• [adrotate banner=”2″]Relação se manteve mesmo quando outros fatores foram considerados.

    Para autora, não é possível afirmar que a proximidade provoque o abuso.

    Cientistas finlandeses apontaram um novo fator que pode levar ao abuso no consumo de álcool – morar perto de um bar. A relação foi apresentada em um estudo publicado pela revista científica “Addiction”.

    Os resultados mostraram que, quando uma pessoa se muda para 1 km mais perto do bar, o risco de que ela se torne uma “bebedora pesada” aumenta em 17%. A equipe de Jaana Halonen, do Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional, considerou “bebedores pesados” os homens que consomem mais 300 ml de destilados por semana – para as mulheres, esse volume é de 200 ml.

    O estudo levou em conta a possibilidade de que esses bebedores se mudassem para perto de um bar de propósito. No entanto, essa hipótese perdeu força, pois o aumento no consumo do álcool também ocorreu quando a pessoa continuou morando no mesmo lugar, e um bar foi aberto mais perto de sua casa.

    Outros fatores também foram considerados, como a renda média de cada um – na Finlândia, os mais pobres tendem a beber mais. Ainda assim, os pesquisadores encontraram a mesma relação entre a proximidade do bar e o abuso do álcool.

    Em média, 9% dos participantes que moram a menos de 120 metros de algum bar são bebedores pesados. Quando a distância sobe para mais de 2 km, o número de bebedores pesados cai para 7,5%.

    Apesar da relação “notável”, a autora não acredita que um bar perto de casa provoque, de fato, o alto consumo da bebida. “Fatores além da proximidade também podem explicar, provavelmente, a associação observada”, ponderou Halonen.

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  • Frutas, Uva 26.12.2009 No Comments

    Bebida escura contém até dez vezes mais substâncias benéficas a pele e coração

    O vinho não é exatamente uma poção mágica, mas é um aliado eficaz para eliminar gorduras, manter a pele jovem e prevenir a formação de colesterol e o aparecimento de doenças cardiovasculares. Tudo isso, claro, quando é consumido com moderação – afinal, trata-se de uma bebida alcoólica.

    Segundo a nutricionista Eliana Pereira Vellozo, da Universidade Federal de São Paulo, propriedades que beneficiam a saúde estão presentes com abundância na versão tinta da bebida.

    – As uvas são importantes fontes de nutrientes antioxidantes. Essas substâncias fazem com que o consumo de vinho tenha efeitos positivos sobre quem o bebe.

    Se a versão escura da bebida tem tantas qualidades, o que dizer do vinho branco? De acordo com Eliana, “apesar de [o vinho branco] também fazer bem, o tinto oferece mais benefícios à saúde, incluindo proteção contra câncer”.

    – Isso ocorre por uma questão simples: o vinho tinto contém dez vezes mais polifenóis [substâncias químicas que fazem bem ao corpo humano e que são liberadas e potencializadas na mistura com o álcool] do que branco.

    Ela explica que o processo de fabricação do vinho tinto, que inclui o aproveitamento de cascas e sementes das uvas na fermentação, favorece a concentração maior de substâncias benéficas nn bebida.

    A nutricionista cita pesquisas que mostram que tintos do sul da França e da Sardenha, na Itália, têm os maiores níveis de compostos que fazem bem ao coração. Mas até mesmo o suco de uva concentrado pode ser benéfico.

    – A medida ideal de consumo para quem pode beber álcool é de um cálice por dia. Já pessoas abstêmias, como portadores de diabetes e hipertensos, podem beber até 500 ml por dia do suco.

    Fonte R7

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