• Legumes, verduras e frutas ajudam a manter a cor

    O verão começa a se aproximar e, com o calor que já tem feito em muitos estados brasileiros, vem aquela disposição de exibir um corpão sarado e bronzeado. Porém, não pense que só se expor ao sol já é o suficiente! Segundo a nutricionista do Mais Você, Daniela Meira, é necessária uma preparação para o bronze vir de uma forma saudável. Por isso, ela lista algumas dicas imprescindíveis para quem deseja ficar da cor do pecado.

    “De nada adianta ficar deitada na praia, exposta ao sol pensando que à noite vai exibir aquele bronzeado, se sua pele não está preparada para absorver o que o sol tem de melhor. Essa exposição pode trazer bolhas e queimaduras indesejáveis, certo?”, alerta Daniela.

    A nutricionista ressalta ainda que os alimentos devem ser consumidos desde já, e que o hábito garantirá um bronzeado mais fácil e duradouro. “É importante que você comece a incluir estes alimentos na sua alimentação já na primavera, pois o estoque de betacaroteno vai manter seu bronze por mais tempo e uniforme por todo o corpo! Lembre-se que o bronzeado bonito vem de maneira gradual. Cada dia um pouquinho, para ficar por mais tempo”, orienta.

    [adrotate banner=”2″]Benefícios do betacaroteno:

    Na hora da feira escolha as frutas e legumes com os olhos! Legumes, frutas e verduras de cor alaranjada ou verde-escuro são ricos em betacaroteno (substância que protege o corpo por ser um poderoso antioxidante e ajuda na formação de melanina promovendo aquele bronzeado bonito e uniforme). Além de favorecer o bronzeado, esses alimentos também contribuem para uma maior proteção aos raios solares nocivos à pele.

    Se você é bem branquinha (não tem muita melanina) pode recorrer, mesmo assim, a esses alimentos ricos em betacaroteno para se bronzear melhor! É claro que os tons de bronzeado variam de pessoa para pessoa, mas a alimentação é tão importante quanto o protetor solar ou o bronzeador corporal.

    Legumes e verduras agem a seu favor:

    Alguns alimentos como legumes e verduras, em especial, são fontes ricas em betacaroteno. Anote e inclua em sua listinha do supermercado: abóbora, batata-doce, beterraba, cenoura e pimentão. Nos vegetais: agrião, brócolis, couve, espinafre e repolho.

    Frutas são indispensáveis:

    Mamão, caqui e manga são fortes aliados da cor do verão. Sucos naturais com cenoura, espinafre, laranja e hortelã ficam uma delícia e são bombas de betacaroteno! O ideal é consumir de três a cinco porções de frutas por dia e de quatro a cinco porções diárias de verduras e legumes.

    Use protetor todos os dias:

    Não se esqueça de usar o protetor solar todos os dias, pois o efeito do sol na pele é cumulativo e os danos causados pela exposição excessiva ao sol, como manchas e câncer de pele, só vão aparecer no futuro.

    Beba bastante água:

    Lembre-se de beber bastante água e aumentar a quantidade de copos quando for se expor ao sol! Aproveite a época e além da água varie os sabores das bebidas tomando também água de coco, sucos e chás gelados. E modere no consumo de gorduras e álcool que elevam a temperatura do organismo e desidratam o corpo.

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  • Um estudo da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, sugere que dormir com luzes acesas – seja da televisão, do smartphone ou do corredor – pode provocar problemas de saúde, como câncer de mama, distúrbios do sono, ganho de peso e até depressão.

    A pesquisa, envolvendo 16 hamsters, estabeleceu uma ligação entre exposição à luz e depressão. No experimento, todos os animais passavam 16 horas por dia sob luzes fortes e, durante as oito horas restantes do dia, metade ficava na escuridão total e a outra metade ficava sob luzes luzes fracas, semelhante às emitidas por uma televisão ligada.

    Após 8 semanas, os hamsters que estavam em constante exposição à luz tiveram o desempenho significantemente prejudicado em uma série de testes de humor – por exemplo, eles beberam 20% menos açúcar que o resto do grupo e desistiam muito mais cedo em uma atividade de natação.

    Além disso, os pesquisadores notaram diferenças no cérebro que indicaram menos comunicação entre as células nervosas, algo também observado em pessoas com depressão grave.

    A explicação destas diferenças pode estar ligada à melatonina, que é produzida quando estamos no escuro. Com até mesmo a menor quantidade de luz durante a noite, o corpo libera a quantidade errada de melatonina. O hormônio age como um antioxidante, regulando nosso ciclo biológico e nos ajudando a adormecer, além de controlar a liberação de outros hormônios.

    Fonte Galileu

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  • Uma dieta rica em frutos oleaginosos (como castanhas, nozes e amêndoas), peixe e legumes diminui significativamente as chances de que uma pessoa desenvolva Alzheimer, segundo um estudo publicado na revista científica “Archives of Neurology”.

    O pesquisador Yian Gu e seus colegas do Medical Centre da Columbia University, em Nova York, Estados Unidos, analisaram as dietas de 2.148 adultos em idade de se aposentar vivendo em Nova York.

    Durante os quatro anos de duração do estudo, 253 dos adultos do grupo desenvolveram Alzheimer.

    Quando os pesquisadores estudaram em detalhe as dietas de todos os participantes no estudo, perceberam um padrão.

    Adultos cujas dietas incluíam mais frutos oleaginosos, peixe, aves, frutas e verduras e menos laticínios gordurosos, carne vermelha e manteiga apresentaram muito menos chances de sofrer de demência.

    Influência

    Os pesquisadores acreditam que o segredo esteja nos diferentes níveis de nutrientes específicos que essa combinação de alimentos oferece.

    Por exemplo, dietas ricas em ácidos graxos (como Ômega 3), vitamina E e folatos (como o ácido fólico), mas pobres em gorduras saturadas, parecem ser as melhores.

    Há muito se suspeita de que nutrientes podem influenciar os riscos de demência.

    Os folatos reduzem os níveis do aminoácido homocisteína (que foi associado, em estudos anteriores, ao Mal de Alzheimer) na circulação sanguínea.

    Da mesma maneira, a vitamina E pode oferecer proteção devido ao seu forte efeito antioxidante.

    Por outro lado, ácidos graxos saturados e monoinsaturados podem aumentar os riscos de demência ao encorajar a formação de coágulos no sangue, dizem os pesquisadores.

    Comentando o estudo, Rebecca Wood, diretora-executiva do Alzheimer’s Research Trust, disse: “Entender a conexão entre dieta e os riscos de demência pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de doenças como o Mal de Alzheimer em algumas pessoas”.

    “Adaptar nosso estilo de vida à medida em que ficamos mais velhos – fazendo exercícios regularmente, prestando atenção à nossa dieta e mantendo uma vida social ativa – pode reduzir os riscos de demência”.

    “Mas infelizmente”, acrescentou Wood, “não há dieta ou estilo de vida que elimine esses riscos por completo”.

    Na opinião da especialista, com 35 milhões de pessoas sofrendo de demência no mundo hoje, é importante que as pesquisas sejam direcionadas para a criação de novos tratamentos.

    Fonte G1

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