• Esta notícia é para quem estava cético com a vacina fracionada da febre amarela. Um estudo de diversas entidades internacionais, entre elas o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, revela que essa dose gera uma resposta imunológica positiva em 98% dos casos – uma taxa parecida com a da versão convencional.

    Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores coletaram amostras de sangue de 716 indivíduos antes e um mês após receberem a vacina fracionada. Isso aconteceu na República Democrática do Congo no ano de 2016, em uma epidemia de febre amarela que assolou o país.

    Foi com base nesses testes que se notou a produção de anticorpos contra essa infecção na enorme maioria das pessoas que tomaram a injeção. “Descobrimos que a resposta imunológica à dose fracionada foi apropriada entre pessoas com mais de 2 anos”, escreveram os cientistas no artigo. “A proporção de pacientes que apresentaram soroconversão [que passaram a desenvolver anticorpos contra febre amarela] foi similar ao da dose completa”, completam.

    O levantamento não incluiu gestantes – portanto, segue a regra de que elas devem tomar a versão tradicional da vacina, desde que com o aval do médico. As crianças também exigem cuidados especiais.

    Mais: embora não tenha sido alvo da pesquisa, as reações adversas graves com a vacina fracionada na República Democrática do Congo foram raras, de acordo com dados epidemiológicos. A cada 200 mil doses aplicadas, uma gerava problemas sérios – taxa parecida com a observada durante campanhas que usaram a versão convencional no Oeste africano.

    O que é a vacina fracionada e quanto dura
    Não tem segredo. Em resumo, essa versão possui apenas um quinto da dose tradicional. Com isso, uma mesma quantidade do imunizante pode ser oferecida a mais pessoas, o que expande o acesso à vacina em situações de surto como o do Brasil.

    O artigo científico em questão dá segurança para que as pessoas saiam dos postos de saúde sabendo que estão realmente protegidas contra a febre amarela, mesmo que tenham tomado a versão fracionada.

    Mas por quanto tempo dura essa blindagem? Ainda não dá pra saber ao certo, mas, de acordo com outro estudo, pelo menos oito anos. É um tempo mais do que suficiente para revertermos essa crise que ameaça principalmente São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. Já a vacina tradicional tem eficácia garantida para o resto da vida.

    As campanhas de vacinação
    O mais importante recado é: se você faz parte do grupo de risco, pode aproveitar as campanhas para tomar a vacina fracionada numa boa. Até o momento, vários municípios de São Paulo e Rio de Janeiro registram taxas de adesão baixas, o que favorece a disseminação da febre amarela.

    A Bahia começa sua campanha hoje, dia 19 de fevereiro. E o estado paulista já anunciou que vai prorrogar sua campanha até o dia 2 de março.

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  • Não há dúvidas sobre a importância da vacinação contra a febre amarela. Mas, segundo informações da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (Sboc), graças à repercussão dos novos casos dessa doença, muitos pacientes com câncer se preocuparam e foram aos consultórios médicos pedir orientação.

    Ainda bem! Ora, uma vez que o sistema imunológico fica fragilizado em decorrência de certos tratamentos antitumorais, cresce a possibilidade de reações graves à matéria-prima da vacina. Para quem não sabe, ela é composta de uma versão atenuada do vírus em questão, utilizada justamente a fim de estimular o organismo a desenvolver os anticorpos necessários para combatê-lo.

    “A principal orientação é que os prós e contras sejam discutidos de maneira individualizada com um oncologista”, destacou, em comunicado à imprensa, Rodrigo Munhoz, diretor da Sboc. Abaixo, três fatores que inviabilizam a injeção entre os pacientes com câncer:

    1. Uso de quimioterapia venosa ou oral, terapia-alvo ou imunoterapia. O ideal é esperar de três a seis meses após o término do tratamento antes de se vacinar, variando de acordo com o medicamento.

    2. Para o uso de corticoides, recomenda-se esperar pelo menos um mês.

    3. Transplante de medula óssea realizado há menos de dois anos ou situações em que o paciente apresenta sinais de complicação ou toma medicamentos imunossupressores.

    Redobre os cuidados se você tem…
    – 60 anos ou mais
    – Outro problema de saúde
    – Algum tipo de alergia (principalmente a ovos e gelatina)
    – Histórico de reações negativas a vacinas

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  • Em São Paulo, três pessoas morreram por reações adversas graves da vacina da febre amarela desde janeiro de 2017, informa último balanço da Secretaria de Estado da Saúde. Todos eram adultos com menos de 60 anos e sem registro de doenças prévias – e mais seis mortes estão sendo investigadas. Mas por que isso ocorre?

    Após a aplicação do imunizante, sintomas leves como dores musculares, de cabeça e febre são relativamente comuns. Também é possível a ocorrência de vermelhidão, inchaço e calor no local da injeção.

    Já o efeito colateral mais grave, que ocorreu com as mortes confirmadas em São Paulo, é a doença viscerotrópica aguda. Veja: a vacina contra a febre amarela é feita com o vírus atenuado (ele está vivo, mas bem fraquinho). Uma vez administrada, o organismo produz anticorpos que protegem contra a doença.

    Contudo, em situações raras, o corpo não consegue conter a multiplicação do vírus inserido pela vacina. As consequências podem evoluir para insuficiência renal, hepática e cardíaca, problemas de coagulação, hepatite fulminante e morte. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo, a literatura médica aponta uma morte para cada 450 mil doses aplicadas.

    O risco de reações adversas graves, portanto, é mínimo. Mas, se a possibilidade de contato com a febre amarela é nulo, não há para que se vacinar. “Em locais urbanos, onde não há transmissão, não há motivo para expor a população a um risco desnecessário”, alerta a secretaria.

    Já se o sujeito mora em uma área de risco ou pretende se deslocar para uma, aí a vacina entra em cena. Principalmente em momentos de comoção da população, evitar visitas desnecessárias a postos de saúde economiza tempo, paciência e doses da vacina para quem realmente precisa.

    É importante, no entanto, ressaltar que certos grupos possuem uma probabilidade maior de sofrer com os efeitos colaterais graves do imunizante. Exemplos: idosos, portadores de HIV, transplantados, gestantes ou pessoas com certas doenças autoimunes (artrite reumatoide, lúpus…) devem consultar o médico antes de ir ao posto de saúde para checar o própio estado de saúde e ver se o benefício compensa o risco.

    Já mulheres amamentando, crianças com menos de 6 meses, alérgicos graves ao ovo e pacientes em tratamento com quimioterapia, por exemplo, não devem tomar a vacina.

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    De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população idosa do nosso país vai corresponder a 66,5 milhões de pessoas em 2050 — isso é mais do que o triplo dos 19,6 milhões atuais. O IBGE estima ainda que o grupo vai ultrapassar o de menores de 14 anos. Pensando nesse crescimento, a Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm) criou a campanha Quem é Sênior Vacina, focada no pessoal com mais de 60 anos.

    O site traz recomendações, explicações, depoimentos, dados e até um mapa para localizar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. Apesar das orientações, é importante conversar com um médico, já que só ele é capaz de avaliar as necessidades e riscos para cada paciente. Confira abaixo informações sobre algumas das principais vacinas indicadas pela SBIm para os idosos:

    Doenças pneumocócicas

    Uma a cada quatro ou cinco pessoas acima de 65 anos infectadas pela Streptococcus pneumoniae morre. Essa bactéria, mais conhecida como pneumococos, causa, entre outras doenças, pneumonia e meningite. No caso da última, a letalidade nos idosos chega a 80%. Mesmo entre os que não morrem, sequelas neurológica são comuns.

    Ambas essas doenças podem ser prevenidas com uma simples picada. Mas atenção: para os mais velhos, a vacina só está à disposição em clínicas privadas.

    Gripe

    O envelhecimento é acompanhado de uma queda natural de imunidade, o que torna essa doença mais prevalente em quem já possui idade avançada. Só para ter uma ideia, até 71,2% das mortes causadas pelo vírus influenza nos Estados Unidos aconteceram em maiores de 65 anos.

    Segundo um estudo dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, também nos Estados Unidos, a vacina preveniu 40 mil óbitos por lá entre 2005 e 2014. Ela está disponível no Brasil gratuitamente nos postos de saúde.

    Herpes-zóster

    Essa doença, resultado de uma reativação tardia do vírus da catapora, gera dores excruciantes que podem se tornar crônicas. O incômodo é tanto que está associado à depressão.

    Segundo uma pesquisa publicada no periódico BMC Geriatrics, a perspectiva é que as ocorrências aumentem em 3,74% por ano até 2030. Então é melhor se prevenir: a vacina tem eficácia de cerca de 60% contra o surgimento da enfermidade e de 70% contra a da dor crônica. Contudo, está disponível apenas na rede privada.

    Hepatite B

    Ela pode deflagrar cirrose e câncer de fígado — enfermidades responsáveis por 686 mil mortes todos os anos. E essa infecção está se alastrando entre os mais velhos, principalmente os do sexo masculino. Em 2002, eram 2,8 homens acometidos a cada 100 mil pessoas. Já em 2015, o número saltou para 11,4.

    A vacina existe e está disponível gratuitamente. Mas só para quem possui menos de 49 anos de idade.

    Difteria, Tétano e Coqueluche

    A vacina tríplice bacteriana acelular do tipo adulto, ou dTpa, protege contra as três encrencas citadas acima. Apesar de as estatísticas atuais não apontarem uma alta taxa de infecção entre adultos, especula-se que, em parte, isso seja resultado da ausência de sintomas aparentes. Em outras palavras, muitas pessoas podem ter sido invadidas por esses micro-organismos e não saber disso. A principal questão, nesse caso, é proteger os mais novos — mais especificamente os menores de seis meses.

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    Após o início repentino e o crescimento no número de casos de gripe em 2016, o Ministério da Saúde resolveu antecipar a campanha nacional de vacinação contra a doença neste ano. A imunização começou ontem (10) para profissionais de saúde e estará disponível ao restante da população a partir da semana que vem, no dia 17 (segunda-feira). Para saber mais sobre o assunto e as principais mudanças que ocorrem em 2017, entrevistamos a médica Rosana Richtmann, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo. Confira:

    Por que a campanha deste ano foi antecipada?

    Isso se deve a uma lição que aprendemos em 2016, quando o vírus começou a circular muito antes do que se esperava. O problema é que não conseguimos prever isso. O ideal é antecipar a campanha o quanto antes. Até porque o período entre tomar a vacina e estar protegido contra a infecção é de duas semanas. Então, se eu tomar a vacina quando o influenza já estiver circulando, vou estar exposto a ele. Quanto antes iniciarmos, mais a população estará protegida.

    A vacina de 2017 é diferente daquela que foi aplicada nos anos anteriores?

    Todos os anos, a Organização Mundial da Saúde define qual deve ser a composição da vacina no Hemisfério Norte e no Hemisfério Sul. Eles fazem essa recomendação com base nas cepas de influenza que circularam nos anos anteriores. Em 2017, tivemos uma pequena modificação no H1N1 que está dentro da vacina desde 2010.

    E quem deve tomar a vacina?

    As gestantes, as mulheres que tiveram um filho nos últimos 45 dias, crianças de 6 meses a 5 anos, indivíduos com mais de 60 anos e aqueles que possuem alguma doença crônica, ou seja, todas as pessoas que tomam algum remédio todo dia para tratar diabete, asma, obesidade, colesterol alto…

    Além deles, foram incluídos novos públicos-alvo na campanha de 2017?

    Sim. A grande novidade deste ano é que professores da rede pública e privada, trabalhadores do sistema prisional, prisioneiros e adolescentes que estão sob medidas socioeducativas também devem tomar a vacina para se proteger da gripe.

    E quem não pode tomar?

    A vacina é extremamente segura. A única contraindicação formal é para quem tem alergia ao ovo. Mas essa é uma condição bastante rara.

    Quem tomou a vacina no ano passado precisa repetir a dose agora?

    Sim, pois a ação da vacina contra a gripe não é prolongada, diferentemente do que acontece com outros imunizantes. A proteção leva duas semanas para funcionar e dura cerca de 9 meses. Quem tomou ano passado precisa tomar novamente, uma vez que não tem mais anticorpos suficientes para combater o influenza. O segundo motivo é que a vacina é diferente e resguarda contra outras cepas do vírus.

    A vacina dá alguma reação?

    É importante deixar claro que o imunizante não causa gripe. É um vírus morto que está lá dentro, então é impossível ele provocar a doença. As reações que podem ocorrer são desconforto no local da aplicação, dor de cabeça e mal-estar nos primeiros dias. Mas essas chateações são raras.

    Quem tem sintomas de gripe pode tomar a vacina?

    A pessoa que está com febre, dor no corpo e não consegue nem levantar da cama para trabalhar deve aguardar alguns dias. Mas caso esteja apenas espirrando e com coriza, como ocorre durante um resfriado simples, não há nenhuma contraindicação.

    Qual a importância de se imunizar?

    Novos estudos mostram que o vírus influenza está relacionado a uma série de complicações, como pneumonia e doenças cardíacas. Portanto, ao tomar a vacina, você não apenas se protege da gripe, mas evita quadros mais graves relacionados com hospitalização e morte. Um segundo ponto é a importância social. Uma vez que me protejo, diminuo a circulação do agente infeccioso e evito que ele seja transmitido para as pessoas ao meu redor.

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  • foto-imagem-vacina-poliomieliteHá 23 anos, uma doença altamente perigosa dava os seus suspiros derradeiros no Brasil. Detectada por aqui pela última vez em 1989, a poliomielite, também chamada de paralisia infantil, tornou-se um problema controlado em todo o território verde e amarelo graças a um extensivo programa de vacinação promovido pelo Ministério da Saúde. Mas isso não significa que a pólio seja um perigo do passado no restante do mundo.

    A meta da Organização Mundial da Saúde era erradicar a enfermidade em todos os continentes até o ano 2000. Apesar dos esforços contínuos, o objetivo não foi superado. Em locais como a Nigéria, o Paquistão e o Afeganistão, ela ainda dá as caras — e volta a ser uma ameaça em outros países, como o Chade, a Angola e a República Democrática do Congo. É claro que os esforços não foram em vão: segundo dados da própria OMS, quando o Programa Mundial de Combate à Poliomielite começou em 1988, o planeta abrigava 350 mil infectados. Em 2005, esse número tinha caído para 2 mil pessoas.

    Apesar de popularmente conhecida como paralisia infantil, a doença atinge tanto crianças quanto adultos. Ela é mais frequente nos pequenos justamente porque o contágio acontece por meio do contato direto com fezes infectadas ou por secreções expelidas pela cavidade oral – e a criançada vive com a mão na boca. “Depois de ingerido, o vírus se multiplica no trato gastrointestinal e cai na corrente sanguínea. O excesso é eliminado pelas fezes e vai contaminar outras pessoas”, conta a pediatra Lily Yin Weckx, coordenadora do Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais, da Universidade Federal de São Paulo. O que fica no organismo viaja até o cérebro, mata alguns neurônios e destrói diversas ligações do sistema nervoso.

    “Em quase 95% dos casos, não há sintomas quando esses estragos começam a acontecer. Em 1% dos afetados, as manifestações são iguais a outras infecções corriqueiras, como febre e dor de cabeça”, explica a pediatra Marion Burger, pesquisadora do Instituto Pelé Pequeno Príncipe, em Curitiba, no Paraná. Outras pessoas – uma fração mínima entre os contaminados – apresentam a paralisia logo de cara. Mas fique claro: todas as vítimas, com ou sem sintomas, acabam com algum grau de paralisia.”Ela é muito mais frequente nos membros inferiores”, completa Marion. O ataque aos neurônios pode, inclusive, impedir os movimentos dos músculos da respiração e, lógico, isso causa uma morte rápida e extremamente cruel.

    Formas de imunização
    São dois os tipos de vacina capazes de evitar a poliomielite. No caso da Sabin — , aqui no Brasil incitada em campanha pela personagem Zé Gotinha desde 1986 -, o póliovírus vivo, nome do agente causador da doença, é atenuado para que não tenha capacidade de danificar os neurônios . Depois de ingeridas, as famosas gotas, carregadas desses vírus enfraquecidos, estimulam a produção de anticorpos pelo sistema de defesa. Ou seja, o organismo aprende a reconhecer o inimigo, se ele aparecer pra valer.

    O interessante da Sabin, como o excesso do vírus atenuado é eliminado pelas fezes, é o seguinte: a criança que, eventualmente, tiver contato , vamos imaginar, com o amiguinho que não lavou as mãos direito ou mora em locais com água contaminada pelo esgoto, acaba protegida por tabela. “O sucesso da eliminação da doença no Brasil é também fruto desse processo”, analisa Lily Yin Weckx, da Universidade Federal de São Paulo.

    A vacina Salk, por sua vez, utiliza vírus mortos e é injetada. Ela é especialmente indicada para pessoas com imunidade baixa ou que convivem com indivíduos que estejam com o sistema de defesa abalado. “A Salk é absolutamente segura por utilizar vírus inativos em sua composição”, pondera Marion Burger, do Instituto Pelé Pequeno Príncipe, em Curitiba, no Paraná. Apesar do processo de produção de anticorpos ser equivalente ao da Sabin, essa vacina não é tão válida quando se pensa em varrer a doença do mapa, na opinião de alguns especialistas. “Isso porque os vírus mortos não são eliminados pelas fezes”, complementa a pediatra. Ou seja, não existe aquela contaminação paralela, por assim dizer, que acaba imunizando quem não tomou a vacina.

    Desde 2012, o Ministério da Saúde exige que o protocolo de vacinas contra a poliomielite utilize ambas as versões para a imunização, em vez de só a Sabin como no passado. As duas primeiras doses, injetadas aos 2 e aos 4 meses, são da vacina Salk. As próximas, aos 6 meses, aos 15 meses e, mais uma dose de reforço entre os 4 e os 6 anos, são dadas via oral – ou seja, aí a criança toma a Sabin. Segundo Lily Yin Weckx, da Universidade Federal de São Paulo, a combinação das duas vacinas potencializa a precaução.

    Apesar de a paralisia infantil estar erradicada em nosso país, é essencial ficar atento às campanhas de imunização. “É muito importante estar com a carteira de vacinação em dia e, caso você viaje para outro país que ainda sofre com a pólio, reforce a dose da vacina, sem importar com a idade”, conclui o pediatra Eitan Berezin, da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

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