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    Nativo do cerrado brasileiro, o barbatimão já era conhecido pelo seu alto poder cicatrizante. “Por ser adstringente, ele causa uma tensão e aproxima as bordas das feridas na pele. Como a estria é um machucado interno, o uso da planta é benéfico nesse contexto”, explica o farmacêutico Guilherme Monteiro, que desenvolveu uma pomada com essa indicação pelo Ateliê Saúde Fitoterapia.

    O produto, que já está à venda, foi avaliado em pesquisa com 31 mulheres de 18 a 65 anos. Com um mês de uso, mais de 60% delas relataram melhora na quantidade e na textura das estrias e apontaram resultados positivos no aspecto geral das marcas.

    Aliás, um estudo publicado na Revista Brasileira de Medicina avaliou o efeito do barbatimão (por meio de outra pomada) na cicatrização. Todas as lesões tiveram redução de pelo menos 30% da área inicial já na primeira semana de uso, o que foi considerado bastante vantajoso.
    Como tratar e como evitar estrias

    Hidratantes

    Não existe uma loção milagrosa capaz de apagar as estrias, mas se sabe que manter a pele hidratada ajuda a impedir sua formação.

    Óleos

    Eles complementam o efeito dos hidratantes. Aposte em opções como o de semente de uva e o de amêndoas, e use depois do banho.

    Colágeno

    Essa proteína, que confere elasticidade e firmeza à pele, é uma boa pedida contra as estrias. Pode ser encontrada em pó, cápsulas e bebidas.

    Peso

    Procure evitar o ganho de peso ou o efeito sanfona. Isso faz a pele esticar muito rápido, o que favorece o aparecimento de estrias.

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    Ninguém discute que o eucalipto dá um verdadeiro respiro aos pulmões. Ele tem componentes como o eucaliptol e o citronelol, que deixam as secreções mais fluidas e fáceis de serem eliminadas. Seus taninos, por sua vez, reduzem a quantidade de muco. O eucaliptol, para completar, dilata os brônquios, facilitando a saída de catarro.

    Por tudo isso, as folhas dessa árvore perfumada servem de alívio para quem sofre de problemas respiratórios, como asma e bronquite. A inalação dos vapores da planta interfere nos vasos das mucosas do nariz, melhorando a respiração. E o óleo essencial parece barrar a reprodução da bactéria causadora de tuberculose.

    Mas, atenção: nos casos de asma seca (sem catarro), o eucalipto pode ter efeito contrário, piorando o quadro alérgico. Em excesso, causa sonolência, vômitos, transtornos respiratórios e até perda de consciência. Grávidas, quem tem doenças inflamatórias ou hepáticas e crianças pequenas não podem usar.

    Contra a sinusite
    Faça uma inalação com 1 litro de água fervente sobre 6 ou 8 folhas de eucalipto. Aspire o vapor duas vezes ao dia.

    Outros efeitos
    O chá é usado para abaixar a febre e combater dores de ciático e gota. Também alivia crises de reumatismo e estimula as defesas. A planta serve como antisséptico e repelente natural de insetos.

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    Originário do sudeste da Ásia, o fruto conhecido como noni não tem gosto lá muito agradável. Mas seu extrato e suco ganharam destaque na internet como promotores de diversos benefícios, desde o controle do diabete até a cura para problemas ginecológicos. Só que a história não é tão animadora assim. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proíbe a comercialização de produtos contendo o fruto no Brasil. Segundo o órgão, “a quantidade de publicações que avaliaram sua segurança é limitada”. E, por causa da falta de estudos, itens com noni estão vetados em território nacional – o problema é que, mesmo assim, certos sites continuam comercializando-os.

    Segundo João Ernesto Carvalho, professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista, algumas pesquisas indicam que o uso do alimento está ligado à toxicidade hepática – ou seja, poderia causar complicações no fígado. Além disso, cientistas apontam prejuízos ósseos e malefícios para grávidas. “Outros trabalhos dizem o contrário e alegam segurança. Mas há mais estudos que confirmam sua toxicidade do que os que negam. E quando existe um impasse como esse, a Anvisa não pode liberar”, observa Carvalho.

    A nutricionista Carla Cotta, do Rio de Janeiro, também pede cautela quando se fala em noni. “Extratos só devem ser consumidos se forem registrados pela Anvisa”, comenta. Segundo a especialista, os alimentos funcionais, ou seja, aqueles que prometem benefícios à saúde, devem ter controle como qualquer medicamento. Então, não caia nas promessas milagrosas sobre esse (ou qualquer outro) ingrediente. Até porque isso pode, no final das contas, ter efeito contrário ao desejado, colocando você em risco.

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    O ginseng foi a primeira planta a ter o princípio de ação plenamente descrito pela ciência, lá pelos anos 1970. Na época, os cientistas observaram que ele aumentava o calibre dos vasos sanguíneos. Hoje, sabe-se que também potencializa a produção de energia do organismo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece as propriedades restauradoras e estimulantes das moléculas que, na verdade, formam o sistema de defesa da planta. Ela é usada principalmente para combater fadiga crônica, estresse e falta de concentração.

    Só que o ginseng não deve ser usado por grávidas, por quem sofre de hipertensão, taquicardia ou está na menopausa. Outra coisa: não é indicado consumir mais do que 8 gramas de ginseng nem tomar por mais de dois meses seguidos. A planta interage com antidiabéticos, anticoagulantes e estimulantes. Em excesso, causa dor de cabeça, insônia e nervosismo.

    Receita para acabar com a fadiga

    Faça uma infusão usando 1 colher de sobremesa da raiz fatiada e 1 xícara de água. Tome 1 xícara pela manhã, em jejum, e outra à tarde.

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