• foto-imagem-azeite

    Muito se discute sobre a interferência do fogo nas propriedades nutricionais do óleo de oliva. Segundo uma revisão feita pela Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) em parceria com a marca Andorinha, o azeite que vai ao fogo ainda é mais vantajoso em termos de antioxidantes do que outros óleos em temperatura ambiente. Além desse dilema, listamos outras fatores que asseguram o melhor aproveitamento do tempero.

    Virgem ou extravirgem?

    Aposte no segundo, obtido na primeira prensa das azeitonas. Ele tem mais compostos do bem.

    A melhor embalagem

    Tem que ser de lata ou vidro escuro, para evitar a oxidação das substâncias protetoras.

    Onde armazenar

    Deixe o azeite longe da luz e também do calor para manter as propriedades do alimento.

    De olho na validade

    É que, após aberto, normalmente se aconselha ingerir o azeite em até seis meses.

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  • foto-imagem-estimulantes

    A Agência Mundial Antidoping (Wada) tem em seu site uma lista de substâncias e procedimentos proibidos e uma série de respostas a perguntas mais comuns sobre o que um atleta pode ou não pode consumir ou fazer para aumentar seu rendimento.

    A tenista russa Maria Sharapova é uma das atletas que ficaram fora da Rio 2016 após ser pega no exame antidoping em janeiro deste ano. Além disso, ela recebeu suspensão de dois anos. Foi constatado que há anos Sharapova tomava o meldonium, substância que a Wada incluiu na lista das proibidas em janeiro de 2016.

    O meldonium, usado para tratar doenças do coração, aumenta o fluxo sanguíneo e, com isso, melhora a capacidade para realizar exercícios em atletas. Sharapova assumiu responsabilidade, mas disse que não tinha conhecimento do veto da Wada ao medicamento.

    “É muito importante que vocês entendam que pelos últimos dez anos esse medicamento não esteve na lista de substâncias banidas. Usei esse remédio legalmente pelos últimos dez anos.”

    Mas existem substâncias que não estão na lista atualizada da Wada. Veja abaixo alguns dos estimulantes que, por enquanto, podem ser usados por atletas.

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    Doping legalizado

    Algumas substâncias, como a cafeína, já não são proibidas pela Wada pois não atendem aos três critérios necessários para entrar para a lista de substâncias banidas pela organização: melhorar o desempenho competitivo, violar o espírito esportivo e representar um risco para a saúde dos atletas.

    Outras ainda não são proibidas, ainda que melhorem o rendimento e possam ser receitadas por médicos. Estas estão na lista do “programa de monitoramento 2016” da Wada.

    A agência informa que controla tais substâncias “com o objetivo de detectar abusos no esporte”.

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    É o caso do telmisartan, medicamento indicado para pessoas hipertensas, que faz com que a pressão arterial caia e melhora o fluxo sanguíneo, avaliado como um possível realçador de performance esportiva.

    “(Mas) se a pessoa não é hipertensa e consome (o medicamento), pode sentir efeitos negativos tanto em seu rendimento como em sua saúde. Mas, é claro, isso dependeria da dose”, explica Fabián Sanchís-Gomar, médico e pesquisador do Hospital 12 de Outubro, de Madri, na Espanha.

    Sanchís-Gomar fez uma pesquisa sobre o telmisartan.

    “No decorrer deste ano, as autoridades antidoping estão monitorando para avaliar se a substância está sendo utilizada pelos atletas e se, por fim, deveria ser incluída na lista de proibidas no esporte”, acrescentou o pesquisador.

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    Antidepressivo e outros

    Outra substância incluída na lista de monitoramento na categoria de estimulantes, mas que não está proibida, é o antidepressivo bupropiona. Ele é muitas vezes usado para ajudar pessoas que querem parar de fumar.

    A lista de observação da Wada também inclui substâncias como a fenilefrina, fenilpropanolamina, nicotina, pipradrol e sinefrina.

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    Entre os narcóticos monitorados pela agência antidoping estão mitraginina e tramadol.

    De acordo com o Consórcio Internacional sobre Políticas de Drogas (IDPC, na sigla em inglês), a mitraginina é consumida para aumentar a tolerância a exercícios mais pesados, por exemplo.

    Já o tramadol é um analgésico que serve para aliviar a dor. Mas um dos efeitos colaterais seria a sonolência e queda na capacidade de concentração, entre outros.

    Por fim, também estão na lista de monitoramento da Wada os glicocorticoides, sejam eles hormônios esteroides produzidos naturalmente ou sintéticos que inibem o processo de inflamação.

    A Universidade Técnica de Munique, na Alemanha, informa que eles são usados no esporte devido aos efeitos analgésicos.

    De acordo com um relatório da universidade, o abuso dos glicocorticoides nos esportes ocorre a partir de seus efeitos relaxantes nas vias respiratórias e, se for administrado em uma dose maior, por seus efeitos analgésicos. As vias respiratórias abertas e a diminuição no limiar da dor permitem um treino e performance melhores.

    Outras drogas

    As drogas citadas acima, que são adquiridas com receita médica, não são as únicas que melhorar o desempenho dos atletas.

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    “Nos últimos anos há cada vez mais medicamentos que poderiam melhorar o rendimento” dos esportistas, como afirmou em entrevista à rádio NPR o gerente de assuntos científicos da Agência Antidoping da Holanda, Olivier de Hon.

    Ele alerta também que podem ser necessários anos para avaliar se existe uma possibilidade desses medicamentos serem usados como doping.

    De Hon acrescenta que a solução para enfrentar o problema do doping nos esportes não passa pela proibição de uma grande lista de drogas e medicamentos.

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  • foto-imagem-saude-responde-colesterol

    As pessoas são mais ou menos vulneráveis a sofrer abalos cardiovasculares de acordo com a genética, o estilo de vida, a presença de outras doenças. Então, os cardiologistas levam em conta uma classificação de risco: baixa, média ou alta. Conhecendo bem o histórico de seus pacientes, o médico traduz o recado dos números do exame de sangue de cada um e indica o melhor tratamento – o foco é baixar os níveis do LDL, o colesterol bandido da história.

    Leia também: Como o colesterol forma placas de gordura nos vasos?

    Para uns, exercícios físicos e dieta saudável são o suficiente para segurar a barra por anos e anos. Outros já precisam da ajuda de medicamento para forçar a queda do colesterol antes que o pior aconteça. Por exemplo: um sujeito que comprovadamente já tem algumas placas de gordura atrapalhando a passagem do sangue está no grupo do alto risco, ainda que não sinta nenhum outro sintoma. Para ele, o LDL não pode ultrapassar 70 mg/dl. Não tem entupimento, mas é sedentário e a pressão costuma subir? Sua turma é a do risco intermediário, e o colesterol ruim precisa ficar abaixo de 100 mg/dl.

    Leia também: O que acontece se as taxas de colesterol saem do controle?

    Esse é um cenário simplificado, claro. E a preocupação com esses limites é tamanha que recentemente a Sociedade Brasileira de Cardiologia recomendou mais rigor na interpretação dos exames. No consultório, a avaliação será bem mais detalhada para que o doutor possa dizer, por exemplo, que alguém tem a saúde em dia e, portanto, um risco baixo de infartar. E se antes, nesse caso, a marca perseguida era de até 160 mg/dl, hoje a indicação do limite aceitável é bem individual.

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  • foto-imagem-sintomas-inusitados-do-cancer

    Se o rastreamento de alguns tumores por meio de exames ainda gera debates acalorados entre os médicos, existe uma estratégia mais simples (e muito recomendada) que ajuda a detectar a doença mais cedo: prestar atenção nas pistas que o organismo oferece. “Muitas vezes, elas são ignoradas por temor ou comodidade, e aí o indivíduo não procura o especialista”, lamenta o oncologista Alan Azambuja, do Instituto do Câncer do Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre.

    Um levantamento realizado pelo Cancer Research UK, fundação inglesa que patrocina pesquisas na área, listou dez sinais da doença ignorados com frequência. Para chegar a eles, cerca de 1 700 pessoas com mais de 50 anos responderam a questionários sobre os incômodos que eles haviam sentido nos três meses anteriores. Metade dos participantes declarou ter experimentado algum sintoma relacionado ao desenvolvimento de um tumor. Os autores selecionaram 50 indivíduos do grupo para uma apuração mais criteriosa e descobriram que 45% nem chegaram a consultar o doutor para ver o que estava acontecendo.

    Como você verá a seguir, esses sintomas são bastante triviais e, na maioria dos casos, sugerem problemas fáceis de lidar, como um resfriado ou diarreia. Por outro lado, existe a possibilidade de essas manifestações serem o primeiro vestígio de uma condição mais séria. Então, a pergunta que fica é: quando se inquietar de verdade sem precisar cair na hipocondria? A resposta está na intensidade e no tempo de duração desses sinais. “Se eles persistirem acima de três semanas, é preciso realizar uma investigação aprofundada”, diz a oncologista Maria Del Pilar Estevez Diz, do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo. Em casos específicos, em que há outros fatores de risco envolvidos, não dá nem pra esperar esse período. Se um fumante está com tosse e dificuldades para engolir, por exemplo, já passou da hora de visitar o consultório. Confira agora a relação entre dez sintomas menos conhecidos e o surgimento do câncer:

    1.Caroços (pode indicar vários tipos de câncer)

    Esses inchaços ocorrem no sistema linfático, rede de vasos e gânglios essenciais para a imunidade. Uma célula cancerosa pode sair de seu lugar de origem e acabar presa ali. “Os caroços são duros e não doem”, diz o oncologista Marcelo Cruz, do Hospital São José, em São Paulo.

    2.Dificuldades para engolir (câncer de garganta ou de esôfago)

    Lesões malignas nesses órgãos dificultam a deglutição. “Essa obstrução parcial causa um desconforto ao engolir a comida”, conta Maria Del Pilar. Para aliviar o mal-estar, muitos indivíduos adotam uma dieta pastosa e exageram nos líquidos.

    3.Tosse e rouquidão (câncer na garganta ou nos pulmões)

    São sinais de encrenca nas vias respiratórias. Se um tumor aflige algum setor nos caminhos por onde passa o ar, como os pulmões, o reflexo pode ser uma tosse chata e persistente. “Já o câncer de garganta é capaz de acometer algum nervo que irradia as cordas vocais, prejudicando a fala”, aponta o cirurgião de cabeça e pescoço Carlos Roberto dos Santos, do Hospital de Câncer de Barretos, no interior paulista. Embora esses sintomas sejam ligados a alergias e resfriados, é bom examinar mais a fundo o que está acontecendo se eles teimarem por várias semanas.

    4.Mudança na rotina intestinal (câncer colorretal)

    Ok, é natural ir mais vezes ao banheiro ou sofrer constipação quando você experimenta novos pratos durante uma viagem, tem uma quebra de hábitos muito brusca ou passa por uma situação de estresse. Mas, se não há nada que justifique o desajuste, é prudente ficar atento. “Dependendo de sua localização, os tumores de intestino grosso aumentam a frequência das fezes e propiciam quadros de diarreia intensa”, informa Maria Del Pilar. Caso a enfermidade se situe na porção final do órgão, perto do reto, o formato do cocô se modifica: ele se torna fino e quebradiço. A colonoscopia, um exame que vasculha as paredes do órgão, é a melhor maneira de verificar se existe uma multiplicação anormal de células na região.

    5.Perda de peso sem motivos (vários tipos de câncer)

    Tumores conseguem sequestrar parte do combustível que abasteceria as células saudáveis. “Elem usam a energia do organismo para se desenvolver”, esclarece o oncologista Gustavo Fernandes. Não é raro que a condição também abale o apetite, o que faz o peso cair.

    6.Alteração no hábito de urinar (câncer de próstata ou de bexiga)

    Esse sinal é mais comum em homens. “O crescimento da próstata provoca um estreitamento do canal da uretra, por onde passa a urina”, detalha Alan Azambuja. Aí o sujeito visita o banheiro repetidamente e sente irritação ao liberar o xixi. “O jato de urina fica fraco e há uma sensação de não conseguir esvaziar a bexiga”, descreve Azambuja.

    7.Sangramento sem razão (tumores ginecológicos, colorretal e de medula)

    A perda de sangue não pode ser considerada normal. “A formação de úlceras na parede de órgãos com câncer leva a sangramentos”, esclarece Cruz. Para piorar, a doença afeta a coagulação. Daí, o líquido vermelho pode ficar fluido demais e escorrer com facilidade.

    8.Dor inexplicável (vários tipos de câncer)

    Ramificações do sistema nervoso, que gerencia as sensações dolorosas, podem ser afetadas por uma massa tumoral. “Ela aperta os nervos e causa um desconforto constante”, resume Fernandes. A dor é contínua e não passa com analgésicos. Tal sintoma varia de acordo com a posição em que a doença se alastra. “As únicas formas de solucionar a dor é retirar o tumor ou diminuir sua extensão”, diz o médico.

    9.Ferida que não cicatriza (vários tipos de câncer)

    “O primeiro sinal de câncer na boca ou na garganta é um machucado que não fecha”, alerta Santos. Porém, não basta checar só essas bandas do corpo. Qualquer ferimento na pele que não melhora com remédios e curativos merece cuidados. Isso acontece porque tumores podem interferir na coagulação do sangue e desestabilizar o processo de cicatrização.

    10.Modificação na aparência de verrugas (câncer de pele)

    Manchas, pintas e verrugas devem ser acompanhadas de perto. “Principalmente aquelas com saliências, bordas irregulares e cores variadas”, detalha Cruz. Também vale cuidado dobrado com estruturas que coçam e sangram. É preciso vigiar a pele no banho e consultar o dermatologista se notar essas marcas estranhas.

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  • foto-imagem-Amamentacao

    O leite materno é fundamental para o bebê, sobretudo nos primeiros seis meses de vida. É através dele que o filho recebe da mãe uma manancial de nutrientes e substâncias que ajudam a criar sua imunidade e a afastar um monte de doenças. E para que isso ocorra da melhor maneira, é bom seguir algumas dicas:

    Fique sentada

    A recomendação é que a mulher esteja sentada, porque assim ela resiste aos cochilos em momentos em que o cansaço bate mais forte.

    Tenha uma cadeira confortável para isso

    O ideal é usar uma cadeira em que possa recostar a coluna e ter apoio para os braços. Isso evita dores nas costas ou nos ombros. Os pés também devem encostar no chão ou em algum suporte, de modo que as pernas fiquem num ângulo de 90°.

    Fique de frente para o bebê

    O recém-nascido deve ser virado em direção à mãe, barriga com barriga, com a cabeça bem na altura da mama e a coluna alinhada. O uso de almofada ou travesseiro pode auxiliar nesse ajuste.

    Busque o encaixe ideal

    O bebê deve abocanhar boa parte da aréola, aquela área mais escura em volta do bico do peito. Nessa posição, o queixo do pequeno fica encostado no seio e o nariz se mantém livre, facilitando sua respiração. E a mulher não sente dores no mamilo.

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  • foto-imagem-fatores-que-geram-cancer-de-figado

    Ontem foi aberto o 19º Simpósio Hepatologia do Milênio, um encontro entre profissionais da área que ocorre em Salvador (BA) para discutir as maiores novidades da ciência sobre problemas no fígado. E o destaque ficou por conta do câncer. Coordenador do evento, o hepatologista Raymundo Paraná comenta: “Existem atualmente no mundo 500 milhões de pessoas com hepatite B e 170 milhões com hepatite C. Além disso, boa parte da população está acima do peso ideal, enquanto 15% se tornou diabética. Esses são fatores que contribuem para o surgimento de tumores de fígado”.

    Vamos, então, focar em como se prevenir dessas encrencas:

    Hepatite B

    O vírus que a provoca é transmitido via sexual — outro motivo para usar camisinha. E há uma vacina contra a enfermidade. Se não sabe se a tomou, converse com um médico sobre a necessidade disso.

    Hepatite C

    Diferentemente de sua prima, não tem vacina e raramente invade o organismo durante o sexo. Sua maior via de transmissão é por sangue contaminado — materiais cortantes não esterilizados e compartilhamento de seringas são o maior foco de preocupação dos especialistas. Mas já há medicamentos mais eficazes contra essa doença do que antes.

    Diabete

    Você já deve estar cansado de saber que, para evitar a subida da glicemia, o jeito é manter um bom peso, não exagerar no açúcar ou em alimentos lotados dessa substância e fazer exercício físico. Ou seja, a regra é ter um estilo de vida equilibrado.

    Obesidade

    Não muda muito em relação ao item anterior. Vale a pena se pesar ou medir a circunferência da cintura de tempos em tempos para manter um melhor controle da forma física

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  • foto-imagam-gravidez

    O estudo alega que uma análise dos produtos e dados disponíveis mostrou que eles não melhoram a saúde de gestantes e fetos, mas que mulheres grávidas deveriam manter o consumo de ácido fólico e vitamina D, além de manter uma dieta saudável.

    Segundo os pesquisadores envolvidos, o consumo de 400 mg de ácido fólico por dia pode comprovadamente proteger o feto contra anomalias no cérebro e na coluna vertebral, ao passo que uma dose diária de 10 mg de vitamina D é recomendada para que mãe e bebê tenham ossos saudáveis.

    Mas o excesso de vitamina A, por exemplo, pode causar danos ao feto.

    ‘Comendo por dois’

    No estudo, os pesquisadores dizem que grávidas podem se sentir coagidas a comprar suplementos multivitamínicos caros, mas que elas precisam resistir ao marketing das empresas.

    “Os únicos suplementos recomendados para todas as mulheres durante a gravidez são ácido fólico e vitamina D, disponíveis a custos relativamente baixos”, diz o estudo.

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    Janet Fyle, do Royal College of Midwives, insitituição que forma enfermeiras-parteiras, acrescentou ainda que mulheres não precisam “comer por dois”.

    “Encorajamos gestantes a ter uma dieta saudável e variada, incluindo frutas e legumes e frescos, além do suplemento de ácido fólico. Comer por dois é um mito. É necessária apenas uma quantidade balanceada de comida”.

    A Health Food Manufacturers’ Association, entidade que representa a indústria dos suplementos alimentares no Reino Unido, contestou a pequisa e insiste que uma proporção significativa de mulheres em idade fértil não está obtendo nutrientes suficientes apenas com o que consomem no dia a dia.

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  • foto-imagem-Dor-na-lombar-e-o-principal-motivo-de-atestados-medicos

    Segundo levantamento feito pela Gesto Saúde e Tecnologia, empresa de soluções em saúde corporativa, a dor lombar foi, em 2015, o fator que mais afastou os trabalhadores de suas atividades profissionais. É o terceiro ano consecutivo que o problema aparece nessa posição.

    No trabalho, que cruzou dados de funcionários de 150 empresas, a encrenca nas costas representou 5% dos atestados médicos entregues no ano passado. Quem alegou o desconforto ficou, em média, dois dias ausente do trabalho. Juntando todo esse tempo, é como se três pessoas ficassem sem trabalhar durante o ano inteiro.

    Já a dengue ocupou o quinto lugar no levantamento, desbancando, assim, a dor de cabeça. Entre 2014 e o último ano, a doença subiu nada menos do que 36 posições no ranking, surgindo como uma das principais causas de afastamentos de até 15 dias. Para ter ideia, ela atingiu 2,5% dos colaboradores.

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  • foto-imagem-enxaqueca

    Dor de cabeça é uma das queixas mais comuns das pessoas, em todos os tempos de todas as eras da história humana. Tão comum que serve até de “desculpa” quando não se tem vontade de executar uma tarefa ou ir a algum lugar. Mais ou menos assim: a dor de cabeça, quando verdadeira, imobiliza a vida. A cabeça que dói impede que qualquer atividade seja realizada com lucidez, bom humor e tranquilidade. Por isso todos a entendem e respeitam.

    A dor de cabeça é um sintoma ou um sinal de que algo não está bem. Há um desequilíbrio orgânico que a justifica e que precisa ser descoberto. Um analgésico pode tirar temporariamente a sensação dolorosa, mas se a causa persistir e não for combatida, a dor certamente voltará.

    Há vários tipos e intensidades de dores de cabeça. Nenhuma é igual à outra. Há as que são contínuas, as pulsáteis, as que incidem na cabeça inteira, as que acometem só um lado, ou só a testa, e as que são acompanhadas de outros sinais e sintomas. Todas têm a peculiaridade de possuírem tons e gradações que vão desde dores mais leves até as mais intensas, que inabilitam a pessoa por um ou mais dias. Assim é que, para elucidar a causa, o médico deve entender todas as características da dor.

    A sinusite, nestes tempos invernais, pode, sim, ser uma das razões que explicam a quantidade de pessoas que tem se queixado de dor de cabeça.

    O ar mais frio, seco, poluído e a aglomeração de pessoas em locais fechados facilitam a exposição e o contágio por agentes infecciosos que, uma vez inalados, podem desencadear quadros como o da sinusite em pessoas mais predispostas. A sinusite aguda é uma infecção de uma região da cabeça chamada seios da face. Os seios da face compreendem a região da “maçã” do rosto, ao lado do nariz e a testa. As secreções contaminadas penetram nestes seios levando a uma intensa reação inflamatória e infecciosa. Resultado: secreções aumentadas e infectadas, congestão, mal estar, tosse, principalmente noturna, dores pelo corpo e… dor de cabeça.

    A dor de cabeça da sinusite tem características específicas: geralmente é pulsátil, sendo que piora e pulsa mais quando abaixamos ou mexemos a cabeça de um lado para o outro. Os locais mais doloridos são a testa ou a região das “maçãs” da face. Muitas pessoas até acham que estão com dor de ouvido ou dor de dente. Confunde mesmo. Pode acontecer durante o dia e/ou à noite, e piora com a tosse ou com os espirros. Geralmente não há aura ou enjoos associados. O nariz fica tapado, dificultando a respiração, a tosse tem catarro e muitas vezes aparece uma ou duas horas depois que se deita.

    O diagnóstico pode ser feito com base na história clínica e no exame físico do paciente. Se o médico quiser, no entanto, pode solicitar exames de imagem. Saliente-se que o conhecido e popular raio X de seios da face pode não ser o procedimento de escolha para crianças, uma vez que a aeração completa dos seios da face só acontece após os 7 anos de idade. Além disso, qualquer gripe ou resfriado com sinais de congestão podem levar a um resultado positivo, o que nem sempre significa sinusite. Por esta razão, muitas pessoas que supõem ter sinusites de repetição tem, na verdade, outras causas para a dor frequente de cabeça como, por exemplo, uma crise de enxaqueca.

    Fique atento: sinusite pode dar dor de cabeça, mas nem toda dor de cabeça é sinusite!

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  • foto-imagem-bebe

    Quando Sierra Yoder estava grávida de cinco meses, os médicos da pequena cidade onde ela vivia no Estado de Ohio, nos Estados Unidos, disseram que seu filho tinha uma doença muito rara, conhecida como encefalocele.

    Isso significa que o cérebro do bebê estava crescendo fora do crânio.

    “Eles nos disseram que nosso filho não sobreviveria. Não nos deram nenhuma esperança”, explicou Yoder.

    Diante dos prognósticos ruins dados pelos médicos, ela e seu marido, Dustin Yoder, decidiram que interromperiam a gravidez.

    Eles já estavam dispostos a iniciar o procedimento do aborto, mas, de última hora, mudaram de ideia e seguiram em frente.

    E, apesar de todas as previsões negativas, Bentley nasceu com saúde e sobreviveu.

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    Preparados para o pior

    Sierra teve uma gestação normal, e o bebê veio ao mundo em 31 de outubro de 2015, um dia depois do previsto.

    “Quando Bentley nasceu, esperávamos que ele não fosse chorar, que não fosse se mexer, pensávamos que não saberíamos nem identificar quando ele estivesse com fome”, disse Dustin.

    No entanto, o bebê chegou como todos os outros: chorando. “Nós nos olhamos e pensamos: eles nos disseram que ele nem sequer iria respirar”, contou Sierra.

    Apesar da surpresa, o processo não foi fácil. Apesar da alegria pelo nascimento do filho, a mãe tinha se preparado para perdê-lo – diante das previsões negativas, ela procurou saber, por exemplo, informações sobre os procedimentos para funerais.

    Mas o bebê se desenvolveu bem e recebeu alta.

    “Nós não conseguíamos entender como Bentley estava usando seu cérebro. Pensamos que ele talvez ele estivesse usando uma parte que ficava dentro do crânio”, disse Sierra.

    Esperançosos, eles decidiram pedir uma segunda opinião em uma clínica em Cleveland e contataram especialistas do Hospital Infantil de Boston. Foram os médicos de lá que disseram ao casal que era possível fazer uma cirurgia em Bentley.

    Os neurocirurgiões John Meara e Mark Proctor operaram o bebê em 24 de maio passado. E o procedimento foi um sucesso.

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    Um caso raro

    Quando a equipe do hospital conheceu os pais do bebê, dois meses antes da operação, ficou surpresa com o fato de que Bentley tinha sobrevivido e felizes diante da possibilidade de dar a ele melhores condições de vida, contou Proctor à BBC.

    “Fizemos várias operações desse tipo durante o ano e por isso os pais vieram até nós. Não é algo que nunca havíamos visto”, explicou.

    “A encefalocele é uma doença rara que afeta um bebê em milhões. Mas o caso de Bentley era ainda mais particular porque ele tinha uma grande parte de seu cérebro ativa.”

    Por causa disso, havia razões para acreditar que o cérebro poderia funcionar normalmente, segundo o médico.

    De acordo com os especialistas, não há como saber exatamente a porcentagem que estava ativa – eles estimam, porém, que provavelmente chegava perto dos 90%.

    “Cada caso é um caso, mas o de Bentley era um dos mais complexos”, disse o neurocirurgião.

    Mas e agora, o que esperar do desenvolvimento do bebê?

    “É uma pergunta difícil de responder. Ele provavelmente vai demorar um pouco mais para desenvolver a fala, mas esperamos que possa ter uma vida normal. Ainda é complicado saber como ele vai evoluir”, afirmou o médico.

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