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    A pesquisa, do instituto sueco Karolinska, em Estocolmo, indica que para cada 10 centímetros de altura em um adulto, o risco do surgimento de um câncer é 18% maior em mulher e 11% em homens.

    Pesquisas anteriores já haviam apontado para uma relação entre altura e risco de câncer, embora as causas para isso não estivessem claras.

    A pesquisadora Emelie Benyi, que conduziu o estudo sueco, disse que os resultados podem ajudar a identificar fatores de risco e levar ao desenvolvimento de novos tratamentos.

    Segundo ela, são necessários mais estudos para entender a relação entre altura e câncer, mas há várias possíveis explicações.

    A primeira delas é que pessoas mais altas têm mais células – e mutações nas células estão na raiz da formação de tumores. Essas pessoas também têm maior probabilidade de terem sido expostas a doses mais altas de hormônios de crescimento durante a adolescência, que poderia ser um gatilho para o câncer.

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    Outra razão seria a de que indivíduos mais altos comem mais, e estudos prévios mostraram que um maior consumo de calorias também pode ter relação com o câncer.

    Um relatório preliminar do estudo sueco foi apresentado na Conferência Europeia da Sociedade de Endocrinologia Pediátrica, em Barcelona, na Espanha.

    Os pesquisadores analisaram dados médicos de 5,5 milhões de mulheres e homens suecos, com altura até 2,25 metros.

    Mulheres mais altas tinham 20% de desenvolver câncer de mama, enquanto homens e mulheres mais altos tinha uma probabilidade 30% de terem câncer de pele.

    Mais células

    A professora Dorothy Bennet, chefe do centro de pesquisas de Ciências Moleculares do centro St. George, da Universidade de Londres, disse que é “bastante plausível” que o risco de câncer em uma pessoa esteja atrelado ao número de células em seu corpo.

    “Um câncer surge após mutações de uma única célula saudável. Pessoas maiores têm mais células (e não células maiores)”, disse.

    “O risco de um melanoma (câncer de pele), por exemplo; espera-se que esse risco cresça juntamente com o tamanho da superfície (quantidade de pele), que está relacionada a altura.”

    Sarah William, gerente de informação da organização Cancer Research UK, disse que vale ressaltar que o estudo não leva em consideração fatores de risco como se a pessoa é fumante ou não ou se mulheres fizeram mamografia.

    “Seja qual for sua altura, há várias coisas que se pode fazer para se reduzir o risco de câncer: não fumar, reduzir o consumo de álcool, ter uma alimentação saudável, ser ativo, ter um peso saudável e aproveitar o sol de maneira segura.”

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  • foto-imagem-proteinaUma pesquisa publicada na renomada revista “Nature”, neste domingo (24), detalha um mecanismo ligado a uma proteína que afeta mais de 200 genes ligados à proliferação celular e ao crescimento de tumores.

    Descoberto usando células de linfoma de Hodgkin (uma forma de câncer que ose origina nos gânglios do sistema linfático), o mecanismo da proteína CPEB1 é apresentado como um passo para o desenvolvimento de um tratamento para controlar o crescimento de vários tipos de câncer.

    A CPEB1, dizem os cientistas, altera uma região específica de um tipo de molécula de RNA. “A CPEB1 ‘tira o freio’ de centenas de moléculas de RNA que estimulam a desdiferenciação celular [quando a célula adulta passa a agir como embrionária] e a sua proliferação”, diz o pesquisador Raúl Méndez, do Instituto de Pesquisa de Biomedicina de Barcelona, um dos principais autores do estudo.

    Méndez explica que o grupo de proteínas CPEB, que inclui quatro tipos diferentes, é importante no desenvolvimento celular e na regeneração de tecidos em adultos. No entanto, se as proteínas ficam em “operação” continuamente, as células do corpo se dividem nos momentos errados e formam tumores.

    “A descoberta é positiva de um ponto de vista terapêutico porque significa que, se você retirar a CPEB1 de células saudáveis, sua função passa a ser realizada por outras proteínas do mesmo grupo. No entanto, em tumores somente a CPEB1 tem a capacidade de alterar as regiões de RNA e agir. Então removê-la [a proteína], neste caso, afetaria apenas células cancerígenas”, disse o pesquisador Felice Alessio Bava, também autor do estudo.

    Com a descoberta, os cientistas criaram um caminho teórico para identificar moléculas que podem ser usadas em um remédio com finalidade terapêutica, para inibir a ação das proteínas CPEB em tumores, com poucos efeitos colaterais em células saudáveis.

    “Não há remédio atualmente disponível que influencie a regulação da expressão genética no nível que apresentamos. Nossa descoberta abre uma hipótese terapêutica pioneira. Estamos otimistas com o potencial de colocar as proteínas CPEB no alvo”, disse Méndez.

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  • Cada ‘subtipo’ tem causas e consequências próprias
    Apenas um deles tem características hereditárias.

    Um estudo liderado por uma dupla de cientistas portugueses que trabalha no Reino Unido descobriu que o câncer de mama é, na verdade, um conjunto de dez tumores separados. A pesquisa foi apresentada na edição desta quinta-feira (19) da revista científica britânica “Nature”.

    O grupo de pesquisadores europeus e canadenses analisou cerca de dois mil tumores e descobriu que eles podem ser divididos em subtipos causados por mutações genéticas diferentes o suficiente para merecerem tratamentos específicos.

    Para eles, cada subtipo é como se fosse uma doença diferente e independente, com causas e consequências próprias. E apenas um deles tem características hereditárias – ou seja, pode ser passado de mãe para filha.

    Alguns desses tumores têm alto risco de morte. Outros são mais fáceis de serem tratados. Segundo os cientistas, se os médicos conseguirem identificar exatamente com qual tumor eles estão lidando, os tratamentos podem ser mais diretos e dar resultados melhores.

    Um dos subtipos que mais chamou a atenção foi um que parece ser reconhecido pelo sistema de defesa do organismo. Um dos grandes desafios do tratamento do câncer é fazer com que nossas células de defesa reconheçam o tumor como uma ameaça. A descoberta pode ajudar a abrir caminhos para novas possibilidades de tratamento não apenas para esse tumor, mas também para outros tipos de câncer.

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  • Aparelho de ultrassom que destroe tumores malignos

    Aparelho de ultrassom que destroe tumores malignos

    Pulsos de ondas sonoras queimam o tecido doente.

    Instituto vai pesquisar aplicação da técnica em tumores malignos em ossos.

    O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) inaugurou nesta quinta-feira (14) um serviço de ultrassom – ondas sonoras de alta frequência que o ouvido humano é incapaz de escutar – para destruir células cancerígenas, sem a necessidade de cirurgia e anestesia. O novo equipamento estará disponível à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

    Apesar do efeito do ultrassom em tumores já ser conhecido, o novo equipamento consegue focar até mil feixes em um único ponto – com a ajuda de um aparelho de ressonância magnética. Com o calor, as células cancerígenas são queimadas, sem que o aumento de temperatura afete os tecidos saudáveis vizinhos.

    Único na América Latina, o aparelho é de tecnologia israelense e custou R$ 1,5 milhão. Segundo Marcos Roberto de Menezes, diretor do setor de diagnóstico por imagem do Icesp, seis mulheres já foram atendidas com sucesso para casos de miomas – tumores benignos, de tecido muscular e fibroso, conhecidos por afetar o útero.

    O Icesp já solicitou protocolos de pesquisa para testar a eficiência da técnica em metástases – câncer que se espalharam pelo corpo – ósseas.

    “Essa tecnologia ainda é experimental, não só no Brasil, como em outros centros do mundo”, afirma Marcos. “No caso das metástases, a aplicação seria um paliativo, mais indicada para reduzir as dores causadas pelo tumor e aumentar a qualidade de vida do paciente.”

    Como funciona

    O tratamento, no entanto, não serve para qualquer paciente. Um estudo anterior precisa ser feito para saber quem pode passar pelo ultrassom.

    “Dois fatores que são levados em conta na escolha das pacientes são o local do tumores e o tamanho deles”, explica o médico do Icesp.

    A técnica dispensa o uso de anestésicos. “As pacientes ficam conscientes durante toda a operação, recebem apenas sedativos”, explica Marcos. Segundo o médico, o procedimento não causa dor intensa. “As pacientes costumam reclamar de dores parecidas com cólicas menstruais, mas isso somente durante o exame.”

    No caso do uso da terapia contra miomas, as pacientes deitam, de bruços, em uma esteira usada comumente em exames de ressonância magnética. O aparelho de ultrassom fica logo abaixo da cintura.

    O diagnóstico por imagem permite conhecer as áreas onde estão os miomas. Após definir os pontos que serão destruídos pelo calor, os médicos começam a disparar as ondas sonoras em pequenos pontos dos tumores. Cada pulso demora apenas alguns segundos. Vários são necessários para queimar uma área inteira. Toda a operação pode levar até, no máximo, 2 horas.

    O ultrassom eleva a temperatura das células cancerígenas até 80º C.

    “Esse calor destrói qualquer tipo de célula”, diz Marcos. “A grande vantagem é que as áreas ao redor do tumor não são afetadas, a técnica é muito precisa, só ataca o que é necessário.”

    Novo laboratório

    O Icesp também inaugurou o Centro de Investigação Translacional em Oncologia – uma rede com 20 grupos de pesquisa em câncer. O espaço foi aberto em cerimônia que contou com a presença do governador Geraldo Alckmin e de Paulo Hoff, diretor do instituto.

    Com uma área de 2 mil metros quadrados, o andar no Icesp vai permitir o avanço em estudos sobre o câncer que reúnam conhecimentos de áreas diversas como a biologia molecular, epidemiologia e a engenharia genética. O custo do investimento foi de R$ 2 milhões.

    O objetivo, segundo Roger Chammas, professor de oncologia do Icesp e responsável pelo espaço, é reunir todo o conhecimento que se encontra espalhado nas frentes de pesquisa de órgãos como a USP, o Hospital A.C. Camargo e Instituto do Coração.

    Fonte: G1

     

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  • Mecanismo pode ajudar na descoberta e no tratamento de tumores.
    ‘É como uma biópsia líquida‘, diz um dos inventores do teste.

    Um novo teste sanguíneo que encontra e captura células cancerígenas entre bilhões de células sadias pode chegar em breve ao mercado. Cientistas do Hospital Geral de Massachusetts, nos EUA, e uma multinacional do ramo da saúde pretendem anunciar nesta segunda-feira (3) uma parceria para produzir o exame em larga escala.

    Os cientistas imaginam que, inicialmente, o teste facilitará o tratamento de tumores, pois pode ser feito diariamente e é um jeito rápido de descobrir se medicamentos e terapias estão fazendo efeito. “É como uma biópsia líquida”, que evita a retirada dolorosa de tecidos, diz o médico Daniel Haber, chefe do centro de câncer do hospital e um dos inventores do teste.

    O exame também poderá, no futuro, ajudar a diagnosticar o câncer antes que ele se espalhe, atuando paralelamente a testes tradicionais, como a mamografia e a colonoscopia.

    Hoje, o único exame sanguíneo disponível no mercado para a detecção de tumores apenas conta as células doentes, mas não consegue capturá-las, impedindo que os médicos possam obter mais informações sobre o problema.

    Como funciona

    O exame usa um microchip do tamanho de um cartão de crédito, coberto por 78 mil pequenos cilindros, como cerdas de uma escova de cabelo. Os cilindros contêm uma substância que faz as células cancerígenas grudarem. Quando o sangue atravessa o chip, as células batem nos cilindros como uma bola em um jogo de pinball. As células cancerígenas se prendem e um corante faz com que elas brilhem. Assim os cientistas podem contá-las e capturá-las.

    O próximo passo na pesquisa será encontrar um plástico barato para produzir os testes, que hoje custam centenas de dólares por unidade. Enquanto isso, o exame será usado experimentalmente em quatro institutos dos EUA.

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  • Nos últimos anos tem-se publicado uma grande quantidade de informação sobre os efeitos curativos da semente de linhaça moída. Os investigadores do INSTITUTO CIENTÍFICO PARA ESTADO DA LINHAÇA DO CANADÁ e dos Estados Unidos, têm enfocado sua atenção no rol desta semente na prevenção e cura de numerosas doenças degenerativas.

    As investigações e a experiência clínica têm demonstrado que o consumo em forma regular de semente de linhaça, previne ou cura as seguintes doenças: CÂNCER: de mama, de próstata, de colon, de pulmão, etc.
    A semente de linhaça contém 27 componentes anti-cancerígenos, um deles é a LIGNINA. A semente de linhaça contém 100 vezes mais Lignina que os melhores grãos integrais. Nenhum outro vegetal conhecido até agora iguala essas propriedades. Protege e evita a formação de tumores. Só no câncer se recomenda combinar semente de linhaça moída com queijo cottage baixo em calorias.

    BAIXA DE PESO:

    A linhaça moída é excelente para baixa de peso, pois elimina o colesterol em forma rápida.

    Ajuda a controlar a obesidade e a sensação desnecessária de apetite, por conter grandes quantidades de fibra dietética, tem cinco vezes mais fibra que a aveia.

    Se você deseja baixar de peso, tome uma colher a mais pelas tardes.

     

    SISTEMA DIGESTIVO:

    Prevêem ou cura o câncer de colon. Ideal para artrite, prisão de ventre, acidez estomacal. Lubrifica e regenera a flora intestinal. Expulsão de gases gástricos. É um laxante por excelência. Previne os divertículos nas paredes do intestino. Elimina toxinas e contaminadores.
    A linhaça contém em grandes quantidades dos dois tipos de fibras dietéticas solúvel e insolúvel. Contém mais fibra que a maioria dos grãos.

    SISTEMA NERVOSO:

    É um tratamento para a pressão. As pessoas que consomem linhaça sentem uma grande diminuição da tensão nervosa e uma sensação de calma. Ideal para pessoas que trabalham sob pressão. Melhora as funções mentais dos anciãos, melhora os problemas de conduta (esquizofrenia). A linhaça é uma dose de energia para teu cérebro, porque contém os nutrientes que reduzem mais urotransmisores (reanimações naturais).

    SISTEMA IMUNOLÓGICO:

    A linhaça alivia alergias, é efetiva para o LUPUS. A semente de linhaça por conter os azeites essenciais Omega 3, 6, 9 e um grande conteúdo de nutrientes que requeremos constantemente, faz com que nosso organismo fique menos doente, por oferecer uma grande resistência às doenças. Contém grandes quantidades de rejuvenescedor, pois retém o envelhecimento.

    A linhaça é útil para o tratamento da anemia.

    SISTEMA CARDIOVASCULAR:

    É ideal para tratar a arteriosclerose, elimina o colesterol aderido nas artérias, esclerose múltipla, trombose coronária, alta pressão arterial, arritmia cardíaca, incrementa as plaquetas na prevenção da formação de coágulos sanguíneos.

    É excelente para regular o colesterol ruim.
    O uso regular de linhaça diminui o risco de padecer de doenças cardiovasculares.
    Uma das características ÚNICA da linhaça é que contém uma substância chamada taglandina, a qual regula a pressão do sangue e a função arterial e exerce um importante papel no metabolismo de cálcio e energia.

    O Dr. J H. Vane, ganhou o prêmio Nobel de medicina em 1962 por descobrir o metabolismo dos azeites essenciais Omega 3 e 6 na prevenção de problemas cardíacos.

    DOENÇAS INFLAMATÓRIAS:

    O consumo de linhaça diminui as condições inflamatórias de todo tipo. Refere-se a todas aquelas doenças terminadas em “TITE”, tais como: gastrite, hepatite, artrite, colite, amidalite, meningite, etc.

    RETENÇÃO DE LÍQÜIDOS:

    O consumo regular de linhaça, ajuda aos rins a excretar água e sódio.
    A retenção de água (Edema) acompanha sempre à inflamação de tornozelos, alguma forma de obesidade, síndrome pré-menstrual,todas as etapas do câncer e as doenças cardiovasculares.

    TPM
    CONDIÇÕES DA PELE E CABELO:

    Com o consumo regular de sementes de linhaça você notará como sua pele volta-se mais suave.
    É útil para a pele seca e pele sensível aos raios do sol. É ideal para problemas na pele, tais como: psoriase e eczema. Recomenda-se também como máscara facial para uma limpeza profunda.
    Ajuda na eliminação do pano branco, manchas, acne, espinhas, etc. É excelente para a calvície.
    Essa é uma boa notícia para quem sofre de calvície. Também é útil no tratamento da caspa.
    Use-a como geléia para fixar e NUTRIR o cabelo. Não use vaselina, que danifica o couro cabeludo e o cabelo.

    VITALIDADE FÍSICA:

    Um dos mais notáveis indicativos de melhora devido ao consumo de linhaça é o incremento progressivo na vitalidade e na energia. A linhaça aumenta o coeficiente metabólico e a eficácia na produção de energia celular. Os músculos se recuperam da fadiga do exercício.

    MODO DE USAR:
    Duas colheres de sopa por dia, batidas no liquidificador, se mistura em um copo de suco de fruta, sobre a fruta, com a aveia, no iogurte, café da manhã ou almoço. Podem tomar pessoas de todas as idades (crianças, adolescentes e anciãos). Inclusive mulheres grávidas.

    DIABETE:

    O consumo regular de linhaça favorece o controle dos níveis de açúcar no sangue. Esta é uma excelente notícia para os insulina-dependentes.
    **Faça chegar a seus amigos ou toda aquela pessoa que necessite. pois isto pode significar uma grande esperança de cura !!!!!!

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