• Dicas, saúde, Sono 20.10.2018 No Comments

    Uma das condições que mais aparecem ou se agravam durante o climatério é a insônia. Calcula-se que 60% das mulheres nessa fase chegam a encará-la. Há vários motivos para isso, a começar pelas mudanças na bioquímica cerebral. Os fogachos também têm sua parcela de culpa, pois os calorões noturnos seguidos de calafrios não raro atrapalham o sono.

    É um efeito dominó que abre caminho ao cansaço, ao desânimo e até ao ganho de peso. “Acordar cansada e irritada compromete o bom funcionamentos de hormônios como a grelina e a leptina, responsáveis pela fome e pela saciedade”, explica a médica Mariana Halla, diretora da Sociedade Brasileira para Estudos do Envelhecimento.

    O que os especialistas recomendam para driblar a insônia

    Deitar-se na cama apenas para dormir e evitar usá-la para atividades como ler, comer ou ver televisão;
    Manter o quarto livre de luzes ou ruídos;
    Não fazer atividade física intensa muito tarde;
    Jantar mais cedo e priorizar refeições leves para o corpo não ficar encarregado com uma baita digestão;
    Maneirar no celular à noite, já que a luz azulada da sua tela atrapalha a produção de melatonina, hormônio que prepara o corpo para o sono.

    “Em alguns casos, as terapias de reposição hormonal também ajudam a solucionar os problemas de insônia”, aponta o ginecologista Márcio Coslovsky, membro da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia.

    Lembre-se: se a dificuldade para pegar no sono ou mantê-lo ao longo da madrugada se tornar persistente, converse com o médico. Há tratamentos especialmente destinados a corrigir a situação.

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  • foto-imagem-Menstruação-tenista
    O impacto do ciclo menstrual no desempenho das atletas é o “último tabu” do esporte, opina a ex-tenista britânica (e ex-número 1 do país) Annabel Croft. Ela declarou à BBC Radio 5 que as mulheres “sofrem em silêncio”.O comentário se referia à derrota, na primeira rodada do Aberto da Austrália, na terça-feira, da também britânica Heather Watson, que admitiu que não se sentiu bem durante a partida.

    — Acho que é apenas uma dessas coisas que eu sinto, coisas de menina.

    A jogadora de 22 anos contou que sentiu tontura, náusea e falta de energia na partida, que perdeu por 6-4 e 6-0 para a búlgara Tsvetana Pironkova.

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    Ela pediu ajuda médica no final do primeiro set e estava visivelmente abatida nos últimos sete games, vencidos por Pironkova.

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    Após a derrota, Watson afirmou que “se sente assim às vezes”.

    ‘Corajosa’

    “Vou ao médico depois, para ver se há algo que eu possa fazer para me ajudar em momentos como este no futuro.”

    Annabel Croft descreveu os comentários de Watson como “corajosos” e afirmou que as mulheres “se identificam totalmente” com esses sintomas.

    — Os problemas mensais das mulheres são um dos temas que são varridos para baixo do tapete, um grande segredo. Para as mulheres, ter de lidar com eles já é difícil o bastante, mas tentar jogar um esporte de alto nível em um dos momentos mais cruciais do calendário (esportivo) é uma falta de sorte. Acho que as mulheres sofrem em silêncio quanto a isso. É um tema que sempre foi tabu.

    Watson disputou o primeiro Grand Slam da temporada, em Melbourne, pouco depois de ter conquistado seu segundo título da WTA, na semana passada, e estando em 38º lugar no ranking feminino.

    — É muito frustrante, especialmente no momento em que eu realmente quero toda a minha energia e estar em 100% (da forma). Mas acontece. É uma pena e uma droga.

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  • Saiba tudo sobre essa doença e os danos que ela pode causar na sua saúde! Conheça os sintomas e os tratamentos mais indicados!

    Para ficar bem consigo mesma e com a saúde em dia, uma mulher precisa se cercar de todos os cuidados. Por isso, a visita ao ginecologista deve ser feita duas vezes ao ano e ao sinal de qualquer alteração, as providências devem ser tomadas imediatamente. Dependendo da intensidade do distúrbio, as conseqüências podem ser drásticas, como é o exemplo do mioma uterino, que pode, no seu mais alto grau, causar a infertilidade. Mas, se diagnosticado rapidamente, o quadro pode ser revertido com um simples remédio.

    Conheça melhor este assunto:

    – O mioma uterino é um tumor não cancerígeno que surge no nosso útero;

    – Eles se dividem em três grupos: Subserosos (no lado de fora do útero), Intramurais (na musculatura do útero) e Submucosos (dentro da cavidade do útero);

    – O seu tamanho é variável, dependendo da gravidade do problema;

    – Apesar de muito pequena, há chance deste mioma se transformar em um câncer. De acordo com pesquisas, esta possibilidade varia de 0,3 a 0,5%;

    – A sua principal causa é mesmo a genética;

    – Os sintomas são: Cólicas fortes e menstruação prolongada e irregular;

    – O mioma pode ser diagnosticado através de exames de imagem como a ultrassonografia e a ressonância magnética;

    – Os tratamentos mais indicados são: Medicamentos, quando o mioma é pequeno, ou cirurgias, nos casos mais graves;

    – Existe, sim, a possibilidade da retirada total do útero, porém, isso só acontece quando a mulher já tem uma família constituída ou quando a quantidade de miomas é tão grande que os sintomas se potencializam muito.

    Fonte  Sua Dieta

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