• O ômega-3, um tipo de gordura encontrado em peixes e oleaginosas, ficou famoso por seus préstimos à saúde. Porém, uma revisão de estudos do Instituto Cochrane, uma organização global e independente que avalia pesquisas médicas, indica que a suplementação desse nutriente para a população em geral não evitaria doenças cardiovasculares, como o infarto.

    Foram revisados 79 experimentos que, no total, somaram mais de 112 mil voluntários. O objetivo inicial dos testes era descobrir quais os efeitos no peito da alta ingestão de ômega-3, comparando com um consumo normal ou baixo. Mas detalhe: a maioria dos trabalhos analisados envolvia o uso de comprimidos ou alimentos fortificados com a substância.

    A conclusão é a de que os suplementos não diminuem o risco de sofrer problemas cardíacos ou de morrer por essas enfermidades. Tim Chico, médico da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, foi convidado pelo Instituto Cochrane para dar sua opinião sobre o artigo. E comentou no site da entidade: “Embora uma alimentação balanceada tenha um papel importante na prevenção de doenças cardíacas, é improvável que isso esteja relacionado a um componente específico das refeições”.

    Ele vai além: “Quando tentamos identificar o elemento benéfico da dieta e fornecê-lo como um suplemento, ele geralmente oferece pouco ou nenhum benefício. Esse foi o caso com os comprimidos de vitaminas, por exemplo”. Ou seja: em vez de investir nas pílulas, melhor apostar em um cardápio saudável.

    Só cabe ressaltar que o levantamento em questão não se concentrou em indivíduos que, hoje, têm indicação médica para tomar cápsulas de ômega-3. Esse é o caso de gente com excesso de triglicérides na circulação, por exemplo. Portanto, essa revisão não permite dizer se, em pacientes com certas condições, a suplementação seria ineficaz. Nunca deixe de seguir recomendações no consultório sem uma boa conversa com o profissional de saúde.

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    Origem: há muitas dúvidas sobre o povo que introduziu a cebola na dieta. Mas existem registros de sua utilização na Ásia Central, no Paquistão e no Irã há pelo menos 5 mil anos. Hoje, é difícil imaginar uma culinária em que o vegetal não apareça com frequência.

    Formas de uso: a cebola traz uma infinidade de opções. Ela pode ser empregada fresca como base aromática, como tempero para todo tipo de receita salgada, como componente da receita, ou até como prato principal.

    É possível servir a leguminosa crua, cozida, assada, grelhada, frita, empanada, em conserva… Haja versatilidade!

    Com o que combina: o mix de sabores adocicado, picante e ácido realça o sabor de diversos tipos de carnes, molhos, saladas, sopas, legumes, conservas, risotos, recheios de massa, tortas salgadas, fornadas, cozidos.

    Com o que não combina:
    só evite mesclá-la com frutas e doces.

    Benefícios nutricionais:
    a cebola é rica em antioxidantes, vitaminas C e do complexo B e vários minerais. Inclusive, seu potencial antioxidante e anti-inflamatório tem chamado a atenção dos estudiosos. Uma pesquisa do Instituto Federal do Maranhão indica que o vegetal contém compostos sulfurados, capazes de inibir o desenvolvimento de células cancerosas.

    Como plantar: ponha diretamente no jardim, com espaço entre as mudas para que o bulbo possa crescer. Mantenha o solo adubado e bem drenado. Colha as cebolas quando as folhas secarem.

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  • Dicas, Doenças 16.02.2017 No Comments

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    As doenças inflamatórias intestinais — nome que reúne a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa —, estão em ascensão entre adultos jovens. “Elas têm aumentado nos últimos dez anos e acredita-se que isso não seja apenas fruto do maior número de diagnósticos”, afirma gastroenterologista brasileira Dídia Cury.

    Já foram identificados diversos genes ligados a elas, mas é provável que o estilo de vida favoreça sua erupção e as crises. Apesar de ainda não conhecermos os mecanismos exatos, o estresse, o tabagismo e a dieta desbalanceada podem influenciar os sintomas e a gravidade do quadro.

    As estimativas mostram que essas enfermidades são muito mais comuns no Ocidente — e, ao que tudo indica, os hábitos deste lado do globo pesam a favor de novos casos. Além disso, corre a hipótese de que a adoção demedidas de higiene e de extermínio de micro-organismos (desinfetantes e por aí vai) repercuta negativamente no corpo de pessoas com propensão a tais doenças.

    Sem vírus e bactérias para enfrentar, o sistema imune delas passa a descontar na flora intestinal. E aí nasce o incêndio. “Estamos diante de problemas complexos, com diversas manifestações, e que precisam ser acompanhados porque comprometem a qualidade de vida”, alerta Dídia.

    Como já adiantamos, um intestino em chamas representa ameaça a outros cantos do corpo. “Tanto a doença de Crohn quanto a retocolite podem ocasionar manifestações fora desse órgão”, afirma a cirurgiã do aparelho digestivo Angelita Habr-Gama, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, na capital paulista. E, por incrível que pareça, às vezes um sinal na periferia aparece antes mesmo do rebuliço dentro da barriga.

    “Há pessoas com dores nas articulações motivadas pelo problema que só apresentam mais tarde os sintomas no intestino”, conta Dídia Cury. Essa situação nos permite imaginar a dificuldade em fazer o diagnóstico precoce.

    As doenças inflamatórias não poupam os olhos, o fígado nem os rins. Até cálculo renal elas patrocinam! “Nessas condições, há muita perda de líquido por causa das diarreias e um aumento na absorção de oxalato, substância que, na urina, pode se transformar em cristal”, explica o nefrologista Nestor Schor, da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp.

    O estado nutricional também é abatido. Dependendo da região do intestino afetada, temos um prejuízo na absorção de vitaminas e outros nutrientes. São razões de sobra para procurar um especialista se houver suspeita de um dos males.

    O diagnóstico

    “Para fecharmos o diagnóstico, recorremos a exames de imagem, de sangue e métodos como a colonoscopia”, informa Dídia. Detectado o martírio, a ciência dispõe de meios cada vez mais eficazes para controlá-lo.

    É difícil falar na cura dessas doenças, mas estamos aprendendo melhor o papel da flora intestinal e como suas alterações repercutem no processo inflamatório. Aliado ao tratamento e ao acompanhamento médico, o estilo de vida pode intensificar o socorro ao intestino — daí a recomendação de seguir um cardápio equilibrado, praticar atividade física, aliviar o estresse e não fumar. “Se o problema está controlado, o indivíduo pode levar uma vida normal”, diz Angelita.

    Tratamentos à disposição

    Há um extenso arsenal terapêutico contra as doenças inflamatórias intestinais. “Mas a resposta ao tratamento varia muito entre os pacientes”, já adianta Angelita Gama.

    A primeira frente de batalha é composta de drogas como as mesalazinas e os corticoides. Quando elas não funcionam, entram em cena os medicamentos imunossupressores.

    Se esses deixam a desejar, a solução é recrutar a terapia biológica. “São injeções que anulam uma substância inflamatória em alta no organismo e, assim, domam a inflamação exacerbada no intestino”, explica Dídia Cury. “Essas drogas mudam, de fato, o curso da doença.”

    Mas e se todos os fármacos falharem? “Nesse caso, a solução se encontra em cirurgias que podem ressecar ou remover a área acometida pelo problema”, afirma Angelita.

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  • foto-imagem-oregano

    Origem: a planta vem da região mediterrânea e é bem comum na culinária daquela região. Marca presença principalmente em pratos italianos, portugueses, espanhóis, franceses e gregos.

    Forma de uso: o sabor dessa erva é mais acentuado quando ela está seca. Para extrair o máximo do aroma e dos benefícios, o orégano deve ser adicionado ao final da preparação tanto de alimentos cozidos, como crus.

    Com o que combina: o tempero vai bem com as massas e seus respectivos molhos. Também harmoniza com caldeiradas e assados, cozidos com aves, saladas de legumes e verduras, queijos e molhos com queijos.

    Com o que não combina: carne vermelha. Segundo especialistas, ela briga com o sabor da erva.

    Benefícios nutricionais: uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinhas (Unicamp), no interior paulista, mostra que a planta tem mais de 200 compostos fenólicos e antioxidantes com poder de retardar o envelhecimento do organismo.

    Como plantar: o cultivo caseiro pode ser feito em jardins ou vasos com terra adubada e húmus. Você pode optar pelas sementes ou já adquirir mudas pequenas. A planta precisa de ambiente ensolarado.

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  • foto-imagem-Magnésio-AVC

    Uma pesquisa das universidades de Zhejiang e de Zhengzhou, na China, descobriu que o magnésio, mineral presente em alimentos como amêndoas, nozes, feijão, cacau, cereais integrais e vegetais de folhas verdes, ajuda a reduzir o risco condições sérias. Estamos falando de, entre outras coisas, acidente vascular cerebral (AVC) e diabete tipo 2.

    Esse nutriente não é daqueles superfamosos como o ferro e o cálcio. Até por isso, é relativamente comum que esteja em falta no cardápio das pessoas — entre 2,5% e 15% da população geral tem magnésio de menos no organismo.
    Acontece que nosso corpo precisa desse composto para funcionar bem. Ele é responsável por processar a glicose, ajudar na produção de proteínas, formar o DNA… A recomendação é que homens consumam cerca de 300 miligramas por dia e as mulheres, 270.

    Mas vamos voltar ao estudo chinês: os experts perceberam que quem consumia a quantidade diária ideal possuía um risco 10% menor de desenvolver doença arterial coronariana e 12% menor de ter um AVC. A probabilidade de sofrer com diabete também caía 26% em comparação àqueles que não ingeriam magnésio direito.

    E tem mais. Os voluntários que ultrapassaram aquela meta em pelo menos 100 miligramas — totalizando 400 miligramas por dia ou mais — apresentaram um perigo ainda menor de derrame (7%) ou diabete (19%), quando equiparados aos que consumiam 300 miligramas. Já passou da hora de reconhecer os méritos do magnésio para que ele também alcance a fama (e o seu prato).

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    Chegando à América, o colonizador europeu tratou logo de proibir essa semente, usada em rituais que lhe causavam estranheza. Sorte que a medida não vingou. “Sua proteína é considerada de alto valor biológico”, aponta a nutricionista Valéria Caselato, professora da UFRJ. Para testar o poder do nutriente, a especialista deu pipoca de amaranto (isso mesmo!) a 20 idosos por três meses – o estudo foi realizado na Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. A experiência mostrou que a semente contribuiu para o ganho de massa magra, que vai minguando com o avançar da idade. Ventila-se por aí mais um benefício da proteína. “Após vários testes, concluímos que ela é a responsável por uma redução do colesterol”, revela o bioquímico José Arêas, professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. De acordo com ele, o segredo está na digestão do nutriente. É que esse processo dá origem aos chamados peptídeos bioativos. Durante experiências em laboratório, esses pedacinhos de proteína se mostraram capazes de inibir uma enzima que participa da produção do colesterol no fígado. Para isso, seria necessário ingerir 25 gramas das proteínas do amaranto, o correspondente a 170 gramas de semente. O dilema: no estudo em seres humanos, Valéria não identificou essa vantagem. Na verdade, as taxas até subiram um pouco. “Então, enquanto não há trabalhos definitivos, não indicaria o amaranto como alimento funcional para baixar o colesterol”, pondera a nutricionista. Por outro lado, ela reforça que a qualidade da proteína e a capacidade de essa semente saciar fazem dela uma ótima escolha para grande parte das pessoas.

    A tal pipoca de amaranto

    É fácil preparar o petisco que foi oferecido aos participantes do experimento na Unicamp. Basta jogar uma colher de sopa de amaranto em uma panela quente, sem adicionar óleo. Leve ao fogo baixo até que grande parte dos grãos se torne branca. Isso deve demorar de 10 a 30 segundos. “É bem rápido. Só cuidado para não deixar queimar”, orienta Valéria. “E repita quantas vezes quiser”, completa. Os grãos também podem ser servidos em sopas e saladas ou cozidos junto com o arroz. A farinha cai bem em mingaus, panquecas, biscoitos, pães e pudins.

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  • foto-imagem-dieta-silvestre-emagrece-desintoxica

    Disposta a fazer algumas mudanças no cardápio (trocar a carne vermelha por lentilha, nozes ou quinua, por exemplo) para aumentar o seu bem-estar e, de quebra, perder aqueles últimos quilinhos? Muito além de uma dieta da moda, o conceito Silvestre chega como um novo estilo de vida. Mas, para seguir esse tipo de alimentação, você precisa colocar no prato ingredientes no seu estado mais natural possível e que aparecem de forma espontânea no ambiente, sem intervenção do homem. Por isso, o nome silvestre.

    Mais ainda: a dieta prioriza algumas substituições como gordura saturada (carne vermelha, manteiga, fritura) pela insaturada (oleaginosas, azeite extravirgem, abacate) e evitar o excesso de carboidratos refinados (doces), além de caprichar nas doses de fibras (grãos integrais e hortaliças) e optar por alimentos ricos em antioxidantes, vitaminas e minerais (frutas e verduras).

    Aqui, Flavia Medeiros, diretora da 7 Princípios da Terra e especialista em nutrição funcional, lista os principais benefícios encontrados na Dieta Silvestre:

    Prevenção da obesidade, diabetes, doenças cardíacas e crônicas.
    Promove emagrecimento, mantém a forma e aumenta a disposição.
    Previne intoxicação alimentar e aumenta a expectativa de vida.
    Reduz risco de alergias e promove desintoxicação no corpo.
    Reduz a TPM nas mulheres e melhora a imunidade.
    Auxilia na saúde dos rins, reduz risco de câncer e protege a tireoide.

    Confira o cardápio de 1 dia

    Café da manha: Suco silvestre – 1 copo (200ml) água de coco + 2 folhas de couve + 2 rodelas de pepino + 1/2 maçã verde + 1 rodela de abacaxi. Bata todos os ingredientes no liquidificador e consuma sem coar. Para diversificar: torque a couve pelo agrião, ou espinafre, ou salsão. E a maçã verde por pera ou melão.

    Lanche da manhã: mix de nuts – 200g amêndoas + 200g nozes + 200g castanha do para + 200g castanha caju + 200g avelã + 200g uva passa preta + 200g uva passa branca + 20 ml óleo de coco.

    Misture todos os ingredientes com o óleo de coco e leve ao forno até ficarem crocantes.

    Almoço: 1 polpetone silvestre – 400g amaranto + 200g farinha de grão-de-bico + 30g alho picado +25g cebola selvagem + 5g chia (hidratada em 20ml de água por 15min) + 2g pimenta dedo de moça + 20g salsinha + 500ml agua + sal rosa a gosto. Cozinhe o amaranto na água com sal, cebola selvagem e alho. Após o cozimento completo, misture os demais ingredientes e use a chia hidratada para dar liga. Asse em forno baixo por 15min.

    Lanche da tarde: 1 porção de frutas silvestres desidratadas (gojiberry, blueberry, cranberry)

    Jantar: 1 prato de creme amarelo Silvestre – 10g manteiga ghee + 250g mandioquinha + 1 banana da terra + 25g folha de henbit + 1 col. (sopa) azeite + 200ml de água + sal rosa a gosto.

    Cozinhe a mandioquinha e a banana. Depois, bata os ingredientes cozidos no liquidificador e refogue o creme com os demais ingredientes (acrescente as folhas de henbit crua).

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  • foto-imagem-mel-açucar
    A nutricionista responde que açúcar é açúcar. E o mel é, além de tudo, açúcar. Contudo, se você precisa escolher entre os dois, a partir de uma perspectiva de saúde, escolha o mel.

    O nosso corpo quebra os alimentos, transformando-os em glicose, a fim de usá-la como combustível. Quanto mais complexo for um alimento, como um carboidrato, mais difícil é essa quebra. O açúcar é metade glicose e metade frutose, por isso, quando encontrado em frutos, é quebrado muito facilmente, conduzindo a um aumento da glicose no sangue. O que o corpo não usa imediatamente fica armazenado como gordura.

    O mel também é feito principalmente de açúcar, mas possui apenas cerca de 30% de glicose e menos de 40% de frutose. E há também cerca de 20% de outros tipos de açúcares misturados. Além disso, componentes complexos, como a dextrina, um tipo de “fibra” de amido, está presente. Isso significa que o corpo gasta mais energia para quebrar as moléculas que vieram do mel. Portanto, você acaba acumulando menos calorias dele.

    O mel também possui oligoelementos, resquícios de capturas feitas pelas abelhas enquanto coletavam o pólen. Estes variam de acordo com a região, logo, dependendo da fonte do seu mel, este poderá ter variantes de pequenas quantidades de minerais, tais como zinco e selênio, assim como algumas vitaminas. E, pelo fato do mel vir diretamente da natureza, seu benefício é que ele não contém conservantes ou outros aditivos.

    Como com qualquer coisa doce, você não pode exagerar, mas se precisar escolher entre o mel e o açúcar para adoçar alguma bebida ou qualquer outro prato, escolha o precioso e belo líquido dourado.

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  • foto-imagem-nova-forma
    Com uma festa engatada na outra, é bem provável que você tenha exagerado nas comilanças no final do ano – e um pouco depois. Está achando impossível aproveitar o resto do verão com um corpo sequinho?

    Maçã
    Fonte de quercetina, um potente anti-inflamatório natural, vai dar ânimo e desinchar você.

    Chá-verde
    Tem catequinas diuréticas. Facilita a saída de elementos tóxicos do corpo, pelo suor e pela urina. Tome até o anoitecer para não atrapalhar o sono.

    Frutas vermelhas
    Pouco calóricas, têm flavonoides, antioxidantes que turbinam o processo de detoxificação.

    Couve

    Rica em clorofila, que limpa o fígado, metabolizador de tudo (incluindo drinques) que entra no corpo. Inclua em sucos, em jejum, para agir melhor.

    Limão, laranja e grapefruit
    Com poderosa ação solvente de lipídeos, ajudam a eliminar as danadas das gordurinhas localizadas.

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  • Neurotransmissor do bem

    As células endoteliais, que revestem internamente todas as artérias do corpo, inclusive as do pênis, desempenham papel crucial na liberação do óxido nítrico, o neurotransmissor mais importante no mecanismo da ereção, responsável por relaxar a musculatura dos corpos cavernosos do pênis e permitir a entrada do sangue. “Uma alimentação saudável evita aterosclerose, o entupimento das artérias causado por excesso de gorduras”, diz Gromatzky. Frutas como melancia e banana, temperos como alho e gengibre e frutos do mar como salmão e ostras são alguns dos seus aliados. Confira a lista abaixo.

    Melancia:

    -A fruta é rica em citrulina, convertida pelo corpo num aminoácido precursor do óxido nítrico, neurotransmissor responsável pela ereção.

    Chocolate Amargo:

    -É cheio de flavonoídes, que protegem as artérias. Coma 50 gramas por dia, quantidade que, segundo pesquisas da Universidade da Califórnia, nos EUA, melhora a dilatação dos vasos sanguíneos m mais de 10%.

    Cereja:

    -Os flavonoídes das frutas vermelhas, azuis e roxa limpam os radicais livres e relaxam as artérias, melhorando o fluxo sanguíneo.

    Ostra:

    -Cruas, são uma das maiores fontes de zinco, que melhora o fluxo sanguíneo e fornece combustível para a produção de testosterona. A queda dos níveis desse hormônio prejudica a libido e o desempenho.

    Alho:

    -Esse vegetal estimula o fluxo sanguíneo para o pênis, aumentanto a produção de óxido nítrico e relaxando os vasos sanguíneos.

    Banana:

    -A fruta é rica em potássio, que relaxa as paredes dos vasos, melhorando o fluxo do sangue por todo o corpo. O potássio também compensa a dieta rica em sódio e controla a pressão sanguínea, diz estudo publicado na revista Hypertension. Vasos sanguíneos estreitados levam a um baixo fluxo de sangue, o que leva … bem, não leva a nada.

    Nozes:

    -O aminoácido L-arginina, encontrado em abundância nas nozes, é um dos blocos construtores do óxido nítrico. Além disso, as frutas secas contêm nutrientes que fazem bem ao coração. O consumo diário recomendado pelo órgão European Food Safety Authority é de 1/4 de xícara.

    Gengibre:

    -Varrendo os radicais livres (substâncias oxidantes) dos vasos sanguíneos e diminuindo a inflamação, a raiz relaxa as artérias e melhora a circulação do sangue. De acordo com estudo publicado no periódico International Journal Of Cardiology, consumir 1 colher de chá de gengibre algumas vezes por semana é tudo o que você precisa.

    Noz-Moscada:

    -Um estudo sobre afrodisíacos naturais feito pela publicação BMC Complementary and Alternative Medicine descobriu que a noz-moscada estimula a libido. Ela contém ácido mirístico, substância que mostrou capacidade de estimular a produção do óxido nítrico, neurotransmissor responsável pela ereção.

    Salmão:

    -Rico em ácido graxos ômega-3, esse peixe de água fria promove a saúde erétil por melhorar a saúde cardiovascular e diminuir o colesterol ruim(LDL). Os pesquisadores recomendam o consumo diário de 1 grama de ômega-3. Você obtêm essa quantidade do nutriente numa proção de 85 gramas de salmão.

    Pistache:

    -Adicionar um punhado diário de pistaches à sua dieta pode melhorar não apenas a função eétil como também o orgasmo e o desejo sexual, de acordo com estudo do International Journal of Impotente Research. O saboroso tira-gosto é rico em L-arginina, ligado à produção de óxido nítrico.

    Amêndoas:

    -A vitamina E, presente em boas quantidades nos frutos secos, aumenta a produção de óxido nítrico, de acordo com o British Journal of Urology International. Uma porção pequena, algumas vezes por semana, é suficiente.

    Azeite de Oliva:

    -Considerado um dos principais alimentos funcionais, o óleo extraído das azeitonas ajuda a diminuir o colesterol ruim e protege o sistema cardiovascular.

    Álcool:

    -Moderação é a palavra-chave . Pesquisa conduzida pelo médico David R. Meldrum, endocrinologista especializado em reprodução e professor da Faculdade de Medicina David Geffen, nos EUA, mostrou que um ou dois drinques por dia podem produzir efeitos benéficos sobre a função erétil. Consumo maior pode provocar efeito contrário, ao diminuir o fluxo de sangue e a produção de óxido nítrico. Entre as bebidas, o vinho tinto é a melhor opção, por conter resveratrol. Essa substância antioxidante, presente na uva, tem efeito comprovado na prevenção de doenças cardíacas.

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