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    Para chegar a essa conclusão, pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, recrutaram 291 indivíduos e pediram a uma parte para ingerir uma bebida à base do broto de brócolis, rico em glucorafanina e sulforafano. Eles notaram, então, que esses participantes mandaram para fora do corpo uma quantidade 61% maior de benzeno, um poluente carcinogênico, e 23% maior de acroleína, um irritante do pulmão. “Em teoria, o vegetal em si também proporcionaria o mesmo benefício”, argumenta Thomas Kensler, um dos autores da investigação. O desafio é saber qual a quantidade adequada – por enquanto, o chute dele é 150 gramas. “Mas isso ainda é uma hipótese. Pode até ser menos”, revela.

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    Elementos antioxidantes aplacam os danos gerados por radicais livres formados com a exposição aos poluentes. Conheça alguns deles.

    Vitamina E
    Está nos óleos vegetais, no ovo e na turma das oleaginosas, como amêndoas, nozes e amendoim.

    Vitamina C
    Ela dá as caras em um montão de alimentos, a exemplo de acerola, laranja, caju, pimentão e goiaba.

    Selênio
    O mineral é encontrado na carne vermelha, na castanha-do-pará, na granola e na farinha de trigo.

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  • Saboroso e fácil para o consumo, o que poucas pessoas sabem é que este alimento apresenta mais de um motivo para fazer parte da dieta do dia-a-dia, pois oferece alguns benefícios interessantes para o organismo. A ingestão de 30g diárias deste grão pode ajudar na prevenção contra doenças cardiovasculares, diminuição de colesterol e triglicérides, equilíbrio do metabolismo, suprimento de vitamina E, além de oferecer sensação de saciedade, o que auxilia no emagrecimento. O produto é muito calórico, pois, cada colher de sopa tem 100 calorias.

    Segundo a ABICAB – Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados, 70% dos brasileiros costumam comer amendoim. Figura presente nos momentos de confraternização, esta leguminosa também é um importante integrante na culinária de festa junina.

    [adrotate banner=”2″]Amendoim é nutritivo

    As oleaginosas como amendoim, nozes, castanha, amêndoas, avelã, são ricas em ácidos graxos insaturados (ácido oleico, ácido linoléico e ácido alfa-linoléico). Esses elementos são importantes para manter os níveis saudáveis de lipídios no sangue. Eles também são necessários para uma coagulação sanguínea adequada e para regular a pressão arterial. Outra função importante é o controle de inflamações nos casos de infecção ou lesão.

    Alimentos como estes, são ótimas fontes de proteína vegetal, fibra diurética, vitaminas antioxidantes, minerais (selênio, magnésio e manganês) e fitoquímico como o resveratrol – é o mesmo fitoquímico de uvas e vinhos, importante na redução dos riscos de câncer e doenças cardiovasculares.

    O amendoim é comprovadamente um alimento rico, e para os praticantes de exercícios físicos isso significa mais energia e disposição, redução de risco de lesões e redução de fadiga muscular.

    1 – Afasta a fadiga e o mau humor;

    2 – Fortalece e aumenta a resistência dos músculos;

    3 – Evita o aparecimento de doenças cardiovasculares;

    4 – Ajuda no transporte e absorção das vitaminas lipossolúveis;

    5 – Fundamental na constituição do rim;

    6 – Gera saciedade;

    7 – Ajuda na formação do sistema nervoso do feto;

    8 – Protege as membranas celulares;

    9 – Ajuda na formação dos ossos;

    10 – Fortalece a estrutura óssea;

    11 – Previne a osteoporose;

    12 – Ajuda na cicatrização;

    13 – Afasta dermatites e seborreias;

    14 – Previne o envelhecimento;

    15 – Alivia o estresse;

    16 – Reduz pressão arterial;

    17 – Ajuda a perder peso;

    18 – Converte os estoques de gordura corporal em energia;

    19 – Auxilia a digestão;

    20 – Combate o enfraquecimento de unhas e cabelos;

    21 – Mantém o nível de açúcar no sangue estável;

    22 – Reduz os níveis de triglicérides no sangue;

    23 – Importante para a circulação;

    24 – Protege os vasos sanguíneos;

    25 – Combate o excesso de radicais livres;

    26 – Possui ação anti- inflamatória;

    27 – Previne tumores.

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  • Vira e mexe a substância agita o universo científico. Enquanto alguns estudos afirmam que ela é capaz de reduzir o risco de desenvolvimento de câncer, outros trabalhos mostram o oposto, ou seja, que a vitamina E não proporciona tal benefício. E pior: até estimularia a proliferação de células cancerosas. Agora, uma nova pesquisa publicada na revista científica Cancer Prevention Research reacende o debate, sugerindo uma explicação para dados tão contraditórios. De acordo com os cientistas da Rutgers – The State University of New Jersey, nos Estados Unidos, duas formas de vitamina E, chamadas gama e delta-tocoferol, teriam ação protetora. Encontradas em alimentos como soja, óleo de canola, milho e nozes, elas evitaram a formação e o crescimento dos tumores de cólon, mama, próstata e pulmão em cobaias.

    Na contramão estaria a versão alfa-tocoferol, geralmente usada como ingrediente dos suplementos. Essa, sim, afirmam os pesquisadores, não mostrou serventia nenhuma para a saúde. Isso explicaria por que um estudo denominado Select – que acompanhou mais de 35 mil homens nos Estados Unidos, no Canadá e em Porto Rico por aproximadamente cinco anos – chegou a evidenciar um aumento na ocorrência de câncer de próstata entre os indivíduos que consumiam a vitamina E encapsulada. “Vale ressaltar que, nessa análise, a dose diária foi muito maior do que a recomendada”, observa Thomas Ong, professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (FCF-USP).

    Deve-se levar em conta também que as pessoas não têm genes idênticos nem cultivam os mesmos hábitos. “Portanto, é preciso cautela antes de culpar os suplementos pelo surgimento da doença”, defende Elaine Cristina Pinto Moreschi, professora de bromatologia das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), na capital paulista – essa ciência estuda integralmente os alimentos. De qualquer forma, a conclusão dos cientistas de Rutgers aponta para um caminho indiscutivelmente seguro e eficiente: a vitamina tem de vir de uma dieta equilibrada. “Os autores conseguiram demonstrar que o nutriente originário de alimentos como os óleos vegetais têm ação preventiva contra o câncer. Dessa forma, a suplementação deixaria de ser tão necessária”, reflete a especialista. Ao recorrer às cápsulas, convém destacar, o organismo fica exposto aos efeitos de apenas um composto, o que em longo prazo pode não ser tão benéfico como o esperado.

    [adrotate banner=”2″]Diferentes facetas

    O curioso fato de que é possível encontrar mais de um tipo de vitamina E – só para constar, são oito versões – é outro ponto que merece atenção em meio ao bafafá. “As estruturas químicas apresentam pequenas variações e, por isso, elas acabam agindo de formas tão distintas. Sem contar que há particularidades em relação ao funcionamento de cada tipo no organismo”, informa Ong. “Trata-se de um importante aspecto a ser considerado ao estudar a relação entre o nutriente, seus ganhos e ameaças à saúde.”

    Segundo Eliana Vellozo, pesquisadora em deficiência de micronutrientes da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), uma coisa é certa: a carência de vitamina E no organismo é muito rara. “Só acontece na presença de determinadas anormalidades genéticas ou quando o indivíduo tem dificuldade em absorver gordura”, informa. Para ter ideia, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, um adulto precisa de aproximadamente 10 miligramas do nutriente por dia para viver bem. “Uma alimentação balanceada, com óleos vegetais, nozes, legumes, oleaginosas e carnes, já é capaz de suprir a quantidade de consumo recomendada”, garante Elaine. Mais um motivo para pensar duas vezes antes de se entupir de suplementos.

    Cápsulas na dose certa Em algumas situações, os suplementos de vitamina E – substância com ação antioxidante – podem ser bem-vindos à rotina. “Muitos idosos têm problemas para absorver nutrientes”, exemplifica Elaine Moreschi, professora de bromatologia da FMU. Aí, o mais adequado é ser acompanhado por um médico ou nutricionista. “Dessa forma, dá para ajustar tanto a dose como a frequência de ingestão”, informa.

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  • Alimento é duas vezes mais eficiente do que castanhas, amêndoas, pistaches e avelãs

    Nozes são mais potentes do que a vitamina E na proteção do organismo

    Uma pesquisa feita nos Estados Unidos revelou que, entre as frutas oleaginosas, são as nozes as mais recomendadas para uma dieta saudável por conter o mais alto nível e a melhor qualidade de antioxidantes – substâncias que ajudam a prevenir doenças.

    Segundo o estudo, um punhado de nozes contém duas vezes mais antioxidantes que um punhado de castanhas, amêndoas, amendoins, pistaches, avelãs, castanhas-do-Pará, castanhas de caju, macadâmias ou nozes-pecã.

    Além disso, os antioxidantes presentes nas nozes têm maior qualidade e potência do que os dos outros frutos secos analisados.

    A pesquisa – conduzida por um cientista da Universidade de Scranton, na Pensilvânia (nordeste dos Estados Unidos) – também concluiu que os antioxidantes encontrados nas nozes são entre duas a 15 vezes mais poderosos do que os da vitamina E, também conhecida pelo seu benefício antioxidante.

    O estudo foi divulgado em um encontro da Sociedade Química Americana, realizado na cidade de Anaheim, na Califórnia (oeste do país).

    Nutritivos

    Os antioxidantes impedem reações químicas que ocasionam mudanças na estrutura molecular das células do corpo.

    Segundo o pesquisador Joe Vinson, que liderou o estudo, todas as frutas oleaginosas têm boas qualidades nutricionais. Elas contêm proteínas de alta qualidade, muitas vitaminas, minerais e fibras.

    Pesquisas anteriores demonstraram que o consumo regular de pequenas quantidades de frutas oleaginosas pode reduzir o risco de doenças cardíacas, alguns tipos de câncer, diabetes tipo 2 e outros problemas de saúde.

    Mas Vinson diz que as porções dessas frutas consumidas devem ser pequenas. Sete ao dia são o suficiente para obter os benefícios para a saúde descobertos nos estudos.

    O pesquisador disse ainda que há outra vantagem em escolher as nozes como fonte de antioxidantes.

    ‘O calor dos frutos torrados geralmente reduz a qualidade dos antioxidantes, mas as pessoas geralmente comem as nozes cruas. Por isso, elas são mais eficientes’, explicou.

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  • Essa história de medicina ortomolecular nunca foi tão falada como na última década. Defendendo o uso PER-SO-NA-LI-ZA-DO de vitaminas, aminoácidos, minerais e enzimas, ela já conquistou muitas famosas no mundo, preocupadas em cuidar da beleza com saúde, mas também com pressa. Em suma, o grande objetivo desse tratamento é a neutralização dos radicais livres, prejudiciais ao funcionamento das células, causando consequências como a falta de vitalidade da pele, do cabelo e das unhas. A dieta ortomolecular já ganhou defensoras como Claudia Raia, e também consiste numa prescrição específica do que cada paciente precisa repor no organismo para equilibrá-lo. A estética ortomolecular não foge à regra, ela consiste num tratamento direcionado, decidido pelo médico depois de uma minuciosa pesquisa sobre a saúde da paciente.

    [adrotate banner=”2″]Atrizes como Flávia Alessandra, Letícia Spiller e Samara Felippo já recorreram ao tratamento para cuidar da pele e dos cabelos. Segundo Dra. Cristina Maria Carrasco, terapeuta ortomolecular, essa alternativa de acompanhamento estético pode, inclusive, ajudar com combate às temidas estrias. Ela explica que ao atender uma cliente, faz uma verdadeira investigação a respeito dos hábitos, costumes e forma de vida dessa pessoa. São analisados a rotina, a alimentação, o histórico de saúde e as predisposições genéticas.

    Um papo com seu nutricionista vai esclarecer se esse tipo de tratamento também pode lhe ajudar. Mas, até o dia da consulta, vá descobrindo de que forma os alimentos são seus aliados:

    Potássio: é importante para manter a flexibilidade e a hidratação dos cabelos.

    Onde encontrar: carnes magras, banana, pepino, uva, amêndoas e semente de girassol.

    Vitamina C: protege a pele da ação dos raios ultravioleta.

    Onde encontrar: abacaxi, acerola, agrião, caju, goiaba, laranja, limão, morango, salsão, pimentão, tangerina, tomate.

    Vitamina E: ajuda a prevenir o surgimento de linhas finas de expressão e atenuar as já existentes.

    Onde encontrar: cereal e pão integrais, amêndoa, azeite de oliva, castanha-do-pará, repolho, avelã, abacate, germe de trigo.

    Colágeno: a carência deste aminoácido provoca flacidez na pele, queda de cabelos e enfraquecimento das unhas.

    Onde encontrar: peixes, ovos, carnes.

    Zinco: aumenta a ação de enzimas, que combatem os radicais livres; dá força aos cabelos e às unhas; reduz as linhas finas de expressão e ajuda no tratamento da acne.

    Onde encontrar: ostras, leite, iogurte, carnes e grãos.

    Vitamina A: antioxidante, auxilia no tratamento de acne e queda de cabelos.

    Onde encontrar: fígado, gema de ovo, iogurte, leite e desnatados.

    Vitaminas do complexo B: antioxidantes, retardam o envelhecimento e melhoram a aparência da pele, cabelos e unhas.

    Onde encontrar: levedo de cerveja, fígado, iogurte, peito de frango, leite, germe de trigo, laranja, pão integral.

    Ferro: sua carência pode resultar em unhas e cabelos fragilizados.

    Onde encontrar: carnes, leite e derivados, vegetais folhosos.

    Magnésio: atua em sinergia com o zinco para energizar e tonificar a pele. Também é essencial na formação de proteínas, como a queratina.

    Onde encontrar: nozes, frutos do mar, abacate, melão, abacaxi, leguminosas, cenoura e peixes.

    Cálcio: sua deficiência torna os cabelos finos e quebradiços e deixa as unhas fracas.

    Onde encontrar: leite e derivados com baixo teor de gordura, tofu, salmão e sardinha.

    Selênio: antioxidante, protege as células dos radicais livres, auxilia na firmeza dos tecidos.

    Onde encontrar: grãos integrais, peixes, castanha-do-pará, cogumelo, carne vermelha, ovos, leite e derivados.

    Silício: fortalece o cabelo e estimula o seu crescimento. Também contribui para formar colágeno e elastina.

    Onde encontrar: pepino, frutos do mar, aveia, cevada e salsa.

    Ômega-3: neutraliza as agressões externas, protege os vasos sanguíneos e diminui o ressecamento

    Onde encontrar: salmão, bacalhau, sardinha, atum e linhaça.

    Polifenóis: combate os radicais livres, auxilia no tratamento da temida celulite e protege os vasos sanguíneos.

    Onde encontrar: sementes de uva, ameixa, suco de uva e vinho tinto.

    Cobre: ajuda a combater a queda de cabelo e as manchas no corpo.

    Onde encontrar: ostras, fígado, chocolate, nozes, leguminosas e cereais.

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  • Uma dieta rica em frutos oleaginosos (como castanhas, nozes e amêndoas), peixe e legumes diminui significativamente as chances de que uma pessoa desenvolva Alzheimer, segundo um estudo publicado na revista científica “Archives of Neurology”.

    O pesquisador Yian Gu e seus colegas do Medical Centre da Columbia University, em Nova York, Estados Unidos, analisaram as dietas de 2.148 adultos em idade de se aposentar vivendo em Nova York.

    Durante os quatro anos de duração do estudo, 253 dos adultos do grupo desenvolveram Alzheimer.

    Quando os pesquisadores estudaram em detalhe as dietas de todos os participantes no estudo, perceberam um padrão.

    Adultos cujas dietas incluíam mais frutos oleaginosos, peixe, aves, frutas e verduras e menos laticínios gordurosos, carne vermelha e manteiga apresentaram muito menos chances de sofrer de demência.

    Influência

    Os pesquisadores acreditam que o segredo esteja nos diferentes níveis de nutrientes específicos que essa combinação de alimentos oferece.

    Por exemplo, dietas ricas em ácidos graxos (como Ômega 3), vitamina E e folatos (como o ácido fólico), mas pobres em gorduras saturadas, parecem ser as melhores.

    Há muito se suspeita de que nutrientes podem influenciar os riscos de demência.

    Os folatos reduzem os níveis do aminoácido homocisteína (que foi associado, em estudos anteriores, ao Mal de Alzheimer) na circulação sanguínea.

    Da mesma maneira, a vitamina E pode oferecer proteção devido ao seu forte efeito antioxidante.

    Por outro lado, ácidos graxos saturados e monoinsaturados podem aumentar os riscos de demência ao encorajar a formação de coágulos no sangue, dizem os pesquisadores.

    Comentando o estudo, Rebecca Wood, diretora-executiva do Alzheimer’s Research Trust, disse: “Entender a conexão entre dieta e os riscos de demência pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de doenças como o Mal de Alzheimer em algumas pessoas”.

    “Adaptar nosso estilo de vida à medida em que ficamos mais velhos – fazendo exercícios regularmente, prestando atenção à nossa dieta e mantendo uma vida social ativa – pode reduzir os riscos de demência”.

    “Mas infelizmente”, acrescentou Wood, “não há dieta ou estilo de vida que elimine esses riscos por completo”.

    Na opinião da especialista, com 35 milhões de pessoas sofrendo de demência no mundo hoje, é importante que as pesquisas sejam direcionadas para a criação de novos tratamentos.

    Fonte G1

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