• Você já ouviu falar em alimentos orgânicos? Tem o costume de leva-los à mesa? Muitos dos alimentos que comemos são adicionados de “nutrientes” na terra ou na ração, para que os vegetais não morram e os animais engordem. No entanto, esses aditivos são compostos químicos que são absorvidos pelos animais e vegetais e vão parar na nossa mesa. Alimentos orgânicos, que crescem naturalmente a partir daquilo que a terra provê, são livres desses compostos e não prejudicam a sua saúde. E não são tão inacessíveis assim.

    Não tem mistério: alimentos orgânicos são aqueles livres de agrotóxicos. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Orgânicos Biologicamente Sustentáveis (BrasilBio), José Alexandre Ribeiro, “alimentos orgânicos são 100% produzidos a partir daquilo que a natureza oferece, sem forçá-la a produzir. Não são acrescentados hormônios à carne nem pesticidas às plantas. É a alimentação sem produtos químicos. O cultivo dos alimentos orgânicos, no entanto, vai além da não adição de produtos químicos. Ele mantém o equilíbrio do solo e a vitalidade das plantas. Resgata a vida”.

    Nós não sentimos os efeitos dos agrotóxicos, o que não quer dizer que não afetem a nossa saúde. De acordo com a nutricionista clínica Vânia Barberan, “não deveríamos comer alimentos que não fossem orgânicos. Apesar de a composição nutricional ser a mesma, alimentos da agricultura convencional (nova nomenclatura referente a alimentos não orgânicos) têm agrotóxicos. Eles podem ser transgênicos (OMG – Organismo Geneticamente Modificado), com herbicidas, fungicidas, fortificantes. E seus efeitos são mais observados nos lavradores, que têm contato direto e morrem por motivos absurdos, e que ninguém relaciona aos agrotóxicos: parada cardíaca, falência hepática, pulmonar”.

    Como dito anteriormente, os efeitos negativos dos agrotóxicos vão além da mera inserção de químicos nos alimentos. José Alexandre argumenta que “precisamos mudar nossa concepção sobre a questão alimentar. Estamos condicionados a não pensar sobre o que comemos, da onde vem, como foi feito, conservado, transportado. A agricultura hoje está na mão dos produtos químicos e precisamos reverter isso. Muitas doenças sem diagnóstico são frutos dessa alimentação contaminante. O ser humano, hoje, apresenta cerca de 1/3 da capacidade reprodutiva que tinha há 50 anos, quando ainda não eram introduzidos produtos químicos na alimentação”.

    Muitos alimentos se dizem orgânicos quando, na realidade, não são produzidos “convencionalmente”, com ajuda de agrotóxicos. Mas, hoje, já é possível identificar os alimentos verdadeiramente orgânicos. Segundo José Alexandre, “desde 2004, a BrasilBio e outras entidades ligadas à sustentabilidade da vida, formataram leis que regulamentam o setor. Em janeiro de 2011, essa lei começou a vigorar e os alimentos orgânicos carregam um selo de segurança”.

    Um fator que pode desanimar os futuros novos consumidores de alimentos orgânicos é o preço desses alimentos. No entanto, Vânia diz que “essa história de que alimento orgânico é mais caro é um mito. Ele é mais difícil de ser encontrado e, quando tem no supermercado, pode ser talvez um Real mais caro que o convencional. Mas, especialmente nas grandes cidades, têm muitas feiras de orgânicos, feiras regulares e os produtos são bem baratos. Mesmo se quiser comprar no mercado, um alface um pouco mais caro que não faz mal para a sua saúde é um ótimo investimento”.

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  • Dicas, dieta 22.09.2011 No Comments


    Desde o início da comercialização dos alimentos diet, a maioria dos consumidores associaram esses produtos como sendo de baixo valor calórico e, conseqüentemente, permitidos para as pessoas que precisam ou desejam perder os quilos extras. Depois, vieram os light e a confusão se formou.

    Diabéticos, hipertensos, pessoas com nível de colesterol alto ou com excesso de peso podem consumir o mesmo alimento diet ou light? Pão e refrigerante light ou diet, sal light, margarina light, chocolate diet. Diet e light viraram “sobrenome” de diversos alimentos, mas o que os diferenciam?

    Alimento Diet

    De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o termo diet pode ser usado em dois tipos de alimentos:

    1. Nos alimentos para dietas com restrição de nutrientes (carboidratos, gorduras, proteínas, sódio);

    2. Nos alimentos para dietas com ingestão controlada de alimentos (para controle de peso ou de açúcares).

    Mas, o que quer dizer ingestão controlada ou restrição de nutrientes?

    Os alimentos para dietas controladas não podem ter a adição de nutriente. Assim, para ingestão controlada de açúcar, não pode haver inclusão de nutrientes que possuam o açúcar natural do alimento como, por exemplo, a geléia diet que tem como açúcar natural a frutose.

    É importante que fique claro que nem todos os alimentos diet apresentam diminuição significativa na quantidade de calorias e, portanto, devem ser evitados pelas pessoas que querem emagrecer.

    Alimento Light

    A definição de alimento light deve ser empregada nos produtos que apresentem redução mínima de 25% em determinado nutriente ou calorias comparado com o alimento convencional.

    Dessa maneira, a primeira diferença entre o alimento diet e light está na quantidade permitida de nutriente. Enquanto que o diet precisa ser isento, o light deve apresentar uma diminuição mínima de 25% de nutrientes ou calorias em relação ao alimento convencional.

    A segunda diferença é conseqüência da primeira: o alimento light não é, necessariamente, indicado para pessoas que apresentem algum tipo de doença como diabetes, colesterol elevado, celíacos ou fenilcetonúricos. Se, o alimento light apresentar eliminação do nutriente, por exemplo, açúcar (refrigerante light), poderá ser consumido pelos diabéticos.

    Confusão é fácil de acontecer; por isso, leia os rótulos com muita atenção. Compare os produtos light e diet com os alimentos convencionais. É muito importante verificar se eles atendem às suas necessidades.

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  • Neurotransmissor do bem

    As células endoteliais, que revestem internamente todas as artérias do corpo, inclusive as do pênis, desempenham papel crucial na liberação do óxido nítrico, o neurotransmissor mais importante no mecanismo da ereção, responsável por relaxar a musculatura dos corpos cavernosos do pênis e permitir a entrada do sangue. “Uma alimentação saudável evita aterosclerose, o entupimento das artérias causado por excesso de gorduras”, diz Gromatzky. Frutas como melancia e banana, temperos como alho e gengibre e frutos do mar como salmão e ostras são alguns dos seus aliados. Confira a lista abaixo.

    Melancia:

    -A fruta é rica em citrulina, convertida pelo corpo num aminoácido precursor do óxido nítrico, neurotransmissor responsável pela ereção.

    Chocolate Amargo:

    -É cheio de flavonoídes, que protegem as artérias. Coma 50 gramas por dia, quantidade que, segundo pesquisas da Universidade da Califórnia, nos EUA, melhora a dilatação dos vasos sanguíneos m mais de 10%.

    Cereja:

    -Os flavonoídes das frutas vermelhas, azuis e roxa limpam os radicais livres e relaxam as artérias, melhorando o fluxo sanguíneo.

    Ostra:

    -Cruas, são uma das maiores fontes de zinco, que melhora o fluxo sanguíneo e fornece combustível para a produção de testosterona. A queda dos níveis desse hormônio prejudica a libido e o desempenho.

    Alho:

    -Esse vegetal estimula o fluxo sanguíneo para o pênis, aumentanto a produção de óxido nítrico e relaxando os vasos sanguíneos.

    Banana:

    -A fruta é rica em potássio, que relaxa as paredes dos vasos, melhorando o fluxo do sangue por todo o corpo. O potássio também compensa a dieta rica em sódio e controla a pressão sanguínea, diz estudo publicado na revista Hypertension. Vasos sanguíneos estreitados levam a um baixo fluxo de sangue, o que leva … bem, não leva a nada.

    Nozes:

    -O aminoácido L-arginina, encontrado em abundância nas nozes, é um dos blocos construtores do óxido nítrico. Além disso, as frutas secas contêm nutrientes que fazem bem ao coração. O consumo diário recomendado pelo órgão European Food Safety Authority é de 1/4 de xícara.

    Gengibre:

    -Varrendo os radicais livres (substâncias oxidantes) dos vasos sanguíneos e diminuindo a inflamação, a raiz relaxa as artérias e melhora a circulação do sangue. De acordo com estudo publicado no periódico International Journal Of Cardiology, consumir 1 colher de chá de gengibre algumas vezes por semana é tudo o que você precisa.

    Noz-Moscada:

    -Um estudo sobre afrodisíacos naturais feito pela publicação BMC Complementary and Alternative Medicine descobriu que a noz-moscada estimula a libido. Ela contém ácido mirístico, substância que mostrou capacidade de estimular a produção do óxido nítrico, neurotransmissor responsável pela ereção.

    Salmão:

    -Rico em ácido graxos ômega-3, esse peixe de água fria promove a saúde erétil por melhorar a saúde cardiovascular e diminuir o colesterol ruim(LDL). Os pesquisadores recomendam o consumo diário de 1 grama de ômega-3. Você obtêm essa quantidade do nutriente numa proção de 85 gramas de salmão.

    Pistache:

    -Adicionar um punhado diário de pistaches à sua dieta pode melhorar não apenas a função eétil como também o orgasmo e o desejo sexual, de acordo com estudo do International Journal of Impotente Research. O saboroso tira-gosto é rico em L-arginina, ligado à produção de óxido nítrico.

    Amêndoas:

    -A vitamina E, presente em boas quantidades nos frutos secos, aumenta a produção de óxido nítrico, de acordo com o British Journal of Urology International. Uma porção pequena, algumas vezes por semana, é suficiente.

    Azeite de Oliva:

    -Considerado um dos principais alimentos funcionais, o óleo extraído das azeitonas ajuda a diminuir o colesterol ruim e protege o sistema cardiovascular.

    Álcool:

    -Moderação é a palavra-chave . Pesquisa conduzida pelo médico David R. Meldrum, endocrinologista especializado em reprodução e professor da Faculdade de Medicina David Geffen, nos EUA, mostrou que um ou dois drinques por dia podem produzir efeitos benéficos sobre a função erétil. Consumo maior pode provocar efeito contrário, ao diminuir o fluxo de sangue e a produção de óxido nítrico. Entre as bebidas, o vinho tinto é a melhor opção, por conter resveratrol. Essa substância antioxidante, presente na uva, tem efeito comprovado na prevenção de doenças cardíacas.

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  • Muitas vezes, consumimos alimentos que são verdadeiras bombas calóricas disfarçadas, enquanto outros não engordam tanto quanto parecem. E é importante ficar de olho nessas quantidades para não ultrapassar o valor diário recomendado: 2 mil calorias para as mulheres e 2.500 para os homens, em média.
    No Jogo da Equivalências das Calorias, o programa mostrou 25 alimentos, e um casal participante teve que acertar o valor calórico de cada um.

    Uma das convidadas foi a professora de dança Sueli Costa, de 53 anos, que foi bailarina clássica durante anos, hoje é porta-bandeira há 16 anos e há 8 carrega o pavilhão oficial da escola de samba paulistana Rosas de Ouro. Ela se preocupa com a aparência: vai à esteticista, malha e faz de tudo para melhorar o corpo por fora e também por dentro. Uma vez por ano, marca consulta no médico para um check-up completo.

    No café da manhã, por volta das 9h, Sueli come meio pãozinho ou duas bisnaguinhas e café com leite. Também gosta de presunto e queijo puros, sem pão. No almoço, opta por feijão. Massas, só uma vez por semana. Ela também adora verduras e legumes: alface, rúcula, tomate seco e abobrinha, além de champignon.

    Ela e o marido, Osmar, trabalham à noite e, por isso, o jantar é uma refeição fundamental para o casal. Ela costuma preparar arroz, feijão, macarrão, frango, churrasco ou carne cozida. Também gosta de batata frita, mas só fora de casa, e é viciada em suco de melancia.

    Já o marido e empresário Osmar Costa, de 50 anos, leva uma vida sedentária e estressante: passa o dia inteiro sem se alimentar e come muito à noite. Procura dormir 7 horas por noite, mas reconhece que é difícil. No café da manhã, toma apenas um cafezinho preto. No almoço, não costuma comer nada, e começa a trabalhar por volta do meio-dia. À tarde, raramente come algo no escritório, só quando sente fome.

    No jantar, ele pega pesado, apesar de Sueli sempre se preocupar em preparar uma salada. De vez em quando, Osmar come sanduíches em lanchonete, mas dificilmente fast food e salgadinhos. Prefere comida na chapa e não bebe nada de álcool há 16 anos: apenas água, refrigerante e café. Também não gosta de leite nem de suco, mas não dispensa um queijinho nem consegue voltar do supermercado sem uma caixa de bombom. Depois das refeições, sempre procura algum doce. E diz que não se preocupa com rótulos nem com calorias.

    Valor calórico dos alimentos

    Salgados

    - Misto-quente = 340 calorias
    - Meio pão na chapa com manteiga = 230 calorias
    - Pão de queijo = 220 calorias
    - Empadinha de palmito = 200 calorias
    - Pipoca de panela (1 xícara) = 70 calorias
    - Salgadinhos (1 xícara) = 100 calorias
    - Macarrão instantâneo (1 pacote) = 400 calorias
    - Bife grelhado (100 g) = 170 calorias
    - Filé de frango grelhado (100 g) = 100 calorias
    - Filé de peixe grelhado (100 g) = 100 calorias
    - Filé de peixe à milanesa (100 g) = 265 calorias

    Doces

    - Bolo de chocolate (pedaço médio, sem recheio nem cobertura) = 350 calorias
    - Pudim de leite (1 fatia média) = 240 calorias
    - Bombom (20 g) = 110 calorias
    - Brigadeiro pequeno = 60 calorias
    - Leite condensado (1 colher de sopa) = 50 calorias
    - Biscoito recheado (unidade) = 40 calorias
    - Bolacha água e sal (unidade) = 20 calorias
    - Meio mamão papaia = 50 calorias
    - Açaí com granola (1 tigela de 200 g com granola) = 250 calorias

    Líquidos

    - Suco de laranja sem açúcar (200 ml) = 120 calorias
    - Café com leite e açúcar (1 xícara) = 120 calorias
    - Água de coco (200 ml) = 40 calorias
    - Suco de uva (1 caixinha) = 110 calorias
    - Leite integral (1 copo de 200 ml) = 115 calorias
    - Leite desnatado (1 copo de 200 ml) = 60 calorias
    - Cuia de chimarrão (200 ml) = 20 calorias
    - Refrigerante (1 copo) = 80 calorias
    - Chopp (300 ml) = 120 calorias
    - Vinho tinto (1 taça de 120 ml) = 100 calorias achocolatado (200 ml) = 200 calorias

    Quantidade diária recomendada

    Homem

    Café da manhã – 500 calorias
    Lanche da manhã – 250 calorias
    Almoço – 750 calorias
    Lanche da tarde – 250 calorias
    Jantar – 750 calorias

    Total: 2.500 calorias

    Mulher

    Café da manhã – 400 calorias
    Lanche da manhã – 200 calorias
    Almoço – 600 calorias
    Lanche da tarde – 200 calorias
    Jantar – 600 calorias

    Total: 2.000 calorias

    Pensando Leve

    De férias, a família Silva foi passar um dia na praia. Mas nem assim descuidou da balança. O preparador físico José Rubens D’Elia acompanhou a aventura dessa turma em Santos, no litoral paulista.

    Fonte:Bem Estar

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  • Dicas, saúde 27.06.2011 No Comments

    O maior problema de nutrição do Brasil é a falta de ferro, uma deficiência que pode ser facilmente solucionada, com a ingestão de alimentos ricos nesse nutriente. Sem ele, as crianças podem desenvolver anemia e ter dificuldade de crescimento e aprendizado, entre outros prejuízos.

    A pesquisa oficial mais recente feita no país mostra que 20% das crianças (sobretudo menores de 2 anos) e 29% das mulheres têm o problema. No caso delas, é por causa da menstruação e da gravidez, período em que o bebê suga muito ferro da mãe. Por isso, as gestantes precisam até três vezes mais dessa substância que as pessoas em geral.

    Essa forma de desnutrição mais silenciosa também está associada a doenças na vida adulta. E o tratamento pode levar de 1 a 3 meses.

    A fraqueza generalizada causada pela anemia ocorre porque, sem o ferro, as células vermelhas do sangue (hemácias) não “conversam” com o oxigênio que deve ser distribuído pelo corpo. Cada uma das 28 bilhões de hemácias que circulam no organismo carrega 1 bilhão de moléculas de oxigênio. E 2 milhões são produzidas a cada segundo.

    Entre os sintomas da anemia, estão: fadiga generalizada, falta de apetite, menor disposição para o trabalho, desânimo, palidez da pele, da palma da mão e das mucosas (como olhos e gengiva) e dificuldade de aprendizagem em crianças. Quem tem suspeita da doença deve fazer um exame de sangue, disponível em toda a rede pública.

    No Brasil, é comum as farinhas de trigo e milho receberem ferro para suprir essa necessidade. Outra dica é consumir frutas cítricas, como laranja e limão, que não contêm ferro, mas são ricas em ácido ascórbico, substância que melhora a absorção desse nutriente em outros alimentos.

    O leite de vaca não é fonte de ferro, a não ser que seja adicionado industrialmente, mas o leite materno, sim. E quem não gosta de comer feijão pode substituí-lo por carnes (vermelhas e brancas) e verduras de folhas escuras. Segundo a nutricionista Juliana, não há comprovação científica de que acrescentar um prego no cozimento adicione ferro à dieta.

    Fonte:G1

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  • Produtos light, diet e zero costumam causar confusão na hora da compra. E as opções aumentam a cada dia. Afinal, qual deles não contém açúcar, gordura e ajuda a emagrecer? O que é mais indicado para cada caso? Muitas pessoas não sabem, mas alguns alimentos light ou diet podem ser tão ou mais calóricos que os normais.

    é fundamental prestar atenção nos rótulos e nas porções consumidas. E um mesmo produto pode ser light, diet e zero, já que uma categoria não exclui a outra. Por isso, deve-se verificar qual é o ingrediente que está tornando determinado alimento reduzido ou ausente de algo.

    Os itens light
    Apresentam uma diminuição de 25% em algum componente se comparado com o original. Podem ser calorias, açúcares, gorduras, sódio ou outros nutrientes. Na pipoca light, por exemplo, a diferença de calorias, gorduras e carboidratos é pequena. A margarina tem menos da metade das gorduras e calorias que a normal. Já o sorvete light é feito com menos carboidratos e quase metade das calorias, porém concentra mais que o dobro de sódio.

    Alimentos zero
    São os que contêm uma quantidade não significativa de algum item em relação ao tradicional. O refrigerante light ou zero tem zero caloria, mas a quantidade de sódio é maior.

    O diet, por sua vez, é recomendado para dietas especiais, como a de pacientes diabéticos. Costuma ter menos carboidrato, açúcar, gordura ou sódio. Entre o chocolate light e diet, por exemplo, a diferença é pequena: o diet contém mais gordura e carboidrato que o normal, e pode ser mais calórico. Já o zero não tem açúcar nem lactose, além de menos calorias e carboidratos.

    Segundo Halpern, 1 grama de gordura concentra 9 calorias, contra 4 calorias em 1 grama de carboidrato. O especialista também recomendou conferir sempre o valor energético dos produtos e não exagerar, pois aí os benefícios se perdem e pode haver o efeito contrário.

    Fonte:Bem estar

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  • Sozinho, produto não tem os nutrientes de que uma pessoa precisa.
    Uso da expressão nos rótulos será proibido.

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nesta terça-feira (7) uma nota alertando sobre os riscos do consumo de um produto conhecido como “ração humana”. Segundo o órgão, o consumidor é levado a acreditar que, alimentando-se apenas dessa ração, estará ingerindo todos os nutrientes de que precisa, o que não é verdade.

    O produto é usado por pessoas que procuram perder peso. Geralmente, é composto por uma mistura de cereais, farinhas e outros ingredientes variados. O consumo de tais substâncias não faz mal, mas não é suficiente para uma alimentação correta. A nota enfatiza que é necessário balancear os alimentos para evitar doenças como a anemia.

    O texto recomenda ainda que qualquer pessoa que queira fazer mudanças nos hábitos alimentares procure orientação profissional para garantir a quantidade certa de nutrientes no corpo.

    O uso do nome “ração humana” fica proibido em produtos comercializados no Brasil. A Anvisa alega que a expressão “não indica a verdadeira natureza e característica desse alimento” e, por isso, confunde o consumidor.

    Antes de incluir no rótulo ou na publicidade alegações de propriedades terapêuticas de produtos alimentícios, o fabricante precisa registrá-los na Anvisa. Testes devem conferir a segurança e a eficácia do produto em relação ao efeito prometido. Quem não cumprir as exigências fica sujeito a multas que podem chegar a R$ 1,5 milhão.

    Fonte: G1

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  • Dicas, saúde 05.06.2011 No Comments

    O Ministério da Saúde recomenda que pessoas em viagem internacional, principalmente aos países da Europa e aos Estados Unidos, não devem comer alimentos crus, sobretudo vegetais e produtos de origem animal. O alerta decorre do registro de mais de 1,8 mil casos de infecção pela bactéria Escherichia coli (E.coli), com 18 mortes, principalmente na Alemanha – de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Não há nenhuma recomendação de restrição de viagem e é importante seguir as orientações das autoridades de saúde do país visitado.

    Até o momento, não há registros de casos no Brasil. No entanto, conforme nota técnica divulgada pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, profissionais de saúde (da rede pública ou privada) devem estar atentos a pacientes com histórico de viagem internacional, nos últimos 30 dias, principalmente à Alemanha; e que apresentem fortes cólicas abdominais e diarreia com sangue. Esses são os principais sintomas que surgem nas pessoas infectadas por um tipo mais agressivo da bactéria – chamado E.coli enterohemorrágica (leia mais abaixo).

    Ainda segunda nota da secretaria, o serviço de saúde deverá coletar amostra de fezes do caso suspeito e encaminhar para a vigilância epidemiológica municipal ou estadual. As autoridades locais de saúde (Secretarias Estaduais e Municipais), além do próprio Ministério da Saúde, devem ser notificadas do caso suspeito em até 24 horas, por telefone, para que a investigação epidemiológica comece.

    Nos casos suspeitos, está contraindicado o tratamento com antibióticos e antidiarreicos, medicamentos que podem agravar o quadro do paciente. O tratamento recomendado restringe-se a hidratação e medidas de suporte necessárias, conforme avaliação médica.

    ORIGEM DOS CASOS – Desde o surgimento dos primeiros casos na Alemanha, autoridades de saúde europeias têm investigado a origem da contaminação. Especula-se que a fonte primária tenha sido alguns tipos de vegetais, como pepino, tomate ou alface. “Mas as investigações epidemiológicas ainda estão em curso e é prematuro responsabilizar algum produto pela transmissão da bactéria na Europa”, adverte o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério, Jarbas Barbosa.

    Segundo a OMS, a maioria dos casos ocorridos fora da Alemanha, incluindo os dois dos Estados Unidos, está vinculada a pessoas que estiveram no país europeu, especialmente no Norte, na região da cidade de Hamburgo. “Estamos numa situação relativamente tranquila, pois não importamos esses produtos in natura. Mesmo assim, é importante que estados e municípios reforcem a vigilância de casos suspeitos”, orienta Barbosa.

    O secretário lembra que é fundamental manter hábitos diários de higiene, como lavar as mãos antes das refeições; depois de usar o banheiro e do contato com animais; e antes de preparar, servir ou tocar os alimentos. “E isso deve ser a regra, não a exceção. É muito importante também certificar-se de que o alimento foi feito de maneira adequada, evitando comer em ruas e feiras, locais onde geralmente não se tem segurança quanto à qualidade do preparo”.

    Cinco recomendações básicas para consumo e preparo de alimentos
    1. Consumir apenas água potável e alimentos bem lavados
    2. Manter a limpeza durante o preparo dos alimentos
    3. Separar alimentos crus de cozidos (durante o preparo)
    4. Cozinhar completamente os alimentos (acima de 70o C)
    5. Manter os alimentos em temperaturas seguras

    fonte:Portal da saúde .

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  • Enxaqueca 12.04.2011 No Comments

    A enxaqueca afeta aproximadamente 6% dos homens e 18% das mulheres. No entanto é uma doença subdiagnosticada em todo o mundo, porque se estima que apenas uma minoria dos pacientes consulta médicos para diagnóstico e tratamento.

    Dor de cabeça é um sintoma muito comum, sendo raro alguma pessoa que nunca teve. Mas nem todas as dores de cabeça (cefaléias) são enxaquecas. Por isto, é muito importante fazer uma consulta médica para determinar o tipo de cefaléia.

    Saiba sobre cefaléia tensional e outras causa de dor de cabeça aqui.

    A enxaqueca tem as seguintes características:

    * Cefaléia unilateral, ou seja, a dor afeta um lado da cabeça;
    * Dor pulsátil ou latejante;
    * Crises com dor moderada a intensa que podem prejudicar as atividades diárias;
    * Presença de náuseas e/ou vômitos;
    * Sensibilidade a luz (e às vezes ao som);
    * Piora com atividade física rotineira;

    Algumas pessoas apresentam um sintoma adicional, a aura. Aura é definida como manifestações do sistema nervoso (geralmente visuais) que precedem uma enxaqueca e são geralmente seguidas pela cefaléia dentro de uma hora. Essas podem incluir distúrbios visuais, como luzes piscando, manchas brilhantes, visão borrada ou manchas cegas. A aura pode também envolver sintomas auditivos, sensitivos ou motores.

    A enxaqueca ocorre em crises e os pacientes com enxaqueca ficam assintomáticos entre elas.
    Causas e fatores desencadeantes da enxaqueca

    Embora reste muita coisa para se descobrir sobre dor de cabeça, algumas pesquisas apontam que a enxaqueca pode ter sua causa em alterações funcionais do nervo trigêmeo (nervo responsável pelas sensações da cabeça e da face) e por desequilíbrios em neurotransmissores do sistema nervoso central.

    Os desencadeantes de enxaqueca podem ser diferentes para cada pessoa. Pode haver um fator que provoque enxaqueca em alguém ou pode existir uma combinação de fatores. Alguns incluem:

    Ambiente/Comportamento

    O ambiente ou o comportamento podem contribuir para a enxaqueca. Lista de possíveis desencadeantes ambientais:

    * Luz forte
    * Ruídos altos
    * Alterações climáticas
    * Alterações de comportamento (p.ex., dormir demais ou de menos, jejum, alteração na dieta)

    Estresse

    O estresse, em algumas pessoas, pode facilitar a enxaqueca. Avaliar o estilo de vida pode auxiliar na identificação de fatores que estejam contribuindo para a enxaqueca.

    Alimentos

    Desencadeantes de enxaqueca variam entre as pessoas. Mas a lista a seguir contém alimentos comumente conhecidos que podem contribuir para o início da enxaqueca:

    * Chocolate
    * Queijo
    * Cafeína
    * Frutas cítricas
    Bebidas alcoólicas
    * Glutamato monossódico, uma substância que acentua o sabor dos alimentos

    Diagnóstico da enxaqueca

    O primeiro passo do médico para o diagnóstico da enxaqueca é obter um histórico completo da cefaléia.

    Isso pode incluir idade à época da primeira crise, a possível existência de um padrão de cefaléia, natureza e localização da dor e desencadeantes. Depois do histórico, o médico pode realizar exame físico, avaliação neurológica e solicitar exames complementares.
    Tratamento da enxaqueca

    Uma grande variedade de medicamentos tem sido desenvolvida para o tratamento da enxaqueca. Além disto, existem medicamentos comumente usados para tratar outras doenças e que também ajudam a aliviar ou a prevenir a enxaqueca.

    Os remédios para enxaqueca são agrupados em duas categorias:

    * Medicações para o alívio da dor. Também conhecidas como medicações para o tratamento agudo, são usadas durante as crises de enxaqueca para aliviar a dor que já começou ou está iniciando-se. Dentre estes remédios estão:
    o Antiinflamatórios não esteróides e analgésicos, tais como o paracetamol, dipirona, ibuprofeno, naproxeno, dentre outros.
    o Triptanos, tais como o sumatriptano, zolmitriptano e naratriptano.
    o Derivados do ergot, como a ergotamina e dihidroergotamina.
    o Medicamentos para náusea, tais como a metoclopramida.
    o Derivados de opióides, tais como a codeína.
    * Medicações preventivas. Estas medicações são utilizadas diariamente para prevenir a ocorrência de crises de enxaqueca, ou mesmo para reduzir a intensidade e freqüência dos sintomas. Dentre estes remédios estão:
    o Bloqueadores beta-adrenérgicos, tais como o propranolol, (também utilizado para doenças cardiovasculares).
    o Bloqueadores de canal de cálcio, tais como o verapamil (também utilizado para doenças cardiovasculares).
    o Antidepressivos, tais como a amitriptilina, nortriptilina (também utilizados para o tratamento da depressão).
    o Anticonvulsivantes, tais como o valproato e a carbamazepina (também utilizados no tratamento da epilepsia).
    o Toxina botulínica, que vem sendo utilizada para o tratamento de casos resistentes.

    Medidas comportamentais para prevenir a enxaqueca

    O tratamento da enxaqueca tem um resultado melhor, quando associado a medidas comportamentais, que ajudam a identificar desencadeantes e evitá-los. Para isto é utilizado o diário da enxaqueca, onde se faz um registro das atividades, alimentos e suas relações com a dor.
    A prática de atividades físicas moderadas e regulares também é estimulada por ser um mecanismo natural de regulação da dor.

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  • 1 – A contração muscular faz parte da mecânica natural do corpo. E quem comanda tudo é o cérebro. A chamada placa motora, que fica entre o nervo e o músculo, dispara uma carga elétrica capaz de alterar o equilíbrio entre o potássio, dentro da fibra muscular, e o sódio, que fica fora dela. Essa é uma contração normal.

    2 – Uma das causas da cãibra é uma alimentação pobre em fontes de sódio e potássio. Nesse caso, há um desequilíbrio nos teores dos minerais e, assim, o sódio entre na fibra e o potássio sai dela. A consequência dessa troca de posições é que o músculo se contrai involuntariamente, bloqueando o relaxamento da região. É o momento da dor extrema.

    3 – A fadiga muscular também financia a cãibra. Ela obriga o organismo a buscar suprimento de oxigênio com urgência. Esse processo libera grande quantidade de ácido lático, que penetra na placa motora e dificulta a sua ação, criando uma situação ideal aos espasmos(cãibras).

    PARA PREVENIR AS TRAVADAS
    Não adianta alongar. O negócio é comer e beber bem. E, claro se condicionar sempre.


    Alimentação balanceada

    Coma muita fruta, verdura e legumes, que são fontes de sais minerais e vitaminas. Esses nutrientes vão ajudar o bom funcionamento do músculo na hora do esforço, além de garantir reservas de energia.

    Água e isotônicos

    A hidratação prepara o corpo para a atividade física. Por isso beba bastante água. Para quem faz muito exercício, é preciso repor principalmente sódio e potássio, daí a importância das bebidas esportivas durante o treino.

    Condicionamento físico

    Para aguentar o tranco, o músculo tem de estar preparado. Mas isso não ocorre do dia para a noite. É preciso acostumá-lo ao exercício durante semanas, meses… Só assim ele vai se adaptar gradualmente a um regime de força e resistência.

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