• foto-imagem-palitos-eletronicoA companhia, famosa na China por seu site de buscas, diz que uma das habilidades dos palitinhos é identificar a temperatura do óleo da comida e se ele está apto ao consumo.

    Alimentos em más condições sanitárias são uma grande preocupação na China, após vários escândalos de comida estragada. Em 2008, lotes de leite contaminados com a substância melamina causaram a morte de seis crianças e adoeceram 300 mil pessoas.

    E essa se preocupação se estende ao óleo de cozinha: no ano passado, mais de cem pessoas foram detidas no país por peneirarem óleo usado de restaurantes e vendê-lo como se fosse novo.

    Em um vídeo de promoção dos novos palitinhos, a Baidu mostra-os medindo a temperatura de diversas refeições, bem como nutrientes presentes nelas e sua validade.

    Eles também analisam a quantidade de sal, para ajudar os usuários a monitorar seu consumo diário de sódio. Os resultados das medições podem ser vistos nos smartphones ou computadores dos usuários.

    No entanto, não se sabe se os “palitinhos inteligentes” serão produzidos em escala comercial. A Baidu fez, por enquanto, apenas alguns protótipos, segundo seu porta-voz.

    Rivalizar com o Google

    Em sua conferência anual em Pequim, a Baidu também lançou um aparelho semelhante ao Google Glass, para rivalizar com os óculos tecnlógicos da empresa americana.

    O Baidu Eye tem uma câmera interna (mas sem tela) e transmite informações aos usuários via um dispositivo auditivo ou pela conexão com um smartphone.

    O aparelho tampouco está disponível ao público por enquanto.

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  • Método seria voltado ao rejuvenescimento da pele e cura de doenças

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    [adrotate banner=”2″]Um tratamento inusitado de estética e voltado para cura de doenças tem atraído atenção na China. As imagens mostram a “fogoterapia”, quando uma pessoa recebe toalhas embebidas com álcool e que são incendiadas sobre o corpo do paciente. A prática alternativa é vista no país também como um procedimento para evitar rugas e flacidez da pele.

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  • [adrotate banner=”2″]Pesquisa foi divulgada nesta quinta-feira no periódico ‘The Lancet’.
    O vírus H7N9 foi considerado pela OMS como um dos mais letais.

    Um estudo publicado nesta quinta-feira (25) na revista médica britânica “The Lancet” confirmou que o vírus H7N9, que causou a morte de pelo menos 22 pessoas na China, realmente se origina nas aves e não há nenhuma evidência da transmissão do vírus entre humanos.

    “Cientistas na China confirmaram pela primeira vez que o vírus da gripe A H7N9 foi transmitido por aves, especialmente frangos em um mercado de aves, para o homem”, indicou em um comunicado o periódico científico.

    Depois de uma análise genética do vírus H7N9 encontrado em pessoas doentes e em comparação com o vírus encontrado em uma galinha retirada de um mercado de aves, “os pesquisadores concluíram que as semelhanças entre os vírus isolados sugerem uma transmissão esporádica das aves para pessoas”, de acordo com a revista.

    A vigilância médica das pessoas que estiveram em contato com pessoas infectadas com o vírus não indicou nada. Ausência de sintomas foi observada nestas pessoas, 14 dias após o início do monitoramento, “sugerindo que o vírus não é atualmente capaz de se transmitir entre seres humanos”, indica a revista.

    Um dos autores do estudo, o professor Kwok-Yung Yuen, da Universidade de Hong Kong, disse em um comunicado: “No geral, as evidências em termos de epidemiologia e virologia sugerem que a transmissão ocorre apenas de aves para os seres humanos e o controle (da epidemia entre os homens) dependerá do controle da epidemia em aves”.

    O vírus H7N9 foi considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um dos vírus mais letais da gripe. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (24) por um membro da entidade que foi à China para investigar a doença, identificada pela primeira vez em um ser humano há algumas semanas.

    No total, 108 pessoas foram infectadas com o vírus da gripe aviária, 22 morreram, dessas uma alta proporção de pessoas idosas, segundo um novo relatório.

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  • Alçada à condição de superpotência entre os emergentes, a China vem enfrentando problemas decorrentes de seu enriquecimento. Um dos principais, apontam especialistas, é o elevado índice de obesidade entre as crianças do país.

    Um estudo publicado recentemente na revista americana ‘Obesity Reviews’, principal publicação da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade, apontou que os jovens chineses têm taxas de diabetes quatro vezes maiores do que as de seus pares americanos.

    Entre os principais fatores que explicam a saúde precária dos adolescentes do país estão a mudança drástica no estilo de vida e nutrição, além da elevação nos índices de sobrepeso e obesidade que o gigante asiático tem registrado nas últimas décadas.

    De acordo com o estudo, os jovens chineses também estão mais suscetíveis a doenças cardiovasculares.

    Nos últimos anos, a China tem experimentado um crescimento econômico sem precedentes. Mas, em contrapartida, o país passou por dramáticas transformações no padrão de dieta, peso, e atividade física da população.

    Para investigar o fenômeno, cientistas da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, acompanharam durante duas décadas 29 mil pessoas em 300 comunidades na China.

    A cada dois anos, os cientistas atualizavam os dados de mudanças de peso, hábitos alimentares e níveis de atividade física dos pacientes.

    Ao fim do estudo, eles constataram ‘um grande aumento nos fatores de risco cardiometabólico e de sobrepeso’ dos chineses.

    [adrotate banner=”2″]Risco
    Os cientistas também observaram uma incidência de diabetes e pré-diabetes de 1,9% e 14,9% respectivamente em crianças de entre 7 e 17 anos. De acordo com a pesquisa, na China, 1,7 milhões de crianças entre 7 e 18 anos têm diabetes e outras 27,7 milhões são consideradas pré-diabéticas.

    Segundo eles, as altas taxas aumentavam os riscos de doenças cardiovasculares.

    Quando compararam os dados colhidos com os dados da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (NHANES) dos Estados Unidos, os pesquisadores descobriram que as taxas de diabetes e fatores de risco cardiovascular são quatro vezes maiores entre a população jovem chinesa do que entre crianças e adolescentes americanos.

    ‘Além disso, mais de 35% das crianças menores de 18 anos têm níveis elevados de, pelo menos, um fator de risco cardiometabólico’, afirma o professor Barry Popkin, responsável pelo estudo.

    Segundo ele, se nada for feito urgentemente para reverter essas tendências, o sistema de saúde pública na China terá de enfrentar um enorme desafio nos próximos anos.

    ‘O que é inédito é a mudança na dieta, peso e risco cardiovascular em crianças de 7 anos ou mais’, destaca Popkin.

    ‘Esses números mostram o enorme fardo que o sistema de saúde da China terá de enfrentar se nada mudar’, acrescenta.

    Os cientistas também observaram altos níveis de risco tanto em indivíduos de comunidades urbanas quanto rurais, independentemente da classe social.

    Para os autores, ‘os iminentes custos de saúde e suas implicações são imensos’.

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  • saúde 26.04.2012 No Comments

    Cientistas chineses anunciaram nesta terça-feira (24) a clonagem de uma ovelha contendo gordura poli-insaturada, um tipo de gordura “boa” normalmente presente em castanhas, peixes e verduras, mas não em ovelhas. A mais conhecida destas gorduras é o ômega 3, que ajuda a regular os níveis de colesterol.

    A criação do animal transgênico contribuiria para uma dieta mais saudável, já que sua carne representaria um menor risco para as doenças cardiovasculares.

    Para que a ovelha tivesse este gordura poli-insaturada, foi usado um gene retirado de um verme da espécie Caenorhabditis elegans. O gene foi inserido em uma célula da orelha de uma ovelha. Em seguida, esta célula foi usada para fertilizar um óvulo e colocada no útero de outra ovelha, onde foi gerada.

    Peng Peng nasceu no dia 26 de março, pesando 5,74 kg, em um laboratório na cidade de Urumqi, no oeste da China. “Está crescendo muito bem e está muito saudável, como uma ovelha normal”, garantiu Du Yutao, do Instituto de Genômica de Pequim, líder da equipe de pesquisa.

    Transgênicos
    Com 22% da população mundial, mas apenas 7% da área cultivável, a China investe pesado nas alterações genéticas como uma forma de melhorar sua produção de alimentos. No entanto, os animais transgênicos ainda são uma novidade e levarão alguns anos para chegar aos mercados.

    “O governo chinês incentiva projetos transgênicos, mas precisamos ter métodos e resultados melhores para provar que plantas e animais transgênicos são inofensivos e seguros para o consumo”, completou Du Yutao.

    O principal produtor mundial de transgênicos são os Estados Unidos, onde o consumo de alimentos clonados já é permitido. A regulamentação americana não distingue animais de vegetais, e um projeto de salmão transgênico já está em trâmite e pode ser aprovado em breve no país.

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  • A incidência de tuberculose e as mortes causadas pela doença caíram de forma significativa no mundo no ano passado, em parte por causa de avanços em países como Brasil e China, informou nesta terça-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    No entanto, a OMS ressalta que é necessário mais US$ 1 bilhão para enfrentar a doença, além de esforços para financiar o combate a variações resistentes a medicamentos.

    Em seu 16º relatório sobre o tema, a organização contabilizou 8,8 milhões de pessoas que adoeceram de tuberculose no ano passado – contra 9,4 milhões de novos casos registrados em 2009.

    O número de mortes caiu para o nível mais baixo da década: 1,4 milhão em 2010. Para efeito comparativo, o ano com o maior número de mortes da década foi 2003, com 1,8 milhão.

    O relatório cita avanços em países como Brasil, China, Quênia e Tanzânia.

    No caso brasileiro, diz o relatório, “o declínio (da tuberculose) tem sido significativo e sustentado” nos últimos 20 anos. Em 1990, o país registrava mais de 80 casos a cada 100 mil habitantes, mas esse número caiu para cerca de 40 em 2010.

    Na China, o número de mortes por tuberculose no ano passado foi reduzido para cerca de 25% do que era em 1990.

    No mundo inteiro, as taxas de mortalidade (excluindo-se as mortes em portadores do vírus HIV) caíram para cerca de um terço dos níveis de 20 anos atrás, e “as previsões atuais sugerem que a meta de 50% de redução (da incidência da doença) até 2050 será cumprida” nos países que concentram o maior número de casos, diz a OMS.

    ‘Prevenção e cuidados’
    “Menos pessoas estão morrendo de tuberculose, e menos estão adoecendo. É um grande progresso. Mas não é motivo para complacência”, disse em comunicado o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

    “Muitos milhões ainda desenvolvem tuberculose anualmente, e muitos morrem. Peço apoio sério e constante para prevenção e cuidados, especialmente para os mais pobres e vulneráveis”, afirmou.

    A doença é causada por uma bactéria que danifica o tecido do pulmão do paciente. Por meio da tosse, a doença pode ser facilmente transmitida para outros.

    Ainda que um pequeno número de infectados com a bactéria desenvolva a doença, ela tem altas taxas de mortalidade caso o paciente não receba o tratamento adequado.

    O problema é especialmente grave entre portadores do vírus HIV, mais suscetíveis a desenvolver a doença – que é a maior causadora de mortes nesse grupo. Além disso, muitas pessoas HIV positivas se deparam com variações de tuberculose cada vez mais resistente a medicamentos.

    Os maiores desafios agora são o diagnóstico e o tratamento adequado a essa tuberculose resistente.

    “A maior parte do financiamento para aumentar o tratamento da tuberculose resistente é necessária nos Brics (Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul) e em países de renda média”, diz o relatório da OMS.

    Outro alerta da organização é que, “apesar da disponibilidade de tratamentos altamente eficazes há décadas, a tuberculose segue sendo um grande problema global”.

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