentes a cada situação enfrentada no dia a dia do trabalho.

    A cobrança por um resultado rápido desencadeia uma poderosa onda de estresse. E aquele projeto complicado faz com que a ansiedade mande constantes mensagens de alerta.

    Na entrevista a seguir, a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, de 37 anos, diretora do Laboratório de Neuroanatomia Comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro e autora de cinco livros, entre os quais Pílulas de Neurociência para uma Vida Melhor (Editora Sextante), explica como essas emoções podem ser benéficas ou perigosíssimas para o desempenho e para a motivação profissional.

    O que ocorre com o corpo, do ponto de vista da neurociência, quando um profissional passa por situações estressantes no trabalho?

    O estresse nada mais é do que uma força que provoca transformações mentais e físicas no corpo. O coração dispara, a pressão arterial aumenta e o cérebro reage para que possa enfrentar novos problemas.

    A princípio, o estresse é bom, porque faz com que os níveis de atenção cresçam. Isso só acontece quando o profissional sente que tem controle sobre a situação e que é capaz de encontrar soluções para o problema.

    O estresse se torna perigoso no momento em que a pessoa acha que não consegue dar conta do trabalho e entra num estado de paralisia. A situação fica drástica quando alguém precisa fazer grandes esforços para tentar driblar um desafio e não chega a lugar nenhum.

    O que fazer para ter mais qualidade de vida?

    Três fatores são importantes: lazer, sono e exercício. O primeiro passo é parar de pensar nos problemas assim que o expediente terminar.

    Um profissional não consegue relaxar se for para casa e ficar remoendo as obrigações do dia seguinte. Desligar- se é vital.

    O lazer ajuda nessa tarefa, pois faz com que o cérebro se ocupe com atividades prazerosas e se sinta satisfeito e recompensado.

    Como o sono e a atividade física ajudam?

    O sono faz com que o cérebro registre as atividades desenvolvidas durante o dia e crie estratégias para resolver novos problemas. Uma boa noite de sono ajuda a regenerar os neurônios do hipocampo, parte do cérebro que cuida da memória recente. Essas novas células ampliam a capacidade de aprendizagem e auxiliam na administração do estresse.

    Os exercícios também mantêm o hipotálamo em bom funcionamento. Mas tem que ser alguma atividade física que dê prazer. Caso contrário, o cérebro vai encontrar mais um motivo para se estressar.

    Uma das queixas mais comuns entre os profissionais é a dificuldade de planejar tarefas. É possível treinar o cérebro para ter uma organização mental?

    Sim. Nós temos uma agenda interna no hipocampo que funciona como uma lista de tarefas, armazenando as informações mais novas do dia. Para funcionar bem, o cérebro precisa priorizar essas atividades e diminuir a complexidade dos problemas. Esse é o segredo do bom planejamento mental.

    A satisfação aparece quando nós resolvemos aquilo que nos deixa angustiados. Por isso é importante dividir

    os grandes problemas em pequenos desafios, que podem ser resolvidos com mais facilidade, e traçar uma estratégia simples para solucioná-los.

    A motivação é um dos pontos-chave para que uma pessoa se sinta realizada com o trabalho. Como controlamos esse sentimento?

    Quando tem uma decisão a tomar, o cérebro ativa o sistema de recompensa, localizado no córtex cingulado, responsável por avaliar as chances de sucesso e fracasso de uma empreitada.

    Se o cérebro determina que o fracasso é o resultado mais provável, o corpo não sai do lugar.

    A motivação só acontece quando a mente manda o sinal de que há pelo menos 50% de chance de uma atividade ser bem-sucedida. É a antecipação do sucesso e a sensação de uma recompensa futura que estimulam uma pessoa a se dedicar a uma tarefa, por mais desgastante que seja.

    Com a redução das equipes, os profissionais têm mais objetivos para cumprir e menos tempo para entregar bons resultados. Qual é a reação do cérebro nesses casos?

    A manifestação mais comum é a ansiedade, quando o cérebro manda sinais de preocupação com problemas que ainda não existem, mas que aparecerão logo mais. A inquietação com o futuro é maravilhosa, porque é uma maneira de se preparar antecipadamente para o que está por vir.

    Por mais que os chefes insistam que é preciso estar atento e bem informado para as metas do próximo mês, a pressão interna causada pela ansiedade é completamente pessoal e inevitável.

    Em que medida a ansiedade, uma doença comum hoje em dia, pode ser prejudicial ao trabalho de uma pessoa?

    A ansiedade fica perigosa quando a inquietação é tanta que o cérebro se convence de que não tem nenhum domínio sobre as situações futuras e começa a fazer avaliações exageradas sobre o tamanho do problema a ser resolvido. Isso faz com que a mente fique incapacitada para agir.

    Se essa sensação persiste por um longo período, surge o estado ansioso crônico, uma doença que precisa ser tratada com remédios e terapia.

    É comum que subordinados imitem as atitudes de seus chefes, tanto as boas quanto as ruins. Por que isso ocorre?

    Há um sistema no cérebro que nos faz ser capaz de repetir mentalmente as ações das pessoas com as quais convivemos, são os neurônios espelho (é por causa deles que bocejamos logo depois de alguém, por exemplo).

    Esse mecanismo nos faz imitar o outro e intuir quais são suas intenções. Mas, para isso, é preciso ter identificação. Se o funcionário não se identificar com o líder, vai refutar suas ações.

    Por que é importante estar disposto a enfrentar novos desafios?

    Se um profissional se mantém o tempo todo na zona de conforto, sem pensar em nada de diferente, a mente fica entediada e não cria novas maneiras de resolver problemas. E do que o cérebro mais gosta é ser desafiado, desde que se sinta apto para encontrar soluções.

    Esse é o ponto mais importante: a sensação de autonomia. As empresas têm que dar certa liberdade para seus funcionários poderem tocar novos projetos. Quem não tem um mínimo poder dentro das corporações fica estressado, se sente incapaz e se torna uma bomba ambulante de estresse.

    O jornalista Malcolm Gladwell, autor do livro Fora de Série, diz que para se destacar em determinada área é necessário repetir uma atividade por 10 000 horas. Qual a importância da prática para o desenvolvimento cerebral?

    Só o talento não transforma alguém num gênio. A prática e a motivação são fundamentais para que o cérebro se acostume a uma tarefa e encontre as melhores maneiras de realizá-la. Para conseguir dedicar tempo a uma atividade, é necessário que uma pessoa encontre algo que adore fazer.

    Só conseguimos repetir tantas vezes a mesma tarefa se o nosso cérebro se sentir recompensado e feliz com isso. Quem ainda não encontrou sua vocação precisa experimentar novas atividades. Sair da zona de conforto é o melhor remédio.

    Tags: , , , , , , , , , , , ,

  • Esta pergunta é feita praticamente por todas as pessoas que me procuram para emagrecer. Em seguida, geralmente vem à afirmação: “Eu tenho o metabolismo lento”.

    Muitos não tem certeza, mas pelo fato de não estar eliminando peso já “culpam” o metabolismo. Diante disso é preciso analisar se realmente a pessoa está seguindo a proposta alimentar corretamente.

    Uma forma de acelerar o metabolismo é praticando exercícios regularmente, assim se gasta mais calorias. Comer várias vezes ao dia também, pois o organismo a cada 2 ou 3 horas (depende do intervalo das suas refeições), estará trabalhando para fazer a digestão e queimar as calorias e assim se torna mais ativo.

    Alguns alimentos considerados como termogênicos, de acordo com alguns estudos, também provocam um gasto calórico, mas na minha opinião seria necessário um consumo elevado para que esse gasto fosse relevante.

    Outra situação muito comum que acontece é a seguinte, o indivíduo faz uma restrição calórica excessiva quando começa uma dieta, querendo obter o emagrecimento o quanto mais rápido possível, no início o organismo responde bem, mas com o passar do tempo, começa estacionar, ou seja, entra no efeito platô, porque ele se acostuma com aquela quantidade ingerida, só que o indivíduo não tem o que fazer, pois não tem como diminuir ainda mais as calorias.

    Nessa situação o melhor a fazer é aumentar as calorias e depois de um tempo diminuir devagar.

    Por isso muito cuidado com dietas muito restritas e não almeje eliminar peso muito rápido, o correto é que a redução de calorias aconteça aos poucos, até que se conquiste a meta de peso.

    Medicamentos, alterações na tireóide, estresse e outros fatores também podem alterar o metabolismo, por isso, analise bem se realmente o seu metabolismo é lento e faça as atitudes ou tratamento correto para acelerá-lo.

    Fonte Cyberdiet

    Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

  • Dicas, Doenças 12.11.2009 No Comments

    CB037953

    Desânimo sem explicação aparente, dores no corpo, falta de motivação para continuar aquela atividade de que tanto gosta e uma vontade enorme de ir embora logo após chegar ao trabalho. Se você está com algum desses sintomas, fique de olho, pode ser estafa.

    De origem emocional ou física, ela pode atingir crianças e adultos e compromete o desempenho na escola, no trabalho e na relação com as demais pessoas no dia a dia, tornando todas as atividades, antes prazerosas, em obrigações desgastantes e chatas. Por alterar todo o funcionamento do organismo, pode desencadear outras doenças como hipertensão, fobias e ansiedade, problemas cardíacos e gastrite. “Se você ficar acumulando tensões e cansaço, vai virar uma panela de pressão e uma hora ela explode e faz um estrago maior”, alerta o fisiologista da Unifesp, Claudio Pavanelli.

    “A estafa pode ser física (periférica) ou mental (central) e está muito ligada a rotina que o paciente leva, por isso, antes de prescrever qualquer medicamento, pergunto se ele tem dado conta de todos os afazeres que estão sob sua responsabilidade ou se ele está passando por algum problema afetivo, só assim é possível tratar o problema”, explica Claudio.

    Ai que cansaço!

    Treino, caminhada, corre-corre com as crianças e muito cansaço. Mais popularmente conhecida como fadiga, a estafa periférica se caracteriza por dores musculares e cansaço físico ocasionados principalmente pela combinação entre desgaste excessivo (sem respeitar o tempo de recuperação) e pela má alimentação. “Não tem quem suporte esse ritmo frenético, é fadiga na certa”, explica o fisiologista. “Nestes casos, o tratamento é uma mudança radical na rotina e na alimentação. Geralmente estas duas ações resolvem o problema”, continua. “Se não for tratada, pode desencadear outras doenças como: anemia, prisão de ventre, diarreia e até queda de cabelo“, diz Claudio.

    Mente e corpo em equilíbrio

    A forma mais comum da estafa é a fadiga mental. Caracterizada pela alteração do sistema nervoso central, ocorre em função do excesso de responsabilidades e tensões acumuladas que provocam um desgaste metabólico e mental muito grande. “O cansaço mental é tamanho que o paciente chega a sentir dor física. As pressões psicológicas se refletem no corpo”, explica o fisiologista. “Neste caso, a melhor indicação é o relaxamento. É preciso rever a maneira como lidamos com os nossos problemas e frustrações. Às vezes, uma mudança simples de postura pode te livrar de um dano maior a saúde”, continua.

    “A estafa mental é muito mais grave do que a física porque tende a causar danos psicológicos e físicos. Caso não seja tratada adequadamente pode provocar doenças como: falha de memória, insônia, irritabilidade, desânimo, tristeza profunda e angústia“, explica Claudio.

    Estresse x estafa

    Muita gente confunde, mas estafa e estresse são problemas diferentes. Algumas diferenças ajudam a diferenciar os dois quadros. A fadiga ou estafa é um sintoma do estresse, mas não a a sua causa. No estresse, a intensidade da fadiga é maior e a maneira como nosso organismo reage a estes sintomas é bem diferente. Enquanto a estafa pode ser tratada com mudanças de hábitos ou tratamento médico, o mesmo não ocorre com o estresse, uma espécie de estágio crônico das duas formas de fadiga. “O grau de irritabilidade e da dor sentida no estresse é maior, além disso, o estresse é muito mais mental do que físico, por isso, não adianta usar os mesmos procedimentos. É uma questão de intensidade e durabilidade da fadiga”, explica Claudio.

    Estafa central ou mental

    Sintoma

    - Falha de memória;
    - Insônia;
    - Irritabilidade e choro com facilidade;
    - Desânimo;
    - Tristeza e angústia;
    - Azia, má-digestão;
    - Palpitação;
    - Diminuição do desejo sexual

    Tratamento

    Relaxar é o lema para curar a estafa. “Muitas vezes o tempo que se “perde” indo ao cinema ou em um parque, por exemplo, é um ganho de saúde e bem-estar.

    É melhor parar agora do que perder o controle depois”, alerta o fisiologista.

    - Saiba aproveitar os momentos de lazer;

    - Converse sobre os problemas com os amigos ou com um profissional;

    - Cultive o bom humor;

    - Aprenda a relaxar;

    - Não faça várias tarefas ao mesmo tempo;

    - Procure resolver um problema de cada vez;

    - Organize suas prioridades;

    - Não leve preocupações do trabalho para casa;

    Estafa periférica ou física

    Sintomas
    - Dores no corpo
    - Apatia
    -Baixa resistência imunológica
    -Distensão muscular Tratamento
    -Pratique atividade física com moderação
    -Respeite o ritmo de seu corpo
    - Procure ter uma alimentação balanceada e saudável

    Algumas doenças causadas tanto pela estafa mental quanto pela física
    - Hipertensão arterial (pressão alta)
    - Doenças emocionais (ansiedade, pânico, fobias)
    - Doenças gastrointestinais (colite, gastrite e úlcera)
    - Doenças do coração (arritmia, angina e infarto)

    Fonte Canal 13

    Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

  • Dicas, Medicina 06.11.2009 No Comments

    Cerveja-estresse-fotos-duas-latas

    Ratos que tomaram quantidade adequada da bebida ficaram menos estressados

    O consumo regular e responsável de cerveja diminui o estresse e melhora a eficiência do metabolismo (conjunto de reações químicas que ocorrem no nosso corpo) em dietas ricas em gordura. A informação é de um estudo apresentado nesta sexta-feira (6) no Chile.

    O estudo demonstra que ratos de laboratório que tomaram quantidades de cerveja de acordo com os padrões internacionais de “consumo responsável” ficam menos estressados e metabolizam melhor os carboidratos. Segundo os pesquisadores, para uma pessoa adulta o consumo responsável é de duas latas ou 0,7 litro por dia.

    A pesquisa, desenvolvida entre agosto de 2008 e agosto de 2009, foi realizada em Santiago do Chile pelo Instituto de Ciências da Faculdade de Medicina Clínica Alemã-Universidade do Desenvolvimento, liderada por sua diretora, Paulette Conget.

    Para avaliar o efeito do estresse sobre os ratos, os pesquisadores deram a um grupo de animais dez gotas diárias de cerveja durante três meses e meio, enquanto outro grupo teve sua dieta normal mantida. Ao passarem por um estresse controlado depois desse período, os ratos que tinham consumido cerveja apresentaram menores níveis de excitação emocional que os que não haviam consumido.

    Já para analisar o efeito sobre o metabolismo, alguns ratos foram alimentados com uma dieta normal e outros com uma dieta rica em gordura, e a metade dos indivíduos de cada grupo recebeu dez gotas diárias de cerveja. Os ratos que consumiram a dieta rica em gordura e cerveja subiram menos de peso que aqueles que foram submetidos à mesma dieta, mas não ingeriram essa bebida alcoólica – apesar de o acesso a água e comida ser livre e sua atividade física ser a mesma.

    Fonte R7

    Tags: , , , , , , , ,