• Pesquisadores das universidades Cambridge e Leicester, ambas no Reino Unido, constataram que mães que passam por uma dieta alimentícia pobre durante a gravidez correm o risco de ter um bebê que pode desenvolver diabetes tipo 2 e outras doenças quando chegarem à vida adulta.

    Segundo os cientistas, a descoberta facilita a forma de identificar pessoas com mais tendência a desenvolver tais patologias, facilitando o tratamento. A investigação científica foi publicada na última semana no periódico “Cell Death and Differentiation”.

    Testes realizados em ratos apontam que os indivíduos que amamentam em mães que tiveram uma dieta pobre durante a gravidez são menos capazes de armazenar gorduras de forma correta pelo resto da vida, além de afetar a distribuição correta dessas gorduras pelo corpo. Caso contrário, elas poderão se acumular em áreas como o fígado, propenso ao desenvolvimento de doenças.

    A equipe descobriu que o processo de armazenamento de calorias é controlado por uma molécula chamada miR-483-3p, produzida em níveis elevados em indivíduos que tiveram uma dieta pobre no ventre de sua mãe.

    “Sabemos que a dieta da mãe durante a gravidez tem um papel importante na saúde da pessoa na fase adulta, mas os mecanismos do corpo que participam deste processo não são bem compreendidos. Agora, mostramos em detalhes como este mecanismo interliga uma dieta pobre a doenças que são percebidas à medida que envelhecemos”, diz Susan Ozanne, da Universidade Cambridge.

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  • O número de adultos com diabetes em todo o mundo mais do que dobrou desde 1980, chegando a quase a 350 milhões de pessoas segundo estudo divulgado na publicação científica Lancet.

    Os pesquisadores, em conjunto com a Organização Mundial da Saúde, afirmam que os índices da doença vêm aumentando em quase todas as partes do mundo nos últimos 30 anos.
    Uma das principais consequências do aumento seria a sobrecarga dos sistemas de saúde em diversos países.

    Dos 347 milhões de diabéticos, 138 milhões vivem na China e na Índia e outros 36 milhões nos EUA e na Rússia.

    Estimativas anteriores calculavam que o número de portadores da doença seria de 285 milhões.

    O diabetes pode ser o principal assunto em se tratando de saúde global na próxima década”, disse um dos autores do estudo, Majid Ezzati‘, do Imperial College de Londres.

    Ele ressalta que o estudo ainda não reflete a geração de crianças obesas ou acima do peso, portanto predispostas a desenvolver o diabetes em algum momento da vida.

    “Não chegamos ao auge desta tendência ainda. E ao contrário da pressão alta e do colesterol, ainda não temos tratamento para o diabetes”, disse ele.

    O tipo mais comum de diabetes, o 2, é associado com obesidade e um estilo de vida sedentário.

    “A menos que desenvolvamos maneiras mais eficientes para detectar pessoas com elevadas taxas de açúcar no sangue e os ajudemos a melhorar suas dietas e praticar atividades físicas para controlar o peso, o diabetes continuará a representar um peso para os sistemas de saúde em todo o mundo”, disse Goodarz Danaei, da universidade americana de Harvard, outro coautor do estudo.

    Fonte>BBC

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  • Genes que produzem pessoas magras foram associados a problemas no coração e à Diabetes do tipo 2 – condições normalmente vinculadas ao excesso de peso.

    O estudo, feito pelo Medical Research Council da Grã-Bretanha, sugere que variantes do gene IRS1 reduzem a gordura sob a pele, mas não têm efeito sobre a gordura presente nas vísceras, em torno de órgãos como o coração e o fígado – muito mais perigosa.

    O trabalho foi publicado na revista científica Nature Genetics e envolveu estudos genéticos com 76 mil pessoas.

    A associação entre as variantes genéticas e as doenças foi maior forte nos homens.

    Magros

    A chefe do estudo, Ruth Loos, pesquisadora da Epidemiology Unit do Institute of Metabolic Science, em Cambridge, na Inglaterra, disse que quando os cientistas perceberam a associação genética ficaram intrigados.

    “Fizemos uma fascinante descoberta genética”, disse Loos. E aconselhou:

    “Não são apenas os indivíduos obesos que podem estar predispostos a essas doenças metabólicas. Indivíduos magros não devem pressupor que são saudáveis com base em sua aparência”, disse Loos.
    O médico Iain Frame, diretor de pesquisas da entidade de auxílio a diabéticos Diabetes UK, disse que o estudo pode “esclarecer por que 20% das pessoas com diabetes do tipo 2 sofrem da condição apesar de terem um peso saudável”.

    (A pesquisa) “também é uma mensagem clara de que pessoas magras não podem ser complacentes em relação à sua saúde”.

    Comentando o novo estudo, o médico Jeremy Pearson, um dos diretores da British Heart Foundation, entidade britânica de combate às doenças do coração, disse:

    “Esses resultados reforçam a ideia de que, para riscos ao coração, é particularmente importante não apenas quão obeso você é, mas sim onde você deposita a gordura”.

    “A gordura armazenada internamente é pior para você do que a armazenada sob a pele”.
    “Entretanto, isto não elimina o fato de que ser obeso é ruim para a saúde do seu coração, então devemos continuar tentando ficar magros e em boa forma física”.

    Fonte: BBC Brasil

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  • Diabetes, Dicas 05.05.2011 No Comments

    O açúcar não está presente apenas em doces, frutas e refrigerantes, mas também em alimentos salgados como pães e massas, que se transformam em glicose dentro do organismo. A diferença entre eles está na velocidade com que caem na corrente sanguínea: o doce leva poucos segundos, enquanto as moléculas dos demais podem demorar até uma hora para serem quebradas.

    Apesar dos riscos, o açúcar não é apenas um vilão: a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que ele responda por 10% do consumo total de calorias diárias. Em colheres de sopa, a quantidade não deve passar de quatro, o equivalente a 50 gramas.

    Por dia, um indivíduo deve ingerir de 45% a 65% das calorias sob a forma de fibras e carboidratos complexos (batata, arroz, pães e massas), 10% de açúcares livres (de mesa, refrigerantes, sucos artificiais, doces e guloseimas), de 10% a 15% de proteínas (leites, derivados e carnes) e de 15% a 30% de gorduras. Produtos diet não contêm açúcar, enquanto os light apresentam quantidade reduzida de
    calorias e podem ser adoçados.


    O caminho do açúcar

    Quando os alimentos passam pelo intestino, onde a glicose é absorvida, há um sinal para que o pâncreas produza insulina, hormônio responsável por fazer com que a glicose que chegou à corrente sanguínea entre nas células e nos músculos do corpo, que usam o açúcar como fonte de energia.

    Quem ingere mais glicose que o necessário acaba armazenando a substância sob a forma de gordura. A insulina também faz com que a glicose entre nas células do tecido adiposo, por isso o excesso desse hormônio acarreta ganho de peso.

    Já na falta da insulina, que ocorre em diabéticos, a glicose não consegue entrar nas células e fica na corrente sanguínea, não se transformando em energia. Isso causa a hiperglicemia, ou seja, alto índice de açúcar no sangue – que também pode estar presente na urina.

    Tipos de diabetes

    Na diabetes tipo 1, um processo imunológico destrói as células que fabricam insulina. Em geral, a doença se manifesta na infância ou adolescência, e o pacientes precisam tomar insulina pelo resto da vida.

    O tipo 2 é o mais comum. Na maioria das vezes, está associado à obesidade ou à presença de gordura abdominal. Costuma aparecer depois dos 45 anos de idade. O tratamento é feito com remédios, exercícios físicos e dieta.

    A diabetes pode ser, ainda, gestacional, que aparece apenas durante a gravidez, ou decorrente do uso de medicamentos e pancreatite crônica.

    Quem é diabético deve contar todos os dias a quantidade de açúcar que consome. Também precisa controlar o açúcar contido nas frutas.

    Os sinais de alerta para a doença são: ter o problema na família, excesso de peso, vida sedentária, mais de 40 anos, pressão, colesterol e triglicérides altos, usar corticoides e anticoncepcionais e, no caso das mulheres, ter tido filhos com mais de 4 quilos, abortos ou natimortos.

    Entre os sintomas da diabetes tipo 2, estão infecções frequentes, alterações visuais, dificuldade de cicatrização de feridas, formigamento dos pés e furúnculos.

    Açúcar refinado e adoçante

    O açúcar refinado não é necessário na alimentação porque existem outras fontes mais saudáveis. O ideal é optar pelos tipos mascavo ou orgânico. Apesar disso, eles custam mais caro e adoçam menos.

    Já o adoçante é uma substância doce, mas o corpo não ganha energia com esse produto químico. Alguns estudos revelam efeitos colaterais do excesso de adoçante, como retenção de líquido e obesidade.

    Fonte: G1

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  • saúde 25.04.2011 No Comments

    A salada de bacalhau, aquela massa al dente, os frutos do mar e até mesmo a pizza não teriam um sabor tão especial sem ele: o sagrado azeite de todo dia. E não é só na mesa que essa famosa iguaria faz uma social. De médicos a curandeiros, há tempos que o azeite de oliva é apontado como um ingrediente precioso para a nossa saúde. Até na Bíblia podemos encontrar citações sobre o uso do óleo da azeitona no tratamento de doenças.

    Foi lembrando disso que a jornalista e escritora americana Cal Orey decidiu escrever o livro “O poder de cura do azeite de oliva” (R$ 29,90), editado pela Larousse e distribuído recentemente no Brasil. Entre outras boas notícias, a obra reforça que uma dieta à base de azeite de oliva extra-virgem (aquele extraído da primeira prensagem a frio das azeitonas) é o segredo da longevidade.

    Combater o colesterol, prevenir o Acidente Vascular Cerebral (AVC), reduzir a pressão arterial, aliviar dores e afastar a diabetes são alguns dos heroísmos desse benfeitor. E, como Cal Orey reitera, o azeite ainda pode ser grande praceiro na hora de cuidar da beleza e manter a forma.

    — Há poucos meses, comecei a adicionar uma colher grande de azeite à minha refeição matinal e já perdi sete quilos — revela a autora.

    Saúde

    O azeite de oliva ajuda a amenizar a dor causada por infecções na bexiga, reduz danos de hematomas, diminui o pigarro da tosse, ameniza a dor de cabeça causada pela ressaca e relaxa a musculatura em casos de tendinite.

    Beleza

    Reduz o ressecamento das cutículas das unhas; é rico em ácido graxo, dá saúde, maciez e brilho ao cabelo; pode ser usado como demaquilante para a área dos olhos; misturado à água morna, torna-se um ótimo creme de barbear; e disfarça estrias se passado nas áreas mais afetadas pelo menos duas vezes ao dia.

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  • Praticar uma atividade física duas horas e meia por semana desempenha papel essencial na prevenção do câncer, em particular do cólon e de mama, estima a OMS (Organização Mundial da Saúde), em estudo publicado nesta sexta-feira.

    O presidente da UICC (União Internacional contra o Câncer), Eduardo Cazap, diz que “25% desses tumores poderiam ser evitados”.

    De acordo com a OMS, pessoas de mais de 18 anos que fazem ao menos 150 minutos de atividade física aeróbica por semana pode reduzir o risco desses tipos de câncer e também de outras doenças, como diabetes e problemas cardíacos.

    Para crianças e adolescentes de cinco a 17 anos, a recomendação é de 60 minutos de exercícios. O papel da atividade física na prevenção desses dois tipos de doença foi provado cientificamente, lembrou Cazap.

    De acordo com a OMS, o sedentarismo é o quarto maior fator de risco de morte no mundo, mas 31% da população mundial não é fisicamente ativa.

    Segundo os dados da OMS, cerca de 460 mil mulheres morreram por câncer de mama em 2008, enquanto que 610 mil pessoas morreram por tumor colorretal.

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  • Alimentos com cereais integrais ajudam a diminuir a absorção do açúcar e, portanto, a controlar o diabetes

    Dia do Diabetes é neste domingo (14); aprenda dicas de alimentação.

    Não é fácil a vida dos diabéticos. Cheia de privações, sua dieta alimentar precisa ser leve, pobre em açúcares e rica em fibras.
    Para alertar a população sobre os perigos desta doença que se tornou um dos principais males que atingem os brasileiros, este domingo (14) foi transformado no Dia do Diabetes.

    Para quem sofre da doença, ficar longe de doces ultracalóricos é difícil, mas importantíssimo para controlar as taxas glicêmicas no organismo.

    Mas o controle não termina aí, alerta Flávia Bulgarelli, mestre em nutrição pela Escola Paulista de Medicina e integrante da Casa Movimento.

    Trocar alimentos que levam farinha branca por produtos à base de farinha integral é outra dica importante para os diabéticos. O mesmo vale para o arroz: o ideal é manter distância do tipo refinado.

    - Eles devem ainda evitar sal e alimentos ricos em gorduras trans e saturada, pois elas elevam o colesterol, aumentando as complicações. Isso significa que frituras e carnes gordas não devem fazer parte do cardápio. O mesmo vale para sorvetes de massa, bolos prontos e biscoitos recheados.

    Tirar o sal das receitas é difícil, mas não impossível. A saída é investir em temperos naturais, como alho, cebola, salsa, orégano, açafrão e outras especiarias.

    Já as verduras, os legumes e os cereais, ricos em fibras, ajudam a minimizar o impacto de substâncias que, no corpo humano, acabam tendo um efeito nocivo, afirma Fernanda.

    - As fibras, principalmente do tipo solúvel, promovem a redução da absorção de glicose pelo sangue.

    No time dos aliados dos diabéticos, estão ainda os peixes ricos em gorduras do tipo ômega (como o salmão, a sardinha, o atum, a cavalinha e o brasileiríssimo pintado).

    Entre os óleos mais indicados, estão os de canola e de linhaça, que, segundo a nutricionista, “auxiliam na prevenção do desenvolvimento da resistência à insulina”. Além disso, beneficiam o funcionamento do sistema cardiovascular e do cérebro.

    Manter uma rotina regular de exercícios físicos é outro passo fundamental para conviver com o diabetes sem drama, afirma Natalia Lautherbach, pós-graduanda em nutrição clínica e integrante da rede Mundo Verde.

    - O mesmo vale para o acompanhamento médico constante.

    Alimentos ou remédios?

    Segundo Fernanda, atualmente, a ciência tem encontrado em alimentos como a chicória, a banana [ainda verde] e a batata do tipo yacon [nativa da região andina] verdadeiros remédios no controle das taxas de açúcar sanguíneo.

    – Uma das possíveis explicações [no caso da yacon] seria a quantidade de fruto-oligossacarídeos, conhecidos como FOS, que se transformam em uma espécie de gel ao serem ingeridos. Uma vez no intestino, essa substância é capaz de retardar a absorção de glicose.

    Doce veneno

    Muita gente costuma achar que o mel está liberado. Trata-se de um engano. Faz tão mal quanto açúcar. Doce, só se for dietético, sempre feito com adoçante (aquele específico para preparo de receitas culinárias).

    À mesa, é bom trocar o tipo de produto usado para adoçar principalmente sucos, cafés e outras bebidas a cada três meses.

    Quando bater aquela vontade de comer doce, o ideal é optar por uma fruta. Em porções reduzidas, todas estão liberadas, já que são fontes de fibras. Mas, em excesso, podem aumentar a taxa glicêmica.

    Grelhadas, assadas ou fervidas com canela, maçãs, bananas e peras se tornam sobremesas bastante saborosas.

    Fonte R7

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  • Doenças, saúde 18.05.2010 1 Comment

    Endocrinologista e profissional de Educação Física alertam sobre os cuidados e destacam como a prática de exercícios pode mudar a qualidade de vida de um idoso.

    Mais do que nunca os idosos estão investindo nos avanços da medicina e em uma vida mais ativa para se manter longe dos problemas que antes eram relacionados à idade. Mas, para se viver a chamada “melhor idade” plenamente, é fundamental a prática de exercícios físicos!

    “Os benefícios de incluir atividades na sua rotina são muitos. Dentre eles, o aumento da densidade de minerais ósseos, o que auxilia no tratamento da osteoporose, por exemplo, e a conquista de mais vitalidade e força para exercer as atividades diárias, como descer e subir escadas, ir ao banheiro sozinho, sentar e levantar”, destaca Patrícia Carneiro, Gerente da A! BodyTech (Unidade Goiânia).

    E as vantagens não param por aí: “Os exercícios físicos ajudam a diminuir a intensidade de doenças cardiovasculares e hipertensão e, ainda, diminuem os riscos de infarto, derrame e diabetes, principalmente para aqueles que já apresentam pré-disposição para a doença. A melhor tática é optar pela combinação de exercícios aeróbicos com os exercícios de força”, completa o Dr. Haroldo Souza, endocrinologista.

    Se para você, os exercícios de força não combinam com este grupo de pessoas, o melhor é se atualizar. “Antigamente, a maioria dos idosos preferia exercícios mais leves, como a hidroginástica. Porém, o que temos percebido é uma migração de grande parte deles para as aulas de musculação, exatamente por indicação médica”, ressalta Patrícia.

    Segundo ela, ainda existe, sim, aquele grupo que prefere os aeróbicos, mas isto já não é uma regra, como acontecia antes: “Elevação da taxa de colesterol, triglicerídeos e ácido úrico, por exemplo, são problemas comuns na terceira de idade que podem ser combatidos apenas com este tipo de atividade. Os prediletos são exercícios na bicicleta e na esteira, a própria hidroginástica e, atualmente, aulas de ritmos, o que inclui a dança de salão”.

    E as melhoras vão além da parte física. “Com a idade, é maior o risco de depressão ou outras doenças causadas por questões emocionais. Ao se manter em plena atividade o idoso consegue espantar este tipo de doença e se mantém em contato com o mundo. Ele cuida da saúde e da mente ao mesmo tempo”, ressalta o Dr. Haroldo.

    Contudo, o Endocrinologista alerta sobre a importância de escolher uma academia que tenha infra-estrutura para este público: “Os idosos demandam uma atenção maior de seus professores. Existe o problema das cargas, que devem ser menores, o monitoramento constante da pressão, dos batimentos cardíacos, enfim, eles exigem uma série de cuidados diferenciados, típicos deste grupo. Se em uma academia normal o número de alunos é 20 por professor, ao se tratar da terceira idade deve ser 4 ou 6 por professor, por exemplo”.

    Por isso, a dica é tentar freqüentar as academias fora de seus horários de pico, aproveitando a flexibilidade de horário que este grupo de pessoas costuma ter, e se cercar de todos os cuidados necessários. “A escolha de profissionais habilitados e competentes é que garantirá que os exercícios surtirão o efeito desejado”, conclui Patrícia.

    Fonte Sua Dieta

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  • Cientistas acompanharam mais de 30 mil pessoas durante um ano. E aqueles que aumentaram o nível da vitamina no organismo passaram a ter menos hipertensão arterial, insuficiência cardíaca e infartos.

    Cientistas americanos divulgaram novos benefícios que a vitamina D pode trazer à saúde. O correspondente Rodrigo Bocardi conta, de Nova York.

    Ela é encontrada em ovos, cereais, leite, peixes e faz um bem danado. A ciência já comprovou que com a vitamina D os ossos ficam mais fortes. E sem ela há indícios de que ficam maiores os riscos de câncer, diabetes, tuberculose e esclerose múltipla.

    A novidade é que essa vitamina pode ajudar a evitar males que mais matam pessoas no mundo. Num estudo divulgado nesta segunda, cientistas americanos acompanharam mais de 30 mil pessoas durante um ano.

    E aqueles que aumentaram o nível de vitamina D no organismo passaram a ter menos hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, infartos.

    Além de ser ingerida, a vitamina D pode ser também produzida pelo nosso organismo quando entramos em contato com o sol. Não é o caso desta segunda, em Nova York, com o dia nublado. Mas ficar exposto aos raios solares para buscar a vitamina D é arriscado. Sem a devida proteção, podemos ter outros problemas, como câncer de pele.

    A doutora Nieca Goldberg, da universidade de Nova York, recomenda aos pacientes com deficiência da vitamina o consumo de suplementos encontrados nas farmácias ou nos alimentos. Mas sempre com orientação médica.

    Vitamina D demais provoca náusea, vômito, confusão mental. O melhor é, de vez em quando, fazer exames para ver como anda o nível da vitamina D no sangue. Até porque a medicina ainda não tem certeza de todos os benefícios da vitamina D.

    “São estudos recentes, com resultados promissores”, diz a médica. “Mas nós ainda não podemos dizer com certeza que esta é uma pílula mágica”.

    Fonte Jornal Nacional

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  • A Justiça Federal de Goiás proibiu ontem (27), em caráter liminar, a realização da cirurgia de redução de estômago que promete curar o diabetes até que o médico Áureo Ludovico de Paula submeta o procedimento -considerado experimental- ao Conselho Federal de Medicina e ao Conep (Comitê Nacional de Ética em Pesquisa).

    Em caso de descumprimento, Ludovico será multado em R$ 100 mil por cada cirurgia realizada em desacordo com a decisão. A técnica, conhecida como interposição de íleo, foi desenvolvida pelo cirurgião goiano e realizada no apresentador Fausto Silva. Mais de 450 pacientes já se submeteram ao procedimento. Cabe recurso.

    Enquanto aguarda a aprovação do Conep e do CFM, Ludovico só poderá realizar o procedimento em casos comprovados de urgência (como risco de morte). Essa decisão caberá a uma câmara formada por três médicos no Conselho Regional de Medicina de Goiás por determinação do juiz Urbano Leal Berquó Neto.

    A decisão atende parcialmente a uma ação do Ministério Público Federal contra o médico. O procedimento não tem aprovação do Conep e não é reconhecido nem pelo CFM nem pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica.

    A diferença dessa técnica para a cirurgia convencional está na recolocação do íleo (fim do intestino delgado) entre o duodeno e o jejuno. Ao entrar em contato com o alimento, o íleo começa a produzir GLP1 (hormônio que estimula a produção de insulina). Nos diabéticos tipo 2, a insulina está reduzida no organismo e o íleo produz pouco GLP1 porque a maior parte do alimento já foi absorvida.

    Com o reposicionamento de parte do intestino, o alimento entra em contato mais rápido com o íleo, o que pode aumentar a produção do GLP1.

    Thomaz Szegö, presidente da SBCBM, diz que ainda não há evidências que comprovem a eficácia da técnica. “A sociedade segue a lei, e a lei diz que não se pode inventar uma técnica no consultório e começar a usar nos pacientes. Não se autoriza uma técnica com pacientes operados em série, por um cirurgião que vai realizando uma operação atrás do outra.”

    Procurado pela reportagem, Ludovico disse que ainda não tinha sido notificado da decisão. Questionado sobre o pedido de autorização ao Conep, o médico disse que “essa cirurgia não é experimental, por isso não precisa de autorização.”

    Fonte Folha OnLine

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