• O fim do feriadão trouxe um incentivo especial para os jovens cuidarem da saúde: começou nesta segunda-feira (11) a Campanha Nacional de Multivacinação, do Ministério da Saúde. A iniciativa vai até o dia 22 de setembro e contempla crianças e adolescentes de até 15 anos de idade, com foco na prevenção de 18 doenças diferentes.

    O intuito é colocar as cadernetas de vacinação em dia. É essencial, portanto, que os interessados levem aos postos de saúde esse documento, junto de identificação.

    Caso a carteirinha tenha sido perdida, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo sugere que os pais levem os filhos ao mesmo local onde o vacinaram no passado. Assim, será possível verificar quais doses estão faltando.

    Para os menores de 7 anos, a atual campanha terá vacinas para tuberculose, poliomelite, rotavírus humano, pneumocócica 10 valente, tetra viral ou tríplice viral mais varicela (atenuada) e hepatite A. Já para os mais grandinhos, as doses vão focar em difteria, tétano e HPV. E todos terão a chance de se imunizar para coqueluche, hepatite B, febre amarela, meningite e tríplice viral.

    Cada estado adotará medidas específicas para incentivar essa campanha. Em São Paulo, por exemplo, haverá um “Dia D”: em 16 de setembro, um sábado, uma espécie de mutirão vai incentivar a vacinação. Serão cerca de 315 mil profissionais espalhados por 5,1 mil postos diferentes, das 8h às 17h.

    Cabe ressaltar que as picadas serão aplicadas na molecada que não está com a carteirinha em dia. Ou seja, se o seu filho tomou tudo direitinho, você não precisa arrastá-lo até o posto de saúde.

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    De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população idosa do nosso país vai corresponder a 66,5 milhões de pessoas em 2050 — isso é mais do que o triplo dos 19,6 milhões atuais. O IBGE estima ainda que o grupo vai ultrapassar o de menores de 14 anos. Pensando nesse crescimento, a Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm) criou a campanha Quem é Sênior Vacina, focada no pessoal com mais de 60 anos.

    O site traz recomendações, explicações, depoimentos, dados e até um mapa para localizar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. Apesar das orientações, é importante conversar com um médico, já que só ele é capaz de avaliar as necessidades e riscos para cada paciente. Confira abaixo informações sobre algumas das principais vacinas indicadas pela SBIm para os idosos:

    Doenças pneumocócicas

    Uma a cada quatro ou cinco pessoas acima de 65 anos infectadas pela Streptococcus pneumoniae morre. Essa bactéria, mais conhecida como pneumococos, causa, entre outras doenças, pneumonia e meningite. No caso da última, a letalidade nos idosos chega a 80%. Mesmo entre os que não morrem, sequelas neurológica são comuns.

    Ambas essas doenças podem ser prevenidas com uma simples picada. Mas atenção: para os mais velhos, a vacina só está à disposição em clínicas privadas.

    Gripe

    O envelhecimento é acompanhado de uma queda natural de imunidade, o que torna essa doença mais prevalente em quem já possui idade avançada. Só para ter uma ideia, até 71,2% das mortes causadas pelo vírus influenza nos Estados Unidos aconteceram em maiores de 65 anos.

    Segundo um estudo dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, também nos Estados Unidos, a vacina preveniu 40 mil óbitos por lá entre 2005 e 2014. Ela está disponível no Brasil gratuitamente nos postos de saúde.

    Herpes-zóster

    Essa doença, resultado de uma reativação tardia do vírus da catapora, gera dores excruciantes que podem se tornar crônicas. O incômodo é tanto que está associado à depressão.

    Segundo uma pesquisa publicada no periódico BMC Geriatrics, a perspectiva é que as ocorrências aumentem em 3,74% por ano até 2030. Então é melhor se prevenir: a vacina tem eficácia de cerca de 60% contra o surgimento da enfermidade e de 70% contra a da dor crônica. Contudo, está disponível apenas na rede privada.

    Hepatite B

    Ela pode deflagrar cirrose e câncer de fígado — enfermidades responsáveis por 686 mil mortes todos os anos. E essa infecção está se alastrando entre os mais velhos, principalmente os do sexo masculino. Em 2002, eram 2,8 homens acometidos a cada 100 mil pessoas. Já em 2015, o número saltou para 11,4.

    A vacina existe e está disponível gratuitamente. Mas só para quem possui menos de 49 anos de idade.

    Difteria, Tétano e Coqueluche

    A vacina tríplice bacteriana acelular do tipo adulto, ou dTpa, protege contra as três encrencas citadas acima. Apesar de as estatísticas atuais não apontarem uma alta taxa de infecção entre adultos, especula-se que, em parte, isso seja resultado da ausência de sintomas aparentes. Em outras palavras, muitas pessoas podem ter sido invadidas por esses micro-organismos e não saber disso. A principal questão, nesse caso, é proteger os mais novos — mais especificamente os menores de seis meses.

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    Após o início repentino e o crescimento no número de casos de gripe em 2016, o Ministério da Saúde resolveu antecipar a campanha nacional de vacinação contra a doença neste ano. A imunização começou ontem (10) para profissionais de saúde e estará disponível ao restante da população a partir da semana que vem, no dia 17 (segunda-feira). Para saber mais sobre o assunto e as principais mudanças que ocorrem em 2017, entrevistamos a médica Rosana Richtmann, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo. Confira:

    Por que a campanha deste ano foi antecipada?

    Isso se deve a uma lição que aprendemos em 2016, quando o vírus começou a circular muito antes do que se esperava. O problema é que não conseguimos prever isso. O ideal é antecipar a campanha o quanto antes. Até porque o período entre tomar a vacina e estar protegido contra a infecção é de duas semanas. Então, se eu tomar a vacina quando o influenza já estiver circulando, vou estar exposto a ele. Quanto antes iniciarmos, mais a população estará protegida.

    A vacina de 2017 é diferente daquela que foi aplicada nos anos anteriores?

    Todos os anos, a Organização Mundial da Saúde define qual deve ser a composição da vacina no Hemisfério Norte e no Hemisfério Sul. Eles fazem essa recomendação com base nas cepas de influenza que circularam nos anos anteriores. Em 2017, tivemos uma pequena modificação no H1N1 que está dentro da vacina desde 2010.

    E quem deve tomar a vacina?

    As gestantes, as mulheres que tiveram um filho nos últimos 45 dias, crianças de 6 meses a 5 anos, indivíduos com mais de 60 anos e aqueles que possuem alguma doença crônica, ou seja, todas as pessoas que tomam algum remédio todo dia para tratar diabete, asma, obesidade, colesterol alto…

    Além deles, foram incluídos novos públicos-alvo na campanha de 2017?

    Sim. A grande novidade deste ano é que professores da rede pública e privada, trabalhadores do sistema prisional, prisioneiros e adolescentes que estão sob medidas socioeducativas também devem tomar a vacina para se proteger da gripe.

    E quem não pode tomar?

    A vacina é extremamente segura. A única contraindicação formal é para quem tem alergia ao ovo. Mas essa é uma condição bastante rara.

    Quem tomou a vacina no ano passado precisa repetir a dose agora?

    Sim, pois a ação da vacina contra a gripe não é prolongada, diferentemente do que acontece com outros imunizantes. A proteção leva duas semanas para funcionar e dura cerca de 9 meses. Quem tomou ano passado precisa tomar novamente, uma vez que não tem mais anticorpos suficientes para combater o influenza. O segundo motivo é que a vacina é diferente e resguarda contra outras cepas do vírus.

    A vacina dá alguma reação?

    É importante deixar claro que o imunizante não causa gripe. É um vírus morto que está lá dentro, então é impossível ele provocar a doença. As reações que podem ocorrer são desconforto no local da aplicação, dor de cabeça e mal-estar nos primeiros dias. Mas essas chateações são raras.

    Quem tem sintomas de gripe pode tomar a vacina?

    A pessoa que está com febre, dor no corpo e não consegue nem levantar da cama para trabalhar deve aguardar alguns dias. Mas caso esteja apenas espirrando e com coriza, como ocorre durante um resfriado simples, não há nenhuma contraindicação.

    Qual a importância de se imunizar?

    Novos estudos mostram que o vírus influenza está relacionado a uma série de complicações, como pneumonia e doenças cardíacas. Portanto, ao tomar a vacina, você não apenas se protege da gripe, mas evita quadros mais graves relacionados com hospitalização e morte. Um segundo ponto é a importância social. Uma vez que me protejo, diminuo a circulação do agente infeccioso e evito que ele seja transmitido para as pessoas ao meu redor.

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    Feitas a partir de partículas do vírus ou da bactéria que causa a enfermidade — também existem versões com o agente patógeno inteiro inativado —, as vacinas têm um papel importântíssimo no fortalecimento do sistema imune. “O imunizante faz com que o sistema aprenda a responder à infecção por meio de anticorpos”, detalha a pediatra Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações.

    As agulhadas funcionam como uma espécie de simulação de emergência: caso no futuro ocorra uma invasão, as células de defesa já sabem como proceder para neutralizar o perigo. Em épocas de gripe e outras doenças infecciosas, a procura por vacinas aumenta bastante.

    “O cuidado deve ser maior em gestantes, crianças, idosos e portadores de doenças crônicas, grupos com risco de ter complicações”, destaca o infectologista Gilberto Turcato Júnior, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Mas a vacina da gripe, por exemplo, só vai ser efetiva contra a… gripe! É preciso estar com a carteirinha de vacinação atualizada para ficar protegido diante de outros bandidos microscópicos.

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  • Ministério da Saúde pretende facilitar, a partir de 2013, o acesso à vacina contra a gripe para pacientes crônicos, como obesos mórbidos, diabéticos, pessoas que fizeram transplantes de órgãos ou medula e aquelas que estão com baixa resistência do sistema imunológico, por causa de doenças como o HIV ou medicamentos.

    Além desses grupos, serão alvo outros indivíduos considerados mais vulneráveis, como os que têm problemas respiratórios, cardíacos, renais, hepáticos e neurológicos crônicos. Também terão prioridade mulheres que deram à luz há menos de um mês e quem tem síndrome de Down.

    A ação deve começar na próxima campanha contra o vírus influenza, no primeiro semestre do ano que vem, e pretende atender seis milhões de pessoas. O ministério informa que 35 mil postos de saúde da rede pública devem reforçar as doses.

    A medida serve para evitar que essas pessoas fiquem ainda mais doentes e agravem as condições que já apresentam. Nesses casos, a gripe tende a ser mais forte e ter complicações.

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  • Gripe, saúde 01.05.2011 No Comments

    Número representa 21,96% do público-alvo e a meta é chegar a 80% desse grupo. Vacinação vai até 13 de maio, em 33 mil postos de todo o país.

    Balanço parcial da 13ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe informa que 6.470.896 pessoas se vacinaram, em todo o Brasil, até as 17h10 deste sábado (30). O número representa 21,96% do público-alvo, que é de aproximadamente 30 milhões de pessoas. A meta é vacinar 80% dessa população (cerca de 24 milhões de pessoas) até o dia 13 de maio. As informações são das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde e serão consolidadas na próxima segunda-feira (2).

    Este ano, pela primeira vez desde 1999, a campanha passou a incluir crianças de seis meses a menores de dois anos (1 ano 11 meses e 29 dias), gestantes em qualquer período da gravidez e trabalhadores dos serviços de saúde que atuam no atendimento de pacientes e na investigação de casos de infecções respiratórias. Além desses três grupos, serão vacinados os idosos (pessoas com 60 anos e mais) e os povos indígenas.

    A população-alvo tem até 13 de maio para procurar um dos 33 mil postos de vacinação do país nos horários de funcionamento dos serviços de saúde. Neste sábado – “Dia D” contra a gripe – 65 mil postos ficaram disponíveis à população. As pessoas devem procurar a Secretaria de Saúde do seu município ou estado para se informar sobre a lista de postos, bem como o endereço e o horário de funcionamento. Durante a campanha, são mobilizados mais de 240 mil profissionais de saúde no país.

    Promovida por todo o Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo Ministério, Secretarias Estaduais e Municipais, a campanha utilizará 32,7 milhões de doses, para todos os estados e municípios brasileiros. A vacina protege contra os três principais vírus que circularam no hemisfério Sul em 2010, entre eles o da influenza A (H1N1).

    A única contraindicação é para pessoas com alergia severa à proteína do ovo ou a doses anteriores da vacina. Na dúvida, um médico deve ser consultado. O mesmo vale para pessoas com sintomas de gripe, que devem ser tratadas antes de se vacinar.

    Outra forma de prevenir a gripe é manter hábitos simples de higiene, como lavar as mãos com freqüência, cobrir nariz e boca com lenço descartável ao tossir ou espirrar e não compartilhar alimentos e objetos de uso pessoal se estiver com sintomas de gripe – febre, tosse, coriza, dor de cabeça e dor no corpo (músculos e articulações).

    Detalhamento dos grupos prioritários para vacinação contra gripe

    IDOSOS

    · As infecções respiratórias constituem um conjunto de doenças comumente relacionadas à população com 60 anos e mais, sendo o vírus da influenza responsável por 75% dessas infecções.

    · Desde 1999, a vacinação desse grupo vem contribuindo para prevenir a doença e suas complicações, além de causar impacto considerável: queda de 45% no número de hospitalizações por pneumonias e redução de 60% na mortalidade entre os residentes em casas de repousos e/ou asilos.

    GESTANTES

    · Não há nenhuma contraindicação à vacinação de gestantes, de acordo com a OMS.

    · A vacina é segura e está indicada para todas as grávidas, independentemente do período de gestação. Se a grávida tiver alguma dúvida, deve consultar o médico.

    · Além disso, não há evidências científicas de que a vacina possa causar dano ao feto, afetar a capacidade reprodutiva da mulher ou provocar aborto.

    · Durante a pandemia de gripe A (H1N1), em 2009, as grávidas foram um dos grupos mais afetados. Entre as mulheres em idade fértil que apresentaram quadros graves de doença respiratória causada pelo vírus H1N1, 22% estavam gestantes.

    CRIANÇAS DE 6 MESES A MENOS DE 2 ANOS

    · Menores de 6 meses de idade não devem tomar a vacina porque não há estudos que comprovem a qualidade da resposta imunológica, ou seja, a proteção não é garantida.

    · Por isso, os pais ou responsáveis devem levar aos postos de vacinação crianças que tenham entre 6 meses e dois anos incompletos (1 ano, 11 meses e 29 dias).

    · As crianças nessa faixa etária deverão receber duas meias doses da vacina, com intervalo de 30 dias entre as doses. Por isso, os pais ou responsáveis devem buscar os postos de vacinação para completar o esquema vacinal.

    · Assim como nos idosos, as infecções respiratórias constituem um conjunto de doenças comumente relacionadas às crianças menores de 2 anos, sendo o vírus da influenza responsável por 75% dos casos.

    INDÍGENAS

    · A população indígena que vive em aldeias é sempre considerada grupo prioritário na prevenção de qualquer doença respiratória, seguindo recomendação da Organização Mundial da Saúde.

    · Isso decorre da maior vulnerabilidade biológica deles a essas doenças e à dificuldade de acesso a unidades de saúde.

    · Por isso, o grupo é vacinado desde a primeira Campanha Nacional, em 1999.

    · A vacinação dos indígenas é indiscriminada, a partir dos seis meses de idade.

    TRABALHADORES DE SAÚDE

    · A vacinação desse grupo garante o funcionamento dos serviços de saúde. Com os profissionais protegidos, estará assegurado o atendimento da população.

    · É importante reforçar que a vacina não está disponível para todo e qualquer profissional de saúde, devendo ser priorizadas para aqueles que atuam no atendimento e investigação de casos de infecções respiratórias. São aqueles que, em razão das suas funções, estão sob potencial risco de se infectar com os vírus causadores da influenza.

    · Esse grupo inclui os trabalhadores:

    I. Da atenção básica (Estratégia Saúde da Família, agente de controle de endemias).

    II. Dos serviços de média e alta complexidade (pronto-socorros, Unidades de Pronto Atendimento/UPA, hospitais de pequeno, médio e grande porte).

    III. Que atuam na vigilância epidemiológica, especialmente na investigação de casos e em laboratórios.

    · Assim, devem ser vacinados:

    a) Médicos e equipes de enfermagem que atuam em pronto atendimento, ambulatórios e leitos em clínica médica, pediatria, obstetrícia, pneumologia de hospitais de emergência e de referência para a influenza e unidades de terapia intensiva.

    b) Recepcionistas, pessoal de limpeza, seguranças, motoristas de ambulâncias, maqueiros, equipes de laboratório e de vigilância epidemiológica.

    c) Pessoas que atuam no controle sanitário de viajantes em portos, aeroportos e fronteiras.

    · É importante que todos os trabalhadores busquem informação nos seus locais de trabalho e na Secretaria de Saúde do seu município ou estado.

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  • Doenças, Gripe 17.02.2010 No Comments

    Instituição reviu 75 estudos sobre a eficácia da vacinação.

    Segundo ONG, apenas um deles é confiável e mostra resultados práticos.

    Um levantamento dos estudos sobre a vacina contra o vírus da gripe concluiu que praticamente não há dados seguros de que a vacina seja eficiente em pessoas com mais de 65 anos. Em vários países, como no Brasil, há campanhas que estimulam a vacinação de idosos contra a gripe.

    Segundo a pesquisa, conduzida pela organização não governamental Colaboração Cochrane, de 75 estudos sobre a vacinação apenas um deles usava métodos precisos e mostrava redução no número de casos da doença.

    Vários estudos, segundo a ONG, tinham baixa qualidade ou registravam resultados indiretos da vacina, como o aumento de anticorpos contra o vírus. Esse tipo de dado, de acordo com a Cochrane, não prova que houve diminuição do número de pessoas doentes.

    A organização recomenda que testes confiáveis e de longa duração sejam financiados pelos governos para avaliar a eficácia da vacina. Enquanto isso não ocorre, autores da pesquisa sugerem que outras ações, como melhorias na higiene e na alimentação, sejam realizadas paralelamente à imunização.

    Fonte G1

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