• Embora diversas pesquisas confirmem a relação entre diabetes e disfunção erétil, tal prevalência ainda gerava discussão. Pensando nisso, um time de cientistas da França, da Inglaterra, da Itália e de Moçambique se debruçaram sobre 145 estudos, analisando, ao todo, dados de 88 557 diabéticos do sexo masculino.

    Resultados: relataram dificuldade para manter a ereção 37,5% dos voluntários com diabetes tipo 1 e 66,3% dos com o tipo 2. Ao todo, o problema atingia 52,5% dos pacientes. O achado foi publicado no periódico científico Diabetic Medicine.

    A discrepância dos índices entre as duas versões da doença não tem explicação exata no momento. No entanto, sabe-se que o excesso de açúcar circulante no organismo — independentemente do tipo de diabetes — lesa os vasos sanguíneos que abastecem o pênis. E é aí que surge a impotência sexual.

    Agora é torcer para que esse estudo incentive os marmanjos a fazerem exames e se submeterem a eventuais tratamentos, como esperam os pesquisadores que conduziram a revisão. Além disso, que ele promova um estilo de vida saudável, capaz de evitar o surgimento do diabetes… e suas repercussões no corpo inteiro.

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  • foto-imagem-sangramento-na-relacao-sexual

    Embora não sejam episódios tão comuns, os sangramentos que ocorrem durante a relação sexual não podem ser considerados raros e, muito menos, devem ser ignorados pela mulher. Pois, em alguns casos, podem, sim, ser sinal de algo mais grave. Dessa forma, suas causas devem ser sempre investigadas.

    De acordo com a ginecologista e obstetra Barbara Murayama, alguns estudos estimam que cerca de 0,7 a 9 % de mulheres tenham, ao menos, um episódio de sangramento, durante ou após a relação sexual, ao ano.

    As principais causas do sangramento na relação sexual

    Antes de falar de qualquer motivo importante, que represente risco para a saúde da mulher, a médica Anna Aguiar destaca que “na relação sexual próximo à data da menstruação é quase certeza que haverá sangramento. Chegam a mim muitas mulheres dizendo que sangraram um dia antes de menstruar, por exemplo. Desta forma, o primeiro motivo a pensar é que foi sangue menstrual”, diz.

    Porém, conforme ressalta a média, existem outros motivos mais importantes que merecem investigação. “DST (as doenças sexualmente transmissíveis) é um deles. Algumas bactérias podem ser adquiridas durante a relação sexual, como Clamídia, Tricomonas e outras. Estas provocam inflamação no colo do útero, tornando-o friável, provocando sangramento e dor na relação sexual. Por isso, se orienta preservativo sempre, independentemente do uso do anticoncepcional”, explica Anna Aguiar.

    A ginecologista Barbara destaca como as causas mais frequentes: “cervicites, que são infecções do colo uterino por diversos motivos e que podem ser acompanhadas de corrimentos; além de pólipos endocervicais, e secura vaginal característica da queda das taxas hormonais da menopausa, por exemplo”, diz.

    Mas, ainda de acordo com ginecologista Barbara, a causa que mais preocupa é o câncer de colo uterino. “Isso porque se sabe que em torno de 11% das pacientes com esse câncer apresentam sangramento nas relações”, explica.

    De acordo com Anna Aguiar, um destaque deve ser dado à endometriose, doença que atinge de 5 a 15% das mulheres. “Resultado de tecido originado de dentro do útero, o endométrio, a endometriose pode promover sangramento durante a relação por conta da implantação deste tecido em regiões como o colo do útero e canal vaginal. Durante o sexo, ao haver o toque nestas regiões, o sangramento acontece”, explica.

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    A menopausa e o sangramento durante a relação sexual

    Anna Aguiar ressalta que na menopausa há um motivo adicional de sangramento, a atrofia vaginal. “Neste período, a falência ovariana reduz a produção de estrogênio, hormônio responsável pela lubrificação vaginal. Desta forma, o ressecamento e redução da elasticidade vaginal podem resultar em sangramento durante a relação sexual”, diz. “Um hormônio local pode resolver este problema em muitos casos”, acrescenta a médica.

    Sangramento e dor

    Em alguns casos, o sangramento durante a relação sexual pode vir acompanhado de dor. Para Barbara Murayama, os dois fatos juntos podem ser sinal de alguma infecção ou alterações da menopausa. “Pode ser desde uma simples vulvovaginites até o próprio câncer de colo. Por isso é tão importante a visita à ginecologista com regularidade e a qualquer sintoma”, destaca a ginecologista e obstetra.

    Ajuda médica

    Como já ressaltou a ginecologista Barbara, a mulher deve procurar ajuda médica assim que observar um sangramento (aliado ou não a dores) durante a relação sexual. “Há diversas causas, das mais simples às mais preocupantes. Mas só a avaliação médica completa, com exame ginecológico completo e, em alguns casos, exames complementares, é que saberemos o diagnóstico”, diz.

    “A qualquer episódio de sangramento a mulher deve procurar seu ginecologista para investigar melhor o motivo e fazer o tratamento necessário. Ela não deve esperar ocorrer várias vezes para procurar seu médico”, reforça Anna Aguiar.

    Prevenção

    De acordo com a ginecologista Barbara Murayama, o uso de preservativos com certeza colabora, e muito, para evitar que a mulher adquira doenças sexualmente transmissíveis. E, consequentemente, previne episódios de dores e sangramento que poderiam ocorrer durante a relação sexual.

    “O preservativo evita, inclusive, o câncer de colo do útero que é causado pelo HPV – vírus transmitido sexualmente”, acrescenta Barbara.

    “Além disso, é fundamental ir à ginecologista rotineiramente para realização de avaliação preventiva, que inclui o exame de Papanicolau, que busca prevenir o câncer de colo uterino”, finaliza Barbara Murayama.

    Lembre-se de se cuidar, inclusive na hora do prazer! Não espere algum desses sinais (sangramentos ou dores) para evitar o pior: use sempre camisinha, independentemente do uso de anticoncepcionais. E os lubrificantes também podem ser boas opções para os casos de secura vaginal.

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  • Há quem diga que o mundo gira em torno dele. Verdade ou não, ninguém discute que, além de perpetuar a espécie, o sexo é a grande fonte de deleite da humanidade. E, mais do que isso, quem se dedica a essa prática como se fosse uma prazerosa modalidade esportiva ainda conquista outras benesses para o corpo e para a mente. Talvez você questione: afinal, quantas transas por dia, semana ou mês são necessárias para garantir tanta saúde assim? Não há resposta. “Até porque quantidade não tem a ver com qualidade”, diz o urologista e terapeuta sexual Celso Marzano, de São Paulo. Desde que o casal se sinta bem com uma relação diária ou semanal, o organismo já vai tirar proveito. Mas, diante dos bons efeitos que apontaremos a seguir, talvez você não pense duas vezes para intensificar sua atividade entre os lençóis.

    1 – Proteção cardiovascular
    O coração pode até sair ganhando de verdade quando um sexo mais caliente marca presença no dia a dia. “Durante a relação sexual, como em um exercício físico moderado, há um aumento temporário do trabalho cardíaco e da pressão arterial”, explica o cardiologista José Lazzoli, da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte. Para preservar as artérias, contudo, é preciso suar a camisa no mínimo 30 minutos diários cinco vezes por semana. “E nem todo mundo consegue fazer sexo com essa duração e frequência”, observa o especialista. Então, a mensagem é somar às noites intensas uma corrida ou caminhada no parque pela manhã, por exemplo. Recado à turma que tem hipertensão descontrolada ou doença coronariana: consulte o médico. Nesses casos, tanto o coração pode atrapalhar o sexo quanto ele pode atrapalhar um coração com problemas.

    2 Um remédio contra a dor
    Durante o bem-bom, o corpo fabrica uma porção de substâncias, entre hormônios e nurotransmissores. Uma delas é a endorfina, a mesma que dá as caras quando se pratica um exercício físico por alguns minutos. Essa molécula capaz de aliviar as sensações dolorosas é descarregada para valer no ápice da relação, o orgasmo. “Ela é o maior analgésico do nosso corpo”, afirma a médica Ruth Clapauch, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. E sua ação se prolonga após o ato sexual. Os especialistas estão começando a acreditar que, somada ao trabalho da ocitocina – outro hormônio liberado na hora do gozo -, a endorfina ajuda a aplacar dores crônicas na cabeça e nas juntas.

    3 – Um basta ao excesso de estresse
    Ninguém precisa ser cientista para saber que uma boa transa apaga a quase inevitável tensão do dia a dia. Mas saiba que até os pesquisadores estão cada vez mais interessados nesse potencial, que é maior quanto mais intenso for o sexo. Um estudo da Universidade de Paisley, na Escócia, constatou: os voluntários que faziam questão da penetração respondiam melhor a situações estressantes. “A atividade sexual diminui o nível de ansiedade”, diz o urologista Joaquim de Almeida Claro, da Universidade de São Paulo (USP). “Só se deve tomar cuidado para não transformar o sexo a dois numa mera descarga de estresse”, lembra a psicóloga Ana Canosa, da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana. É que, nesse caso, vira algo mecânico, quase obrigatório, sem envolvimento emocional. Aí não tem graça – e nem tanto efeito.

    4 – Autoestima lá em cima
    Qual o órgão do seu corpo que mais se aproveita de uma extenuante sessão a dois? Ele mesmo, o cérebro. Ora, lá se encontra o verdadeiro terminal do prazer. Quem agrada constantemente essa central de instintos e emoções ganha uma baita massagem no ego. “A autoestima melhora porque o indivíduo se sente desejado pelo outro”, resume a psicóloga Ana Canosa, de São Paulo. E não pense que essa guinada no astral se deve apenas ao orgasmo. “As preliminares também são fundamentais, sobretudo para a mulher, que precisa ser tocada e beijada. A excitação promove uma maior liberação de hormônios, aumentando o tamanho do canal vaginal e as chances de chegar ao orgasmo”, diz o ginecologista e obstetra Francisco Anello, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Ou seja, tudo que antecede a penetração tem o seu valor para o corpo e para a mente dos parceiros. É claro que a relação não se restringe ao momento de catarse. “Mas sem orgasmo não se usufrui de todo o bem-estar após aquele acúmulo de tensão”, diz Ana.

    5 – Mais prazer, menos gordura
    Para manter a forma, homens e mulheres podem se dirigir a uma quadra de futebol, a uma piscina ou, por que não, a uma cama. Ora, o sexo é saboroso esporte de dupla. É óbvio que não dá para pensar em eliminar a barriga de chope ou definir a silhueta apostando apenas nisso. Mas ele não deixa de ser um aliado da queima de pneus. “O esforço de uma atividade sexual equivale, em média, a um trote a 7,5 quilômetros por hora”, calcula o cardiologista José Lazzoli. “Dependendo da intensidade da relação, é possível queimar de 100 a 300 calorias”, contabiliza Anello.

    6 – Defesas reforçadas
    Fazer sexo uma ou duas vezes por semana tornaria o sistema imune mais preparado para entrar em combate. É o que sugerem pesquisadores americanos que compararam amostras da saliva de pessoas sexualmente ativas com as de voluntários que pouco se aventuravam na cama. Eles concluíram o seguinte: quem transava com certa frequência abrigava mais anticorpos. O resultado, no entanto, ainda carece de um consenso entre os médicos. Isso porque, para muitos deles, uma defesa mais a postos não seria fruto da atividade sexual em si. “Há, sim, trabalhos mostrando que pessoas felizes têm melhor resposta imunológica. E a atividade sexual sem dúvida traz felicidade e qualidade de vida”, pondera Joaquim Claro.

    7 – Músculos fortalecidos
    Não dá para elevar o quarto à condição de academia, mas a atividade entre quatro paredes exige o esforço de alguns grupos musculares. Tudo depende, por exemplo, das posições na hora agá, mas é possível trabalhar as coxas, o dorso e o abdômen. No caso das mulheres, a relação ainda cobra a movimentação dos músculos da vagina. “Há um aumento do fluxo sangüíneo para a região”, conta a fisioterapeuta especialista em urologia Sophia Souto, da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, que fica no interior paulista. “Durante o orgasmo, por exemplo, há uma contração dos músculos pélvicos”, diz. Quando unida a exercícios específicos para aumentar o controle da própria vagina, a relação ajudaria a tonificar sua musculatura, diminuindo o risco de problemas como a incontinência urinária.

    8 – Lubrificação nota 10
    Essa é para as mulheres que se aproximam da menopausa ou já atravessam o período marcado pela derrocada do hormônio feminino. Um dos principais reflexos da queda de estrogênio é a falta de lubrificação na vagina – um problema bastante comum, que leva à secura nessa região. “Mas aquelas que, após essa fase, mantêm relações sexuais tendem a apresentar menos atrofia do órgão genital”, conta a ginecologista Carolina Carvalho Ambrogini, da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp. Já as mulheres que raras vezes se divertem com o companheiro não só sofrem mais com o incômodo como também podem sentir mais dores durante a penetração.

    9 – Para dormir pesado
    Sim, uma noite tranquila também depende de uma cama movimentada. O que o casal costuma comprovar na prática a medicina sabe explicar: “A relação favorece o relaxamento muscular”, afirma o urologista e terapeuta sexual Celso Marzano. Isso porque, graças ao orgasmo, o corpo recebe uma enxurrada de substâncias que não demoram a agir, fazendo com que o indivíduo sinta uma mistura de bem-estar e exaustão. “O sono costuma vir depressa depois de um sexo mais vibrante”, observa Marzano. Mas, caro leitor, aguarde mais um pouco antes de rumar ao quarto.

    A ciência está interessada em prolongar a sua atividade sexual. O avanço da idade, não há como negar, cria alguns empecilhos que esfriam uma relação aqui, outra acolá. Mas os profissionais de saúde já têm na manga estratégias para contorná-los. É o caso da terapia hormonal, que, quando bem receitada, dá aquela força para a vida sexual ativa. No caso das mulheres, a reposição de estrogênio atenua a secura vaginal – e o destaque é o creme à base do hormônio aplicado na vagina. “Ele melhora a lubrificação sem ser absorvido pelo corpo”, diz Francisco Anello. Ou seja, não há efeitos colaterais. Para reerguer a libido do casal, já foi aprovada na Europa a reposição de testosterona na forma de adesivo. “A questão é polêmica, mas estudos mostram que ela dobra o número de relações sexuais”, conta Ruth Clapauch. A terapia com o hormônio masculino é receitada há mais tempo, só que por outras vias, para os homens. O seu objetivo, porém, não é corrigir somente o tesão minguado. “Ela beneficia a massa muscular e alivia a depressão, além de melhorar a vida sexual, mas a indicação deve ser rigorosa”, avalia Joaquim Claro.

    De choque a gel
    Já imaginou visitar um fisioterapeuta para turbinar a vida sexual? Pois as mulheres já podem desfrutar desse serviço – a fisioterapia uroginecológica. Por meio de diversas técnicas, os especialistas ensinam as pacientes a assumir um maior controle da musculatura da vagina. A medida é recomendada, por exemplo, àquelas que penam para ter orgasmos. “Além disso, há um aparelho que se vale de um eletrodo introduzido na vagina para estimular sua contração”, conta a fisioterapeuta Floripes de Santi, do Rio de Janeiro. A meta é permitir que, conhecendo e dominando a dita-cuja, suas próprias donas possam usá-la melhor – ou seja, com muito mais prazer. Outra fisioterapeuta expert no assunto, Sophia Souto, da Universidade Estadual de Campinas, pesquisa um gel capaz de aperfeiçoar a atividade sexual feminina. “Ele é um doador de óxido nítrico, uma substância que aumenta a vasodilatação local”, explica. “O produto deve ser aplicado sobre o clitóris nas preliminares para aumentar a sensibilidade da região.” Por não apresentar contra-indicações, tanto as mulheres com perda de libido como as sedentas por mais prazer podem utilizá- lo. A previsão é que ele chegue às farmácias no próximo ano.

    Entre aranhas e genes
    A ala masculina, já presenteada no final da década de 1990 com os medicamentos para disfunção erétil, deve aguardar mais tempo pelas novidades da medicina. “Novas drogas, que podem ter efeito mais rápido ou duradouro, ainda estão sob estudo”, afirma o médico Carlos da Ros, da Sociedade Brasileira de Urologia. Um grupo de cientistas da USP tem avaliado uma substância promissora. “Ela é extraída do veneno de uma aranha brasileira e seria capaz de levar à ereção”, conta Joaquim Claro, que participa da investigação. Será que a solução definitiva estaria nos genes? Talvez. “Mas a terapia gênica só poderá ser uma opção a longo prazo”, estima Da Ros. Enquanto tudo isso não chega, investir num estilo de vida saudável e frequentar o médico de vez em quando continua sendo a garantia do arraso sob os lençóis – ou em qualquer outro lugar.

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  • IMPOTENCIA SEXUAL : DISFUNÇÃO ERÉTIL E A SEXUALIDADE MASCULINA

    Todo homem, em algum ponto da vida, deve aceitar o fato de que passará por algum episodio de impotencia. Devido a complexa sexualidade humana, milhares de razões podem afetar a potencia do homem. Estresse e ansiedade são algum dos fatores mais comuns que podem acarretar a impotencia psicogênica ( forma mais comum de impotencia sexual, que tem origem em fatores psicológicos ). Quando os episódios de impotencia passam a se tornar uma constante na vida do homem, o mais indicado é procurar auxilio médico de um profissional da area da andrologia, especializado no tratamento das disfunções sexuais masculinas. Experimentar a impotencia sexual nunca é facil. A sexualidade é parte importantissima da vida cotidiana de qualquer individuo, tanto quanto o trabalho ou relações afetivas.

    O QUE É A IMPOTENCIA SEXUAL MASCULINA ?

    Impotencia sexual se refere a inabilidade do homem em produzir ou manter uma ereção peniana tempo o bastante para realização do intercurso sexual. A impotencia é um problema mais comum do que se imagina, afetando cerca de 30 milhões de homens somente no Brasil. Por volta dos quarenta anos, a maior parte dos homens ja passou por pelo menos um episódio de impotencia sexual em algum ponto da vida.

    Quando ocorre apenas um episódio de impotencia, a melhor coisa a fazer é esquecer o assunto. Não ha razão para se preocupar com algo com o qual praticamente todo homem ira passar em algum ponto da vida. Falha em obter uma ereção em menos de 20% do tempo não é fora do comum, e raramente requer tratamento. A impotencia sexual se torna realmente um problema quando passa a ocorrer regularmente. Episódios recorrentes de impotencia sexual geralmente comeeçam a se manifestar por volta dos 40 anos, sendo mais comum em homens com 60 anos de idade ou mais. Independente da idade, a medicina atual oferece tratamentos realmente efetivos capazes de curar a impotencia, desde que a mesma seja corretamente diagnosticada e tratada.

    CAUSAS DA IMPOTENCIA SEXUAL MASCULINA

    A impotencia sexual masculina pode ter uma grande variedade de fatores desencadeantes. Como em qualquer doença, quando o paciente passa a experimentar repetidamente o problema, deve procurar auxilio médico. Durante a consulta andrológica, devem ser investigadas a possibilidade de doença, traumas ou efeitos colaterais associados a medicamentos, que possam estar ocasionando a impotencia masculina.

    Muitas vezes, doenças em outras partes do organismo, também podem prejudicar o funcionamento do órgão sexual masculino, sendo nesses casos uma condição secundaria a essas outras alterações orgânicas. Outro mito que deve ser desmentido é que , ao contrario do que muitos pensam, a impotencia sexual não está associada somente a idade. Um número significativo de pessoas jovens sofrem com a impotencia sexual, embora que, nesses casos, predomina sem dúvida, fatores ligados principalmente a distúrbios psicológicos. Deve-se lembrar: 70% dos homens impotentes o são porque alguma coisa esta errada em seu organismo, alguma doença esta prejudicando seu mecanismo de ereção. Para fins de estudo, convencionou-se classificar a impotencia sexual em 2 tipos basicos:

    1. Impotência Orgânica

    A Impotência orgânica esta associada a algum disturbio organico no paciente e tem como caracteristica principal o fato de possuir inicio gradual que vai piorando lentamente, se tornando cada vez mais frequente. As formas mais comuns de impotência orgânica são:

    a. Dificuldade para alcançar a ereção: Freqüentemente ligada a dificuldade de transmissão nervosa das mensagens químicas que desencadeiam a ereção, estando presente também nas insuficiências hormonais, esclerose múltipla, doença de Parkinson, lesões de coluna, cirurgias pélvicas radicais, neuropatia diabética com comprometimento da inervação pudenda. Além disso, temos como causas importantes de impotencia organica o uso de drogas, álcool em excesso, e tabagismo ( fumo ) , que trazem danos ao sistema circulatório com conseqüentes danos a qualidade da ereção. Alguns medicamentos como os antihipertensívos, os medicamentos utilizados para tratamento de ulceras do aparelho digestivo, diuréticos e outros podem em algumas situações interferir drasticamente com o mecanismo de ereção. Os medicamentos mais comumente responsáveis por disturbios relacionados a impotencia são:

    * Estrogenio: para homens com cancer de próstata .
    * Antiandrogenicos (flutamida): para homens com cancer de próstata .
    * Lupron: remedio para tratamento do cancer de próstata.
    * Proscar: para homens com hipertrofia prostática, pode diminuir o volume ejaculatório.
    * Diureticos: para tratamento de doenças cardiacas e hipertensão.
    * Metildopa: para tratamento de hipertensão.
    * Beta bloqueadores: para tratamento de doenças cardiacas e hipertensão.
    * Bloqueadores do Canal de Calcio: tratamento da hipertensão.
    * Tranquilizantes.
    * Decongestionantes.
    * Anti convulsivantes.
    * Cimetidina: tratamento de úlceras gastricas.
    * Digoxina : para tratamento de doenças cardiacas..

    b. Dificuldade de obter uma ereção com rigidez, também associada com a oclusão do sistema venoso, arteriosclerose, hipertensão, diabetes, fluxo arterial diminuído, etc.

    c. Dificuldade para manter uma ereção, geralmente associada com traumas pélvicos, hipertensão, diabete, infarto prévio, e etc, que geram uma incapacidade no sistema venoso de cumprir sua função oclusiva e reter o sangue nos corpos cavernosos. Estima-se que 50-60% dos homens diabéticos sofram com a impotência.

    2. Impotência Sexual Psicológica

    Toda vez que o paciente apresenta queixas de impotência é preciso obter uma boa história clínica, ou seja, uma hostoria com dados a respeito de , quando iniciou, quantas vezes aconteceu, com que frequência ocorre a impotencia, e onde ocorrem suas dificuldades, pois eventuais falhas no desempenho sexual fazem parte da vida de todos os homens. Impotência relacionada com stress profissional, financeiro, com problemas no relacionamento conjugal são em geral passageiras e não orgânicas. Deve-se compreender que um dos mecanismos básicos da ereção peniana é a dilatação arterial com relaxamento da musculatura lisa dos corpos cavernosos, e que o hormônio liberado pelo organismo em estados de ansiedade ou estresse é a ADRENALINA, que possui ação vaso constritora periférica ou seja, a Adrenalina em excesso fecha as artérias penianas quando , o que precisamos para obter uma ereção é que as mesmas se relaxem, se dilatem. Quanto maior a ansiedade do paciente, maior será a liberação de adrenalina na corrente sanguinea e menos sangue chegará ao pênis, resultando na impotencia masculina.

    Quando do inicio da crise financeira mundial, que causou problemas de caixa em várias empresas, os consultórios dos médicos que trabalham na área, principalmente, Urologistas, Andrologistas e Sexólogos, receberam um número quatro vezes maior de executivos com queixas de impotencia, ou seja estes homens estavam na época enfrentando problemas tão sérios do ponto de vista profissional e financeiro que o estresse provocado e a adrenalina conseqüente impediam que a ereção ocorresse. O interessante e que alguns deste executivos conseguiram entender a relação existente entre seu estado de estresse e a sua ereção , de modo que voltaram suas atenções para a busca de soluções profissionais e financeiras que quando encontradas mesmo que parcialmente , trouxeram a tranqüilidade necessária para o restabelecimento de sua normalidade sexual. Um outro grupo destas pessoas infelizmente trilhou um caminho diferente: passou a questionar sua capacidade de ereção e adquiriu a partir daí a chamada Ansiedade de Desempenho, ou seja, a preocupação excessiva com a ereção e, a cada vez que havia uma possibilidade de relação sexual, entravam em estado de ansiedade e descarga adrenérgica, pela duvida , pela insegurança e pelo medo de que uma ereção não ocorresse e ai realmente a ereção não ocorria, completando o círculo vicioso que gera a impotencia. A Ansiedade de Desempenho é uma causa muito freqüente de impotencia de fundo psicológico. A depressão nas suas mais variadas formas, como as que ocorrem nas situações de luto e separações , desemprego, falências e etc, causam diminuição da libido (interesse sexual) e consequentemente levam, a um prazo variável de pessoa a pessoa, a dificuldade no desempenho sexual e impotencia.

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  • saúde, Sexo 04.07.2011 No Comments

    São apenas quatro letras que mexem com a imaginação, a autoestima, o comportamento e o humor: sexo. E a atividade não faz bem apenas para o corpo e a mente – a expectativa de vida também se beneficia. Quem transa duas vezes por semana pode ganhar até um ano e meio, segundo um estudo inglês.

    O Ministério da Saúde brasileiro recomenda que as pessoas façam sexo com frequência, algo considerado tão importante quanto controlar a pressão arterial e estar no peso adequado. O próprio ato ajuda a emagrecer: em uma boa sessão de meia hora, podem-se queimar até 500 calorias.

    Além da endorfina liberada, que causa satisfação e bem-estar, a dopamina age no organismo relacionada ao vício: por isso, quem faz sexo costuma querer sempre mais. Mas, para não correr nenhum risco, é fundamental usar sempre camisinha – disponível na rede pública para pessoas acima de 12 anos de idade.
    Segundo especialistas, a atividade sexual não deve ser usada em um relacionamento como ferramenta de chantagem. Pelo contrário, conforme você vai conhecendo o parceiro e sabendo o que lhe agrada, a relação só tende a melhorar, com mais prazer e compreensão.

    Estimular o outro com um filme, um brinquedo, uma posição ou uma fantasia nova pode ajudar a apimentar o namoro ou o casamento. E essas inovações são importantes para estimular o cérebro e manter a chama acesa. A tendência é que, após 5 anos, a frequência sexual caia pela metade, por isso aumentar a qualidade é tão necessário. Um beijo prolongado, que dure pelo menos 10 segundos, já contribui para elevar o desejo.

    De acordo com o dr. José Bento, o sexo está relacionado à sobrevida humana na Terra. E, depois que os métodos contraceptivos foram descobertos, sobrou apenas a parte boa da prática. Ele disse, ainda, que o ritmo de homens e mulheres é diferente: enquanto eles atingem o orgasmo em 2,5 a 5 minutos em média, elas demoram de 14 a 20 minutos.

    O sexo também diminui a depressão e pode ser feito inclusive por mulheres grávidas, desde que elas não tenham sangramentos, corrimentos, contrações nem estejam em trabalho de parto. Ainda segundo o ginecologista, o autoestímulo é tão positivo quanto a atividade sexual, principalmente para a mulher, que pode se conhecer mais.

    Fonte:Bem estar

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  • A solução para os problemas sexuais pode estar na revisão de alguns hábitos diários — dos remédios à comida, segundo reportagem publicada no jornal “Daily Mail”. Comer muito pão e outros carboidratos refinados, por exemplo, pode atrapalhar a vida sexual.

    — Alimentos refinados liberam açúcar mais rapidamente que os integrais e muito açúcar é associado à queda de energia, o que significa que não haverá energia para o sexo — diz Helen Bond, da Associação Dietética Britânica.

    Além disso, o açúcar engorda e aumenta o nível de estrogênio no corpo, o que diminui a libido.

    — Se você é obesa, se sente menos atraente e também reduz o fluxo sanguíneo para os órgãos sexuais — diz o ginecologista Peter Bowen-Simpkins.

    A bebida também pode ser um problema: o quinino da água tônica, por exemplo, baixou os níveis de testosterona em ratos, de acordo com pesquisadores da University of Lagos, na Nigéria. Em outro estudo foi constatada uma baixa concentração de espermas relacionada à substância.

    Remédios

    Remédios para a pressão arterial podem reduzir a libido e causar disfunção erétil “porque reduzem a frequência cardíaca e o fluxo sanguíneo e o sangue muitas vezes não chega aos genitais”, explica o cardiologista Graham Jackson, da Guy’s & St Thomas’s Hospital.

    Os piores são os betabloqueadores como propranolol e atenolol, de acordo com uma revisão publicada este mês na International Journal of Clinical Practice. O relatório diz que pacientes tratados com um novo tipo de betabloqueador chamado nebivolol melhoraram a função erétil em 69%.

    Para quem trata de calvície, atenção: a finasterida, também conhecida como o remédio Propecia, pode causar longos períodos de baixa libido. Uma pesquisa do professor Michael Irwig, da George Washington University, mostrou que 94% dos homens que tomavam a droga desenvolveram baixo desejo sexual; 92% sofreram de disfunção erétil e 69% tiveram dificuldades de orgasmo.

    Já os analgésicos à base de opiáceos como codeína e morfina podem suprimir a atividade no hipotálamo — área do cérebro envolvida no controle dos níveis de hormônio. Cerca de 95% dos homens e 68% das mulheres que tomaram o remédio por muito tempo tiveram diminuição de relações sexuais.

    — Se você está preocupado com isso fique com analgésicos à base de paracetamol e ibuprofeno — diz Neal Patel, da Royal Pharmaceutical Society.

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  • Distúrbio faz a busca pelo prazer ser incontrolável e destrói vidas.
    Universidade paulista e entidade DASA oferecem ajuda.

    “Eu chegava a sair com seis ou sete mulheres em uma só noite. Enquanto não acabasse o dinheiro, a adrenalina, até eu ficar exaurido, eu não parava. Depois, sentia uma grande culpa e depressão.” O relato é do representante comercial Galego (nome fictício), de 46 anos, que há sete faz tratamento contra a compulsão sexual em São Paulo.

    O drama dele é o de muitos que vivem no anonimato. Caracteriza a chamada dependência do sexo ou disfunção sexual. Pessoas que, à procura da satisfação da libido, com parceiros ou não, perdem o controle. Galego conta que pagou tanto para ter prostitutas, bebidas e drogas que faliu. “Em 26 anos, gastei R$ 1 milhão com a compulsão.”

    Histórias da vida real foram parar na ficção. Na novela da TV Globo Passione, Maitê Proença é Stela, uma mulher casada que tem fissura por homens mais jovens. Faz sexo com eles sem querer saber seus nomes ou marcar o próximo encontro. Em Caminho das Índias, a personagem Norminha, interpretada por Dira Paes, amava o marido, mas não tinha o menor pudor em traí-lo com um monte de desconhecidos.

    “A pessoa não tem controle sobre o desejo sexual. É a necessidade de buscar mais prazer, mais parcerias. Isso pode ser através do sexo ou da masturbação”, explica o psiquiatra Alexandre Saadeh, especialista em sexualidade humana.
    Prazer virtual

    “Olhava para um cara na rua e saía com ele ou transava com gente que encontrava em baladas GLS”

    Com as redes sociais, o problema se agrava. “Tem gente que passa o dia inteiro programando atividades sexuais e a internet é ótima para isso”, afirma o médico, que faz parte do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo e dá aulas na PUC-SP. O estudante Leonardo (nome fictício), de 29 anos, até tentou, mas não gostou da experiência do sexo virtual.

    “Você se decepciona porque as pessoas não são o que dizem. Teclam com você e com outras tantas ao mesmo tempo”, diz o rapaz. Para preencher o vazio de um relacionamento amoroso ruim, Leonardo, que é homossexual, buscou parceiros fora de casa. Isso começou há oito anos. “Olhava para um cara na rua e saía com ele ou transava com gente que encontrava em baladas GLS”, admite.

    Segundo Leonardo, podiam ser cinco pessoas por semana ou duas por dia. “Eu estava totalmente perturbado, sem autoestima. Saía para ouvir dos outros que era bonito, elegante, gentil. Era o que eu não tinha no meu relacionamento”, conta ele, que há dois anos namora, se diz feliz e “equilibrado”.

    Ajuda no DASA

    Mesmo assim Leonardo continua a frequentar a entidade Dependentes de Amor e Sexo Anônimos (DASA). A filosofia deles é a mesma da dos Alcoólicos Anônimos (AA). Pessoas se reúnem em sessões periódicas para compartilhar os problemas. São as partilhas. Tudo é na base do diálogo e na premissa de que “só por hoje” o dependente será uma pessoa melhor, sem recaídas.

    No caso do DASA, os dramas são relacionados à compulsão pelo sexo, pelo prazer ou insatisfações nos relacionamentos amorosos. “Cheguei lá e vi gente com problemas iguais aos meus. Eu me confortava em saber que não estava sozinho, que não havia preconceito e, sim, muito respeito”, afirma Leonardo sobre o DASA.

    As reuniões são uma parte do “tratamento”, que é gratuito e dispensa remédios. A programação foca nos 12 passos, espécie de mandamentos que podem ajudar no processo de recuperação. Eles sugerem que os dependentes admitam o problema, rezem e até façam um “destemido inventário moral” delas mesmas para tentar reparar o mal que possam ter feito a outros. “Nossa finalidade é fazer com que a pessoa se relacione melhor com ela e com os outros de forma saudável”, explica Galego, um dos porta-vozes da entidade.

    “Tive um paciente que foi à sauna gay e transou com 80 pessoas em um fim de semana”

    De acordo com o site do DASA, as reuniões acontecem em quatro endereços da capital paulista. Em agosto, Galego acumula sete anos de DASA e de histórias. “Tenho um companheiro de sala que se masturba 40 vezes por dia. Até sangrar. É muito difícil. Você quer parar e não consegue.” Galego afirma que, graças ao apoio que encontrou na entidade, recuperou “muitas áreas” de sua vida, como o relacionamento com a filha e dinheiro.

    “Quando a pessoa chega ao DASA está detonada. Depois, começa a progredir e se afasta. Aí podem vir as recaídas”, completa Galego, que acredita ser difícil haver uma cura definitiva. A doutora em psicologia pela PUC-SP Ana Maria Zampieri concorda. “Não existe cura. Existe estar em abstinência da compulsão para o resto da vida”, atesta ela, que publicou livros sobre o tema da sexualidade.

    Para Ana Maria, a busca incontrolável pelo prazer tem explicações “biológicas, psicológicas e socioculturais”. Situações de abandono ou abuso sexual na infância podem desencadear o problema. “As crianças abusadas se tornam adultos carentes, que misturam carinho, atenção com sexo. Buscam exaustivamente preencher um vazio que não vai ser satisfeito com o sexo.” O distúrbio ainda pode afetar pessoas muito tímidas, que não conseguem se relacionar.

    O funcionário público de São Paulo Fabiano (nome fictício), de 41 anos, conta que foi abusado sexualmente por sua babá aos 3 anos de idade. Acredita que isso influenciou no seu comportamento no futuro. Em 1999, ele disse “estar no auge” da compulsão. “Eu não conseguia ficar um dia sem sexo. Saía antes e depois do trabalho para procurar mulheres”, revela ele, que gastava dinheiro com garotas de programa.

    Fabiano chegou a colocar anúncios em jornais para arrumar namorada e diz que sempre foi um menino “muito carente” e, por isso, procurava prostitutas para suprir isso. Quando se casou pela primeira vez, aos 20 anos, pareceu ter encontrado a parceira ideal. “A gente chegava a ter 20 relações por dia.” Hoje, casado novamente, o funcionário público se diz controlado e aliviado em não ter mais a síndrome da abstinência sexual. “Sentia dores no corpo, calor excessivo, irritação e insônia.”

    Proad

    Há outro caminho para tratar a compulsão sexual: a psicoterapia. O Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), oferece essa ajuda. Os médicos criaram o Ambulatório de Tratamento do Sexo Patológico em 1994. “As pessoas têm devaneios, ficam imaginando o sexo de maneira que não conseguem desligar e a perda de controle é que define a dependência”, conta o psiquiatra Aderbal Vieira Júnior, do Proad.

    Segundo ele, o problema atinge tanto homens e mulheres casados como solteiros. Seja de vida pacata seja de vida promíscua. “Tem gente que vai à sauna gay e passa o fim de semana lá. Tive um paciente que fez isso e transou com 80 pessoas”, relata Vieira Júnior. “A pessoa faz quando quer, como quer e com quem quer.”

    Fonte G1

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  • Confira abaixo os benefícios do sexo para a sua saúde.

    Na segunda (26), ministro recomendou sexo no controle da hipertensão.
    Sexo também combate a depressão, reduz o colesterol e alivia dores.

    Na última segunda-feira (26), durante evento para lembrar o Dia Mundial de Combate à Hipertensão, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, recomendou o sexo seguro como forma de controle da doença. Mas o sexo também ajuda a evitar outros males, como o câncer de próstata, a depressão e a gripe. O G1 conversou com o sexologista João Borzin, que apontou os benefícios do sexo para a saúde.

    “O sexo faz bem para o corpo todo. Ele melhora o funcionamento do nosso sistema de defesa, deixa a pele mais bonita, faz a gente dormir melhor”, explica Borzino. “Além disso, é um exercício físico: ele queima calorias, tonifica os músculos, controla o colesterol”, explica.
    Confira acima os benefícios do sexo para a sua saúde.

    Fonte G1

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  • saúde, Sexo, Sono 15.03.2010 1 Comment

    Conclusão é de pesquisa que avaliou sono em diferentes grupos étnicos.
    1.007 pessoas foram avaliadas; padrões sobre (falta de) sexo são similares.

    Cansado demais para fazer sexo? Você não está sozinho. Um em cada quatro americanos casados ou que moram com alguém afirma estar tão privado do sono que muitas vezes se sente cansado demais para fazer sexo, segundo estudo da Fundação Nacional do Sono. A falta de sono também afasta muitas pessoas das funções de trabalho e familiares, afirmou o relatório.

    A pesquisa, feita com base em uma amostra aleatória de 1.007 adultos entre 25 e 60 anos, focou nas diferenças de hábitos de sono entre grupos étnicos – mas as respostas sobre o cansaço e o sexo foram mais ou menos as mesmas em todos os grupos.

    Os brancos tiveram maior probabilidade – um índice de 1 em cada 10 pessoas – de receber diagnóstico de insônia. Os negros tiveram maior probabilidade de ter apneia do sono, cerca de 1 em cada 7 indivíduos.

    Os hispânicos tiveram maior probabilidade de se manterem acordados a noite toda, preocupados com o trabalho, dinheiro, relacionamentos e problemas de saúde – 3 em cada 8 pessoas perderam o sono.

    Americanos-asiáticos são os que dormem melhor: 5 em cada 6 afirmam ter uma boa noite de sono pelo menos algumas vezes por semana.

    Eles também têm menor probabilidade que membros de outros grupos a assistir televisão ou beber álcool antes de ir para a cama, e menos probabilidade de dividir a cama com uma esposa ou parceira, diz Barbara Phillips, estudiosa do sono e membro da diretoria da fundação.

    Tradução: Gabriela d’Ávila

    Fonte G1

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  • Um estudo com 20 mil mulheres revelou uma associação entre a iniciação sexual precoce e índices mais elevados de câncer do colo do útero. O objetivo da pesquisa era entender por que mulheres mais pobres correm maior risco de desenvolver esse tipo de câncer. Os especialistas constataram que essas mulheres tendem a iniciar sua vida sexual em média quatro anos antes do que mulheres de classes sociais mais elevadas.

    Por conta disso, elas entrariam em contato mais cedo com o vírus que leva ao desenvolvimento do câncer do colo do útero, dando ao vírus mais tempo para produzir a longa cadeia de eventos que, anos mais tarde, levaria ao câncer.

    Acreditava-se anteriormente que a disparidade era resultado de baixos índices de controle preventivo em regiões mais pobres. O estudo, feito pela International Agency for Research on Cancer, parte da Organização Mundial de Saúde (OMS), foi publicado na revista científica British Journal of Cancer.

    Embora a diferença na incidência do câncer do colo do útero entre ricos e pobres – verificada em todo o mundo – tenha sido constatada há muitos anos, os cientistas não sabiam explicá-la.

    Especialmente porque os índices de infecção pelo vírus HPV (sigla inglesa para papiloma vírus humano) – uma infecção transmitida sexualmente que é responsável pela maioria dos casos de câncer do colo do útero – pareciam ser semelhantes em todos os grupos.

    O estudo confirmou que os índices mais altos de câncer do colo do útero não estavam associados à maior incidência de infecção pelo HPV. O que a pesquisa revelou foi que o risco, duas vezes mais alto, é explicado pelo fato de que mulheres mais pobres iniciam sua vida sexual mais cedo. A idade em que uma mulher tem seu primeiro filho também pareceu ser um fator importante.

    O estudo revelou que exames preventivos, como o Papa Nicolau, exercem um certo efeito sobre o nível de risco. Mas o número de parceiros sexuais que uma mulher tem, e o hábito de fumar, não pareceram interferir nos resultados.
    Risco maior aos 20 anos do que aos 25 anos

    A responsável pelo estudo, Silvia Franceschi, disse que os resultados não se aplicam apenas a jovens adolescentes. Por exemplo, o risco de desenvolver câncer do colo do útero também é maior em mulheres que tiveram sua primeira relação sexual aos 20 ao invés dos 25 anos.

    – No nosso estudo, mulheres mais pobres se tornaram sexualmente ativas em média quatro anos antes. Então, elas também podem ter sido infectadas pelo HPV mais cedo, dando ao vírus mais tempo para realizar a longa sequência de eventos que são necessários para o desenvolvimento do câncer – explica Silvia.

    A representante da entidade britânica de pesquisas sobre o câncer Cancer Research UK, Lesley Walker, disse que o estudo levanta questões importantes:

    – Embora mulheres possam ser infectadas pelo HPV a qualquer idade, a infecção em idade menor pode ser especialmente perigosa, já que (o vírus) tem mais tempo para causar os danos que levam ao câncer. Os resultados parecem reforçar a necessidade de vacinação contra o HPV em escolas, antes que (as meninas) comecem a ter relações sexuais, especialmente entre meninas de áreas mais pobres.

    Fonte BBC Brasil

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