• A startup brasileira Bright Photomedicine se uniu ao Hospital das Clínicas de São Paulo para realizar os primeiros testes em larga escala de um aparelho que usa lâmpadas LED para aplacar dores crônicas.

    “Desenvolvemos um sistema que leva em conta parâmetros como a cor da pele, a idade, o local do corpo e as características do problema para entregar a dose exata de luz ao indivíduo”, explica o físico Marcelo Sousa, CEO da Bright.

    O estudo vai avaliar com detalhes como a tecnologia atua em casos de artrite no joelho de 90 voluntários. “Sabemos que os feixes luminosos têm ação analgésica e estimulam a produção de moléculas de energia dentro das células, o que contribui para um melhor funcionamento delas”, destrincha o anestesiologista Hazem Ashmawi, responsável pela pesquisa no hospital paulistano.

    É aguardar para ver como o método poderá iluminar a qualidade de vida desses (e, depois, de outros) pacientes.

    Como funciona esse método contra a dor

    1) O aparelho funciona como um receptor e utiliza a internet para receber as instruções de dosagem.

    2) A quantidade de energia emitida varia até 300 vezes, seguindo as características de cada pessoa.

    3) As lâmpadas LED ficam em tiras de um tecido especial, que são colocadas em cima da região dolorida.

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