• Para pessoas com problemas cardíacos, uma das principais preocupações com a dieta a base de proteína com restrição de carboidratos é o maior teor de gordura. Embora vários estudos sugerem que o maior conteúdo de gordura pode não ser um problema, grande parte da pesquisa foi financiada em parte por Atkins, ou outros defensores de tais planos. (aí não adianta né…é obvio que se o próprio dono da dieta financia algo…os resultados tentarão provar ao máximo que a dieta é ótima!)

    Mas uma nova pesquisa financiado pelo Instituto Nacional de Saúde (USA) indica que, independentemente de seu histórico de coração, uma dieta hiper-protéica é segura para o seu coração.

    Pesquisadores do Johns Hopkins University School of Medicine tem mantido uma estreita vigilância sobre as artérias de 23 de pessoas com sobrepeso e obesos, que seguiram uma dieta de alta proteína típica. Participantes limitaram o consumo carboidratos para não mais de 30% das calorias totais, enquanto que eles permitiram que as gorduras da carne magra, laticínios, nozes chegassem a 40% de suas calorias. Em comparação com voluntários de linha mais tradicional de dieta de baixa gordura, os paciente que ingeriram mais proteína perderam peso muito mais rapidamente: eles emagreceram cerca de 4kg em 45 dias, enquanto o grupo de baixo teor de gordura demorou um total de 70 dias para perder esse mesmo peso.

    “Nosso estudo deve ajudar a diminuir as preocupações que muitas pessoas que precisam perder peso têm sobre a escolha de uma dieta low-carb em vez de um baixo teor de gordura, e fornecer garantia de que ambos os tipos de dieta são eficazes na perda de peso e que uma abordagem low-carb não parece representar qualquer risco imediato para a saúde vascular “, diz o pesquisador, fisiologista do exercício Kerry Stewart, Ed.D.”Mais pessoas devem pensar em uma dieta low-carb como uma boa opção.”

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  • Dicas, dieta 03.11.2011 No Comments

    O poder de um morango

    Esta pequena, mas deliciosa fruta vermelha encerra grandes potencialidades no que toca a perder peso de forma gradual e saudável, a começar pelo facto de um copo de morangos conter apenas 28 calorias e 0 gramas de açúcar. As boas notícias continuam: os morangos estão recheados de vitamina C (excelente antioxidante que actua no fortalecimento do sistema imunitário); minerais importantes (ferro, cloro, potássio e sódio, sendo estes dois últimos cruciais para o funcionamento pleno dos músculos e nervos); sem esquecer a fibra, ácido fólico e os taninos anti-inflamatórios. Em termos de saúde e bem-estar, os morangos estimulam o desenvolvimento de células novas; potenciam as defesas contra vários tipos de doença; fortalecem a pele, cabelo, dentes e ossos; aumentam a libido sexual; fornecem energia e lutam contra a fadiga.

    A dieta

    Em termos de dieta, os morangos actuam a vários outros níveis: têm poderosas propriedades diuréticas que ajudam a eliminar e reduzir a retenção de líquidos, favorecem a eliminação de toxinas e a regulação do trânsito intestinal, ao mesmo tempo que aceleram o metabolismo. No fundo, o morango é um excelente desintoxicante que, graças às suas quantidades generosas de vitamina C, fibra e potássio, produz uma acção dietética significativa que contribui para a perda de dois a quatro quilos por mês.

    Dois dias por semana

    A dieta do morango é muito simples: sem descurar um plano alimentar equilibrado e saudável (65% hidratos de carbono | 25% gorduras | 15% proteínas), os morangos são consumidos durante apenas dois dias por semana, devido à sua potente acção purificativa e diurética. Esses dois dias devem ser intercalados e nunca seguidos, uma vez que o efeito depurativo faz-se sentir durante vários dias, ou seja, pode escolher segunda e sexta-feira ou quarta-feira e domingo, por exemplo. Como funciona? Nos dias em que fizer a dieta do morango, estes frutos (mais especificamente 5-6 morangos) devem fazer parte de cada uma das refeições, excepto o pequeno-almoço. No caso do almoço e do jantar, assumem o lugar de sobremesa e, no que toca ao lanche do meio da manhã, da tarde e da ceia, pode consumir os tais morangos juntamente com 3 bolachas Maria, bolacha tostada ou tostas; com ½ pão integral e queijo fresco/requeijão; com iogurte magro; em forma de batido com leite magro; com nozes ou cereais.

    Quem pode?

    Esta dieta é considerada muito saudável uma vez que nenhum dos grupos alimentares é descurado e introduz-se um alimento cujo valor nutricional é extremamente elevado. O único alerta vai para as pessoas que sofrem de tensão baixa e que devido ao seu forte efeito diurético, não devem seguir a dieta do morango mais do que um mês. Em contrapartida, quem sofre de tensão alta, não terá qualquer problema em segui-la durante mais tempo. A dieta do morango é ainda benéfica para quem sofre de anemia, fadiga crónica e elevados níveis de stress, no sentido de que estes frutos vermelhos fornecem elevadas doses de vitaminas e ferro que contrariam todas essas patologias. Em adição, há que ter em conta os poderes energéticos do morango que, combinado com os restantes grupos alimentares, produz mais energia e acelera o metabolismo, o que não faz dela uma dieta que provoca fraqueza.

    Resultados

    Seguida durante um mês, a dieta do morango pode proporcionar um emagrecimento rápido que pode variar entre os dois e os quatro quilos, dependendo da pessoa e do restante regime alimentar, que deve ser saudável e equilibrado. Tudo isto sem descurar o correcto funcionamento do organismo, nem comprometer a sensação de bem-estar geral.

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  • Neurotransmissor do bem

    As células endoteliais, que revestem internamente todas as artérias do corpo, inclusive as do pênis, desempenham papel crucial na liberação do óxido nítrico, o neurotransmissor mais importante no mecanismo da ereção, responsável por relaxar a musculatura dos corpos cavernosos do pênis e permitir a entrada do sangue. “Uma alimentação saudável evita aterosclerose, o entupimento das artérias causado por excesso de gorduras”, diz Gromatzky. Frutas como melancia e banana, temperos como alho e gengibre e frutos do mar como salmão e ostras são alguns dos seus aliados. Confira a lista abaixo.

    Melancia:

    -A fruta é rica em citrulina, convertida pelo corpo num aminoácido precursor do óxido nítrico, neurotransmissor responsável pela ereção.

    Chocolate Amargo:

    -É cheio de flavonoídes, que protegem as artérias. Coma 50 gramas por dia, quantidade que, segundo pesquisas da Universidade da Califórnia, nos EUA, melhora a dilatação dos vasos sanguíneos m mais de 10%.

    Cereja:

    -Os flavonoídes das frutas vermelhas, azuis e roxa limpam os radicais livres e relaxam as artérias, melhorando o fluxo sanguíneo.

    Ostra:

    -Cruas, são uma das maiores fontes de zinco, que melhora o fluxo sanguíneo e fornece combustível para a produção de testosterona. A queda dos níveis desse hormônio prejudica a libido e o desempenho.

    Alho:

    -Esse vegetal estimula o fluxo sanguíneo para o pênis, aumentanto a produção de óxido nítrico e relaxando os vasos sanguíneos.

    Banana:

    -A fruta é rica em potássio, que relaxa as paredes dos vasos, melhorando o fluxo do sangue por todo o corpo. O potássio também compensa a dieta rica em sódio e controla a pressão sanguínea, diz estudo publicado na revista Hypertension. Vasos sanguíneos estreitados levam a um baixo fluxo de sangue, o que leva … bem, não leva a nada.

    Nozes:

    -O aminoácido L-arginina, encontrado em abundância nas nozes, é um dos blocos construtores do óxido nítrico. Além disso, as frutas secas contêm nutrientes que fazem bem ao coração. O consumo diário recomendado pelo órgão European Food Safety Authority é de 1/4 de xícara.

    Gengibre:

    -Varrendo os radicais livres (substâncias oxidantes) dos vasos sanguíneos e diminuindo a inflamação, a raiz relaxa as artérias e melhora a circulação do sangue. De acordo com estudo publicado no periódico International Journal Of Cardiology, consumir 1 colher de chá de gengibre algumas vezes por semana é tudo o que você precisa.

    Noz-Moscada:

    -Um estudo sobre afrodisíacos naturais feito pela publicação BMC Complementary and Alternative Medicine descobriu que a noz-moscada estimula a libido. Ela contém ácido mirístico, substância que mostrou capacidade de estimular a produção do óxido nítrico, neurotransmissor responsável pela ereção.

    Salmão:

    -Rico em ácido graxos ômega-3, esse peixe de água fria promove a saúde erétil por melhorar a saúde cardiovascular e diminuir o colesterol ruim(LDL). Os pesquisadores recomendam o consumo diário de 1 grama de ômega-3. Você obtêm essa quantidade do nutriente numa proção de 85 gramas de salmão.

    Pistache:

    -Adicionar um punhado diário de pistaches à sua dieta pode melhorar não apenas a função eétil como também o orgasmo e o desejo sexual, de acordo com estudo do International Journal of Impotente Research. O saboroso tira-gosto é rico em L-arginina, ligado à produção de óxido nítrico.

    Amêndoas:

    -A vitamina E, presente em boas quantidades nos frutos secos, aumenta a produção de óxido nítrico, de acordo com o British Journal of Urology International. Uma porção pequena, algumas vezes por semana, é suficiente.

    Azeite de Oliva:

    -Considerado um dos principais alimentos funcionais, o óleo extraído das azeitonas ajuda a diminuir o colesterol ruim e protege o sistema cardiovascular.

    Álcool:

    -Moderação é a palavra-chave . Pesquisa conduzida pelo médico David R. Meldrum, endocrinologista especializado em reprodução e professor da Faculdade de Medicina David Geffen, nos EUA, mostrou que um ou dois drinques por dia podem produzir efeitos benéficos sobre a função erétil. Consumo maior pode provocar efeito contrário, ao diminuir o fluxo de sangue e a produção de óxido nítrico. Entre as bebidas, o vinho tinto é a melhor opção, por conter resveratrol. Essa substância antioxidante, presente na uva, tem efeito comprovado na prevenção de doenças cardíacas.

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  • Um estudo publicado na revista científica Cell Metabolism pode ajudar a explicar por que é tão difícil seguir uma dieta de emagrecimento.
    Segundo a pesquisa, quando se passa fome, os neurônios responsáveis por regular o apetite passam a comer partes deles mesmos.
    Os cientistas acreditam que isso aconteceria porque após um período de jejum e o uso emergencial de reservas de gordura, o corpo receberia um sinal de que há uma falta de comida e faria com que as células se alimentassem delas mesmas.

    Os experimentos realizados com camundongos em laboratório revelaram que o ato de “autocanibalismo” destas células gera a liberação de ácidos graxos, que por sua vez resulta em níveis mais altos de uma substância química no cérebro (a proteína agouti, AgRP) que estimula o apetite.

    Um dos responsáveis pelo estudo, o pesquisador Rajat Singh, do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York, acredita que remédios que interfiram neste processo de autofagia das células do cérebro poderiam ajudar a tratar a obesidade, fazendo com que as pessoas sintam “menos fome e queimem mais gordura”.

    Segundo ele, quando a autofagia foi bloqueada nos neurônios dos camundongos, os níveis de AgRP não se elevaram em resposta à fome e os níveis de outro hormônio, o hormônio estimulante dos melanócitos, permaneceram altos. Esta alteração na química do corpo levou os camundongos a ficarem mais magros, já que eles comiam menos após um período de jejum e gastavam mais energia.

    Por outro lado, Singh explicou que níveis cronicamente altos de ácidos graxos na corrente sanguínea, como acontece em pessoas com dietas ricas em gordura, podem alterar o metabolismo dos lipídios, “criando um circulo vicioso de superalimentação e equilíbrio de energia alterado.”

    O estudo também pode ajudar a explicar por que o apetite tende a diminuir com a idade, já que as células de um corpo mais idoso não conseguiriam realizar a autofagia tão bem.

    Fonte:BBC

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  • No entanto, especialistas indicam que o perfil do consumo está cada vez mais semelhante ao de países desenvolvidos, onde 80% do sal consumido no dia a dia tem origem na comida processada.

    Cerca de 76% de todo o sódio diário disponível para consumo na dieta do brasileiro tem origem no sal de cozinha e temperos a base de sal. Já a comida industrializada representa 15,8% dos 4,5 g consumidos em média pelos brasileiros todos os dias, valor mais do que duas vezes superior ao recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Mesmo na região Centro-Oeste, onde foi encontrado menor índice de sódio disponível, o nível é 70% maior do que o aconselhado. Os dados são de estudo da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, com base na Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) 2002-2003.

    No entanto, especialistas apontam possível reversão desse quadro. Eles indicam que o perfil do consumo dessa substância no Brasil está cada vez mais semelhante ao de países desenvolvidos, onde 80% do sal consumido no dia a dia tem origem na comida industrializada.

    O médico Flávio Sarno, doutorando pela FSP, afirma que, com o aumento da renda média do brasileiro nos últimos anos e o maior número de refeições feitas fora de casa, a tendência é de que a comida industrializada seja cada vez mais responsável pelo consumo excessivo de sódio no País, principal causador da hipertensão e doenças cardiovasculares.

    A pesquisa de 2003 já mostrava que o a contribuição dos alimentos industrializados com adição de sal na dieta aumenta duas vezes e meia entre a população mais pobre e aquela de maior renda, saltando de 9,7% do total do consumo entre a primeira para 25%. Único estudo realizado no Brasil em nível nacional, o exame não computava as refeições feitas fora de casa e pode ter subestimado a ingestão de sódio.

    Cruzando dados dos produtores de sal e o número de habitantes do planeta, o professor Joel Heimann, da Faculdade de Medicina (FM) da USP, encontrou outro importante indicador. No início do século 20, quando não havia geladeira e os alimentos ainda eram salgados, eram produzidos 6,1 g diários de sal por pessoa. No final do século, esse número saltou para 62 g por pessoa por dia. Ainda que nem toda a produção seja destinada ao consumo humano, pesquisa da Universidade de Londres mostrou que aproximadamente 40% do lucro dos produtores de sal vêm da indústria alimentícia.

    Para Heimann, a maior fonte de sódio na alimentação do brasileiro já é a comida industrializada, seja a comprada em restaurantes ou em supermercados, mas o País carece de estudos representativos na área.

    Sal x sódio

    Mais recente alvo de regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o sódio é encontrado principalmente no sal, mas também está presente como conservante alimentar na comida industrializada e mesmo em doces e refrigerantes.

    O sódio é o elemento responsável pela elevação da pressão arterial e pode ser encontrado nos rótulos de produtos associado a nomes como glutamato, sacarina, ciclamato, caseinato, citrato e propinato.

    Para converter a quantidade de sódio encontrada no rótulo de algum produto em sal, basta multiplicá-la por 2,54. Uma porção de 27,5 g de Frango à Americana da marca Maggi, por exemplo, contém 1.550 mg de sódio. Multiplicando esse valor por 2,54, encontra-se a medida equivalente em sal: 3,9 g. Isso representa 65% do recomendado para consumo no dia todo, que é de 2 g de sódio ou 5 g de sal.

    Apesar de sua importância, 93,3% dos hipertensos não sabem diferenciar o sal de cozinha do sódio, segundo pesquisa do Instituto Dante Pazzanese, e 74% não se preocupam em ler o rótulo dos alimentos para verificar a quantidade da substância por porção.

    A Anvisa alerta que não são saudáveis para consumo alimentos que contenham mais do que 400 mg de sódio para cada 100 g do produto e recomenda que o consumidor adquira o hábito de ler o rótulo dos alimentos. “Se você for a uma gôndola de supermercado, há produtos semelhantes com quantidades de sódio muito diferentes”, explica o cardiologista Carlos Alberto Machado, da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

    Doenças
    O consumo excessivo de sódio está diretamente relacionado à hipertensão arterial, que afeta cerca de 30% dos brasileiros, e das doenças cardiovasculares, como infarto, angina e insuficiência cardíaca, além de problemas renais.

    Em 2007, a doença renal terminal, consequência frequente da hipertensão, provocou a inclusão de 94,2 mil pessoas no programa de diálise do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo que cerca de 9,5 mil morreram.

    Atualmente, as doenças cardiovasculares são responsáveis por 30% do total de mortes no mundo, mais do que a soma dos óbitos provocados por câncer e causas externas. Entre os dez principais fatores de risco que mais matam, a hipertensão aparece em primeiro lugar, acima do tabagismo, da obesidade e do sedentarismo.

    Segundo Machado, da SBC, se o consumo de sódio caísse para 5 g por dia, haveria redução de 10% da taxa de pressão arterial média do brasileiro, 15% do número de óbitos por acidente vascular cerebral (AVC) e 10% das mortes por infarto. Cerca de 1,5 milhão de brasileiros ficariam livres dos remédios para hipertensão e a expectativa de vida dos hipertensos aumentaria em quatro anos.

    Mesmo uma redução modesta, de 1 g de sal por dia, teria impacto significativo nas taxas anuais de doenças cardiovasculares. Segundo a Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, haveria até 40 mil casos a menos de doenças coronárias, diminuição de até 35 mil infartos e 23 mil AVCs.

    Custo-benefício
    Apenas em novembro de 2009, foram registradas 91,97 mil internações por doença cardiovascular no Sistema Único de Saúde (SUS), o que custou R$ 165.461.644,33, de acordo com dados da 6ª Diretriz Brasileira de Hipertensão.

    O governo gasta R$ 969.231.436 por ano para tratar hipertensão no SUS, o que se soma aos R$ 662.646.950 gastos no Sistema Suplementar de Saúde, que é composto pelos planos privados. Em 2005, estima-se que o custo total do tratamento da doença tenha representado 0,08% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

    No Canadá, pesquisadores avaliaram que uma redução de 4,6 g diários de sal baixariam em 30% o número de hipertensos no país, levando a uma economia de cerca de US$ 430 milhões por ano, que são gastos em medicamentos, visitas médicas e testes de laboratório.

    Outro estudo, conduzido em 21 países em desenvolvimento em 2007, mostrou que a redução de 15% do consumo de sal durante 10 anos – entre 2006 e 2015 – poderia evitar 8,5 milhões de mortes por doenças cardiovasculares e custaria, por ano, apenas US$ 0,09 por pessoa.

    “Em 2050, teremos em torno de 100 milhões de pessoas com mais de 50 anos no Brasil”, diz Machado. “Se não fizermos a prevenção agora, teremos idosos doentes e sem um sistema de saúde adequado.”

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  • Para especialistas, só alimentação saudável e atividade física fazem efeito.
    Existe dieta até que promete prevenir sintomas da tensão pré-menstrual.

    Médicos endocrinologias e especialistas em glândulas ouvidos pelo Fantástico criticaram dietas “bizarras” que as pessoas fazem para emagrecer. As mais variadas dietas estranhas, no entanto, não ajudam a emagrecer com saúde, garantem os especialistas.

    Entre as dietas mais estranha existe uma até que promete prevenir os sintomas da tensão pré-menstrual (TPM) e evitar que a mulher coma demais. “De todas as dietas que eu fiz a que eu mais gostei foi a da TPM (…) vai ser montado um cardápio de alimentos que vão prevenir os sintomas da TPM e ele funcionam muito bem, eu perdi peso e ganhei felicidade e tranqüilidade”, conta a dona de casa Liz Polania.

    A estudante Adriana Sandoval, por sua vez conta que já fez muitas dietas. “Já fiz dieta do chá, dieta da bolacha de água e sal, dieta das frutas, dieta do nada, que não come nada, vive de água, de luz”.

    Leonardo Fae diz que já fez uma dieta em que ingeria limão em jejum. Ele diz ter perdido sete quilos com este regime. “Fiz a dieta do limão (…) Tu inicia com um limão em jejum puro e vai até dez, quando dá dez você começa a retornar”. Adriana diz que também fez essa dieta e só conseguiu “uma gastrite crônica” como resultado.

    Médicos criticam a prática das dietas bizarras. João Alberto Ferreira Mattos destaca a possibilidade de uma gastrite com a dieta do limão. “Não funciona. E a vida inteira chupando limão? Quando as pessoas acordam de mau humor, aquelas pessoas mal humoradas, o que foi, chupou limão hoje cedo?”, brinca.

    Para a médica Zuleika Halpern, a mais absurda é a dieta em que as pessoas dizem se “alimentar de luz”. “Para mim, a mais absurda de todas é aquela que as pessoas se alimentam de luz. Tudo tem um limite na vida”.

    Fazer dieta mastigando trinta e duas vezes cada porção de comida também não funciona, segundo os médicos. “Essa é uma das dietas da lista das esdrúxulas. Você calcula e depois da quinta garfada quem está em volta levanta e vai embora”, diz Mattos.

    No cardápio das dietas bizarras existem ainda as que determinam que só se pode comer papinha de neném ou as que fazer um cardápio de acordo com o tipo sanguíneo. Existe até dieta espiritual que promete emagrecer com receitas do “além”.

    Para o médico Pedrinolla, é possível brincar até de criar uma “receita mágica” para os chocólatras. “A gente pode inventar aqui rapidamente a dieta do bombom(…) A pessoa vai emagrecer se ela comer só cinco bombons por dia e água, por exemplo”.

    Os médicos destacam que para emagrecer não há outro jeito além de escolher alimentos de modo saudável e fazer atividades físicas. Pedrinolla destaca que nem é preciso fazer atividades físicas em grande quantidade, mas sim com frequência. “Sobre atividade física, a má notícia é que tem que fazer, a boa é que não precisa fazer tanto, mas tem que ter regularidade”. Ele destaca que o emagrecimento acontece quando a quantidade de calorias gastas é superior às ingeridas.

    A médica Zuleika destaca a atenção à quantidade que se deve comer de cada alimento. “Não dá para comer tudo o que gosta todo dia, a quantidade que quer, a hora que quer, então tem que ter uma certa disciplina até pra comer”. Ela ressalta que se o regime não for equilibrado a pessoa pode voltar a comer até mais do que antes quando abandonar a dieta.

    Fonte G1

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  • Esta pergunta é feita praticamente por todas as pessoas que me procuram para emagrecer. Em seguida, geralmente vem à afirmação: “Eu tenho o metabolismo lento”.

    Muitos não tem certeza, mas pelo fato de não estar eliminando peso já “culpam” o metabolismo. Diante disso é preciso analisar se realmente a pessoa está seguindo a proposta alimentar corretamente.

    Uma forma de acelerar o metabolismo é praticando exercícios regularmente, assim se gasta mais calorias. Comer várias vezes ao dia também, pois o organismo a cada 2 ou 3 horas (depende do intervalo das suas refeições), estará trabalhando para fazer a digestão e queimar as calorias e assim se torna mais ativo.

    Alguns alimentos considerados como termogênicos, de acordo com alguns estudos, também provocam um gasto calórico, mas na minha opinião seria necessário um consumo elevado para que esse gasto fosse relevante.

    Outra situação muito comum que acontece é a seguinte, o indivíduo faz uma restrição calórica excessiva quando começa uma dieta, querendo obter o emagrecimento o quanto mais rápido possível, no início o organismo responde bem, mas com o passar do tempo, começa estacionar, ou seja, entra no efeito platô, porque ele se acostuma com aquela quantidade ingerida, só que o indivíduo não tem o que fazer, pois não tem como diminuir ainda mais as calorias.

    Nessa situação o melhor a fazer é aumentar as calorias e depois de um tempo diminuir devagar.

    Por isso muito cuidado com dietas muito restritas e não almeje eliminar peso muito rápido, o correto é que a redução de calorias aconteça aos poucos, até que se conquiste a meta de peso.

    Medicamentos, alterações na tireóide, estresse e outros fatores também podem alterar o metabolismo, por isso, analise bem se realmente o seu metabolismo é lento e faça as atitudes ou tratamento correto para acelerá-lo.

    Fonte Cyberdiet

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  • A Páscoa é uma das datas mais perigosas para a balança. São tantas delícias tradicionais que fica difícil manter a forma. Fugir do chocolate se torna algo quase impossível, principalmente para os chocólatras. Se você se rendeu às delícias do feriado, a hora de se livrar do peso ganho é exatamente na semana seguinte, antes que a gordura se acumule.

    Pegue leve na alimentação nesta semana. A nutricionista Claudia Torquato, do Rio de Janeiro, diz que o primeiro passo para emagrecer é reduzir a gordura ao máximo.

    - Consuma no mínimo três porções de frutas e muita salada no almoço e no jantar. Coma apenas uma porção de carne em cada refeição.

    Outra dica valiosíssima é reduzir a quantidade de arroz e feijão pela metade do que se come habitualmente. Claudia afirma que tais medidas já auxiliam na redução de peso.

    A nutricionista Flávia Bulgarellii, de São Paulo, preparou um cardápio para ajudar nos excessos de Páscoa. Seguindo esta dieta, você conseguirá perder até dois quilos em uma semana.

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  • Novo estudo americano mostra que a cerveja ajuda no fortalecimento dos ossos.

    O segredo está no silício presente na bebida – ou melhor, no ácido ortosilícico, a forma hidrossolúvel do ingrediente que aumenta a densidade mineral dos ossos.

    Pesquisadores da Universidade da Califórnia analisaram cem rótulos diferentes de cerveja comercial para determinar a relação entre os métodos de produção e o silício resultante.

    A pesquisa, publicada no Journal of the Science of Food and Agriculture, sugere que a cerveja é uma fonte significativa do mineral na dieta.

    A equipe liderada por Charles Bamforth concluiu também que as cervejas que contém maiores níveis de cevada e lúpulo são ainda mais ricas em silício. A concentração nas marcas analisadas ficou entre 6,4 e 56,6 mg/L.

    Os cientistas não incentivam o abuso da bebida, mas ressaltam que, baseados nos resultados, um consumo moderado de cerveja poderia ajudar a combater a osteoporose.

    Fonte Info

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