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    A maneira mais eficaz de se proteger contra as DSTs é usando o preservativo

     

    Estudiosos alertam especialistas na área médica para a existência de um novo tipo de gonorreia (doença sexualmente transmissível), que pode matar em poucos dias.

    O principal responsável pelo estudo é o cientista Alan Christianson, fundador do centro de pesquisa Integrative Health Care. Em entrevista ao site CNBS ele afirmou que a espécie identificada como HO41 é muito perigosa, tendo efeitos semelhantes aoS da Aids.

    [adrotate banner=”2″]Atuando no organismo de forma mais direta, a DST faz a pessoa entrar em choque e morrer em questão de dias. A doença se mostra tão perigosa quanto o vírus do HIV, que já matou cerca de 30 milhões de pessoas em todo o mundo.

    A versão mais perigosa da gonorreia foi descoberta no Japão há dois anos em uma mulher de 31 anos de idade. Segundo o diretor executivo da Coalizão Nacional de Administração de DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis), William Smith, a situação só piora com o tempo, pois com o passar dos anos, a tendência é que a bactéria se torne cada vez mais nocivo ao organismo.

    A maneira mais eficaz de se proteger contra as DSTs é usando o preservativo.

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  • O número de casos notificados de sífilis congênita – quando o bebê nasce com a doença, transmitida pela mãe – subiu de 6.964 em 2010 para 9.374 no ano passado, um aumento de 34%, segundo o Ministério da Saúde.

    A elevação, porém, é reflexo de um avanço no diagnóstico, e não de um acréscimo no número de casos, acredita o governo.

    A notificação é feita entre crianças com até 1 ano de idade, mas o contágio pode ser facilmente prevenido. Assim que a mulher engravida, um dos exames tradicionalmente exigidos é o de sífilis.

    Nordeste lidera casos

    A taxa de incidência de sífilis congênita no Brasil é de 3,3 casos para cada mil nascidos vivos. A região que lidera o ranking é o Nordeste, com 3,8 casos por mil, seguido do Sudeste, com 3,6; do Norte, com 2,6; e do Sul, com 2,5. No fim da lista está o Centro-Oeste, com 1,8.

    Por estado, o Rio de Janeiro é o que tem a maior taxa da doença: 9,8 ocorrências a cada mil recém-nascidos. O Ceará é o segundo (6,8) e o Sergipe, o terceiro (6,7). O estado com o menor índice de sífilis em bebês é o Piauí (0,8), mas esse dado pode refletir uma falta de notificações, avalia o ministério.

    [adrotate banner=”2″]Teste rápido

    Até 2015, o governo pretende eliminar a sífilis congênita como um problema de saúde pública, e o alvo principal são mulheres e homens entre 15 e 24 anos.

    Para isso, o ministério tem oferecido testes rápidos, de 30 minutos, às gestantes durante o pré-natal. Se o resultado der positivo, a mulher precisa iniciar um tratamento, até um mês antes do parto, para evitar que a doença passe para o filho.

    De janeiro a setembro, 237 mil exames rápidos foram distribuídos no país – no ano passado, foram 31,5 mil unidades, um aumento de mais de sete vezes. O teste identifica no sangue a presença da bactéria Treponema pallidum.

    Como a doença é sexualmente transmissível, o ministério ressalta que os homens também precisam se tratar, pois as parceiras podem ser reinfectadas caso eles não se cuidem. Das mulheres identificadas com sífilis durante o pré-natal no ano passado, apenas 11,5% tiveram seus companheiros tratados.

    Desde 2006, o Dia Nacional de Combate à Sífilis é lembrado sempre no terceiro sábado de outubro – este ano, foi dia 20.

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  • Dicas, saúde 05.06.2011 No Comments

    O Ministério da Saúde recomenda que pessoas em viagem internacional, principalmente aos países da Europa e aos Estados Unidos, não devem comer alimentos crus, sobretudo vegetais e produtos de origem animal. O alerta decorre do registro de mais de 1,8 mil casos de infecção pela bactéria Escherichia coli (E.coli), com 18 mortes, principalmente na Alemanha – de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Não há nenhuma recomendação de restrição de viagem e é importante seguir as orientações das autoridades de saúde do país visitado.

    Até o momento, não há registros de casos no Brasil. No entanto, conforme nota técnica divulgada pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, profissionais de saúde (da rede pública ou privada) devem estar atentos a pacientes com histórico de viagem internacional, nos últimos 30 dias, principalmente à Alemanha; e que apresentem fortes cólicas abdominais e diarreia com sangue. Esses são os principais sintomas que surgem nas pessoas infectadas por um tipo mais agressivo da bactéria – chamado E.coli enterohemorrágica (leia mais abaixo).

    Ainda segunda nota da secretaria, o serviço de saúde deverá coletar amostra de fezes do caso suspeito e encaminhar para a vigilância epidemiológica municipal ou estadual. As autoridades locais de saúde (Secretarias Estaduais e Municipais), além do próprio Ministério da Saúde, devem ser notificadas do caso suspeito em até 24 horas, por telefone, para que a investigação epidemiológica comece.

    Nos casos suspeitos, está contraindicado o tratamento com antibióticos e antidiarreicos, medicamentos que podem agravar o quadro do paciente. O tratamento recomendado restringe-se a hidratação e medidas de suporte necessárias, conforme avaliação médica.

    ORIGEM DOS CASOS – Desde o surgimento dos primeiros casos na Alemanha, autoridades de saúde europeias têm investigado a origem da contaminação. Especula-se que a fonte primária tenha sido alguns tipos de vegetais, como pepino, tomate ou alface. “Mas as investigações epidemiológicas ainda estão em curso e é prematuro responsabilizar algum produto pela transmissão da bactéria na Europa”, adverte o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério, Jarbas Barbosa.

    Segundo a OMS, a maioria dos casos ocorridos fora da Alemanha, incluindo os dois dos Estados Unidos, está vinculada a pessoas que estiveram no país europeu, especialmente no Norte, na região da cidade de Hamburgo. “Estamos numa situação relativamente tranquila, pois não importamos esses produtos in natura. Mesmo assim, é importante que estados e municípios reforcem a vigilância de casos suspeitos”, orienta Barbosa.

    O secretário lembra que é fundamental manter hábitos diários de higiene, como lavar as mãos antes das refeições; depois de usar o banheiro e do contato com animais; e antes de preparar, servir ou tocar os alimentos. “E isso deve ser a regra, não a exceção. É muito importante também certificar-se de que o alimento foi feito de maneira adequada, evitando comer em ruas e feiras, locais onde geralmente não se tem segurança quanto à qualidade do preparo”.

    Cinco recomendações básicas para consumo e preparo de alimentos
    1. Consumir apenas água potável e alimentos bem lavados
    2. Manter a limpeza durante o preparo dos alimentos
    3. Separar alimentos crus de cozidos (durante o preparo)
    4. Cozinhar completamente os alimentos (acima de 70o C)
    5. Manter os alimentos em temperaturas seguras

    fonte:Portal da saúde .

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  • O que é infecção urinária?

    É quando há proliferação bacteriana dentro do trato urinário, ou seja, bactéria dentro do sistema urinário contaminando a urina. A urina normalmente é estéril.

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    Quais são os sintomas de infecção urinária?

    Dor para urinar (disúria)
    Aumento da frequência urinária (polaciúria)
    Urgência para urinar
    Odor fétido na urina
    Ardência para urinar
    Sangue na urina (hematúria)
    Necessidade de acordar a noite para urinar (nictúria)
    Dor na região mais baixa do abdome, próximo à bexiga (dor supra-púbica)
    Urina turva
    Nos casos de pielonefrite, em que os rins estão acometidos pela infecção, pode haver febre acima de 38° C, calafrios e dor lombar.

    Quais são as causas?

    A causa é a proliferação de bactéria dentro do trato urinário.

    Cistite é a mesma coisa que infecção urinária?

    Cistite é uma inflamação na bexiga, que pode ser bacteriana ou não. Quando é uma cistite bacteriana, é o mesmo que infecção urinária baixa.

    As cistites não bacterianas também podem acontecer como, por exemplo, a cistite intersticial ou cistite actínica que vem após uma radioterapia.

    Por que fala-se em infecção urinária baixa ou alta?

    Uma bactéria que entra no canal da urina, vai à bexiga, prolifera-se dentro da bexiga, causando uma cistite bacteriana (ou infecção urinária baixa). Mas ela também pode subir retrogradamente pelo ureter (canal que drena a urina do rim até a bexiga) até o rim, causando uma pielonefrite ou infecção urinária alta.

    A cistite bacteriana é de fácil tratamento. Em geral são usados 3 dias de antibiótico por via oral. Quando acomete os rins, ou seja, uma pielonefrite, é um processo geralmente mais longo e mais grave, necessitando de mais tempo de tratamento, muitas vezes por via endovenosa.

    Quem tem mais probabilidade de ter infecção urinária?

    A infecção urinária pode acometer qualquer pessoa, desde crianças até idosos.

    As mulheres são o principal grupo acometido por esta patologia. Os fatores anatômicos explicam esta facilidade de contaminação. A mulher tem a uretra mais curta que o homem. Isto faz com que uma bactéria chegue fácil à bexiga. A proximidade da uretra com a vagina e com o ânus, locais onde existem bactérias, também aumenta este risco.
    Homens idosos são mais acometidos do que os homens mais jovens. O crescimento da próstata pode causar um esvaziamento incompleto da bexiga e um fluxo urinário ruim, o que facilita que a bactéria suba até a bexiga.
    Crianças que nascem com alguma anomalia congênita.

    Como é feito o diagnóstico?

    O diagnóstico é simples. Uma vez apresentando os sintomas de uma infecção urinária, a pessoa deve procurar um médico para que seja tratada o mais rápido possível.

    Os dados clínicos e o exame físico são esclarecedores. O exame de urina confirma a proliferação bacteriana. Pela urocultura, pode-se verificar qual a bactéria que está causando a infecção e qual a resposta dela aos antibióticos usados no tratamento.

    Em situações mais graves, por exemplo nos casos de pielonefrite, pode ser necessária a solicitação de outros exames complementares como a ecografia abdominal total, urografia excretora, cintilografias renais, tomografia computadorizada abdominal total, dentre outros.

    Vida sexual ativa facilita o aparecimento de infecção urinária?

    A infecção urinária não é uma doença sexualmente transmissível. Ou seja, os parceiros sexuais não passam infecção urinária um para o outro.

    No entanto, a vida sexual pode facilitar o aparecimento de infecção urinária em algumas mulheres que tem:

    Vida sexual promíscua, ou seja, vários parceiros sexuais
    Atividade sexual muito ativa (muitas relações em um curto espaço de tempo)
    E também naquelas que usam espermicidas, cremes ou lubrificantes que podem alterar o ph vaginal.

    É muito importante fazer um exame de urina para diferenciar se há ou não a presença de bactéria em casos de sintomas de infecção urinária, pois pode ser que a relação sexual cause apenas uma irritação no canal da urina pelo atrito do pênis com a vagina.

    É comum uma pessoa que já teve infecção urinária apresentar um novo episódio?

    Aproximadamente 20-25% das pessoas que apresentam uma infecção urinária têm recorrência do quadro no mesmo ano ou no ano seguinte.

    O termo “cistite recorrente” é usado quando uma pessoa apresenta três ou mais episódios em um mesmo ano. A infecção urinária é muito comum. Se acontecer duas vezes em um ano, não é “cistite recorrente”.

    Qual é o tratamento?

    O único tratamento é com antibióticos, que não devem ser usados sem o conhecimento de um médico (urologista, nefrologista, clínico geral, ginecologista, pediatra).

    A auto-medicação pode agravar o quadro mascarando os sintomas, dificultando o diagnóstico e facilitando o agravamento do quadro.

    O uso incorreto de antibióticos seleciona bactérias resistentes e, no dia que a pessoa realmente precisar do antibiótico, ele pode não agir adequadamente.

    O que pode acontecer com uma infecção urinária mal tratada ou não tratada?

    Uma infecção simples pode causar uma pielonefrite, que acomete os rins, quadro que pode trazer riscos e complicações, podendo levar a uma situação grave.

    Sempre é bom procurar um médico diante dos sintomas de uma infecção urinária.

    O que fazer para parar de ter infecção urinária?

    Os estudos realizados mostram que o que causa infecção são alterações intrínsecas. Algumas mulheres, principalmente aquelas com infecções urinárias recorrentes, podem ter nas células que revestem o canal da urina e a vagina receptores em que as bactérias se ligam de maneira mais firme e, com isso, na hora que a pessoa urina a bactéria não é eliminada.

    Então a maior ingestão de líquidos, principalmente água, pode facilitar a eliminação desta bactéria, pois o jato urinário vai ser maior, o que ajuda a eliminar estas bactérias aderidas.

    Outros fatores que podem ajudar a evitar uma infecção urinária são:

    Evitar a utilização de produtos intra-vaginais (cremes, lubrificantes, espermicidas) que podem alterar o ph vaginal
    A ejaculação intravaginal muito frequente pode alterar o ph vaginal e afetar a flora vaginal facilitando a infecção urinária. O sêmen é básico, podendo alterar o ph vaginal
    Não há provas científicas, mas são recomendados:

    A higiene após defecação ou após urinar deve ser feita de frente para trás
    Não fazer jatos de limpeza com chuveirinho, pois muda a flora e o ph vaginais

    Esvazie a bexiga após o ato sexual
    Tratar a constipação intestinal, quando necessário.

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  • Mais um tratamento contra a Obesidade. O tratamento é menos invasivo dos tratamentos existentes

    [adrotate banner=”2″]Hospital das Clínicas testa dispositivo de plástico colocado no duodeno.
    Médico diz que houve perda de peso em 100% dos pacientes.

    O Hospital das Clínicas, em São Paulo deu início a uma série de testes com um novo método de combate à obesidade que começou a ser testado no Brasil. Sua peça-chave é um dispositivo de plástico em forma de tubo de 62 centímetros, colocado no duodeno por meio de uma endoscopia. Seus resultados, até o momento, são surpreendentes e a previsão é de que, até 2011, esse tratamento já poderá estar acessível. A metodologia também é testada nos Estados Unidos, Holanda e Chile.

    Segundo Eduardo Horneaux de Moura, médico do Hospital das Clínicas e coordenador dos trabalhos com este dispositivo no país, houve êxito no controle de perda de peso em 100% dos pacientes. “Em torno de 20% dos pacientes ficam efetivamente sem tomar nenhum medicamento para diabetes”, aponta o médico.

    Esse foi um dos resultados mais importantes do trabalho, focado em pacientes que tinham até 200 kg. Números divulgados esta semana revelam que o excesso de peso já atinge 46% dos brasileiros. A situação é pior para 14% da nossa população, que já é considerada obesa. São pessoas ainda longe da obesidade mórbida, mas incomodadas com os quilos extras, que já estão sendo estudados de uma nova perspectiva, microscópica.

    Metodologia

    O dispositivo de plástico é colocado na porção inicial do intestino do paciente, o duodeno, por onde o alimento ingerido passa. A comida vai mais lentamente do estômago para o intestino, provocando uma sensação de saciedade. Enzimas percorrem a lateral do tubo e atingem o alimento depois que ele sair do tubo. Dentro do tubo, o alimento não recebe as secreções liberadas pelo pâncreas e fígado, que só atingem a comida depois que ela percorreu todo o tubo plástico.

    A digestão e a absorção dos alimentos não é completa. O resultado é a perda de peso. De plástico fino e maleável, o tubo ficou durante um período de 12 meses no interior de 78 pacientes muito obesos, que tinham indicação de cirurgia de redução de estômago.

    “Perdi 26 kg. Tinha 134 centímetros de abdome, agora estou com 92. A pressão arterial passou de cerca de 18 a 20, para 12 por 7. Minha glicemia era de 378. Hoje estou com média de 80, 70”, compara Paulo de Tarso, um dos pacientes.
    Depois da experiência, Paulo afirma ser um homem feliz com sua imagem: “Gosto de me olhar no espelho hoje. Antigamente eu olhava e ficava abaixando o olho porque eu me sentia muito gordo”, comenta Paulo, que tinha diabetes tipo 2, comum em obesos graves.

    Cientistas observaram que no intestino de obesos um tipo de bactéria é dominante. Nos magros, essa mesma bactéria aparece em número menor. Dieta e genética seriam as responsáveis por essa diferença.

    “Este grupo de bactérias, quando presente, parece determinar uma maior capacidade desse indivíduo ganhar peso. Em um futuro muito próximo acredito que vá surgir alguma proposta de uma terapia”, diz a pesquisadora da USP, Regina Domingues.
    “Carregar 200 e tantos quilos não era fácil. Chegou uma hora que o coração sentiu”, diz José Carrera. José sofreu um infarto. Dois anos depois, se submeteu à pesquisa do HC. Emagreceu mais de 50 kg e se prepara para a cirurgia de redução de estômago. “Hoje sou uma pessoa bem mais consciente. É uma pessoa que hoje cuida da saúde”, afirma Carrera.

    Fonte Fantástico

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