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Dormir por oito horas parece uma missão impossível? Saiba que sua alimentação ajuda a proporcionar uma boa noite de sono. Confira!

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Toda noite a história se repete: você está cansada e não vê a hora de ir para a cama, mas é só deitar que o sono vai embora. Vira-se para um lado e para o outro, acorda diversas vezes e, quando o despertador toca, sente que ainda precisava dormir (muito) mais. Você n]ao é a única: segundo a Organização Mundial da Saúde, 40% da população dorme mal e apresenta algumas das 80 síndromes listadas pela Classificação Internacional dos Distúrbios do Sono. No Brasil, em pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira do Sono, 53,9% dos indivíduos queixam-se de insônia e aproximadamente 43% continuam cansados durante o dia. Com isso, a qualidade de vida é diretamente afetada.De acordo com a Dra. Rosana Souza Cardoso Alves, coordenadora do Departamento Científico de Sono da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), as causas de noites mal dormidas são variadas, de fatores ambientais até genéticos.A boa notícia é que uma alimentação saudável pode agir positivamente nesse quadro. “Se você tem dificuldades na regularidade e na frequência do seu sono, alimentos ricos em triptofano não podem faltar em suas refeições. Esse aminoácido regula os níveis de serotonina no cérebro, diminuindo a atividade do organismo e contribuindo com o relaxamento do corpo”, explica a nutricionista Carla Mariano, do Hospital Metropolitano Lapa, em São Paulo. “Também é importante consumir o que é rico em melatonina, um hormônio importante para estimular o repouso”, garante a especialista.

Quer dormir bem esta noite? Confira os alimentos que influenciam na qualidade do sono e já para a cama!

Aveia
É um dos poucos cereais com melatonina. “Para potencializar seu efeito, é importante escurecer o quarto, uma vez que os níveis desse hormônio do corpo aumentam na ausência de luz, causando sono”, explica a especialista.

Leite
Um copo de leite quente, servido antes de dormir, ajuda a ter uma noite tranquila. Esse recurso usado por mães e avós é comprovado cientificamente: a bebida é rica em triptofano, e por isso ajuda a relaxar e ter uma noite mais tranquila. O ideal é um copo 30 minutos antes de deitar.

Mel
Aumentar o açúcar no sangue pode reduzir a produção de orexina no cérebro. Orexina é um neurotransmissor que recentemente tem sido ligado à insônia. “Para potencializar o efeito do leite morno basta acrescentar uma colher de mel”, explica Dr. Gláucia Berreta Ruggeri, médica do Centro de Saúde Ocupacional do Hospital Albert Einstein, de São Paulo. De acordo com a especialista, o mel é um carboidrato simples e, por isso, facilita também a absorção do triptofano.

Chá de camomila
A bebida não contém a cafeína encontrada nos chás tradicionais e tem um efeito calmante sobre o corpo. Além disso, um líquido quente antes de dormir pode aumentar o calor do corpo e deixá-lo sonolento.

Cereja
A saborosa frutinha é outra fonte de melatonina. Pode ser consumida fresca como sobremesa ou em forma de suco junto com o jantar.

Couve
Composta por magnésio, trabalha o relaxamento muscular e ajuda o corpo a deixar de lado as tensões do dia para descansar.

Alface
Também constituída de triptofano, a verdura pode ser consumida na última refeição do dia em saladas, na forma de chá ou até suco.

Chocolate amargo
Além de delicioso, o doce contém serotonina, que relaxa a mente e o corpo. Mas apenas sua versão amarga tem esse efeito.

Dormir pouco altera atividade de genes, diz estudo

foto-imagem-horas-de-sonoUma pesquisa britânica trouxe novas descobertas sobre como noites mal dormidas podem causar efeitos prejudiciais significativos à saúde e ao funcionamento do corpo humano.

Doenças cardíacas, diabetes, obesidade e problemas cerebrais são alguns dos problemas ligados a poucas horas de sono.

Segundo os pesquisadores da Universidade de Surrey, a atividade de centenas de genes foi alterada quando as pessoas estudadas dorminam menos de seis horas por dia durante uma semana.

Os cientistas analisaram o sangue de 26 pessoas depois que elas tiveram uma longa noite de sono, até dez horas por noite durante uma semana, e compararam os resultado com amostras retiradas depois de uma semana com menos de seis horas por noite.

Mais de 700 genes foram alterados pela mudança. Cada gene traz instruções para a construção de uma proteína. Os que ficaram mais ativos produziram mais proteínas, mudando a química do corpo.

O funcionamento do relógio biológico também foi perturbado com a mudança. As atividades de alguns genes, no decorrer do dia, aumentam e diminuem naturalmente, mas este efeito foi prejudicado pela falta de sono.

“Houve uma mudança significativa na atividade em diferentes tipos de genes”, disse à BBC o professor Colin Smith, da Universidade de Surrey.

“O sono tem uma importância crítica para a reconstrução do corpo e a manutenção do estado funcional, todos os tipo de de danos parecem ocorrer (devido à falta de sono), sugerindo que pode levar a problemas de saúde.”

“Se não conseguimos regenerar e substituir células, então, isto vai levar a doenças degenerativas”, acrescentou.

A pesquisa foi publicada na revista especializada Proceedgins of the National Academy of Sciences.

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Colin Smith afirmou que muita gente pode dormir ainda menos horas do que as pessoas analisadas no estudo, o que sugere que estas mudanças observadas na pesquisa podem ser comuns.

Para Akhilesh Reddy, especialista em relógio biológico da Universidade de Cambridge, o estudo é “interessante”.

Reddy afirma que as descobertas mais importantes foram os efeitos da falta de sono sobre inflamações e o sistema imunológico, pois é possível ver a ligação entre estes efeitos e problemas de saúde como diabetes.

As descobertas dos pesquisadores da Universidade de Surrey também podem ser relacionadas às tentativas de se descartar a necessidade de sono, descobrindo um remédio que pode eliminar os efeitos da falta de sono.

“Não sabemos qual é o botão que causas todas estas mudaças, mas, em teoria, se você pode ligar ou desligar, você também poderia ser capaz de viver sem o sono.”
“Mas, o que acredito, é que o sono tem importância fundamental para regenerar as células”, afirmou.

Dormir mais de nove horas por noite evita ganho de peso

Os dorminhocos de plantão acabam de ganhar um argumento científico para manter o hábito que soa preguiçoso para muitos. Segundo uma pesquisa da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, dormir mais de nove horas por noite evita o ganho de peso mesmo entre aqueles que têm propensão genética.
O estudo foi publicado nesta terça-feira (1º) na revista científica “Sleep”, da Academia Americana de Medicina do Sono.

O estudo avaliou 1.088 casais de gêmeos e descobriu que os que dormiam menos de sete horas por noite estavam associados tanto a um índice de massa corporal (IMC) maior quanto a uma maior atuação dos genes relacionados à obesidade no IMC.

“Os resultados sugerem que o sono mais curto provoca um ambiente mais permissivo para a expressão dos genes relacionados à obesidade”, diz o principal pesquisador do estudo, Nathaniel Watson, da Universidade de Washington.

Pesquisas anteriores já haviam mostrado que as influências genéticas incluem fatores como o metabolismo do açúcar no sangue, do uso de energia, armazenamento de ácidos graxos e saciedade. No estudo, a hereditariedade do IMC foi duas vezes mais alta entre os gêmeos que dormiam menos do que entre os que dormiram mais de nove horas por noite.
Segundo a pesquisa, entre os gêmeos que dormem menos do que sete horas, as influências genéticas chegam a 70% na diferença do IMC. Enquanto que entre os gêmeos que dormem em média mais de nove horas, fatores genéticos correspondem a 32% da variação de peso.

Noite mal dormida – Dormir menos de seis horas por noite faz mal ao coração

Foto mulher dormindo - Dormir menos de 6 horas é prejudicial  a saúde

Risco de sofrer ataque cardíaco é 50% maior; e chance de derrame cresce 15%

Uma pessoa que dorme menos de seis horas por noite tem um risco 50% maior de morrer após um ataque cardíaco – e a chance de sofrer um derrame fatal também cresce 15%. A conclusão é de uma pesquisa da da Universidade de Warwick, na Inglaterra, que comprovou o perigo recorrente de uma rotina agitada e irregular de trabalho que faz com que muitas pessoas descansem cada vez menos em função da sobrecarga diária, o que já se tornou hábito entre 60% da população adulta.

Segundo os cientistas, uma noite de sono ruim pode afetar o equilíbrio dos hormônios grelina e leptina, importantes na regulação do apetite. Isso explicaria por que pessoas com esse perfil tendem a comer mais e a ter tendência à obesidade, o que eleva os riscos de pressão alta e doenças cardiovasculares. Por consequência dessa espécie de círculo vicioso, elas também ficam mais propensas a ataques cardíacos e derrames.

Metodologia

Para chegar aos resultados, os pesquisadores analisaram os hábitos de sono de cerca de 475.000 voluntários que participaram de 15 estudos em oito países, entre eles Inglaterra, Estados Unidos, Japão e Alemanha. Entre as conclusões, está a ideia de que o difundido lema de que trabalhar duro é o melhor caminho para se sobressair tem sacrificado a qualidade do sono e a saúde da população.

“Esse hábito de dormir tarde e acordar cedo é uma verdadeira bomba-relógio para a saúde. A busca por um equilíbrio entre vida pessoal e profissional tem feito com que muitos optem por abrir mão de horas do lazer para garantir que todas as tarefas do dia sejam feitas”, disse Francesco Cappuccio, da Universidade de Warwick, ao jornal inglês Daily Mail.

Mas atenção, os especialistas ressalvam que dormir muito (mais de nove horas) também pode aumentar as chances de infarto. O estudo foi publicado no periódico European Heart Journal.

Dormir com luzes acesas de tv, celular ou do corredor, pode provocar problemas de saúde

Um estudo da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, sugere que dormir com luzes acesas – seja da televisão, do smartphone ou do corredor – pode provocar problemas de saúde, como câncer de mama, distúrbios do sono, ganho de peso e até depressão.

A pesquisa, envolvendo 16 hamsters, estabeleceu uma ligação entre exposição à luz e depressão. No experimento, todos os animais passavam 16 horas por dia sob luzes fortes e, durante as oito horas restantes do dia, metade ficava na escuridão total e a outra metade ficava sob luzes luzes fracas, semelhante às emitidas por uma televisão ligada.

Após 8 semanas, os hamsters que estavam em constante exposição à luz tiveram o desempenho significantemente prejudicado em uma série de testes de humor – por exemplo, eles beberam 20% menos açúcar que o resto do grupo e desistiam muito mais cedo em uma atividade de natação.

Além disso, os pesquisadores notaram diferenças no cérebro que indicaram menos comunicação entre as células nervosas, algo também observado em pessoas com depressão grave.

A explicação destas diferenças pode estar ligada à melatonina, que é produzida quando estamos no escuro. Com até mesmo a menor quantidade de luz durante a noite, o corpo libera a quantidade errada de melatonina. O hormônio age como um antioxidante, regulando nosso ciclo biológico e nos ajudando a adormecer, além de controlar a liberação de outros hormônios.

Fonte Galileu

Quarto ideal para dormir – Especialistas explicam como deve ser o ambiente para um sono tranquilo – Aprenda a evitar a insônia.


Você sempre deverá levar em consideração no ambiente em que dorme.
Tudo influencia: o travesseiro, o colchão, a luminosidade, barulho e até as cores da parede. Aprenda a evitar a insônia.

[adrotate banner=”2″]Insônia é um problemão. Atinge milhões de brasileiros de todas as idades. O que se pode fazer para melhorar a quantidade e a qualidade do sono?

Médicos da USP de Ribeirão Preto descobriram que o local onde a pessoa dorme afeta diretamente a qualidade do sono. Segundo eles, o ideal é um quarto com temperatura adequada, sem barulho e nenhuma luz.

No começo é só um pontinho brilhante no meio da escuridão. Mas, sem que percebam, as pessoas deixam o quarto mais iluminado e desconfortável. A cama fica no meio de um painel luminoso. Há luzes do DVD, do celular, do computador, do som.

O estudante Ícaro Bernucci Ferracini coloca a cabeça no travesseiro, mas o sono não vem. Falta carneirinho para contar. É muito estímulo na hora em que é preciso se desligar de tudo.
“O computador fica ligado, eu deixo baixando filme, música. No dia seguinte eu acordo cansado”, comenta o estudante Ícaro Bernucci Ferracini.

Três situações resumem o que é insônia: demorar para pegar no sono, acordar várias vezes à noite e antes do que devia. Estudos científicos mostram que pelo menos 15% das pessoas têm insônia crônica.

O ambulatório do sono da USP de Ribeirão Preto atende em média 300 pessoas por mês. A maioria não dorme por causa de uma coisa simples: as condições do quarto.

“Temos que lembrar de algumas características de uma quarto ideal, como o conforto térmico. A pessoa tem que dormir em um lugar com temperatura adequada. Não deve ter barulho no ambiente. O quarto deve ser isolado da luz”, enumera o médico do Ambulatório do Sono/USP Alan Luiz Eckeli.

Nem sempre é tão fácil dormir porque muita coisa influencia na qualidade do sono. Mas duas são importantes: altura do travesseiro e a densidade do colchão. Quem vai dizer o que é melhor para uma noite tranquila é o médico Manoel Sobreira, especialista em sono: “Para quem dorme de lado, o ideal é que o travesseiro seja mais alto. Já para a pessoa que dorme de barriga para cima, o ideal é um travesseiro mais baixo. Existem tabelas em lojas especializadas em colchão que relacionam o biotipo da pessoa ao colchão”.

A cor das paredes do quarto influencia também? “O ideal é que as cores sejam mais claras e amenas”, diz o médico.

E a temperatura do quarto? “O ideal seria uma temperatura diferente para o homem e para a mulher”, brinca o especialista.

“Ele me disse que realmente o homem e a mulher têm temperatura corporal diferente. A diferença chega a 5ºC. Eu me conformei. Acabaram as brigas”, diz a dona de casa Ana Paula Butelli Hentschke.

Dormir e acordar no mesmo horário e evitar tomar substâncias estimulantes, como café, ou comer alimentos pesados antes de dormir.

Fonte G1

Soneca à tarde é boa para saúde do sono – Cochilar depois do almoço faz bem para memória


Cientistas americanos provaram que jovens que tiram um cochilo à tarde têm desempenho melhor na aprendizagem do que os que ficam acordados.

Dormir é muito bom, muita gente gosta e faz bem para a saúde. Uma pesquisa, divulgada essa semana na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, mostrou que quem dorme mais ou menos uma hora e meia durante a tarde passa a ter mais facilidade para receber informações novas.

Cientistas da Universidade de Berkeley, na Califórnia, recrutaram 39 jovens saudáveis. Eles tiveram que decorar cem nomes e rostos ao meio-dia. Em seguida, uma parte foi dormir. Às 18h, o grupo teve que decorar outros cem nomes e rostos. Os 20 jovens que tiraram uma soneca tiveram um desempenho 10% melhor na tarefa. E o cansaço daqueles que ficaram acordados fez com que eles perdessem também 10% da capacidade de aprendizagem. Ou seja: soneca à tarde faz bem.

Boa notícia para Justine Hack, de 17 anos, que, como a maioria dos adolescentes, adora dormir. “Eu acordo às 6h e vou para o colégio. Às 12h20, eu volto, almoço, e às 13h, eu durmo”, conta.

O músico Eduardo Hack, pai de Justine, também é adepto da soneca. “Depois que eu almoço, encosto o prato, estico as pernas e dou minha cochilada”, diz. Mas o descanso dele dura só meia horinha.

Depois do cochilo, Eduardo, que é músico, vai ensaiar. Enquanto isso, Justine continua dormindo.

O irmão do meio, Renato, desce para brincar com os amigos. Enquanto isso, Justine continua dormindo. A caçulinha Beatriz entra no quarto, mexe no armário e Justine continua dormindo. Essa soneca está longa. A mãe segue para a árdua tarefa de acordar Justine.

Na casa de Jane, a soneca da tarde dela e dos filhos adolescentes – Nicole e Mário – também costuma se estender.

“Perdi a hora. Se eu deixar, os dois dormem mais de quatro horas. Eu também dormi demais”, diz Jane.

Será que essa sonequinha mais longa continua trazendo benefícios?

O neurologista Márcio Bezerra, especialista em sono, tira a dúvida da família. “O tempo ideal desse sono da tarde varia entre 30 e 50 minutos. No máximo, 50 minutos”, orienta o médico. “Você sente que ele ainda está sonolento, irritado, querendo dormir mais. Na fase deles, temos que dar uma olhada no sono noturno para podermos entender o que está acontecendo”.

Adolescente tem mesmo necessidade de dormir mais que o adulto, entre oito e nove horas por noite. E é justamente para não prejudicar o sono noturno que a soneca não pode ser muito longa, nem tirada muito tarde. O ideal é que seja feita logo depois do almoço.

“Resista àquele sono que às vezes vem às 18h, porque, caso você durma, você vai acordar de madrugada. Isso vai atrapalhar a consolidação do sono noturno”, diz o médico.

Pois é, com sono não se brinca, ainda mais em ano de vestibular, caso da dorminhoca Justine. “Pode estudar, o vestibular te espera”, fala a mãe para a estudante.

Fonte Fantástico

Dificuldade em pegar no sono? Medidas simples podem aliviar dificuldade para dormir no calor

Pés descobertos, banho ligeiramente frio e ar condicionado são algumas delas

[adrotate banner=”2″]A dificuldade em pegar no sono em noites mais quentes durante o verão é natural. De acordo com especialistas ouvidas pelo R7, a temperatura mais elevada causa no organismo uma reação que mantém as pessoas despertas. Normalmente, o corpo resfria cerca de um grau na primeira fase do sono, antes de dormir. E o calor atrapalha esta tendência natural. Trata-se de uma dilatação das artérias que leva a uma reação no sistema nervoso autônomo.

Algumas medidas podem ajudar a aliviar esse desconforto antes de ir para a cama. As dicas são simples e têm a ver com regulação da temperatura corporal. Recorrer a elas pode significar bem estar no dia seguinte, já que uma noite mal dormida por causa do calor geralmente se transforma em queda de produtividade, mau humor, cansaço e falta de concentração.

De acordo com Dalva Poyares, neurologista do Instituto do Sono de São Paulo e professora da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), atitudes que ajudam a baixar a temperatura do corpo são bem vindas em noites de calor. Deixar os pés descobertos, as janelas abertas e tomar um banho morno ou ligeiramente frio para dormir pode ser uma solução. Quem tem ar condicionado climatizado e ventilador pode recorrer a eles, sempre tomando cuidado para manter o ambiente umidificado, com uma bacia ou um copo com água, por exemplo.

A pneumologista Flávia de Castro Guimarães, especialista em medicina do sono do Instituto do Sono de Campinas, também recomenda o uso de refrigeração, mas alerta para o cuidado com a temperatura muito baixa e com a limpeza dos equipamentos.

– O ideal é resfriar o ambiente e não congelar. O mais importante é manter o ar condicionado em boas condições e limpar a grade todas as semanas. De seis em seis meses, também é adequado fazer uma limpeza geral.

Segundo Dalva Poyares, outros fatores também podem atrapalhar o sono, não apenas o calor. Mesmo assim, o número de atendimentos a pessoas com distúrbio no sono costuma variar com as estações do ano, diz ela.

– A incidência de insônia e de distúrbios do sono aumenta durante o verão. O calor piora a situação de quem tem insônia. Em ambientes de temperatura controlada, como no caso de uma UTI (Unidade de Terapia Intensiva), a média costuma ser entre 22 e 25 graus. Essa média vale para a maioria dos países tropicais, mas pode variar de acordo com cada indivíduo.

Fonte R7

Saúde da Vida – Adultos precisam dormir cada vez menos à medida que envelhecem, diz estudo

Aqueles entre 66 e 83 anos dormem 20 minutos a menos que entre 40 e 55.
Estes, por sua vez, dormem 23 minutos menos que pessoas entre 20 e 30.

Idosos em boas condições de saúde precisam dormir menos do que adultos jovens, e mesmo com menos horas de sono têm menos chances de se sentirem cansados ao longo do dia, concluiu um estudo divulgado nesta segunda-feira (1º).

O tempo dedicado ao sono diminui progressiva e significativamente com a idade, indica o estudo publicado pela SLEEP, órgão oficial da Academia Americana de Medicina do Sono e pela Sociedade de Pesquisas sobre o Sono.

Por dia, adultos entre 66 e 83 anos dormem cerca de 20 minutos a menos que adultos entre 40 e 55 anos, que por sua vez dormem 23 minutos a menos que adultos jovens (entre 20 e 30 anos), afirmam os autores da pesquisa.

Os adultos da terceira idade acordam, segundo o trabalho, com mais frequência durante a noite do que os adultos jovens.

O estudo concluiu que o sono profundo, considerada a fase mais regeneradora do sono, também diminui com a idade.

No entanto, apesar de adultos mais velhos dormirem menos profundamente e por menos tempo do que os jovens, sua necessidade de descanso ao longo do dia é menor.

O estudo foi realizado na Clinical Research Center da Universidade de Surrey, no Reino Unido, com 110 adultos sãos sem problemas de sono ou outras doenças específicas.

Fonte G1