• foto-imagem-dieta-silvestre-emagrece-desintoxica

    Disposta a fazer algumas mudanças no cardápio (trocar a carne vermelha por lentilha, nozes ou quinua, por exemplo) para aumentar o seu bem-estar e, de quebra, perder aqueles últimos quilinhos? Muito além de uma dieta da moda, o conceito Silvestre chega como um novo estilo de vida. Mas, para seguir esse tipo de alimentação, você precisa colocar no prato ingredientes no seu estado mais natural possível e que aparecem de forma espontânea no ambiente, sem intervenção do homem. Por isso, o nome silvestre.

    Mais ainda: a dieta prioriza algumas substituições como gordura saturada (carne vermelha, manteiga, fritura) pela insaturada (oleaginosas, azeite extravirgem, abacate) e evitar o excesso de carboidratos refinados (doces), além de caprichar nas doses de fibras (grãos integrais e hortaliças) e optar por alimentos ricos em antioxidantes, vitaminas e minerais (frutas e verduras).

    Aqui, Flavia Medeiros, diretora da 7 Princípios da Terra e especialista em nutrição funcional, lista os principais benefícios encontrados na Dieta Silvestre:

    Prevenção da obesidade, diabetes, doenças cardíacas e crônicas.
    Promove emagrecimento, mantém a forma e aumenta a disposição.
    Previne intoxicação alimentar e aumenta a expectativa de vida.
    Reduz risco de alergias e promove desintoxicação no corpo.
    Reduz a TPM nas mulheres e melhora a imunidade.
    Auxilia na saúde dos rins, reduz risco de câncer e protege a tireoide.

    Confira o cardápio de 1 dia

    Café da manha: Suco silvestre – 1 copo (200ml) água de coco + 2 folhas de couve + 2 rodelas de pepino + 1/2 maçã verde + 1 rodela de abacaxi. Bata todos os ingredientes no liquidificador e consuma sem coar. Para diversificar: torque a couve pelo agrião, ou espinafre, ou salsão. E a maçã verde por pera ou melão.

    Lanche da manhã: mix de nuts – 200g amêndoas + 200g nozes + 200g castanha do para + 200g castanha caju + 200g avelã + 200g uva passa preta + 200g uva passa branca + 20 ml óleo de coco.

    Misture todos os ingredientes com o óleo de coco e leve ao forno até ficarem crocantes.

    Almoço: 1 polpetone silvestre – 400g amaranto + 200g farinha de grão-de-bico + 30g alho picado +25g cebola selvagem + 5g chia (hidratada em 20ml de água por 15min) + 2g pimenta dedo de moça + 20g salsinha + 500ml agua + sal rosa a gosto. Cozinhe o amaranto na água com sal, cebola selvagem e alho. Após o cozimento completo, misture os demais ingredientes e use a chia hidratada para dar liga. Asse em forno baixo por 15min.

    Lanche da tarde: 1 porção de frutas silvestres desidratadas (gojiberry, blueberry, cranberry)

    Jantar: 1 prato de creme amarelo Silvestre – 10g manteiga ghee + 250g mandioquinha + 1 banana da terra + 25g folha de henbit + 1 col. (sopa) azeite + 200ml de água + sal rosa a gosto.

    Cozinhe a mandioquinha e a banana. Depois, bata os ingredientes cozidos no liquidificador e refogue o creme com os demais ingredientes (acrescente as folhas de henbit crua).

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    É só encarar um sanduíche saboroso e já ficamos com água na boca. Contudo, em nome da sua visão, resista e não ponha os olhos no cardápio de uma lanchonete. Deixe-os fixos nesta página com a seguinte notícia: sim, uma cintura avantajada pode favorecer o aparecimento de problemas oftalmológicos. Um exemplo recente disso vem da Universidade de Colônia, na Alemanha, onde 1 147 vítimas da degeneração macular relacionada à idade (DMRI) foram comparadas a 1 773 pessoas livres dela. Após observar dados sobre a forma física dos voluntários, os pesquisadores revelaram que os obesos têm um risco 44% maior de sofrer com essa doença. “Mostramos que existem hábitos além do tabagismo capazes de estimular o desenvolvimento da DMRI”, diz o oftalmologista Sascha Fauser, autor do artigo.

    O que é a degeneração macular relacionada à idade?

    Resposta sem pestanejar: trata-se de uma degradação da mácula, a porção central da retina, que se traduz em uma mancha no meio do campo de visão. Agora, difícil é escrever uma frase que explique por que uma barriga saltada abre as portas para essa chateação, a principal causa de cegueira em sujeitos acima dos 50 anos. “A obesidade comumente provoca alterações no metabolismo que podem danificar vasos sanguíneos, entre eles os que nutrem a mácula”, arrisca Rubens Belfort Neto, oftalmologista da Universidade Federal de sçao Paulo (Unifesp). A endocrinologista Cíntia Cercato, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (abeso), levanta outra hipótese: “O excesso de peso está associado a uma maior concentração dos chamados produtos de glicação avançada. E essas moléculas disparam reações que afetariam a retina”.

    Um perigo para os diabéticos

    Tem mais. Os tais produtos de glicação avançada atingem níveis estratosféricos em gente com diabete descompensado, uma pane ligada aos pneus de sobra. Ou seja, obesidade gera diabete, que geraria DMRI. Aliás, o excesso de açúcar na circulação desencadearia outros males oftalmológicos. “Sabemos, entre outras coisas, que os diabéticos têm maior probabilidade de serem diagnosticados com catarata”, aponta Tiago Prata, oftalmologista da Unifesp e diretor clínico do Hospital Medicina dos Olhos, na Grande São Paulo. Isso porque doses elevadas de glicose deixam o cristalino, a lente natural dos olhos, opaca – aí a visão embaça.

    O ronco na mira

    Outra enfermidade deflagrada pelos acúmulos gordurosos é a apneia do sono, que promove barulhentas interrupções na respiração durante as horas dormidas. E, que fique claro, não estamos mudando completamente de assunto, “Hoje em dia, esse distúrbio é considerado um fator de risco para o glaucoma, uma lesão no nervo óptico que começa comprometendo a visão periférica”, contextualiza Prata. De novo, não se sabe ao certo o motivo por trás, embora há quem acredite que a menor presença de oxigênio no sangue típica da apneia repercuta nos globos oculares. Diante disso tudo, melhor por os olhos em opções menos engordativas do que num X-tudo.

    Quando problemas de visão nos fazem engordar

    Os sintomas de glaucoma, catarata e afins dificultam a prática esportiva – enxergar uma bola, os adversários e os companheiros faz parte da dinâmica de várias modalidades. Como resultado, seus portadores não raro caem no sedentarismo, um patrocinador de abdomens inflados. Para contornar esse cenário, o ideal é tratar direitinho seu quadro e, se for o caso, buscar exercícios que dependam menos de uma visão aguçada.

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    O diabete se expande pelo mundo num ritmo tão acelerado que em breve pode ganhar o funesto status de epidemia. No mundo todo, são 347 milhões de diabéticos, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Aqui no Brasil, 7,4% da população sofre com a doença, de acordo com pesquisa do Ministério da Saúde realizada em 2012. São números elevados e preocupantes porque o diabete é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares e a principal causa de cegueira e falência dos rins, por exemplo. Não menos importante é a relação entre o distúrbio e a amputação de membros, do qual ele é o maior responsável.

    A relação se explica porque todas as células do corpo são afetadas pelo alto índice glicêmico do diabético, incluindo as da pele. Essas alterações fazem com que haja maior propensão a sofrer lesões e à incidência de doenças como infecções por fungos e bactérias na pele. Se não forem observados e tratados corretamente, esses problemas podem evoluir e resultar em amputação.

    Por que a pele do diabético é diferente?

    Existem dois tipos de diabete. O tipo 1 é uma doença autoimune manifestada mais frequentemente entre crianças e adolescentes. Nela, a parte do pâncreas que produz insulina é atacada pelo próprio organismo e a pessoa precisa de doses diárias de insulina. O tipo 2, o mais comum na população, é uma doença crônica caracterizada pela resistência à ação da insulina e pela queda na sua produção. Os fatores de risco para o seu surgimento são obesidade, sedentarismo, herança genética, hipertensão, tabagismo, ovário policístico, e colesterol e triglicérides altos.

    Nos dois casos, a ausência ou insuficiência de insulina faz com que a glicose não entre nas células e o açúcar fica de fora, sobrando na circulação. “A insulina é muito importante para a pele porque ajuda, por exemplo, no crescimento dos queracinócitos, as células da pele”, explica a dermatologista Flávia Ravelli, de São Paulo. Para a pele, essa alta taxa glicêmica, portanto, acarreta diversas consequências, como explicam, a seguir, Flávia e a endocrinologista Denise Reis Franco, de São Paulo.

    Mais fina e menos elástica

    Com o crescimento dos queracinócitos prejudicado, a pele perde espessura e elasticidade.

    Cicatrização lenta

    A glicemia alta provoca uma reação inflamatória nos vasos sanguíneos. “Enquanto nos vasos grandes a possível consequência dessa inflamação é a doença cardiovascular, no caso dos vasos pequenos, que nutrem a pele, ela prejudica a irrigação”, explica Denise. Assim, a cicatrização de lesões na pele é mais lenta.

    Perda de sensibilidade

    Os nervos, embebidos em glicose e sem irrigação sanguínea adequada, ficam mais macios e não funcionam perfeitamente. O efeito é a perda de parte da sensibilidade da pele, além de coceiras generalizadas e da sensação de agulhamento (como se a pele estivesse sendo espetada).

    Infecções

    “No diabético, o sistema imunológico não funciona corretamente, o que aumenta a chance de infecções”, diz Flávia. Elas podem ser causadas tanto por bactérias quanto por fungos, como é o caso das micoses e frieiras.

    Acantose nigricans

    Quando o organismo não consegue gerar insulina, paradoxalmente começa a produzir uma substância chamada fator de crescimento de insulina. Ela provoca a acantose nigricans, doença de pele na qual as regiões de dobras, como pescoço e axilas, ficam escurecidas.

    Dermatites

    A função de barreira para evitar a perda de água pelo organismo não funciona corretamente no diabético. O resultado é uma pele desidratada, propensa ao surgimento de dermatites.

    Vitiligo

    “Quem sofre de diabete tipo 1 tem mais chances de desenvolver outra doença autoimune”, afirma Denise. É o caso do vitiligo, doença de pele na qual o próprio organismo ataca as células de pigmentação da pele e causa manchas brancas pelo corpo.

    Pé diabético

    A pele do diabético, portanto, está mais propensa a sofrer lesões e infecções de todo tipo. A combinação desse fator com outro, a sensibilidade cutânea deficiente, pode culminar num problema gravíssimo: o pé diabético. “Uma simples pedra no sapato pode machucar a pele e a pessoa não percebe porque tem pouca sensibilidade nas extremidades”, explica Flávia. “A lesão evolui para uma infecção e, como a pele não recebe irrigação suficiente para recuperar o tecido lesionado, a infecção vai avançando até atingir músculo, gordura e até os ossos”. Quando a situação chega a esse ponto, o pé precisa ser amputado para que a infecção não se espalhe pelo corpo.

    Como se prevenir

    Examine a pele

    A principal medida de prevenção é examinar a pele, sobretudo dos pés, pela manhã e à noite. Procure por micoses entre os dedos, pequenas lesões e feridas pelo corpo e, se encontrá-las, vá ao médico assim que possível.

    Hidrate-se

    Beba bastante água e use hidratante para a pele todos os dias para evitar a desidratação. “Um bom ritual diário é lavar os pés com água e sabão, secar bem e espalhar hidratante hipoalergênico, sem cheiro e dermatologicamente testado. Com esse procedimento, o diabético já vai acabar fazendo a inspeção da pele”, sugere Flávia.

    Cuide dos sapatos

    Use calçados confortáveis, de preferência os produzidos especialmente para diabéticos. Antes de calçar, cheque cada um em busca pedrinhas ou qualquer alteração na palmilha que possa machucar a sola dos pés.

    Procure um podólogo

    Se possível, contrate um serviço especializado para cortar as unhas. Um simples corte ou “bife” arrancado durante o processo pode acarretar em infecção.

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    Os sons que soltamos pela boca revelam muito sobre o estado do organismo. A começar pela condição das próprias cordas (ou pregas) vocais. Entre os problemas mais recorrentes estão nódulos, cistos, hemorragias e laringite. “Gritar com frequência pode fazer com que essas lesões apareçam”, informa a fonoaudióloga Ana Elisa Ferreira, da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia. “Assim como outros músculos, as pregas vocais precisam de condicionamento, em especial quando seu uso é intenso. Caso contrário, o risco de lesão é grande”, arremata.

    E atenção: embora professores, cantores e radialistas estejam mais predispostos a esses males, pesquisas apontam que a probabilidade de qualquer pessoa desafinar feio ao longo da vida é de 30%. “Se a voz ficar aguda, engrossar ou houver dificuldade para conversar, deve-se buscar ajuda”, orienta Mara Behlau, fonoaudióloga e diretora do Centro de Estudos da Voz, na capital paulista. Além de consultar um expert, é fundamental manter os chamados hábitos de higiene vocal, que incluem beber muita água, não pigarrear, dialogar em um volume adequado, fugir do tabagismo e do consumo excessivo de álcool…

    Sinal de Parkinson

    No entanto, apesar de mudanças no jeito de falar geralmente estarem ligadas a encrencas menos graves, há casos em que doenças sérias dão pistas de sua progressão por meio da voz. Uma delas é o Parkinson, caracterizado por, entre outros sintomas, tremores involuntários. Aliás, a dificuldade para se comunicar costuma ser um dos primeiros sinais desse mal neurodegenerativo. “O transtorno enrijece os músculos, inclusive os da laringe. Daí a voz fica baixa, fraca e pouco melódica”, explica Mara.

    A rouquidão é outro fator que não pode passar em branco – ainda mais se dá as caras sem um motivo aparente. Afinal, é por meio dela que o câncer de laringe tende a se manifestar. “A alteração preocupa principalmente se permanecer por mais do que duas semanas”, alerta o otorrinolaringologista Alexandre Enoki, do Hospital Paulista, em São Paulo. Cuide de suas cordas vocais e, acima disso, escute o que elas têm a dizer. Seus conselhos podem livrá-lo de uma porção de problemas.

    Estratégias para falar em público

    Postura: seja em pé, seja sentado, mantenha a coluna ereta e o tronco voltado para as pessoas com as quais você está interagindo. Isso ajuda na respiração e na projeção do som.

    Comida: evite alimentos pesados e gordurosos. A maçã é uma boa pedida, já que é rica em pectina, uma enzima de função adstringente, capaz de amplificar a ressonância do som na boca.

    Bebidas: café e álcool ressecam a mucosa que recobre as cordas vocais, dificultando a fala. Já o leite aumenta demais a quantidade de muco na região. Para se hidratar durante um discurso, prefira sucos, chás ou água mesmo.

    Sono: as pregas vocais, como outros músculos, necessitam de uma boa noite de descanso. Pode apostar: sua voz vai denunciar se você dormiu bem ou não.

    Estresse: dentro do possível, tente relaxar. É que a tensão trava a musculatura da laringe. E, enrijecida, ela não se movimenta direito, emitindo aquele tom típico de nervosismo em apresentações ou reuniões.

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  • foto-imagem-unhasRegras de conduta do National Health Service (o Serviço Nacional de Saúde da Grã-Bretanha, NHS na sigla em inglês) estabelecem que as unhas dos profissionais de saúde devem ser curtas e livre de esmalte.

    Mas uma pesquisa online com quase 500 estudantes de enfermagem demonstrou que 60% dos entrevistados se referem ao uso de unhas alongadas e esmalte como práticas comuns entre os funcionários da saúde.

    O Royal College of Nursing, entidade que representa a categoria em toda a Grã-Bretanha, disse que o resultado da pesquisa é “preocupante”.

    Resultado
    O estudo com os estudantes de enfermagem foi feito pelas universidades de Cardiff e London City.

    Ao todo, cada um dos 488 estudantes que participaram da pesquisa disseram ter visto pelo menos um lapso nas regras de controle de infecção feito por funcionários da área da saúde.

    Outros problemas reportados foram a falha em lavar as as mãos e cuidados com a saúde das unhas.

    Os pesquisadores, que divulgaram o resultado na publicação científica American Journal of Infection Control, afirmaram que o estudo demonstrou que falhas nos procedimentos de controle de infecção estão por toda a parte.

    “As unhas devem ser curtas e livre de esmalte. Unhas falsas não devem ser utilizadas. Esmalte e unhas postiças acumulam bactéria e não permitem uma boa higiene das mãos”, ressalta Tom Sandford, membro do Royal College of Nursing.

    “Organizações de saúde deveriam estabelecer claramente as regras sobre o uso de uniformes e acessórios para o trabalho e suas implicações no controle da infecção e segurança da saúde”, adiciona Sandford.

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  • foto-imagem-chule
    Tirar o sapato na frente dos outros nem pensar? É, sofrer com chulé não é fácil, além de fazer mal à saúde, o cheiro desagradável afasta qualquer pessoa. Mas este mau cheiro é um problema comum, e qualquer pessoa pode ter. O importante é saber por que ele surge e como se livrar.

    O chulé entre mulheres, homens, adultos, crianças ou idosos, é uma combinação de suor excessivo com bactérias. Essa reação química ocorre da seguinte maneira: o corpo humano transpira para que a temperatura de dentro do organismo possa ser regulada, e com os pés não é diferente. No entanto, esta parte do corpo é geralmente coberta por tênis, sapatilhas, entre outros, o que faz com que o suor não tenha como se dissipar, e então ele é fermentado juntamente com as bactérias presentes na pele produzido o chulé.

    A questão é que o calor e a umidade fazem com que essas bactérias se proliferem cada vez mais “e aí quando não há uma frequência de troca de meia, de calçado, para deixar o pé respirar, acaba surgindo o mau cheiro”, afirma João Paulo Junqueira Magalhães Afonso, dermatologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

    Existem algumas maneiras de evitar que o chulé apareça, no entanto, se não forem eficazes, será necessário procurar um dermatologista que possa fazer um diagnóstico para tratar. É importante deixar claro que não é um problema de difícil solução, “às vezes é necessário um tratamento com medicamentos, antibióticos, secativos, que pode demorar alguns meses, mas tem solução”, explica o dermatologista.

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  • foto-imagem-Camarão
    Na praia, alimentar-se corretamente, principalmente durante o dia, está longe de ser uma prioridade. A solução acaba sendo encontrada nos quiosques e ambulantes que passam vendendo porções dos mais variados alimentos.

    Como a preocupação da estação é manter o corpo em forma, muito se fala das calorias dessas opções, mas seus benefícios à saúde são raramente mencionados. Para inverter esse raciocínio, selecionamos os alimentos mais consumidos nos dias de calor e apontamos quais os pontos positivos de cada um, sem deixar de lado, é claro, quais os cuidados necessários.

    Camarão, ostra e marisco

    Quer uma opção saudável e com quase nada de carboidrato? Aposte nesse trio! O camarão, a ostra e o marisco, são ricos em vitaminas A, B, C e D, esta última a queridinha da ciência na prevenção e tratamento de diversas doenças.

    Além disso, também são uma ótima fonte de ômega 3, nutriente que auxilia na prevenção do depósito de gordura nas artérias do coração, ajudando a manter a saúde desse órgão. “Por virem do mar, são ricos em iodo, que previne disfunções da tireoide e o bócio”, afirma Brigitte Olichon, professora de nutrição da Faculdade de Medicina de Petrópolis , no Rio de Janeiro.

    Também possuem zinco e cobre, minerais essenciais para o bom funcionamento do cérebro, melhorando a memória e prevenindo males como Parkinson, Alzheimer e enxaqueca, completa.

    O camarão, em particular, é uma fonte ótima de selênio, capaz de neutralizar os efeitos dos radicais livres, principal causa de câncer de pele, e tem muita vitamina B12, importante para o bom funcionamento das células. Sua casca contém fibras insolúveis que, teoricamente, ajudam a normalizar o trânsito intestinal e prevenir a constipação. Pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), aconselha a comer a cabeça e a cauda, por serem as partes mais ricas em nutrientes.

    Atenção: O principal cuidado é a higiene e as condições de armazenamento do local onde irá comprá-los. “São alimentos fáceis de serem servidos, mas complicados de serem conservados. E, se estragados, são perigosos porque podem fazer muito mal à saúde”, alerta Cristiano Merheb, especialista em Nutrologia. “As ostras precisam estar com bastante gelo em volta e é preciso observar a presença de areia dentro da concha”, aconselha Brigitte.

    Ricas em sódio, devem ser consumidas com parcimônia por quem tem hipertensão, problemas cardíacos ou insuficiência renal. E pela grande quantidade de iodo presente, quem tem problema na tireoide deve evitá-las.

    A forma como cada alimento é preparado também merece atenção, a fritura, por exemplo, diminui os níveis de Omega-3.

    Queijo coalho

    Quando o vendedor passa, basta uma olhadela para aquela casquinha crocante de queijo derretido e fica quase impossível resistir. Ainda mais se for acompanhado de uma cerveja bem gelada, a dupla se torna quase imbatível no litoral. O queijo é um dos derivados do leite e, portanto, grande fonte de proteína e cálcio, essencial para os ossos, dentes e músculos. “Inclusive o coração”, diz Brigite. É um ótimo aliado na prevenção do câncer de pele, completa a professora de nutrição.

    Atenção: No entanto, os especialistas alertam para a quantidade de sal presente neste alimento, o que o torna contraindicado para hipertensos, obesos, mulheres com retenção de líquido e pessoas com insuficiência renal ou cálculos. “pode causar constipação intestinal , piorar quadros de artrite, sinusite e enxaqueca”, alerta Brigite Olichon.

    Amendoim

    foto-imagem-AmendoimO amendoim tem muita gordura monoinsaturada, boa para o coração, e pouca caloria, afirma Cristiano Merheb. O consumo regular é capaz de reduzir o triglicérides e melhora a qualidade da dieta. Também contém “vitamina E e selênio, capazes de proteger as artérias contra ataques do colesterol, além de boro, mineral responsável pela atividade elétrica do cérebro, aumentando a vivacidade mental e prevenindo doenças degenerativas”, diz Brigitte.

    Nos Estados Unidos, pesquisadores da Universidade da Flórida descobriram que o amendoim tem tanto antioxidante quanto as frutas, além de conter altas taxas de polifenois. È uma fonte excelente de beta-sitosterol, nutriente que tem propriedade anticancerígena.

    Atenção: É contraindicado para quem tem propensão a cálculos renais, enxaqueca, herpes e alergia alimentar, prestando atenção na quantidade de sal e gordura presentes. Deve-se observar também se o amendoim está com aspecto duvidoso, murcho. Ele pode ter sido contaminado e, nesses casos, produz uma substância tóxica.

    Milho Cozido

    foto-imagem-Milho CozidoDa mesma família do arroz e do trigo, o milho é um alimento pobre em proteínas, mas rico em carboidratos e gorduras. “Tem atividade anticancerígena e antiviral e aumenta o estrogênio; tem boa quantidade de fibras, o que ajuda o trânsito intestinal e dificulta a absorção de açúcares, sendo portanto indicada para diabéticos e aqueles que precisam perder peso”, revela a professora de nutrição.

    Ele também é rico em ácido pantotênico, uma tipo de vitamina B essencial para o metabolismo, principalmente quando a pessoa está sob estresse. Cem gramas de milho são capazes de suprir 14% da necessidade diária dessa substância.

    Atenção: Mas a especialista alerta que o milho é altamente alergênico, sendo a causa de vários quadros como artrite reumatóide, síndrome do cólon irritável, epilepsia e enxaqueca, sobretudo em crianças. Também deve-se atentar para a quantidade de sal e evitar a manteiga, por aumentar muito seu teor calórico.

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  • Dentro dos tribunais médicos, nenhuma condição coleciona tantas denúncias como a de ficar acima do peso. A obesidade ganhou status de doença epidêmica e já foi incriminada como coautora de males que vão de infartos e derrames a tumores. Agora, surgem provas que condenam de vez os quilos a mais por sua ligação com o comprometimento do aparelho respiratório. O acúmulo de gordura, especialmente a que se aloja no ventre, atrapalha a atividade dos pulmões, agravando quadros bastante comuns, como asma, bronquite crônica e até pneumonia — uma das principais causas de internação no Brasil, independentemente do peso.

    As últimas evidências desse elo vêm de um trabalho recém-concluído na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, que avaliou o impacto da gordura abdominal sobre a função pulmonar de 80 mulheres sem sintomas de problemas respiratórios — só 30% delas eram magras; a maioria se encontrava acima do peso. “As voluntárias obesas tinham uma menor capacidade de expansão dos pulmões e um menor volume de reserva respiratória, ou seja, quando elas expiravam, esses órgãos ficavam com uma quantidade inferior de ar”, resume os achados o pneumologista Roberto Stirbulov, presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia e orientador do estudo.

    Em termos práticos, isso não significa apenas menos gás para subir uma escada ou praticar um esporte, algo vivenciado por qualquer gordinho sedentário. “Se já houver algum problema nos pulmões, o excesso de gordura tende a potencializálo”, aponta Stirbulov. E, seguindo essa lógica, ficaria mais difícil se recuperar e preservar o fôlego e a qualidade de vida.

    A barriga pressiona literalmente os órgãos que regem o sistema respiratório. “O excesso de gordura no abdômen eleva o diafragma, o músculo da respiração, e aperta a caixa torácica. Com isso, diminui a reserva de oxigênio destinada às situações de maior desgaste”, explica o pneumologista Mauro Gomes, do Hospital Samaritano de São Paulo. Quem sofre mais é a base dos pulmões, que fica hipoventilada. “Essas áreas que permanecem com menos ar são mais suscetíveis a infecções”, diz Stirbulov. Aí, se uma pneumonia dá as caras, a probabilidade de ela progredir é bem maior.

    O cenário fica preocupante para as vias aéreas se levarmos em conta que, de quebra, os quilos indesejados abalam nosso escudo natural contra vírus e bactérias. “Já está comprovado que a obesidade enfraquece o sistema imune, contribuindo, assim, para as infecções respiratórias”, afirma a endocrinologista Claudia Cozer, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. E a gordura na linha da cintura exerce uma participação ainda mais maléfica. É que o tecido adiposo no interior do abdômen libera substâncias que incentivam processos inflamatórios. Esse fenômeno não só deprime as defesas como tem repercussões diretas na árvore respiratória. Quando já há uma inflamação nesses domínios — situação típica da asma, da bronquite e da doença pulmonar obstrutiva crônica, a DPOC —, as moléculas fabricadas pela barriga lançam mais lenha no incêndio, aumentando a frequência, por exemplo, de crises de falta de ar.

    “O obeso carrega mais substâncias inflamatórias e elas têm uma ação tanto sistêmica como local”, diz o educador físico e epidemiologista Clóvis Arlindo de Sousa, doutor pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. “Sabemos que uma das principais moléculas envolvidas com a inflamação na asma é produzida pelas células de gordura”, completa. Não é que os quilos a mais levem a esse distúrbio, mas, sim, um indício de que eles podem torná-lo mais grave e resistente aos tratamentos.

    Sousa analisou recentemente, em um levantamento com 1 185 crianças e adolescentes da cidade de São Paulo, quais são os fatores relacionados à ocorrência de doenças respiratórias. Adivinhe quem está nessa lista. É claro, a obesidade, que não financia confusão apenas no território pulmonar. “O dado mais surpreendente do estudo foi a associação entre excesso de peso e sinusite”, revela o pesquisador.

    Como será que a gordura de sobra contribuiria para seios nasais congestionados e irritados? Há possíveis explicações, como o próprio estado de inflamação instaurado pela obesidade. “Também pensamos em uma ligação com o refluxo gastroesofágico, problema de maior propensão entre indivíduos acima do peso”, diz Sousa. “Ora, o retorno do conteúdo gástrico agride a mucosa do nariz e dos brônquios, estimulando o problema”, explica. Não dá para descartar também a possibilidade de o refluxo colaborar para outros distúrbios do sistema respiratório, principalmente entre crianças gordinhas.

    Você já deve imaginar o que é indispensável para ganhar mais fôlego e ainda soprar para longe os sintomas e as consequências de um problema respiratório apoiado pelo excesso de peso. Sim, é a tão receitada atividade física regular, realizada de preferência com a orientação e o acompanhamento de um professor e em um ambiente mais úmido e sem tanta poluição. Ela é decisiva para eliminar os quilos extras e todas as desordens atreladas a eles. Por isso, proporcionam qualidade de vida aos portadores de asma, bronquite e até mesmo DPOC, mal causado por anos de tabagismo.

    “A perda de peso reduz os hormônios de ação inflamatória liberados pelas células gordurosas e promove uma melhora na função pulmonar”, explica o pediatra José Dirceu Ribeiro, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. O médico comanda uma linha de pesquisa que investiga o elo entre obesidade e asma, o distúrbio respiratório mais afetado pela gordura de sobra. Em um trabalho finalista do último Prêmio SAÚDE, sua equipe já havia demonstrado os efeitos da natação no controle da encrenca em crianças. “Com exercício e emagrecimento, é possível diminuir até as doses dos remédios para o problema”, diz Ribeiro. Ele e seus colegas estão de olho agora em novas provas do poder terapêutico da atividade física sobre as vias aéreas. É a ciência justificando aquele velho conselho de estimular a prática de um esporte desde cedo para ajudar a criar um planeta menos gordo e que respire melhor.

    O peso na alergia

    O acúmulo de gordura no corpo interfere na regulação do sistema imunológico, especialmente se o ganho de peso começou lá na infância. “A prevalência de indivíduos atópicos, aqueles com alta sensibilidade a substâncias que disparam reações alérgicas, é de entre 6 e 10% na população geral”, conta o epidemiologista Clóvis de Sousa. “Mas, entre os obesos, esse número pula para 20 e 25%.” Não à toa, eles sofrem mais com transtornos de fundo alérgico, como asma, rinite e bronquite.

    Alvo fácil da gripe

    Já reparou que os obesos estão no grupo de prioridade para a vacinação contra o vírus influenza, o causador da gripe? Essa medida não é à toa. “O excesso de peso prejudica a imunidade, principalmente a produção de anticorpos contra o vírus”, explica Nancy Bellei, médica consultora da Sociedade Paulista de Infectologia. A vacina é crucial, portanto, para levantar as defesas mais debilitadas.

    Pulmões sob pressão

    Por que a barriga atrapalha a função deles e predispõe a doenças respiratórias

    1– A gordura abdominal excessiva promove uma reforma nada bem-vinda à região da caixa torácica. Ela eleva o diafragma e pressiona a base dos pulmões, que fica hipoventilada, ou seja, menos abastecida de ar. Esse abalo na função pulmonar diminui o fôlego e prejudica a reação diante de eventuais infecções, o que facilitaria pneumonias.

    2- O tecido adiposo da barriga ainda libera substâncias inflamatórias que, trafegando pela circulação, podem ancorar nos pulmões, estimulando processos inflamatórios já existentes — como os que ocorrem na asma e na bronquite. As crises de falta de ar tornam-se, então, muito mais graves e frequentes.

    Os emagrecedores e a hipertensão pulmonar

    Havia uma história de que os remédios que inibem o apetite poderiam provocar essa doença rara, porém altamente letal, marcada pelo aumento da pressão dentro dos vasos dos pulmões. O que há de verdade nisso? “De fato, temos relatos de medicamentos dessa classe ligados ao problema, mas eles já foram retirados do mercado”, conta o pneumologista Rogério de Souza, do Instituto do Coração de São Paulo. “As novas drogas, porém, não mostraram oferecer esse risco”, diz. Ainda assim vale o recado: nada de se automedicar.

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  • Se preocupar com a postura é uma atitude que promove a saúde, mantém o bem-estar e ajuda a combater muitas lesões posturais.

    A má postura leva inicialmente a dor e depois a uma deformidade que pode tornar-se irreversível, se não for tratada.

    Existem três desvios na coluna que são: escoliose, cifose e lordose. Estes podem ser congênitos ou adquiridos. São problemas físicos que podem ser tratados conservadoramente com fisioterapia e/ou coletes, ou, quando o caso requer, com tratamento cirúrgico.

    Para se ter uma postura correta é preciso praticar atividade física regularmente, corrigir sempre a própria postura nas atividades diárias domésticas e/ou profissionais, mantendo a coluna ereta o tempo todo.

    Prevenção

    Vale chamar a atenção para a postura ao andar ou ficar de pé. A dica é permanecer com a barriga rígida e ter a impressão que se tem um “ganchinho”no teto suspendendo a cabeça para o alto mantendo o queixo afastado do peito.

    A posição sentada é a posição mais freqüentemente adotada pela maioria das pessoas nas atividades profissionais, domésticas e no lazer. Pessoas que passam longos períodos sentadas sofrem mais de dor nas costas do que pessoas que se movimentam mais. Desta forma, é importante considerar como ficamos sentados, que tipo de cadeiras utilizamos e o que podemos fazer para prevenir a dor nas costas.

    Para se levantar, alguns cuidados também devem ser tomados: inclinar o corpo para frente sem tencionar os músculos do pescoço e costas, estender os joelhos enquanto leva a cabeça e o tronco para frente e para cima, até chegar à posição em pé.

    Tratamento

    O fisioterapeuta é o profissional capacitado para tratar da dor nas costas. O tratamento consiste não só em uma avaliação postural do paciente, como também o alívio da dor por meio de recursos físicos como manipulações, alongamentos, exercícios, massagem, calor, eletroterapia, crioterapia, biofeedback, etc., e através de um histórico fornecido pelo paciente determinar quais os fatores mecânicos que estão provocando a dor.

    A partir dos dados da avaliação, o terapeuta vai traçar um programa de tratamento visando a melhora das condições físicas, funcionais e posturais do paciente. Uma avaliação cuidadosa do ambiente doméstico e do trabalho também faz parte do tratamento, juntamente com orientações quanto à ergonomia dos móveis e instrumentos de trabalho. A análise dos padrões motores usados nas execuções das tarefas diárias e hábitos é importante para a reeducação motora, isto é, de como usar bem o corpo na prevenção de futuros traumas. Após o alívio da dor e das principais alterações físicas, o fisioterapeuta vai indicar as formas de condicionamento físico mais indicadas para o paciente, a fim de melhorar a sua aptidão física e assim, evitar novos episódios de dor nas costas.

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  • A incidência de tuberculose e as mortes causadas pela doença caíram de forma significativa no mundo no ano passado, em parte por causa de avanços em países como Brasil e China, informou nesta terça-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    No entanto, a OMS ressalta que é necessário mais US$ 1 bilhão para enfrentar a doença, além de esforços para financiar o combate a variações resistentes a medicamentos.

    Em seu 16º relatório sobre o tema, a organização contabilizou 8,8 milhões de pessoas que adoeceram de tuberculose no ano passado – contra 9,4 milhões de novos casos registrados em 2009.

    O número de mortes caiu para o nível mais baixo da década: 1,4 milhão em 2010. Para efeito comparativo, o ano com o maior número de mortes da década foi 2003, com 1,8 milhão.

    O relatório cita avanços em países como Brasil, China, Quênia e Tanzânia.

    No caso brasileiro, diz o relatório, “o declínio (da tuberculose) tem sido significativo e sustentado” nos últimos 20 anos. Em 1990, o país registrava mais de 80 casos a cada 100 mil habitantes, mas esse número caiu para cerca de 40 em 2010.

    Na China, o número de mortes por tuberculose no ano passado foi reduzido para cerca de 25% do que era em 1990.

    No mundo inteiro, as taxas de mortalidade (excluindo-se as mortes em portadores do vírus HIV) caíram para cerca de um terço dos níveis de 20 anos atrás, e “as previsões atuais sugerem que a meta de 50% de redução (da incidência da doença) até 2050 será cumprida” nos países que concentram o maior número de casos, diz a OMS.

    ‘Prevenção e cuidados’
    “Menos pessoas estão morrendo de tuberculose, e menos estão adoecendo. É um grande progresso. Mas não é motivo para complacência”, disse em comunicado o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

    “Muitos milhões ainda desenvolvem tuberculose anualmente, e muitos morrem. Peço apoio sério e constante para prevenção e cuidados, especialmente para os mais pobres e vulneráveis”, afirmou.

    A doença é causada por uma bactéria que danifica o tecido do pulmão do paciente. Por meio da tosse, a doença pode ser facilmente transmitida para outros.

    Ainda que um pequeno número de infectados com a bactéria desenvolva a doença, ela tem altas taxas de mortalidade caso o paciente não receba o tratamento adequado.

    O problema é especialmente grave entre portadores do vírus HIV, mais suscetíveis a desenvolver a doença – que é a maior causadora de mortes nesse grupo. Além disso, muitas pessoas HIV positivas se deparam com variações de tuberculose cada vez mais resistente a medicamentos.

    Os maiores desafios agora são o diagnóstico e o tratamento adequado a essa tuberculose resistente.

    “A maior parte do financiamento para aumentar o tratamento da tuberculose resistente é necessária nos Brics (Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul) e em países de renda média”, diz o relatório da OMS.

    Outro alerta da organização é que, “apesar da disponibilidade de tratamentos altamente eficazes há décadas, a tuberculose segue sendo um grande problema global”.

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