• Uma mudança genética em mosquitos que transmitem a malária pode ser a chave para frear o avanço da doença. A sugestão é de uma pesquisa da Imperial College, em Londres, Inglaterra, e da Universidade de Washington, em Seattle, EUA.

    A pesquisa mostrou como mudanças genéticas podem ser introduzidas em grandes populações de mosquitos com alterações em apenas poucos indivíduos.

    Em laboratórios, os cientistas introduziram um gene verde fluorescente – um marcador de fácil observação – em 99% dos mosquitos de uma população. Eles foram misturados com mosquitos que carregavam um segmento de DNA com uma enzima capaz de desativar o gene fluorescente

    Depois de 12 gerações, mais da metade dos indivíduos já não tinham mais o marcador verde fluorescente. Foi a primeira vez que um experimento do tipo obteve sucesso, e sugere que uma técnica similar possa ser usada em populações selvagens.

    “É um desenvolvimento tecnológico empolgante, que eu espero que abra caminho para soluções para muitos problemas de saúde mundo afora. Demonstra um potencial significativo para controlar mosquitos que espalham doenças. Esperamos conduzir muitos outros experimentos para determinar a segurança e a confiabilidade”, afirmou o professor Andrea Crisanti, um dos autores da pesquisa.

    O estudo foi publicado pela revista científica “Nature”.

    Fonte: G1

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  • saúde 21.04.2011 No Comments

    Principais regiões do corpo humano onde as bactérias vivem

    Os cientistas estão, nos últimos anos, começando a entender como vivem os trilhões de bactérias que há no intestino de cada ser humano. Ainda que seja você quem come chocolate todos os dias, uma flora intestinal que não ajuda pode ser a culpada pelos seus pneuzinhos, dizem os pesquisadores.

    Em 2006, um estudo na “Nature” mostrou que gordos tinham um tipo diferente de flora intestinal. Não se sabia bem se a obesidade era causa ou consequência.

    Três anos depois, um pesquisador americano, Jeffrey Gordon, da Universidade Washington, propôs na “Science Translational Medicine” que engordar era consequência. Ele dizia que as pessoas deveriam saber que tipo de bactérias há em seu intestino para saber se eram vulneráveis à obesidade.

    Agora, um outro trabalho na “Nature” mostra que existem três diferentes tipos de flora intestinal. Do mesmo jeito que cada ser humano tem um tipo sanguíneo, todos tem um “tipo intestinal”.

    Cada um representa um tipo de bactéria diferente que predomina no intestino. Assim, ao menos por enquanto, esses tipos não tem nomes fáceis como “O positivo” ou “A negativo”, mas “predominância de Bacteroides” ou “predominância de Prevotella”.

    Ficou claro para os pesquisadores que o tipo intestinal nada tem a ver com com a etnia do indivíduo, com o seu país de origem ou com a sua maneira de se alimentar.

    Como cada bactéria tem uma eficiência diferente na hora de extrair energia dos alimentos, é possível que aquele amigo que come feito quem nunca viu comida e continua magro tenha tido a sorte de nascer com o tipo de flora intestinal certa.

    Os cientistas, de várias instituições europeias (com colaboração da Universidade Federal de Minas Gerais), não conseguiram, porém, apontar qual das três floras intestinais é de gordinho e qual é de “magro de ruim”. Estudaram bactérias de europeus, americanos e japoneses.

    Era um grupo de poucas dezenas de pessoas. Os cientistas estão planejando repetir o trabalho agora com 400.

    Mesmo que eles consigam novos resultados, certamente o tipo intestinal não será a única explicação para a obesidade. Outros fatores, como a alimentação e questões genéticas não relacionados ao intestino, certamente têm um peso grande.

    De qualquer forma, não é possível subestimar o papel das bactérias no organismo humano.

    Elas são muitas: enquanto o corpo humano tem cerca de 10 trilhões de células, cada pessoa carrega consigo mais de 300 trilhões de bactérias de todos os tipos.

    Ou seja: há bem mais células de bactérias em você do que células de você mesmo.

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  • Fast-food é principal fonte de gorduras nocivas ao corpo.
    Pesquisa foi divulgada no jornal de livre acesso ‘PLoS ONE’.

    Ingerir alimentos ricos em gorduras trans e saturadas aumenta os riscos de depressão, segundo um estudo espanhol publicado nos Estados Unidos, confirmando os resultados de estudos anteriores que vinculavam o consumo de fast-food a esta doença. Os cientistas que participaram do estudo também demonstraram que alguns produtos, como o óleo de oliva, ricos em ácidos graxos ômega 3, podem combater o risco de doença mental.

    Autores do amplo estudo, realizado pelas universidades de Navarra e Las Palmas de Gran Canaria, acompanharam e analisaram a dieta e o estilo de vida de cerca de 12 mil voluntários ao longo de seis anos.
    Quando o estudo começou, nenhum dos participantes havia sido diagnosticado com depressão. Ao final, 657 tinham desenvolvido a doença.

    “Os participantes com um consumo elevado de gorduras trans [gorduras presentes em alimentos industrializados e fast-foods] apresentaram até 48% de aumento no risco de depressão quando comparados com participantes que não consumiam estas gorduras”, disse o chefe das pesquisas.

    Almudena Sanchez-Villegas, professor associado de medicina preventiva da Universidade de Las Palmas de Gran Canaria, também observou que no evento “quantas mais gorduras trans eram consumidas, maiores os efeitos negativos produzidos nos voluntários”.

    A equipe de pesquisas descobriu, ao mesmo tempo, que depois de avaliar o impacto de gorduras poli-insaturadas – compostas de quantidades maiores de óleos de peixes e vegetais – , estes produtos “são associados a um risco menor de sofrer depressão”.

    O estudo, publicado na edição online do jornal “PLoS ONE”, destacou que a pesquisa foi realizada com uma população europeia que tem uma ingestão relativamente baixa de gorduras trans – compondo apenas 0,4% “do total de energia ingerida pelos voluntários”.

    “Apesar disso, observamos um aumento no risco de sofrer de depressão de cerca de 50%”, disse o cientista Miguel Martinez.

    “Com base nisto, deduzimos a importância de levar em conta este efeito em países como os Estados Unidos, onde o percentual de energia derivada destas gorduras é por volta de 2,5%”, acrescentou.

    O estudo indicou que o número atual de pessoas com depressão no mundo é de 150 milhões de pessoas. O montante aumentou nos últimos anos.

    Este aumento é imputável, segundo os autores, “a mudanças radicais nas fontes de gorduras consumidas em dietas ocidentais, onde substituímos certos tipos de gorduras benéficas – como as poli-insaturadas e as monosaturadas encontradas em nozes, óleos vegetais e peixes – pelas gorduras saturadas e trans encontradas em carnes, na manteiga e em outros produtos, como massas de produção industrial e comida rápida”.

    Embora não seja um foco do estudo, os cientistas indicam que a doença cardiovascular fatal é “influenciada de forma similar pela dieta e pode partilhar de mecanismos similares em sua origem”.

    Fonte G1

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  • Promissora pesquisa com o HIV consegue fazer células infectadas se autodestruírem, o que seria uma esperança de cura para as mais de 33 milhões de pessoas portadoras do vírus no mundo.

    Atualmente, os tratamentos existentes não erradicam o vírus das células hospedeiras, mas sim impedem que ele se replique e atrasam o aparecimento dos sintomas da AIDS.

    No entanto, esta nova pesquisa publicada no periódico AIDS Research & Therapy descreve uma abordagem nova para eliminar o vírus: destruir todas as células infectadas.

    O HIV se espalha pelo corpo humano quando o DNA do vírus é incorporado ao genoma do hospedeiro. Isso porque, por ser um vírus, o HIV precisa usar a estrutura das células de seu hospedeiro para se replicar. Ele se integra ao genoma humano apenas inserindo um pedaço de seu DNA que seja o suficiente para se replicar – mas não o bastante para causar instabilidade no genoma de seu hospedeiro e levar à morte programada da célula infectada.

    Basicamente, se o corpo do hospedeiro sentir algo muito estranho, ele mesmo irá auto-destruir a célula.

    As terapias atuais funcionam bloqueando essa replicação em diferentes níveis, mas não eliminam as células infectadas.

    Foi buscando uma forma justamente de eliminar estas células que os professores Abraham Loyter e Assaf Friedler, na Hebrew University, em Jerusalém, montaram uma equipe de pesquisa. O objetivo era tentar induzir um aumento da integração do DNA do HIV no genoma humano, levando à destruição da célula.

    Para isso, eles desenvolveram peptídeos (chamados de “mix”) que podem penetrar nas células infectadas e simular a atividade da integração viral. A simulação resultou em um aumento no número de moléculas do DNA do vírus integradas nas células. Isso fez com que essas entrassem no “modo pânico”, o que causou sua autodestruição.

    Apesar de resultados promissores, esta ainda é uma pesquisa preliminar. Os experimentos só foram capazes de “curar” o HIV em pequenas porções de células cultivadas em laboratório. Mesmo assim, os pesquisadores estão otimistas com a possibilidade de esses estudos levarem a uma cura definitiva.

    Fonte Info

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  • Líquido se transforma em gel quando se mistura ao ácido do estômago.
    Ideia é colocar substância no leite, em iogurtes e até em refrigerantes.

    Pesquisadores de em Birmingham, no interior da Inglaterra, conseguiram desenvolver um alimento que enche a barriga, mas não engorda. É um líquido que, ao entrar em contato com o ácido estomacal, se transforma instantaneamente gel. E enquanto esse gel não é absorvido pelo organismo, a pessoa não sente fome.

    O produto, que ainda precisa passar por muitos testes antes de entrar no mercado, pode ser eficiente para quem sofre de obesidade – uma condição, que todo mundo sabe, pode levar a uma série de outros problemas de saúde.

    O gel preenche o estômago, como se fosse alimento, e a pessoa se sente satisfeita até o gel se dissolver, o que leva entre seis e oito horas. Isso evita a fome nos intervalos entre as refeições principais – café da manhã, almoço e jantar – acabando com os lanchinhos fora de hora.

    O chefe da equipe responsável pela pesquisa explica que o líquido que vira gel foi feito com produtos extraídos de cereais, verduras e frutas, tudo natural. O produto não só enche o estômago, mas alimenta.

    “Isso vai revolucionar os tratamentos contra obesidade, e certamente acabar com a necessidade de intervenções cirúrgicas”, afirma uma nutricionista que trabalha para o sistema nacional de saúde da Grã-Bretanha.

    O gel deverá ser comercializado dentro três anos, mas não em estado puro. A ideia é que ele seja misturado ao leite, iogurtes e até refrigerantes – além de saudável, ele precisa ser saboroso.

    Fonte G1

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  • Ratos transgênicos com gene Skp2 inativo não desenvolveram tumores.
    Descoberta pode significar nova estratégia para combate à doença.

    Em vez de matar células cancerígenas com drogas tóxicas, cientistas de Harvard descobriram um caminho molecular que as obriga a envelhecer e morrer.

    As células cancerígenas se espalham e crescem porque podem dividir-se indefinidamente. Mas um estudo em ratos mostrou que o bloqueio de um gene causador do câncer chamado Skp2 forçou células cancerígenas a passar por um processo de envelhecimento conhecido como senescência – o mesmo processo envolvido na ação de livrar o corpo de células danificadas pela luz solar.

    Se você bloqueia o Skp2 em células cancerígenas, o processo é desencadeado, relatou Pier Paolo Pandolfi da Harvard Medical School, em Boston, e colegas em artigo publicado na revista “Nature”.

    A droga experimental contra o câncer MLN4924, da Takeda Pharmaceutical – já na primeira fase de experimento clínico em humanos – parece ter o poder de fazer exatamente isso, disse Pandolfi em entrevista por telefone.

    A descoberta pode significar uma nova estratégia para o combate ao câncer. “O que descobrimos é que se você danifica células, as células têm um mecanismo de adensamento para se colocar fora de ação”, disse Pandolfi. “Elas são impedidas irreversivelmente de crescer.”

    A equipe usou para o estudo ratos geneticamente modificados que desenvolveram uma forma de câncer de próstata. Em alguns deles, os cientistas tornaram inativo o gene Skp2. Quando o rato atingiu seis meses de vida, eles descobriram que os portadores de um gene Skp2 inativo não desenvolveram tumores, ao contrário dos outros ratos da pesquisa.

    Quando eles analisaram os tecidos de nódulos linfáticos e da próstata, descobriram que muitas células tinham começado a envelhecer, e também encontraram uma lentidão na divisão de células.

    Esse não era o caso em ratos com a função normal do Skp2. Eles obtiveram efeito semelhante quando usaram a droga MLN4924 no bloqueio do Skp2 em culturas de laboratório de células de câncer da próstata.

    Fonte G1

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  • Cientistas ainda não sabem se a web estimula o transtorno ou se atrai os deprimidos

    Cientistas britânicos disseram nesta quarta-feira (3) que as pessoas que passam muito tempo na internet têm mais propensão a apresentar sintomas de depressão. Não está claro, no entanto, se a internet causa depressão ou se a rede atrai os deprimidos.
    Psicólogos da Universidade de Leeds, no Reino Unido, disseram ter notado uma “impressionante” evidência de que alguns internautas desenvolvem uma compulsão substituem a interação da vida real por salas de bate-papo e sites de relacionamento social.

    Catriona Morrison, coordenadora do estudo, comentou os resultados na revista científica Psychopathology (Psicopatologia, em português).

    - Esse estudo reforça a especulação pública de que o excesso de uso de sites que servem para substituir a função social normal, pode levar a transtornos psicológicos relacionados a esse tipo de atividade, como depressão e dependência. O uso excessivo pode ter um sério impacto sobre a saúde mental.

    No primeiro grande estudo com jovens ocidentais sobre esse assunto, os pesquisadores analisaram o uso da internet e os níveis de depressão entre 1.319 britânicos de 16 a 51 anos de idade. Concluíram que 1,2% deles era viciado em internet.

    Morrison explicou que esses dependentes passavam proporcionalmente mais tempo em sites com conteúdo sexual, de games ou comunidades online. Tinham também uma incidência maior de depressão moderada ou severa do que a média dos usuários normais.

    - O uso excessivo da internet está associado à depressão, mas o que não sabemos é o que vem primeiro. Se as pessoas deprimidas são atraídas para a internet ou se a própria rede causa depressão. O que está claro é que para um pequeno grupo de pessoas o uso excessivo da internet poderia ser um sinal de alerta para tendências depressivas.
    Morrison contou que, embora o percentual de 1,2% de dependentes da internet seja pequeno, representa o dobro da incidência dos viciados em jogo no Reino Unido, que é de cerca de 0,6%.

    Fonte R7

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  • Aparelho é mais barato e mais rápido do que opções do mercado.
    Pesquisadores têm R$ 4 milhões do BNDES para fabricar o novo modelo.

    Pesquisadores da Universidade de São Paulo desenvolveram um equipamento de tratamento e de diagnóstico do câncer de pele – que é o mais freqüente, no Brasil – e corresponde a 25% dos tumores malignos registrados.

    Mais de 2,5 mil lesões já foram tratadas com o modelo desenvolvido pela USP de São Carlos, que ajuda a tratar lesões causadas pelo câncer de pele, além de diagnosticá-las rapidamente, por um preço mais em conta.

    O equipamento desenvolvido pela USP pode ser fabricado por menos de R$ 7 mil, é leve, fácil de transportar – e o melhor – indica na hora se o paciente tem câncer ou não.

    Outras opções usadas nesse tipo de tratamento já existem aqui e em outros países. Mas o aparelho é caro, quase R$ 200 mil, e não tem as vantagens do modelo brasileiro.

    Os pesquisadores já têm um financiamento de R$ 4 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para fabricar o novo modelo. A previsão é de que até o fim do ano, pacientes de cem cidades tenham acesso, de graça, a essa tecnologia.

    “Permite a resolução de casos numa faixa bastante grande, 70, 80% dos casos tratados”, diz o pesquisador da USP São Carlos, Vanderlei Salvador Bagnato.

    “Tem um excelente resultado cosmético, dando menos irritação, menos cicatrizes residuais da lesão tratada e sendo com pouca dor e bem tolerada pelo paciente”, afirma a dermatologista Ana Gabriela Sálvio.

    Antes de passar pelo tratamento, o que a professora aposentada Flora Bernardes ouviu de um médico foi assustador. “Ele disse que eu tinha que tirar metade do nariz fora. E o resultado é esse que você está vendo no meu rosto. Eu posso enfrentar qualquer um sem constrangimento”, diz Flora.

    Fonte G1

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  • Disfucao-eretil-Cientistas-usam-choques-no-penis-para-tratar-impotencia-fotosUm estudo realizado em Israel e apresentado em um congresso de medicina sexual em Lyon, na França, indica que a impotência pode ser tratada com aplicação de choques elétricos no pênis.

    Cientistas do Centro Medical Rambam, da cidade de Haifa, realizaram experiências com 20 voluntários que sofriam do problema há pelos menos três anos e conseguiram melhora em pelo menos 15 deles.

    Segundo Yoram Vardi, chefe do Departamento de Neurourologia da instituição, o resultado do tratamento seria melhor do que o obtido com o uso de medicamentos como o Viagra e o Cialis.

    Remédios não são uma cura - os pacientes deixam de ter atividade normal quando param de tomar. Mas, com os choques, podemos fazer algo biológico contra o problema, e os pacientes conseguem ter atividade normal mesmo depois de terminarem o tratamento“, explicou o cientista.

    Novos vasos sanguíneos

    Em estudo com animais, já havia sido provado que choques de baixa intensidade estimulam o crescimento de novos vasos sanguíneos a partir de outros já existentes. Foi a partir daí que Vardi e seus colegas tiveram a ideia de tentar ajudar homens cuja impotência decorre da redução de fluxo sanguíneo em seus pênis.

    “Problemas cardiovasculares são responsáveis pela disfunção erétil em aproximadamente 80% dos pacientes”, afirmou Vardi.

    Segundo o cientista, na pesquisa, foram aplicados choques de “baixíssima intensidade”, sentidos como uma pequena pressão no pênis.

    Em cada sessão dos testes, os voluntários receberam cerca de 300 choques em cinco pontos do órgão sexual, ao longo de três minutos.

    “Não tivemos registro de efeitos colaterais, nem mesmo dor”, disse Vardi ao site LiveScience.

    Os cientistas agora esperam realizar novos testes usando também um grupo de controle, que receberia um tratamento falso.

    Apesar de otimista, Vardi alerta que o tratamento pode ser ineficaz nos casos de impotência causada por problemas musculares, de nervos ou outros.

    Fonte BBC Brasil

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