Arquivo mensais:agosto 2011

Como previner o envelhecimento

A pele é o maior órgão do corpo humano, com dois metros quadrados. E, se bem tratada, pode ter uma aparência mais bonita, jovem e saudável.

As especialistas falaram sobre a idade biológica da pele e qual o melhor tratamento para o rosto, que deve incluir a ingestão diária de cinco unidades de fruta (uma maçã, uma banana e uma fatia de melancia são uma unidade cada). Outras atitudes, como fazer atividade física, beber bastante água, usar hidratantes e proteger-se do sol, podem fazer toda a diferença.

Nas ruas de São Paulo, a repórter Marina Araújo fez o teste da idade com quatro pessoas de várias faixas etárias. O resultado mostrou que alguns participantes aparentaram até seis anos a mais.

O Sol é o principal inimigo do rosto e do corpo, por isso é fundamental usar sempre protetor, mesmo no inverno. Ainda que não se sinta o calor, a radiação continua agindo sobre a pele, que se refaz a cada 28 dias. Mas o DNA dela muda por causa dos raios solares, que destroem o colágeno.

Se você ficar sob o sol por mais de 10 minutos, use protetor nas partes que ficarão expostas. Opte por um fator 30, que deve ser reaplicado a cada 4 horas ou 2 horas se suar muito ou entrar na água.

É muito importante também passar protetor nas crianças. Cerca de 80% dos problemas de pele em adultos são decorrentes de eles terem tomado sol demais antes dos 18 anos.

Boa parte do envelhecimento é provocada pelos radicais livres. É como se fosse uma sujeira que fica dentro do corpo. E quem faz a faxina são os antioxidantes.

Bebida alcoólica em excesso, além do cigarro, é extremamente nociva para a saúde e o visual. Além disso, quem usa muita maquiagem deve tirá-la sempre à noite. O ideal é fazer a limpeza com sabonete líquido, passar um tônico (que pode ser chá verde morno) e, por fim, um hidratante, que deve ser retirado pela manhã.

Alimentos que melhoram a elasticidade

Clara de ovo: passe no rosto e deixe por 15 minutos, de preferência com a cabeça para baixo.

Abacate: amasse-o e passe na pele. Pode usá-lo duas vezes por semana.

Mel: tem vitamina A, que é antioxidante. Também pode ficar por 15 minutos e, se você massagear, ele é absorvido melhor. Pode aplicá-lo duas vezes por semana.

Abóbora: bata no liquidificador o fruto cru e depois passe em uma peneira (pode coar com um pano também). Cubra o rosto com algodão embebido no líquido. É tônico e nutritivo. Se preferir fazer uma máscara, pode cozinhar a abóbora.

Alimentos que protegem a pele

Tomate: é rico em licopeno e mais bem absorvido se for cozido e misturado com azeite. Um molho de macarrão clássico, ao sugo, é bom para a pele.

Frutas e legumes com cor de laranja têm vitamina C: mamão, cenoura, mexerica e laranja.

A vitamina E também é importante para a pele. Há bastante no abacate.

Obesidade aumenta nos países emergentes – Governo adota medidas para combater

Governos de países emergentes estão sendo impelidos a adotar medidas para combater o avanço da obesidade, que atingiu níveis alarmantes em economias em rápido crescimento nas últimas três décadas.

Dados inéditos da Organização Mundial de Saúde (OMS) obtidos com exclusividade pela BBC Brasil confirmam que, assim como o rápido crescimento do PIB (Produto Interno Bruno), o sobrepeso e a obesidade dispararam em países como China, Índia, África do Sul, Brasil e México.

Conhecidos no passado por dificuldade em alimentar suas populações, estes países hoje se debatem com problemas de natureza oposta – em um fenômeno que especialistas chamam de “dupla carga”.

“A forma com que calculamos o desenvolvimento econômico é simplesmente uma medida do quanto consumimos – então o quanto mais você consume, mais rico você é… e é claro que isso é ruim para ganho de peso”, disse à BBC Brasil SV Subramanian, professor de Saúde da População e Geografia da Universidade de Harvard.

No mês que vem, líderes mundiais se encontrarão na primeira cúpula de alto nível da ONU sobre doenças não-transmissíveis, que incluem obesidade, e serão exortados a adotar medidas de controle e regulamentação sobre a indústria alimentícia, assim como sistemas para identificar potenciais complicações de saúde em estágio inicial.

Epidemia de obesidade

A prevalência da obesidade aumentou em países emergentes de forma muito mais rápida que a renda, e mais rápida do que em países desenvolvidos, ao longo das três últimas décadas.

Na China, estima-se que 100 milhões de pessoas sejam obesas, comparado a 18 milhões em 2005.

No Brasil a obesidade cresce mais rapidamente entre as crianças. Cerac de 16% dos meninos e 12% das meninas com idades entre 5 e 9 anos são hoje obesas no país, quatro vezes mais do que há 20 anos.

Um em cada sete adultos mexicanos está acima do peso, proporção que fica atrás apenas dos EUA entre as principais economias do mundo.

A África do Sul, por sua vez, tem um índice de obesidade mais alto que o dos EUA – com um PIB que é um oitavo do americano.

“Vimos um aumento dramático nos níveis de obesidade em países emergentes, e este índice parece estar crescendo mais rapidamente e em meio a níveis mais baixos de PIB do que na Europa ou nos EUA há 20 ou 30 anos”, disse Tim Lobstein, da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade (Iaso).

Embora especialistas vejam uma clara relação entre o aumento da obesidade e o crescimento da riqueza, há outros fatores para o crescimento tão rápido.

O primeiro relatório da OMS sobre doenças não-transmissíveis, publicado em 2010, afirma que não apenas a obesidade, mas também outras “epidemias” como diabetes, câncer e doenças cardiorespiratórias e cardiovasculares, estão relacionadas a mudanças da vida contemporânea.

“Doenças não-transmissíveis são causadas, em grande parte, por fatores de risco comportamentais que são relacionados a transição econômicas, urbanização rápida e estilos de vida típicos do século XXI: consumo de tabaco, dieta insalubre, atividade física insuficiente e consumo abusivo de álcool”, diz o relatório.

Economia da nutrição

No caso de países emergentes, diz Tim Lobstein, a mudança mais importante é a assim chamada “transição da nutrição”, de uma dieta com alimentos básicos para uma dieta modernisada, que consiste em alimentos de nível energético muito maior.

“Isso significa menos frutas e verduras, ou menos alimentos básicos como arroz e grãos, e mais gorduras, e açúcar e óleo. Estes vêm particularmente sob a forma de fast-food, refrigerantes”, diz ele.

A demanda por calorias acessíveis e produzidas em massa disparou em países emergentes, particularmente dentro das classes emergentes, que hoje podem gastar mais de sua renda em comida.

Mas o professor Subramanian afirma que a obesidade é um fenômeno que afeta principalmente as classes mais privilegiadas em países de renda baixa e média, e até em economias emergentes.

Em um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition, sua equipe de pesquisadores das universidades de Harvard e Bristol pesquisaram dados de cerca de 530 mil mulheres adultas de 54 países de renda média e baixa.

Eles afirmam que, apesar de a obesidade ter aumentado na maioria dos países tanto entre os 25% mais ricos quanto entre os 25% mais pobres da população, o Índice de Massa Corporal (IMC) – medida do peso de uma pessoa que leva em conta a sua altura – aumentou mais nos setores mais ricos.

“Apesar do aumento do IMC não estar mais confinado a países de alta renda, o aumento continua concentrado entre pessoas de renda mais alta em países de renda baixa e média”, diz o estudo.

A Índia é um exemplo clássico de país que combina enormes desafios na área de nutrição entre sua população mais pobre, com alguns dos piores efeitos da obesidade sentidos nas classes médias.

Apesar de ter um dos menores índices do mundo – 1% em homens e 2% em mulheres em 2008, de acordo com a OMS – a Índia tem cerca de 50 milhões de pessoas com diabetes, de acordo com a Federação Internacional de Diabetes.

O país fica atrás apenas da China (onde estima-se que 92 milhões de pessoas sofram de diabetes), mas especialistas estimam que os números da Índia sejam bastante subestimados.

Regulamentação coordenada

Tim Lobstein argumenta que o aparente paradoxo está ligado às “políticas de produção e distribuição de alimentos”.

“Hoje em dia (essas políticas) são governadas por forças de mercado, e essas forças não necessariamente promovem a saúde. Elas promoverão ingredientes mais baratos e comida processada para distribuição onde houver mercado”, diz ele.

“As companhias que estão saturadas no mercado em desenvolvimento examinam agora como podem entrar em economias de renda mais baixa e ainda conseguir lucro”.

Quando líderes mundiais se encontrarem por dois dias na cúpula da ONU sobre doenças não-transmissíveis a partir de 19 de setembro, organizações de saúde pressionarão por regulamentações para controlar a quantidade de gordura, açúcar e sal em alimentos processados.

Entidades como a NCD Alliance também pedirão a adoção de medidas para aumentar o nível de atividades físicas, para impedir estilos de vida sedentários.

“Esperamos que a reunião da ONU aumente a visibilidade de doenças não-transmissíveis, ao mostrar que não se trata apenas de um assunto de saúde, mas envolve também a cadeia de produção alimentar”, afirmou uma representante do Ministério da Saúde do Brasil, Deborah Malta, à BBC Brasil. “Precisamos de políticas públicas e regulamentações não apenas para a indústria alimentar, mas também para tabaco, álcool e um número cada vez maior de setores”.

Alimentos que o valor calórico ajuda a manter o peso

Muitas vezes, consumimos alimentos que são verdadeiras bombas calóricas disfarçadas, enquanto outros não engordam tanto quanto parecem. E é importante ficar de olho nessas quantidades para não ultrapassar o valor diário recomendado: 2 mil calorias para as mulheres e 2.500 para os homens, em média.
No Jogo da Equivalências das Calorias, o programa mostrou 25 alimentos, e um casal participante teve que acertar o valor calórico de cada um.

Uma das convidadas foi a professora de dança Sueli Costa, de 53 anos, que foi bailarina clássica durante anos, hoje é porta-bandeira há 16 anos e há 8 carrega o pavilhão oficial da escola de samba paulistana Rosas de Ouro. Ela se preocupa com a aparência: vai à esteticista, malha e faz de tudo para melhorar o corpo por fora e também por dentro. Uma vez por ano, marca consulta no médico para um check-up completo.

No café da manhã, por volta das 9h, Sueli come meio pãozinho ou duas bisnaguinhas e café com leite. Também gosta de presunto e queijo puros, sem pão. No almoço, opta por feijão. Massas, só uma vez por semana. Ela também adora verduras e legumes: alface, rúcula, tomate seco e abobrinha, além de champignon.

Ela e o marido, Osmar, trabalham à noite e, por isso, o jantar é uma refeição fundamental para o casal. Ela costuma preparar arroz, feijão, macarrão, frango, churrasco ou carne cozida. Também gosta de batata frita, mas só fora de casa, e é viciada em suco de melancia.

Já o marido e empresário Osmar Costa, de 50 anos, leva uma vida sedentária e estressante: passa o dia inteiro sem se alimentar e come muito à noite. Procura dormir 7 horas por noite, mas reconhece que é difícil. No café da manhã, toma apenas um cafezinho preto. No almoço, não costuma comer nada, e começa a trabalhar por volta do meio-dia. À tarde, raramente come algo no escritório, só quando sente fome.

No jantar, ele pega pesado, apesar de Sueli sempre se preocupar em preparar uma salada. De vez em quando, Osmar come sanduíches em lanchonete, mas dificilmente fast food e salgadinhos. Prefere comida na chapa e não bebe nada de álcool há 16 anos: apenas água, refrigerante e café. Também não gosta de leite nem de suco, mas não dispensa um queijinho nem consegue voltar do supermercado sem uma caixa de bombom. Depois das refeições, sempre procura algum doce. E diz que não se preocupa com rótulos nem com calorias.

Valor calórico dos alimentos

Salgados

– Misto-quente = 340 calorias
– Meio pão na chapa com manteiga = 230 calorias
– Pão de queijo = 220 calorias
– Empadinha de palmito = 200 calorias
– Pipoca de panela (1 xícara) = 70 calorias
– Salgadinhos (1 xícara) = 100 calorias
– Macarrão instantâneo (1 pacote) = 400 calorias
– Bife grelhado (100 g) = 170 calorias
– Filé de frango grelhado (100 g) = 100 calorias
– Filé de peixe grelhado (100 g) = 100 calorias
– Filé de peixe à milanesa (100 g) = 265 calorias

Doces

– Bolo de chocolate (pedaço médio, sem recheio nem cobertura) = 350 calorias
– Pudim de leite (1 fatia média) = 240 calorias
– Bombom (20 g) = 110 calorias
– Brigadeiro pequeno = 60 calorias
– Leite condensado (1 colher de sopa) = 50 calorias
– Biscoito recheado (unidade) = 40 calorias
– Bolacha água e sal (unidade) = 20 calorias
– Meio mamão papaia = 50 calorias
– Açaí com granola (1 tigela de 200 g com granola) = 250 calorias

Líquidos

– Suco de laranja sem açúcar (200 ml) = 120 calorias
– Café com leite e açúcar (1 xícara) = 120 calorias
– Água de coco (200 ml) = 40 calorias
– Suco de uva (1 caixinha) = 110 calorias
– Leite integral (1 copo de 200 ml) = 115 calorias
– Leite desnatado (1 copo de 200 ml) = 60 calorias
– Cuia de chimarrão (200 ml) = 20 calorias
– Refrigerante (1 copo) = 80 calorias
– Chopp (300 ml) = 120 calorias
– Vinho tinto (1 taça de 120 ml) = 100 calorias achocolatado (200 ml) = 200 calorias

Quantidade diária recomendada

Homem

Café da manhã – 500 calorias
Lanche da manhã – 250 calorias
Almoço – 750 calorias
Lanche da tarde – 250 calorias
Jantar – 750 calorias

Total: 2.500 calorias

Mulher

Café da manhã – 400 calorias
Lanche da manhã – 200 calorias
Almoço – 600 calorias
Lanche da tarde – 200 calorias
Jantar – 600 calorias

Total: 2.000 calorias

Pensando Leve

De férias, a família Silva foi passar um dia na praia. Mas nem assim descuidou da balança. O preparador físico José Rubens D’Elia acompanhou a aventura dessa turma em Santos, no litoral paulista.

Fonte:Bem Estar

Os cientistas dizem que dietas fazem células do cérebro se canibalizarem

Um estudo publicado na revista científica Cell Metabolism pode ajudar a explicar por que é tão difícil seguir uma dieta de emagrecimento.
Segundo a pesquisa, quando se passa fome, os neurônios responsáveis por regular o apetite passam a comer partes deles mesmos.
Os cientistas acreditam que isso aconteceria porque após um período de jejum e o uso emergencial de reservas de gordura, o corpo receberia um sinal de que há uma falta de comida e faria com que as células se alimentassem delas mesmas.

Os experimentos realizados com camundongos em laboratório revelaram que o ato de “autocanibalismo” destas células gera a liberação de ácidos graxos, que por sua vez resulta em níveis mais altos de uma substância química no cérebro (a proteína agouti, AgRP) que estimula o apetite.

Um dos responsáveis pelo estudo, o pesquisador Rajat Singh, do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York, acredita que remédios que interfiram neste processo de autofagia das células do cérebro poderiam ajudar a tratar a obesidade, fazendo com que as pessoas sintam “menos fome e queimem mais gordura”.

Segundo ele, quando a autofagia foi bloqueada nos neurônios dos camundongos, os níveis de AgRP não se elevaram em resposta à fome e os níveis de outro hormônio, o hormônio estimulante dos melanócitos, permaneceram altos. Esta alteração na química do corpo levou os camundongos a ficarem mais magros, já que eles comiam menos após um período de jejum e gastavam mais energia.

Por outro lado, Singh explicou que níveis cronicamente altos de ácidos graxos na corrente sanguínea, como acontece em pessoas com dietas ricas em gordura, podem alterar o metabolismo dos lipídios, “criando um circulo vicioso de superalimentação e equilíbrio de energia alterado.”

O estudo também pode ajudar a explicar por que o apetite tende a diminuir com a idade, já que as células de um corpo mais idoso não conseguiriam realizar a autofagia tão bem.

Fonte:BBC

Como a artrite causada e como se trata

Doença não atinge apenas os idosos.
Bactérias e vírus podem causar o problema.

Dor e falta de força nas mãos é um problema mais comum do que a maioria das pessoas pe.
nsa. E mais: não é doença de pessoa idosa. A artrite é uma doença com várias causas. Pode ser provocada pela genética, por bactérias e também por vírus.

Atualmente existem aparelhos especiais para quem sofre de artrite. Eles ajudam a fazer movimentos que para a maioria das pessoas são simples, mas que podem ser um suplício para quem tem a doença. Por exemplo, abrir a pasta de dente e abotoar a camisa.

Fonte: Bem Estar