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    Encontrar motivação para praticar atividade física nunca foi tão fácil. A tecnologia ajuda você a agendar treinos, medir desempenho e se motivar a alcançar suas próprias metas.

    É possível usar até mesmo aquele celular antigo que você tem na gaveta. Comece acrescentando à agenda os horários em que nada mais interessa a não ser praticar um exercício. Pelo menos 30 minutos por dia fazem toda a diferença para acabar com o sedentarismo e alcançar uma vida mais saudável. Além disso, praticamente todos os celulares possuem cronômetros. É uma opção simples para que você consiga acompanhar o próprio progresso, especialmente em resistência e duração dos treinos. Monte um circuito na sua rua, no parque ou na escola e registre os tempos para medir seu progresso.

    [adrotate banner=”2″]Se o seu aparelho permitir, instale aplicativos que acompanham seu percurso com a ajuda do GPS. Além de aproveitar uma música para motivar você, é possível acompanhar informações sobre ritmo da corrida e o total de passos diários (especialistas indicam até 10 mil passos/dia). Quando terminar, terá informações valiosas como tempo, distância percorrida, velocidade média, locais por onde passou e calorias queimadas.

    Esses “personal trainers” de bolso ainda podem ajudar a encontrar o ritmo certo para que você não gaste toda a sua energia no começo e desista logo na primeira esquina por causa do cansaço. Outro recurso interessante é que você conseguirá comparar seus resultados de hoje com os de ontem e manter a motivação em alta para fazer ainda melhor amanhã. Quer estimular seus amigos e ganhar companhia no seu percurso? Compartilhe seus resultados nas redes sociais.

    Outros aplicativos servem para acompanhar suas refeições. Diariamente, você deve inserir os dados dos alimentos que consumiu e dos exercícios físicos que fez. Dessa maneira, você consegue saber com maior precisão quantas calorias foram consumidas no dia, controlar seu apetite e alcançar seu objetivo.

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  • Dicas 14.06.2011 No Comments

    Cientistas americanos induziram uma célula a produzir luz laser, diz um artigo publicado na revista científica Nature Photonics.

    A técnica se baseia em uma célula que foi programada geneticamente para produzir uma proteína – encontrada naturalmente em uma espécie de água-viva – capaz de emitir luz. Quando a célula é iluminada com uma tênue luz azul, passa a emitir luz laser verde direcionada.

    O trabalho pode ter aplicações na geração de imagens microscópicas de qualidade superior e também em tratamentos médicos que utilizam luzes.

    A luz laser se diferencia da luz normal porque ela tem um espectro mais reduzido de cores, como ondas de luz que oscilam juntas, em sincronia.

    As formas mais modernas de laser utilizam materiais sólidos construídos cuidadosamente para produzir lasers usados em diversos aparelhos eletrônicos, entre eles, escaneadores de supermercados, tocadores de DVDs e robôs industriais.

    Avanço

    O trabalho dos cientistas Malte Gather e Seok Hyun Yun, do Wellman Center for Photomedicine do Massachusetts General Hospital, nos Estados Unidos, estabelece um precedente importante: esta é a primeira vez que um organismo vivo produz a luz laser.

    A dupla usou uma proteína verde fluorescente (Green Fluorescent Protein, ou GFP, na sigla em inglês) como um meio de ganho, para a amplificação da luz.

    Objeto de muitos estudos, a molécula GFP – encontrada originariamente em uma espécie de água-viva – revolucionou a biologia ao agir como uma “lanterna” que pode iluminar sistemas vivos. Gather e Yun programaram células do rim humano para produzir GFP.

    Banhadas em luz

    As células foram colocadas, uma de cada vez, entre dois minúsculos espelhos com 20 milionésimos de um metro de comprimento.

    Os espelhos funcionaram como uma “cavidade laser” na qual raios de luz foram refletidos múltiplas vezes, banhando a célula.

    Quando a célula foi exposta à luz azul, passou a emitir luz verde intensa e direcionada. As células continuaram vivas durante e depois do experimento.

    Em uma entrevista que acompanha o artigo na Nature Photonics, os cientistas observaram que o sistema vivo é “autorregenerativor”. Ou seja, se as proteínas que emitem luz são destruídas no processo, a célula simplesmente produz mais proteínas.

    “Em terapias baseadas em luz, diagnóstico e geração de imagens, as pessoas procuram formas de transportar luz emitida por uma fonte externa de laser para um ponto profundo no interior do tecido.

    “Agora, podemos abordar o problema de outra forma: amplificando a luz no (próprio) tecido.”

    Fonte:G1

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  • Um estudo da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, sugere que dormir com luzes acesas – seja da televisão, do smartphone ou do corredor – pode provocar problemas de saúde, como câncer de mama, distúrbios do sono, ganho de peso e até depressão.

    A pesquisa, envolvendo 16 hamsters, estabeleceu uma ligação entre exposição à luz e depressão. No experimento, todos os animais passavam 16 horas por dia sob luzes fortes e, durante as oito horas restantes do dia, metade ficava na escuridão total e a outra metade ficava sob luzes luzes fracas, semelhante às emitidas por uma televisão ligada.

    Após 8 semanas, os hamsters que estavam em constante exposição à luz tiveram o desempenho significantemente prejudicado em uma série de testes de humor – por exemplo, eles beberam 20% menos açúcar que o resto do grupo e desistiam muito mais cedo em uma atividade de natação.

    Além disso, os pesquisadores notaram diferenças no cérebro que indicaram menos comunicação entre as células nervosas, algo também observado em pessoas com depressão grave.

    A explicação destas diferenças pode estar ligada à melatonina, que é produzida quando estamos no escuro. Com até mesmo a menor quantidade de luz durante a noite, o corpo libera a quantidade errada de melatonina. O hormônio age como um antioxidante, regulando nosso ciclo biológico e nos ajudando a adormecer, além de controlar a liberação de outros hormônios.

    Fonte Galileu

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  • Você sempre deverá levar em consideração no ambiente em que dorme.
    Tudo influencia: o travesseiro, o colchão, a luminosidade, barulho e até as cores da parede. Aprenda a evitar a insônia.

    [adrotate banner=”2″]Insônia é um problemão. Atinge milhões de brasileiros de todas as idades. O que se pode fazer para melhorar a quantidade e a qualidade do sono?

    Médicos da USP de Ribeirão Preto descobriram que o local onde a pessoa dorme afeta diretamente a qualidade do sono. Segundo eles, o ideal é um quarto com temperatura adequada, sem barulho e nenhuma luz.

    No começo é só um pontinho brilhante no meio da escuridão. Mas, sem que percebam, as pessoas deixam o quarto mais iluminado e desconfortável. A cama fica no meio de um painel luminoso. Há luzes do DVD, do celular, do computador, do som.

    O estudante Ícaro Bernucci Ferracini coloca a cabeça no travesseiro, mas o sono não vem. Falta carneirinho para contar. É muito estímulo na hora em que é preciso se desligar de tudo.
    “O computador fica ligado, eu deixo baixando filme, música. No dia seguinte eu acordo cansado”, comenta o estudante Ícaro Bernucci Ferracini.

    Três situações resumem o que é insônia: demorar para pegar no sono, acordar várias vezes à noite e antes do que devia. Estudos científicos mostram que pelo menos 15% das pessoas têm insônia crônica.

    O ambulatório do sono da USP de Ribeirão Preto atende em média 300 pessoas por mês. A maioria não dorme por causa de uma coisa simples: as condições do quarto.

    “Temos que lembrar de algumas características de uma quarto ideal, como o conforto térmico. A pessoa tem que dormir em um lugar com temperatura adequada. Não deve ter barulho no ambiente. O quarto deve ser isolado da luz”, enumera o médico do Ambulatório do Sono/USP Alan Luiz Eckeli.

    Nem sempre é tão fácil dormir porque muita coisa influencia na qualidade do sono. Mas duas são importantes: altura do travesseiro e a densidade do colchão. Quem vai dizer o que é melhor para uma noite tranquila é o médico Manoel Sobreira, especialista em sono: “Para quem dorme de lado, o ideal é que o travesseiro seja mais alto. Já para a pessoa que dorme de barriga para cima, o ideal é um travesseiro mais baixo. Existem tabelas em lojas especializadas em colchão que relacionam o biotipo da pessoa ao colchão”.

    A cor das paredes do quarto influencia também? “O ideal é que as cores sejam mais claras e amenas”, diz o médico.

    E a temperatura do quarto? “O ideal seria uma temperatura diferente para o homem e para a mulher”, brinca o especialista.

    “Ele me disse que realmente o homem e a mulher têm temperatura corporal diferente. A diferença chega a 5ºC. Eu me conformei. Acabaram as brigas”, diz a dona de casa Ana Paula Butelli Hentschke.

    Dormir e acordar no mesmo horário e evitar tomar substâncias estimulantes, como café, ou comer alimentos pesados antes de dormir.

    Fonte G1

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