• foto-imagem-ar-condicionado-mulheresNão é à toa que a temperatura do ar-condicionado seja motivo de disputa entre homens e mulheres dentro dos escritórios. Enquanto elas preferem, em média, uma temperatura de 25ºC, eles se sentem mais confortáveis com uma temperatura de 22ºC.

    Cientistas da Universidade de Maastricht, na Holanda, resolveram se debruçar sobre o tema para verificar se os edifícios comerciais não estariam gastando mais energia do que o necessário em sistemas de refrigeração que não levam em conta o conforto de todos.

    O que os pesquisadores descobriram é que o sistema de controle de temperatura usado pela maioria dos edifícios comerciais, desenvolvido na década de 1960, é baseado na taxa metabólica de um homem de 40 anos pesando 70 kg.

    Eles resolveram testar se esses valores de referência coincidiam com os encontrados em mulheres jovens durante o expediente em um escritório. Foram analisadas 16 mulheres com esse perfil e a conclusão foi que a taxa metabólica delas era menor do que os valores padrão. Por isso elas se sentem desconfotáveis com as temperaturas mais baixas adotadas pela maioria dos escritórios.

    Segundo os autores, os resultados mostram a importância de usar a taxa metabólica real das pessoas que trabalham naquele ambiente para calcular a temperatura ideal, e não um padrão que só leva em conta o conforto térmico dos homens.

    Além de melhorar o bem-estar dos ocupantes do ambiente de trabalho, essa mudança poderia levar a uma economia no gasto de energia das empresas. Os autores lembram que o consumo de energia de prédios residenciais e comerciais corresponde a cerca de 30% do total de emissões de CO2.

    Portanto, adequar os sistemas de controle de temperatura dos escritórios pode levar também a uma contribuição importante para o meio ambiente. Os resultados do estudo foram publicados na revista “Nature Climate Change” nesta segunda-feira (3).

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  • Uma equipe internacional de pesquisadores identificou a informação do genoma humano que regula a atividade dos genes do pâncreas e conseguiu demonstrar que seu mau funcionamento está associado ao desenvolvimento de diabetes e outras doenças do metabolismo.

    O estudo foi publicado no último número da revista “Nature Genetics”. Segundo explicou um dos autores do trabalho, Lorenzo Pasquali, do Instituto de Pesquisas Biomédicas August Pi i Sunyer, em Barcelona, o trabalho “ajudará a compreender, em nível molecular, por que algumas pessoas tendem a desenvolver diabetes”.

    Na investigação, Pasquali e Jorge Ferrer, do Imperial College, em Londres, conseguiram identificar o conjunto de regiões reguladoras do genoma que opera no pâncreas humano ativando todos os genes necessários para formar o órgão.

    “Algo assim como o mapa genômico global de todos os ‘interruptores de luz’ que acendem os genes necessários para construir um pâncreas”, explicou José Luis Gómez-Skarmeta, pesquisador do Centro Andaluz de Biologia do Desenvolvimento (Espanha).

    Todas as células do organismo têm a mesma informação genética, os mesmos genes, mas o que diferencia uma célula do pâncreas de uma do coração, por exemplo, é quais genes estão “acesos” em cada tecido, e essa informação procede das regiões reguladoras, disse Gómez Skarmeta.

    A segunda parte da pesquisa consistiu em “associar essas regiões com seus genes alvo”, com os quais “respondem suas instruções”, acrescentou.

    Relação com doenças humanas
    Por último, Ferrer e Pasquali relacionaram estas instruções com doenças humanas e observaram que muitas mutações associadas a doenças do pâncreas ou do metabolismo estão localizadas nas regiões do DNA que contêm a informação reguladora.

    “Essas mutações alteram o mecanismo do ‘interruptor de luz’, que não funciona bem e como consequência o gene também não funciona bem no pâncreas e provoca diabetes ou outros problemas”, conclui Gómez-Skármeta.

    Para entender a importância do estudo é preciso se partir da premissa que só 5% do DNA humano contém genes que servem para produzir proteínas. É nos 95% restantes do genoma onde é produzida a imensa maioria das mutações conhecidas que causam doenças.

    Este DNA, chamado DNA não codificante, contém sequências que permitem que uns e não outros genes se ativem em determinados órgãos. Tais sequência são chamadas ‘regiões reguladoras’. No entanto, este DNA não codificante, até pouco tempo denominado ‘DNA lixo’, foi um grande desconhecido durante muitos anos.

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  • A prática também pode fazer com que o metabolismo não acumule a gordura ingerida e, sim, utilize-a para produzir energia.

    O estudo foi conduzido pelo Instituto de Bioquímica, Ciência da Alimentação e Nutrição da universidade e divulgado na publicação científica da Federação de Sociedades Americanas de Biologia Experimental (Faseb, na sigla em inglês)

    “Aperfeiçoar o metabolismo pelo agendamento cuidadoso das refeições, sem limitar o conteúdo do cardápio diário, pode ser usado como ferramenta terapêutica para prevenir a obesidade nos humanos”, afirmou professor Oren Froy, que conduziu o estudo.

    Pesquisas anteriores afirmavam que alimentar mamíferos com uma dieta rica em gordura prejudica o metabolismo e leva à obesidade.

    No entanto, os cientistas israelenses queriam determinar o efeito de combinar os alimentos gordurosos com um controle rígido do horário e da duração das refeições.

    A hipótese estudada era a de que comer sempre na mesma hora regularia o relógio biológico e reduziria os efeitos da gordura que, em circunstâncias normais, causaria obesidade.

     
    Aproveitamento da gordura

    Para comprovar a teoria, os pesquisadores alimentaram quatro grupos de ratos com dietas muito ou pouco gordurosas durante 18 semanas.

    No grupo de controle, os animais comiam alimentos ricos em gordura na mesma hora e durante o mesmo período de tempo todos os dias.

    Os outros ratos foram divididos em grupos que comiam pouca gordura em horários fixos, pouca gordura sem horários fixos (na quantidade e frequência que escolhessem) e muita gordura sem horários fixos.

    Ao concluir o experimento, a equipe do professor Froy percebeu que todos os quatro grupos de ratos haviam engordado, principalmente os que comiam gordura sem horários fixos.

    No entanto, os ratos que comiam gordura em horários controlados ganharam menos peso até do que aqueles que tinham ingerido pouca gordura, apesar de ambos terem consumido a mesma quantidade de calorias totais.

    Os ratos com horários controlados também desenvolveram um estado metabólico especial, em que as gorduras ingeridas não eram acumuladas, e, sim, utilizadas pelo organismo para produzir energia os períodos entre as refeições.

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  • Uma pesquisa divulgada pelo jornal “Daily Mail” aponta que o segredo para uma vida longa e próspera é bem simples. De acordo com o cientista Michael Mosley, basta comer menos ou fazer jejum.

    De acordo com o estudo, a taxa metabólica – quantidade de energia que o corpo usa para se manter funcionando – é um fator de risco para morte precoce.

    Por isso, a única maneira de prolongar a vida, segundo Mosley, é com uma dieta de até 600 kcal por dia, divida em três refeições. Essa quantidade é menos de um terço do indicado normalmente pelos nutricionistas.

    “O envelhecimento acontece devido a uma elevada taxa metabólica, que aumenta o número de radicais livres. Se você insistir em uma dieta de baixa caloria ou em jejum, vai fazer com que seu organismo se adapte e tenha um metabolismo baixo”, explicou.

    O jornal ainda apontou uma pesquisa do Instituto de Saúde do University College de Londres que afirma que, se as pessoas comessem 40% menos, poderiam viver até 20 anos a mais.

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  • Dentro dos tribunais médicos, nenhuma condição coleciona tantas denúncias como a de ficar acima do peso. A obesidade ganhou status de doença epidêmica e já foi incriminada como coautora de males que vão de infartos e derrames a tumores. Agora, surgem provas que condenam de vez os quilos a mais por sua ligação com o comprometimento do aparelho respiratório. O acúmulo de gordura, especialmente a que se aloja no ventre, atrapalha a atividade dos pulmões, agravando quadros bastante comuns, como asma, bronquite crônica e até pneumonia — uma das principais causas de internação no Brasil, independentemente do peso.

    As últimas evidências desse elo vêm de um trabalho recém-concluído na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, que avaliou o impacto da gordura abdominal sobre a função pulmonar de 80 mulheres sem sintomas de problemas respiratórios — só 30% delas eram magras; a maioria se encontrava acima do peso. “As voluntárias obesas tinham uma menor capacidade de expansão dos pulmões e um menor volume de reserva respiratória, ou seja, quando elas expiravam, esses órgãos ficavam com uma quantidade inferior de ar”, resume os achados o pneumologista Roberto Stirbulov, presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia e orientador do estudo.

    Em termos práticos, isso não significa apenas menos gás para subir uma escada ou praticar um esporte, algo vivenciado por qualquer gordinho sedentário. “Se já houver algum problema nos pulmões, o excesso de gordura tende a potencializálo”, aponta Stirbulov. E, seguindo essa lógica, ficaria mais difícil se recuperar e preservar o fôlego e a qualidade de vida.

    A barriga pressiona literalmente os órgãos que regem o sistema respiratório. “O excesso de gordura no abdômen eleva o diafragma, o músculo da respiração, e aperta a caixa torácica. Com isso, diminui a reserva de oxigênio destinada às situações de maior desgaste”, explica o pneumologista Mauro Gomes, do Hospital Samaritano de São Paulo. Quem sofre mais é a base dos pulmões, que fica hipoventilada. “Essas áreas que permanecem com menos ar são mais suscetíveis a infecções”, diz Stirbulov. Aí, se uma pneumonia dá as caras, a probabilidade de ela progredir é bem maior.

    O cenário fica preocupante para as vias aéreas se levarmos em conta que, de quebra, os quilos indesejados abalam nosso escudo natural contra vírus e bactérias. “Já está comprovado que a obesidade enfraquece o sistema imune, contribuindo, assim, para as infecções respiratórias”, afirma a endocrinologista Claudia Cozer, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. E a gordura na linha da cintura exerce uma participação ainda mais maléfica. É que o tecido adiposo no interior do abdômen libera substâncias que incentivam processos inflamatórios. Esse fenômeno não só deprime as defesas como tem repercussões diretas na árvore respiratória. Quando já há uma inflamação nesses domínios — situação típica da asma, da bronquite e da doença pulmonar obstrutiva crônica, a DPOC —, as moléculas fabricadas pela barriga lançam mais lenha no incêndio, aumentando a frequência, por exemplo, de crises de falta de ar.

    “O obeso carrega mais substâncias inflamatórias e elas têm uma ação tanto sistêmica como local”, diz o educador físico e epidemiologista Clóvis Arlindo de Sousa, doutor pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. “Sabemos que uma das principais moléculas envolvidas com a inflamação na asma é produzida pelas células de gordura”, completa. Não é que os quilos a mais levem a esse distúrbio, mas, sim, um indício de que eles podem torná-lo mais grave e resistente aos tratamentos.

    Sousa analisou recentemente, em um levantamento com 1 185 crianças e adolescentes da cidade de São Paulo, quais são os fatores relacionados à ocorrência de doenças respiratórias. Adivinhe quem está nessa lista. É claro, a obesidade, que não financia confusão apenas no território pulmonar. “O dado mais surpreendente do estudo foi a associação entre excesso de peso e sinusite”, revela o pesquisador.

    Como será que a gordura de sobra contribuiria para seios nasais congestionados e irritados? Há possíveis explicações, como o próprio estado de inflamação instaurado pela obesidade. “Também pensamos em uma ligação com o refluxo gastroesofágico, problema de maior propensão entre indivíduos acima do peso”, diz Sousa. “Ora, o retorno do conteúdo gástrico agride a mucosa do nariz e dos brônquios, estimulando o problema”, explica. Não dá para descartar também a possibilidade de o refluxo colaborar para outros distúrbios do sistema respiratório, principalmente entre crianças gordinhas.

    Você já deve imaginar o que é indispensável para ganhar mais fôlego e ainda soprar para longe os sintomas e as consequências de um problema respiratório apoiado pelo excesso de peso. Sim, é a tão receitada atividade física regular, realizada de preferência com a orientação e o acompanhamento de um professor e em um ambiente mais úmido e sem tanta poluição. Ela é decisiva para eliminar os quilos extras e todas as desordens atreladas a eles. Por isso, proporcionam qualidade de vida aos portadores de asma, bronquite e até mesmo DPOC, mal causado por anos de tabagismo.

    “A perda de peso reduz os hormônios de ação inflamatória liberados pelas células gordurosas e promove uma melhora na função pulmonar”, explica o pediatra José Dirceu Ribeiro, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. O médico comanda uma linha de pesquisa que investiga o elo entre obesidade e asma, o distúrbio respiratório mais afetado pela gordura de sobra. Em um trabalho finalista do último Prêmio SAÚDE, sua equipe já havia demonstrado os efeitos da natação no controle da encrenca em crianças. “Com exercício e emagrecimento, é possível diminuir até as doses dos remédios para o problema”, diz Ribeiro. Ele e seus colegas estão de olho agora em novas provas do poder terapêutico da atividade física sobre as vias aéreas. É a ciência justificando aquele velho conselho de estimular a prática de um esporte desde cedo para ajudar a criar um planeta menos gordo e que respire melhor.

    O peso na alergia

    O acúmulo de gordura no corpo interfere na regulação do sistema imunológico, especialmente se o ganho de peso começou lá na infância. “A prevalência de indivíduos atópicos, aqueles com alta sensibilidade a substâncias que disparam reações alérgicas, é de entre 6 e 10% na população geral”, conta o epidemiologista Clóvis de Sousa. “Mas, entre os obesos, esse número pula para 20 e 25%.” Não à toa, eles sofrem mais com transtornos de fundo alérgico, como asma, rinite e bronquite.

    Alvo fácil da gripe

    Já reparou que os obesos estão no grupo de prioridade para a vacinação contra o vírus influenza, o causador da gripe? Essa medida não é à toa. “O excesso de peso prejudica a imunidade, principalmente a produção de anticorpos contra o vírus”, explica Nancy Bellei, médica consultora da Sociedade Paulista de Infectologia. A vacina é crucial, portanto, para levantar as defesas mais debilitadas.

    Pulmões sob pressão

    Por que a barriga atrapalha a função deles e predispõe a doenças respiratórias

    1– A gordura abdominal excessiva promove uma reforma nada bem-vinda à região da caixa torácica. Ela eleva o diafragma e pressiona a base dos pulmões, que fica hipoventilada, ou seja, menos abastecida de ar. Esse abalo na função pulmonar diminui o fôlego e prejudica a reação diante de eventuais infecções, o que facilitaria pneumonias.

    2- O tecido adiposo da barriga ainda libera substâncias inflamatórias que, trafegando pela circulação, podem ancorar nos pulmões, estimulando processos inflamatórios já existentes — como os que ocorrem na asma e na bronquite. As crises de falta de ar tornam-se, então, muito mais graves e frequentes.

    Os emagrecedores e a hipertensão pulmonar

    Havia uma história de que os remédios que inibem o apetite poderiam provocar essa doença rara, porém altamente letal, marcada pelo aumento da pressão dentro dos vasos dos pulmões. O que há de verdade nisso? “De fato, temos relatos de medicamentos dessa classe ligados ao problema, mas eles já foram retirados do mercado”, conta o pneumologista Rogério de Souza, do Instituto do Coração de São Paulo. “As novas drogas, porém, não mostraram oferecer esse risco”, diz. Ainda assim vale o recado: nada de se automedicar.

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  • Se quer emagrecer, há várias maneiras de perder peso e massa gorda, um deles é aumentando o metabolismo! Sabe que existem vários métodos para aumentar o metabolismo? Sabia que há esperança para si, mesmo tendo um metabolismo lento?
    Existem várias formas de aumentar o metabolismo e algumas desses métodos são fáceis de integrar no seu dia a dia.
    Vai ficar a saber de 5 dicas para aumentar o metabolismo para poder queimar mais calorias e perder peso mais rápido, ficando mais perto do seu corpo de sonho!

    Exercícios cardiovascular

    O primeiro método para aumentar o metabolismo e perder peso é fazendo exercício cardiovascular. Quando faz exercício cardiovascular o corpo começa a queimar muitas calorias e começa a consumir a gordura armazenada no corpo. Pode fazer uma variedade de exercício cardiovascular, desde correr, ciclismo, elíptica, natação ou mesmo caminhara. O importante é puxar os limites do corpo.
    Deve fazer exercício de 3 a 5 vezes por semana e cada sessão deve durar entre 30 e 45 minutos para ter os melhores resultados.

    Treino de Musculação

    A segunda maneira é fazer algum levantamento de pesos. Sim, o levantamento de pesos ajuda não só a crescer os músculos mas também é uma maneira fantástica para ajudar a perder peso. Cada quilo de músculo que ganha vai gastar mais 120 calorias por dia. Isto significa que se ganhar 4 kilos de massa muscular, o seu corpo gasta mais 480 calorias por dia, mesmo sem fazer nada porque estas calorias são utilizadas para manter o musculo.

    Deve fazer musculação 2 vezes por semana deve exercitar todos os músculos do corpo. Deve exercitar o corpo todo para ter os maiores benefícios em termos de queimar gordura, e dê atenção especial às pernas, porque estas tem uma grande facilidade de ganhar muita massa muscular!

    Musculação de alta intensidade

    A terceira técnica para aumentar o metabolismo é fazendo treinos de musculação de alta intensidade. O treino de musculação normal é bom mas os resultados podem ser aumentados. A musculação de alta intensidade envolve treinos com super-séries, séries em pirâmide e séries gigantes. Este tipo de treino avançado pode ser integrado no seu treino depois de 6 a 8 meses de musculação normal.
    Este tipo de treino de musculação avançado permite aumentar o metabolismo e perder gordura e emagrecer pois o metabolismo aumenta durante 16 horas, queimando mais calorias e gorduras.

    Comer mais vezes as dia

    Outra maneira de perder peso aumentando o metabolismo é comendo mais vezes ao dia! É estranho porque ouvimos em todo o lado que se quiser emagrecer tem de comer menos.
    O importante aqui é comer refeições mais pequenas e mais saudáveis. Isto pode aumentar bastante o metabolismo por causa do efeito térmico da comida. Cada vez que ingerimos alimentos, o nosso metabolismo acelera. Assim se comermos6 pequenas refeições por dia, isto vai fazer o metabolismo aumentar 6 vezes ao dia!

    Mais proteína em vez de hidratos de carbono

    Comer mais alimentos com proteínas em vez de hidratos de carbono faz aumentar o metabolismo e perder peso e gordura. Isto acontece porque o organismo utiliza mais calorias ao metabolizar proteínas comparado com os hidratos de carbono. Tente comer mais carnes magras como o frango, peru e peixe em vez de comer carne de porco ou de vaca.

    Agora ficou a saber 5 dicas para perder peso aumentando o metabolismo. Cada método ajuda o seu corpo a queimar mais calorias e se combinar as 5 técnicas vai perder muita gordura e emagrecer para ter mais saúde e o corpo que sempre quis! Uma coisa importante de que se deve lembrar é que quando você aumenta a sua massa muscular o seu IMC ou Índice de Massa Corporal pode ficar mais estático, porque o músculo pesa mais que a gordura, isso é normal!

    Aumentar o metabolismo e emagrecer não é difícil. É muito difícil faze-lo quando não sabe como o fazer, mas agora que sabe estas 5 estratégias deve começar a implementá-las para começar a perder peso já!

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  • Um estudo publicado na revista científica Cell Metabolism pode ajudar a explicar por que é tão difícil seguir uma dieta de emagrecimento.
    Segundo a pesquisa, quando se passa fome, os neurônios responsáveis por regular o apetite passam a comer partes deles mesmos.
    Os cientistas acreditam que isso aconteceria porque após um período de jejum e o uso emergencial de reservas de gordura, o corpo receberia um sinal de que há uma falta de comida e faria com que as células se alimentassem delas mesmas.

    Os experimentos realizados com camundongos em laboratório revelaram que o ato de “autocanibalismo” destas células gera a liberação de ácidos graxos, que por sua vez resulta em níveis mais altos de uma substância química no cérebro (a proteína agouti, AgRP) que estimula o apetite.

    Um dos responsáveis pelo estudo, o pesquisador Rajat Singh, do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York, acredita que remédios que interfiram neste processo de autofagia das células do cérebro poderiam ajudar a tratar a obesidade, fazendo com que as pessoas sintam “menos fome e queimem mais gordura”.

    Segundo ele, quando a autofagia foi bloqueada nos neurônios dos camundongos, os níveis de AgRP não se elevaram em resposta à fome e os níveis de outro hormônio, o hormônio estimulante dos melanócitos, permaneceram altos. Esta alteração na química do corpo levou os camundongos a ficarem mais magros, já que eles comiam menos após um período de jejum e gastavam mais energia.

    Por outro lado, Singh explicou que níveis cronicamente altos de ácidos graxos na corrente sanguínea, como acontece em pessoas com dietas ricas em gordura, podem alterar o metabolismo dos lipídios, “criando um circulo vicioso de superalimentação e equilíbrio de energia alterado.”

    O estudo também pode ajudar a explicar por que o apetite tende a diminuir com a idade, já que as células de um corpo mais idoso não conseguiriam realizar a autofagia tão bem.

    Fonte:BBC

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  • Esta pergunta é feita praticamente por todas as pessoas que me procuram para emagrecer. Em seguida, geralmente vem à afirmação: “Eu tenho o metabolismo lento”.

    Muitos não tem certeza, mas pelo fato de não estar eliminando peso já “culpam” o metabolismo. Diante disso é preciso analisar se realmente a pessoa está seguindo a proposta alimentar corretamente.

    Uma forma de acelerar o metabolismo é praticando exercícios regularmente, assim se gasta mais calorias. Comer várias vezes ao dia também, pois o organismo a cada 2 ou 3 horas (depende do intervalo das suas refeições), estará trabalhando para fazer a digestão e queimar as calorias e assim se torna mais ativo.

    Alguns alimentos considerados como termogênicos, de acordo com alguns estudos, também provocam um gasto calórico, mas na minha opinião seria necessário um consumo elevado para que esse gasto fosse relevante.

    Outra situação muito comum que acontece é a seguinte, o indivíduo faz uma restrição calórica excessiva quando começa uma dieta, querendo obter o emagrecimento o quanto mais rápido possível, no início o organismo responde bem, mas com o passar do tempo, começa estacionar, ou seja, entra no efeito platô, porque ele se acostuma com aquela quantidade ingerida, só que o indivíduo não tem o que fazer, pois não tem como diminuir ainda mais as calorias.

    Nessa situação o melhor a fazer é aumentar as calorias e depois de um tempo diminuir devagar.

    Por isso muito cuidado com dietas muito restritas e não almeje eliminar peso muito rápido, o correto é que a redução de calorias aconteça aos poucos, até que se conquiste a meta de peso.

    Medicamentos, alterações na tireóide, estresse e outros fatores também podem alterar o metabolismo, por isso, analise bem se realmente o seu metabolismo é lento e faça as atitudes ou tratamento correto para acelerá-lo.

    Fonte Cyberdiet

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  • Dia-Mundial-de-Combate-ao-Diabetes-doenca-fotoDia Mundial de Combate ao Diabetes é comemorado neste sábado (14)

    Neste sábado (14) é comemorado o Dia Mundial de Combate ao Diabetes. Desta forma, o R7 aproveita a data para mostrar dados sobre a doença no país e, mais do que isso, oferecer informação e dicas de alimentação e atividades para tem o diabetes ou quer se prevenir.

    Existem dois tipo de diabetes, o tipo 1, que surge quando o organismo deixa de produzir a insulina, ou a produz apenas em uma quantidade muito pequena, provocando o aumento do nível de açúcar no sangue (glicemia). E o diabetes tipo 2, quando há produção de insulina pelo pâncreas, mas as células musculares e adiposas (de gordura) não conseguem absorvê-la. No primeiro caso, é preciso tomar injeções diárias de insulina para regularizar o metabolismo do açúcar.

    No segundo, mesmo com um fator hereditário maior do que no tipo 1, sabe-se que há uma grande relação com a obesidade e o sedentarismo. Estima-se que 60% a 90% dos portadores do diabetes tipo 2 sejam obesos.

    Há ainda outros tipos de diabetes menos comuns: o diabetes gestacional (alteração das taxas de açúcar no sangue detectada pela primeira vez na gravidez, mas que pode persistir ou desaparecer depois do parto) e o diabetes secundário ao aumento de função das glândulas endócrinas (em casos de tireóide, problemas na supra- renal e na hipófise ou em tumores no pâncreas).

    Os principais sintomas do paciente diabético são sede, fome e urina em excesso, emagrecimento, visão embaçada, infecções repetidas na pele ou nas mucosas, machucados que demoram a cicatrizar, cansaço inexplicável e dores nas pernas, entre outros.

    Brasileiro diabético tem peso normal

    A OMS (Organização Mundial de Saúde) e a IDF (Federação Internacional para o Diabetes) estimam que, pelo menos, metade de todos os casos de diabetes tipo 2 no mundo poderiam ser prevenidos se fosse evitado o ganho de peso excessivo.

    No entanto, pesquisa recente divulgada no 11º Congresso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, em São Paulo, revelou que entre os 21 milhões de brasileiros diabéticos – 11% da população – a maioria apresenta diabetes tipo 2 e, ao contrário do que poderia parecer, 67,6% tem peso normal ou sobrepeso, mas não são obesos. A pesquisa ainda apontou que dentro dessa população, 78% está concentrada na classe C, D e E.

    O novo perfil do brasileiro diabético, portanto, condiz ao cidadão de baixa renda com peso normal, ou seja, a maioria da população.

    Fonte R7

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  • Dicas, Medicina 06.11.2009 No Comments

    Cerveja-estresse-fotos-duas-latas

    Ratos que tomaram quantidade adequada da bebida ficaram menos estressados

    O consumo regular e responsável de cerveja diminui o estresse e melhora a eficiência do metabolismo (conjunto de reações químicas que ocorrem no nosso corpo) em dietas ricas em gordura. A informação é de um estudo apresentado nesta sexta-feira (6) no Chile.

    O estudo demonstra que ratos de laboratório que tomaram quantidades de cerveja de acordo com os padrões internacionais de “consumo responsável” ficam menos estressados e metabolizam melhor os carboidratos. Segundo os pesquisadores, para uma pessoa adulta o consumo responsável é de duas latas ou 0,7 litro por dia.

    A pesquisa, desenvolvida entre agosto de 2008 e agosto de 2009, foi realizada em Santiago do Chile pelo Instituto de Ciências da Faculdade de Medicina Clínica Alemã-Universidade do Desenvolvimento, liderada por sua diretora, Paulette Conget.

    Para avaliar o efeito do estresse sobre os ratos, os pesquisadores deram a um grupo de animais dez gotas diárias de cerveja durante três meses e meio, enquanto outro grupo teve sua dieta normal mantida. Ao passarem por um estresse controlado depois desse período, os ratos que tinham consumido cerveja apresentaram menores níveis de excitação emocional que os que não haviam consumido.

    Já para analisar o efeito sobre o metabolismo, alguns ratos foram alimentados com uma dieta normal e outros com uma dieta rica em gordura, e a metade dos indivíduos de cada grupo recebeu dez gotas diárias de cerveja. Os ratos que consumiram a dieta rica em gordura e cerveja subiram menos de peso que aqueles que foram submetidos à mesma dieta, mas não ingeriram essa bebida alcoólica – apesar de o acesso a água e comida ser livre e sua atividade física ser a mesma.

    Fonte R7

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