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Chip que detecta gripe em até 10 minutos

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Sensor aumenta precisão na detecção de vírus em até 10 mil vezes.
Custo de chip é de US$ 0,40, de acordo com pesquisadores.

Cientistas das universidades de Waseda, Tóquio e Hokkaido, as três do Japão, desenvolveram um chip que é capaz de detectar o vírus da gripe com uma precisão até 10 mil vezes maior que os meios tradicionais de diagnóstico.

Um sensor, instalado no chip, possibilita aos usuários saber se o vírus relacionado com a gripe está em seu corpo apenas com a análise da mucosa. A tecnologia permite a identificação da doença em apenas dez minutos e é capaz de detectar até 15 diferentes cepas da gripe a partir de uma pequena amostra de fluido nasal, mais especificamente com apenas uma gota.

De acordo com a equipe de cientistas, a tecnologia pode ajudar a diminuir o potencial de propagação da gripe, que é facilmente transmitida entre pessoas. Os pesquisadores esperam comercializar esses sensores para centros médicos e clínicas particulares em até cinco anos. A estimativa de preço de produção para cada chip é de US$ 0,40, segundo os cientistas.

A gripe é uma doença grave, contagiosa, causada pelos vírus influenza (A, B ou C). O resfriado é menos agressivo e de menor duração, causado por um rinovírus (com seus vários tipos).

Os sintomas da gripe muitas vezes são semelhantes aos do resfriado, que se caracterizam pelo comprometimento das vias aéreas superiores (congestão nasal e coriza), tosse, rouquidão, febre, mal-estar, dor de cabeça e no corpo. Mas, enquanto a gripe pode deixar a pessoa de cama, o resfriado geralmente não passa de tosse e coriza.

A transmissão ocorre quando as secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada são transmitidas para outra por meio da fala, da tosse, do espirro ou pelo toque, levando o agente infeccioso direto à boca, olhos e nariz do receptor.

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Doenças da DST – Novo tipo de gonorreia pode matar em poucos dias

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A maneira mais eficaz de se proteger contra as DSTs é usando o preservativo

 

Estudiosos alertam especialistas na área médica para a existência de um novo tipo de gonorreia (doença sexualmente transmissível), que pode matar em poucos dias.

O principal responsável pelo estudo é o cientista Alan Christianson, fundador do centro de pesquisa Integrative Health Care. Em entrevista ao site CNBS ele afirmou que a espécie identificada como HO41 é muito perigosa, tendo efeitos semelhantes aoS da Aids.

[adrotate banner=”2″]Atuando no organismo de forma mais direta, a DST faz a pessoa entrar em choque e morrer em questão de dias. A doença se mostra tão perigosa quanto o vírus do HIV, que já matou cerca de 30 milhões de pessoas em todo o mundo.

A versão mais perigosa da gonorreia foi descoberta no Japão há dois anos em uma mulher de 31 anos de idade. Segundo o diretor executivo da Coalizão Nacional de Administração de DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis), William Smith, a situação só piora com o tempo, pois com o passar dos anos, a tendência é que a bactéria se torne cada vez mais nocivo ao organismo.

A maneira mais eficaz de se proteger contra as DSTs é usando o preservativo.