• É mais comum ver homens carecas, mas a queda de cabelo atinge tanto eles quanto as mulheres. Vários fatores podem desencadear o problema, de genética a gravidez, passando por falta de nutrientes na alimentação, alterações na tireoide e doenças autoimunes.

    A calvície – cujo nome médico é alopécia androgênica – trata-se de uma manifestação fisiológica que ocorre em pessoas com uma predisposição. Os tratamentos devem ser feitos primeiramente em consultório e demoram a dar resultados, o que pode levar até um ano.

    O problema é mais frequente entre os homens porque a testosterona (hormônio masculino) é uma das responsáveis pela queda de cabelo. Além disso, a mulher nunca fica 100% careca, mas com falhas em alguns pontos da cabeça. No caso delas, a situação costuma piorar mais durante a gravidez, por uma carência de vitaminas, e após a menopausa, pela falta de hormônios.

    Para você saber se está ficando calvo ou se a queda é normal, a dica é: compare a espessura dos fios da frente e detrás da cabeça. Se os da frente estiverem mais finos, é sinal de que o cabelo está começando a morrer e a calvície está chegando. É nesse momento que se deve iniciar o tratamento. Não espere ficar calvo, pois, quando isso ocorrer, não haverá mais recuperação da produção dos fios, porque o folículo – onde os fios nascem – já terá morrido.

    Você também pode fazer outro teste: pegue um tufo bem desembaraçado e puxe com força. Se saírem fios inteiros com aquele branquinho nas pontas, que é o bulbo ou raiz capilar, seu cabelo está saudável.

    Se você não sabe identificar se os seus fios estão caindo, pegue uma foto antiga e compare com o visual atual. Dessa forma, será possível ver se as entradas começaram agora ou se já existiam antes.

    Fases do crescimento capilar

    O fio de cabelo cresce numa velocidade aproximada de 0,3 mm por dia. Em um mês, atinge em média 1 cm. E o corte não influencia na queda.

    Desde que nascem no bulbo, até surgirem do lado de fora do couro cabeludo, as células do fio de cabelo passam por grandes mudanças em sua forma e composição química. Um dia antes de o fio despontar, suas características e propriedades já estão prontas. Ele é feito basicamente de queratina, é insolúvel em água e rico em enxofre.

    O crescimento do cabelo não é um processo contínuo. Cada fio nasce por 4 a 6 anos, interrompe o crescimento por aproximadamente 20 dias e, em seguida, cai. No lugar dele, começa a nascer um novo fio sadio e o ciclo se repete. Isso faz com que os fios estejam sempre em fases diferentes de desenvolvimento. Por isso, a perda diária de alguns diariamente é considerada normal.

    Como ocorre a calvície

    O processo da calvície começa quando os folículos pilosos, em cada qual nascem até quatro fios, são estimulados pela testosterona.

    Ao atingir o couro cabeludo de pessoas com tendência genética, o hormônio masculino sofre a ação de uma enzima (a 5-alfa-redutase) e é transformado em DHT (diidrotestosterona).

    O hormônio DHT age dentro dos folículos, desencadeando a morte das células que produzem os fios. Os folículos começam, então, a se fechar e diminuem a produção progressivamente.

    Os fios das laterais e detrás da cabeça dificilmente caem porque os folículos dessas regiões não produzem a tal enzima.

    Tratamentos,

    O medicamento finasterida é o mais usado e fundamental para interromper a queda de cabelo. Ele bloqueia a ação da 5-alfa-redutase, impedindo a evolução da calvície. O remédio é mais indicado para os homens porque é uma droga teratogênica, ou seja, altera a formação do feto em caso de gravidez. Os médicos só podem recomendá-lo para mulheres na menopausa, laqueadas ou que não têm mais o útero.

    Para as mulheres e homens que não querem ou não podem tomar remédio, existem outras opções. São elas:

    1 – Laser: de baixa potência, melhora a irrigação do folículo e nutre os fios. Quanto maior a vasodilatação, mais sangue há no folículo. Não existe comprovação científica de que o laser de baixa potência melhore a calvície, mas a Sociedade Brasileira de Dermatologia o reconhece como tratamento.

    2 – Implante: é uma opção principalmente para quem ainda tem os fios atrás da cabeça, pois esse cabelo serve de doador. O cabelo é retirado dessa região e implantado fio a fio no folículo da área calva. Fica mais natural em pessoas pouco carecas. Quem recorre à cirurgia deve continuar a fazer tratamento para evitar a queda dos fios restantes.

    3 – Loção capilar: tem ação de vasodilatador e faz crescer os cabelos. O remédio é aplicado diretamente no local da falha. Os médicos costumam alertar os pacientes a lavar as mãos após a aplicação, pois o produto faz crescer pelos onde entrar em contato com a pele, como rosto e braços.

    4 – Interlace: é uma técnica de entrelaçamento dos fios, como se fosse uma malha de cabelo. Costuma causar mau cheiro e não fica natural. É uma opção estética, não um tratamento.

    Xampus fitoterápicos antiqueda não ajudam no tratamento da calvície. Eles só são indicados para queda de cabelo decorrente de outros fatores.

    Segundo Márcia Purceli, homens completamente carecas devem lavar a cabeça todos os dias com sabonete para o rosto. A careca deixa de ser um couro cabeludo e se transforma numa pele comum, por isso também exige cuidados. Além disso, é importante usar sempre protetor solar.

    No caso dos calvos, deve-se aplicar xampu onde ainda há cabelo. O condicionador não deve ser passado no couro, porque aumenta a oleosidade, piora a dermatite seborreica e favorece a queda. Mas essa queda provocada pela oleosidade não tem relação com o folículo doente, que causa a calvície. Mudar de xampu ou usar marcas sem sal também não diminui o problema.

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  • Os sete hábitos para um coração saudável são: não fumar, fazer exercícios, controlar quatro fatores – pressão arterial, glicose, colesterol e peso corporal – e adotar uma dieta balanceada.

    Mas segundo o estudo da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Harvard, este foi o grupo que justamente apresentou menor risco de morte por AVC.

    Os problemas cardiovasculares já são a principal causa de morte em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde. A OMS estima que a cada ano, 17 milhões de pessoas morrem devido a este tipo de problema. Mais de 80% das mortes acontecem em países de baixa renda.

    Apesar de estas mudanças de hábitos poderem salvar vidas, a pesquisa publicada pela revista científica Journal of the American Medical Society diz que poucas pessoas realmente levam as recomendações a sério.

    Condutas ‘opostas’

    Os cientistas usaram dados de uma sondagem nacional com quase 45 mil pessoas com mais de 20 anos em três períodos distintos: de 1988 a 1994, de 1999 a 2004 e de 2005 a 2010.

    Nestes três intervalos, foi revelado que apenas 1,2% das pessoas seguiam as recomendações.

    A incidência de fumantes diminuiu entre 23% e 28% desde 1988, mas não houve nenhuma alteração nos níveis médios de pressão arterial, colesterol ou massa corporal.

    Quando os pesquisadores analisaram as taxas de mortalidade, descobriram que quem seguia pelo menos seis das sete recomendações tinha 51% menos chances de morrer por qualquer outra causa, em comparação com aqueles que seguiam apenas um dos hábitos. Além disso, o risco de transtornos cardiovasculares caiu em até 76%.

    Segundo as estatísticas, os grupos de pessoas que seguiam mais fielmente as recomendações eram mulheres, jovens, indivíduos brancos não-hispânicos e pessoas com maior escolaridade.

    Para o professor Donald Lloyd-Jones, da universidade americana de Northwestern, o retrato da pessoa com coração saudável nos Estados Unidos é “uma mulher jovem, branca e com bom nível escolar”.

    “A saúde cardiovascular ideal é perdida rapidamente após a infância, adolescência e juventude, devido à adoção de condutas adversas de saúde vinculadas à dieta, ao peso e ao estilo de vida sedentário, particularmente em camadas da população de piores níveis socioeconômicos.”

    Para Lloyd-Jones, o problema já extrapola os serviços de saúde pública, que sofrem com as consequências dos maus hábitos da população.

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  • Beber moderadamente depois de um ataque do coração pode diminuir o risco de morte por doença cardiovascular em homens, segundo um novo estudo da Escola Médica de Harvard e da Escola Pública de Doenças. A informação foi publicada no site da Fox News.

    A pesquisadora Jennifer Pai estudou o histórico de 2.000 homens que bebem moderadamente. De acordo com a pesquisa, entre os que tiveram ataques cardíacos, os que continuaram a beber depois do ataque, tiveram o risco de morte diminuído em 45% o risco de comparado com aqueles que pararam de beber.

    Segundo Jennifer, o limite definido para beber moderadamente é de no máximo 354 ml (mais ou menos uma latinha de cerveja) ou de duas a quatro taças de vinho. Ainda de acordo com a pesquisadora, a pesquisa pode mudar o jeito dos médicos encararem a bebida após um ataque.

    - Nosso estudo mostra que o consumo moderado de álcool não deve ser desencorajado aos homens que já consumiam álcool antes do problema no coração. E, de fato, podem melhorar a longevidade.

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  • Os hormônios são a chave de muitas mudanças físicas e emocionais que acontecem no corpo. Há, portanto, uma diferença entre homens e mulheres. Enquanto nos homens, o único hormônio que determina a função sexual é a testosterona, nas mulheres em menos 15 dias tudo pode mudar.

    Na mulher, os hormônios que regulam o comportamento são o estrógeno e a progesterona e começam a ser liberados no corpo a partir da puberdade. Quando chega a última fase da puberdade, a chamada “menarca”, que é a primeira menstruação da mulher, também pode vir junto uma síndrome que, dependendo da intensidade, muda completamente a vida da mulher.

    A Tensão Pré Menstrual (TPM) é um conjunto de sintomas físicos e emocionais que começam no meio do ciclo menstrual da mulher e desaparecem como num passe de mágica quando chega a menstruação. São mais de 200 sintomas que variam de mulher para mulher. No Bem Estar desta quarta-feira (28), o ginecologista José Bento e a endocrinologista Cintia Cercato falaram sobre a puberdade e os diferentes níveis de TPM.

    Existe uma diferença entre o comportamento dos homens e das mulheres. Os médicos acreditam que o principal motivo dessa diferença é a oscilação hormonal. O homem nasce com uma produção baixa de testosterona, que aumenta na puberdade e se mantém estável até a andropausa, quando cai.

    Já a mulher nasce com uma quantidade reduzida de estrógeno e progesterona, que aumentam na primeira menstruação e, a partir daí, começam a oscilar freneticamente a cada duas semanas e só cai quando chega na menopausa. A variação hormonal tem o mesmo “desenho” da variação emocional. Enquanto os homens são estáveis e permanentes, as mulheres enfrentam altos e baixos durante todo período fértil.

    Um dos pressupostos básicos para que a mulher tenha TPM é ter um ciclo regular de menstruação. A TPM depende dessa oscilação hormonal, e o ciclo regular faz com que ela fique caracterizada. Portanto, a TPM só aparece depois da menarca, a primeira menstruação e última fase da puberdade.

    O estrógeno e a progesterona desempenham papeis diferentes no corpo da mulher. Basicamente, na primeira fase do ciclo, o estrógeno está subindo e a progesterona está em baixa quantidade. Após a ovulação, começa a TPM e as mudanças hormonais passam a determinar mudanças físicas e emocionais. As físicas tem mais relação com a progesterona e as emocionais com o estrógeno.

    Estrógeno e serotonina: as mudanças hormonais da mulher têm relação com o estrógeno, pois ele está associado à produção e ação da serotonina.

    As pesquisas mostram que conforme o estrógeno sobe, a serotonina – hormônio que provoca sensação de bem estar – também sobe. E se o estrógeno desce, a serotonina acompanha a queda.

    Progesterona e retenção de líquido: a progesterona tem efeito “mineralocorticóide”. Basicamente, ela age nos receptores dos rins que fazem a reabsorção da água, estimulando essa reabsorção. Em outras palavras, ela bloqueia parcialmente a liberação de água pelo rim. Isso explica a retenção de líquido durante o período pré-menstrual e consequentemente os principais sintomas físicos, como o inchaço e massalgia (dor na mama).

    Tipos de TPM
    Os mais de 200 sintomas da TPM variam de mulher para mulher, mas 4 deles são mais comuns. Através destes sintomas, é possível dividir os tipos de TPM como mostra abaixo:

    Inchaço: para as mulheres em que o inchaço é o sintoma que aparece com mais força durante a TPM, a recomendação médica é fazer sessões regulares de drenagem linfática, um tipo de massagem que ajuda a combater a retenção de líquido, assim como a dieta sem sal. Atividade física também melhora o inchaço porque melhora a circulação. Para inchaço na perna, a meia elástica pode ajudar.

    Tomar bastante água ajuda a inibir o hormônio ACTH, o anti-diurético, que é produzido pelo rim e gera a quantidade de água no corpo. Nesse tipo de TPM também é comum a mulher apresentar dores, principalmente na mama (massalgia) e dor de cabeça. Reduzir sal também ajuda a evitar as dores. Evitar roupas muito apertadas também é uma boa dica, porque diminui a pressão no corpo e alivia esse tipo de dor.

    Ansiedade: para quem tem irritabilidade, nervosismo e sensibilidade emocional como principal sintoma da TPM, a recomendação médica é fazer atividades que ajudem a relaxar e reequilibrar o corpo, como yoga e meditação. É aconselhável reduzir alimentos ricos em cafeína (café, refrigerante, chá-preto). Cortar álcool também é importante porque o álcool é um excitante do cérebro.

    Depressão: não é recomendada a cafeína, porque nesse tipo de TPM, além do cansaço e da depressão, o sono também pode ser afetado. Por isso a primeira dica é tentar dormir mais e melhor. Para isso, o conselho é evitar comer demais e beber álcool logo antes de dormir. Banho morno à noite ajuda a relaxar e fazer atividade física de manhã é a melhor das dicas porque ajuda a dar disposição para enfrentar o dia através da liberação de endorfinas.

    Compulsão: é uma das piores queixas das mulheres porque a compulsão as faz engordar e desencadeia outros sintomas. A recomendação neste caso é levar lanches saudáveis e frutas para o trabalho e comer de três em três horas. Alimentos ricos em fibras têm maior poder de saciedade e por isso podem ajudar a controlar a compulsão. Estão na lista aveia, pão e arroz integral, sementes de linhaça e frutas com casca (como maçã, pêra e pêssego).

    Ao agendar uma consulta no médico, a mulher pode levar um caderno com anotações dos sintomas que sente normalmente durante a TPM. Isso pode ajudá-lo a resolver o problema.

    Pílula anticoncepcional
    O uso da pílula faz com que as variações hormonais reduzam bastante, controlando a TPM. Em uma situação normal, a progesterona começa baixinha no começo do ciclo e vai crescendo bem devagar, até que na ovulação dá um pico e se mantém estável até a menstruação, quando cai abruptamente a nível zero. Já o estrógeno sobe gradualmente até a ovulação, quando atinge seu pico. Depois, ele começa a cair levemente e, quando vem a menstruação, cai abruptamente a nível zero. Quando a mulher toma pílula, os dois sobre gradualmente, mas muito menos, até a ovulação, onde atingem um leve pico, depois descem gradualmente, juntos.

    TPM x chocolate
    Muitas mulheres associam o chocolate à TPM. Além de ser doce, ele tem uma grande quantidade de triptofano, uma substância que se transforma em serotonina, o hormônio do bem-estar. A serotonina ajuda a aliviar os sintomas da TPM e, portanto, pode e deve ser usada nessa fase do ciclo. No entanto, o chocolate não é o campeão de triptofano.

    Por exemplo, uma barra de chocolate ao leite tem 0,13 gramas de triptofano, enquanto um ovo de galinha tem 1g, ou seja, equivale a 7 barras e meia de chocolate. Semente de girassol, abacate e banana também contém essa substância. Outros alimentos “anti-TPM” que podem ajudar a acelerar a criação da serotonina a partir do triptofano são os ricos em magnésio (abacate, nozes, castanhas, brócolis e folhas verde-escuras) e os ricos em vitamina B6 (banana, batata, feijão, ovo, carne vermelha, pão e cereais).

    Receita
    O Bem Estar deu também a dica de uma receita que tira a vontade de comer chocolate e ainda é rica em triptofano.
    Essa substância aumenta a sensação de bem-estar e funciona muito bem para aliviar os sintomas da TPM.
    O vídeo ao lado mostra o preparo do mousse e, abaixo, você vê os ingredientes necessários para fazer a receita da nutricionista Carolina Baccei.

    Mousse de abacate com cacau e banana
    Ingredientes:
    ¼ de abacate
    1 banana nanica
    1 colher (chá) de cacau em pó
    1 pitada de canela em pó
    ¼ de xícara de água
    1 colher (sopa) de mel ou agave (opcional)
    Modo de Preparo:
    Bata todos os ingredientes no liquidificador. Coloque em taças e leve à geladeira.

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  • Muitas pessoas já tomam doses diárias de aspirina para prevenir problemas cardíacos.

    Mas os especialistas advertem que ainda não há provas suficientes para recomendar o consumo diário de aspirina para prevenir câncer e advertem que a droga pode provocar efeitos colaterais perigosos, como sangramentos estomacais.

    Peter Rothwell, da Universidade de Oxford, e sua equipe, já haviam relacionado anteriormente a aspirina a um risco menor de câncer, particularmente de intestino. Mas seu trabalho anterior sugeria que as pessoas precisavam tomar a droga por mais de dez anos para ter alguma proteção.

    Agora os mesmos especialistas acreditam que o efeito de proteção pode ocorrer em muito menos tempo – de três a cinco anos -, baseados em uma nova análise de dados de 51 estudos envolvendo mais de 77 mil pacientes.

    Metástase

    A aspirina parece não somente reduzir o risco de desenvolver muitos tipos diferentes de câncer, mas também impede a doença de se espalhar pelo corpo.

    Os exames tinham como objetivo comparar os pacientes que tomavam aspirina para prevenir doenças cardíacas com aqueles que não tomavam.

    Mas quando Rothwell e sua equipe viram como muitos dos participantes desenvolveram e morreram de câncer, verificaram que também poderia haver uma relação entre o consumo da aspirina e a doença.

    Segundo o estudo, o consumo de uma dose baixa (75 a 300 mg) de aspirina parecia reduzir o número total de cânceres em cerca de um quarto em um período de três anos – houve nove casos de câncer a cada mil pacientes ao ano no grupo que consumia aspirina, comparado com 12 por mil entre os que consumiam placebo.

    A droga também reduziu o risco de morte por câncer em 15% num período de cinco anos (e em menos tempo se a dose fosse maior que 300 mg).

    Se os pacientes consumiam aspirina por mais tempo, as mortes relacionadas a câncer caíam ainda mais – 37% após cinco anos.

    Doses baixas de aspirina também pareciam reduzir a probabilidade de o câncer, principalmente no intestino, se espalhar para outras partes do corpo (metástase), em até 50% em alguns casos.

    Em números absolutos, isso poderia significar que a cada cinco pacientes tratados com aspirina, uma metástase de câncer poderia ser prevenida, segundo os pesquisadores.

    Sangramentos

    A aspirina já vem sendo usada há tempos como prevenção contra o risco de ataques e derrames, mas ela também aumenta o risco de sangramentos graves.

    Porém o aumento do risco de sangramento somente é verificado nos primeiros anos de tratamento com a aspirina e cairia depois.

    Críticos apontam que algumas das doses analisadas no estudo eram muito maiores que a dose típica de 75 mg dada para pacientes com riscos de problemas cardíacos. Outros estudos grandes sobre o consumo de aspirina realizados nos Estados Unidos não foram incluídos na análise.

    Rothwell admite as lacunas ainda deixadas pelo estudo e diz que para a maioria das pessoas saudáveis, as coisas mais importantes para reduzir o risco de câncer ao longo da vida é não fumar, se exercitar e ter uma dieta saudável.

    Mas ele afirma que a aspirina parece reduzir o risco ainda mais – apenas em uma pequena porcentagem quando não há nenhum outro fator de risco, mas consideravelmente quando o paciente tem um histórico familiar de cânceres como o colorretal.

    Os especialistas advertem, porém, que as pessoas devem discutir suas opções com seus médicos antes de tomar qualquer remédio.

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  • Dentro dos tribunais médicos, nenhuma condição coleciona tantas denúncias como a de ficar acima do peso. A obesidade ganhou status de doença epidêmica e já foi incriminada como coautora de males que vão de infartos e derrames a tumores. Agora, surgem provas que condenam de vez os quilos a mais por sua ligação com o comprometimento do aparelho respiratório. O acúmulo de gordura, especialmente a que se aloja no ventre, atrapalha a atividade dos pulmões, agravando quadros bastante comuns, como asma, bronquite crônica e até pneumonia — uma das principais causas de internação no Brasil, independentemente do peso.

    As últimas evidências desse elo vêm de um trabalho recém-concluído na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, que avaliou o impacto da gordura abdominal sobre a função pulmonar de 80 mulheres sem sintomas de problemas respiratórios — só 30% delas eram magras; a maioria se encontrava acima do peso. “As voluntárias obesas tinham uma menor capacidade de expansão dos pulmões e um menor volume de reserva respiratória, ou seja, quando elas expiravam, esses órgãos ficavam com uma quantidade inferior de ar”, resume os achados o pneumologista Roberto Stirbulov, presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia e orientador do estudo.

    Em termos práticos, isso não significa apenas menos gás para subir uma escada ou praticar um esporte, algo vivenciado por qualquer gordinho sedentário. “Se já houver algum problema nos pulmões, o excesso de gordura tende a potencializálo”, aponta Stirbulov. E, seguindo essa lógica, ficaria mais difícil se recuperar e preservar o fôlego e a qualidade de vida.

    A barriga pressiona literalmente os órgãos que regem o sistema respiratório. “O excesso de gordura no abdômen eleva o diafragma, o músculo da respiração, e aperta a caixa torácica. Com isso, diminui a reserva de oxigênio destinada às situações de maior desgaste”, explica o pneumologista Mauro Gomes, do Hospital Samaritano de São Paulo. Quem sofre mais é a base dos pulmões, que fica hipoventilada. “Essas áreas que permanecem com menos ar são mais suscetíveis a infecções”, diz Stirbulov. Aí, se uma pneumonia dá as caras, a probabilidade de ela progredir é bem maior.

    O cenário fica preocupante para as vias aéreas se levarmos em conta que, de quebra, os quilos indesejados abalam nosso escudo natural contra vírus e bactérias. “Já está comprovado que a obesidade enfraquece o sistema imune, contribuindo, assim, para as infecções respiratórias”, afirma a endocrinologista Claudia Cozer, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. E a gordura na linha da cintura exerce uma participação ainda mais maléfica. É que o tecido adiposo no interior do abdômen libera substâncias que incentivam processos inflamatórios. Esse fenômeno não só deprime as defesas como tem repercussões diretas na árvore respiratória. Quando já há uma inflamação nesses domínios — situação típica da asma, da bronquite e da doença pulmonar obstrutiva crônica, a DPOC —, as moléculas fabricadas pela barriga lançam mais lenha no incêndio, aumentando a frequência, por exemplo, de crises de falta de ar.

    “O obeso carrega mais substâncias inflamatórias e elas têm uma ação tanto sistêmica como local”, diz o educador físico e epidemiologista Clóvis Arlindo de Sousa, doutor pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. “Sabemos que uma das principais moléculas envolvidas com a inflamação na asma é produzida pelas células de gordura”, completa. Não é que os quilos a mais levem a esse distúrbio, mas, sim, um indício de que eles podem torná-lo mais grave e resistente aos tratamentos.

    Sousa analisou recentemente, em um levantamento com 1 185 crianças e adolescentes da cidade de São Paulo, quais são os fatores relacionados à ocorrência de doenças respiratórias. Adivinhe quem está nessa lista. É claro, a obesidade, que não financia confusão apenas no território pulmonar. “O dado mais surpreendente do estudo foi a associação entre excesso de peso e sinusite”, revela o pesquisador.

    Como será que a gordura de sobra contribuiria para seios nasais congestionados e irritados? Há possíveis explicações, como o próprio estado de inflamação instaurado pela obesidade. “Também pensamos em uma ligação com o refluxo gastroesofágico, problema de maior propensão entre indivíduos acima do peso”, diz Sousa. “Ora, o retorno do conteúdo gástrico agride a mucosa do nariz e dos brônquios, estimulando o problema”, explica. Não dá para descartar também a possibilidade de o refluxo colaborar para outros distúrbios do sistema respiratório, principalmente entre crianças gordinhas.

    Você já deve imaginar o que é indispensável para ganhar mais fôlego e ainda soprar para longe os sintomas e as consequências de um problema respiratório apoiado pelo excesso de peso. Sim, é a tão receitada atividade física regular, realizada de preferência com a orientação e o acompanhamento de um professor e em um ambiente mais úmido e sem tanta poluição. Ela é decisiva para eliminar os quilos extras e todas as desordens atreladas a eles. Por isso, proporcionam qualidade de vida aos portadores de asma, bronquite e até mesmo DPOC, mal causado por anos de tabagismo.

    “A perda de peso reduz os hormônios de ação inflamatória liberados pelas células gordurosas e promove uma melhora na função pulmonar”, explica o pediatra José Dirceu Ribeiro, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. O médico comanda uma linha de pesquisa que investiga o elo entre obesidade e asma, o distúrbio respiratório mais afetado pela gordura de sobra. Em um trabalho finalista do último Prêmio SAÚDE, sua equipe já havia demonstrado os efeitos da natação no controle da encrenca em crianças. “Com exercício e emagrecimento, é possível diminuir até as doses dos remédios para o problema”, diz Ribeiro. Ele e seus colegas estão de olho agora em novas provas do poder terapêutico da atividade física sobre as vias aéreas. É a ciência justificando aquele velho conselho de estimular a prática de um esporte desde cedo para ajudar a criar um planeta menos gordo e que respire melhor.

    O peso na alergia

    O acúmulo de gordura no corpo interfere na regulação do sistema imunológico, especialmente se o ganho de peso começou lá na infância. “A prevalência de indivíduos atópicos, aqueles com alta sensibilidade a substâncias que disparam reações alérgicas, é de entre 6 e 10% na população geral”, conta o epidemiologista Clóvis de Sousa. “Mas, entre os obesos, esse número pula para 20 e 25%.” Não à toa, eles sofrem mais com transtornos de fundo alérgico, como asma, rinite e bronquite.

    Alvo fácil da gripe

    Já reparou que os obesos estão no grupo de prioridade para a vacinação contra o vírus influenza, o causador da gripe? Essa medida não é à toa. “O excesso de peso prejudica a imunidade, principalmente a produção de anticorpos contra o vírus”, explica Nancy Bellei, médica consultora da Sociedade Paulista de Infectologia. A vacina é crucial, portanto, para levantar as defesas mais debilitadas.

    Pulmões sob pressão

    Por que a barriga atrapalha a função deles e predispõe a doenças respiratórias

    1- A gordura abdominal excessiva promove uma reforma nada bem-vinda à região da caixa torácica. Ela eleva o diafragma e pressiona a base dos pulmões, que fica hipoventilada, ou seja, menos abastecida de ar. Esse abalo na função pulmonar diminui o fôlego e prejudica a reação diante de eventuais infecções, o que facilitaria pneumonias.

    2- O tecido adiposo da barriga ainda libera substâncias inflamatórias que, trafegando pela circulação, podem ancorar nos pulmões, estimulando processos inflamatórios já existentes — como os que ocorrem na asma e na bronquite. As crises de falta de ar tornam-se, então, muito mais graves e frequentes.

    Os emagrecedores e a hipertensão pulmonar

    Havia uma história de que os remédios que inibem o apetite poderiam provocar essa doença rara, porém altamente letal, marcada pelo aumento da pressão dentro dos vasos dos pulmões. O que há de verdade nisso? “De fato, temos relatos de medicamentos dessa classe ligados ao problema, mas eles já foram retirados do mercado”, conta o pneumologista Rogério de Souza, do Instituto do Coração de São Paulo. “As novas drogas, porém, não mostraram oferecer esse risco”, diz. Ainda assim vale o recado: nada de se automedicar.

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  • Muito pouco se fala sobre os cuidados que precisam ser tomados ao realizar qualquer atividade física. Antes de iniciar um programa de exercícios, deve-se fazer uma avaliação postural para identificar possíveis desvios nas curvaturas normais da coluna e observar o alinhamento dos pés e dos joelhos.

    As pessoas que apresentarem tais desvios terão maior probabilidade de sentir dor ou desconforto se o exercício escolhido trouxer um maior estresse sobre as respectivas articulações. Dessa forma, determinadas atividades ou exercícios são contra-indicados para essas pessoas. Confira outros fatores que também podem provocar lesões articulares:

    * uso de calçados inapropriados para o esporte ou a atividade praticada;

    * execução incorreta de determinados movimentos, o que coloca as articulações em um posicionamento inadequado;

    * assimetria de força e flexibilidade (por exemplo, musculatura anterior muito mais forte ou flexível que a posterior); ausência de

    * aquecimento na fase inicial da atividade; falta de flexibilidade; solo

    * irregular (como buracos e desalinhamentos) ou rígido demais (asfalto, concreto), dificultando o amortecimento; transição brusca entre os movimentos.

    Se você se exercita sozinho, procure prestar mais atenção nestes detalhes. Escolha muito bem o local do treino, o vestuário adequado e busque orientações sobre a execução correta dos exercícios. Estas medidas contribuirão para sua segurança e para a longevidade do seu treinamento.

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  • Comer demais de vez em quando é um problema que a maioria das pessoas enfrenta, principalmente nos finais de semana ou eventos especiais. Mas há aqueles que se descontrolam sempre na frente da comida, mesmo sem fome. Resultado: passam mal ou se sentem culpados.

    O assalto à geladeira durante a noite também é característica da compulsão alimentar, um problema que atinge até 4% da população geral e 6% dos obesos – podendo alcançar metade dos indivíduos mórbidos, segundo dados da Associação Americana de Psiquiatria.

    O compulsivo não tem hora para comer: é um “saco sem fundo” e abocanha qualquer coisa o tempo todo, mesmo quando o corpo não precisa de energia.

    Como consequência, 75% das pessoas com esse distúrbio químico nos mecanismos da saciedade ganham muito peso, pois consomem mais calorias do que precisam por dia, principalmente na forma de doces e gorduras. Aquelas que não engordam, segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, é porque têm compensação calórica inconsciente ou um metabolismo muito bom.

    Além disso, muitos indivíduos compulsivos também sofrem de depressão, ansiedade e outros transtornos psíquicos, como explicou o psiquiatra Adriano Segal.

    O especialista disse que alguns pacientes chegam a comer alimentos crus ou congelados, não por prazer, mas por descontrole. E, num prazo curto de 2 horas, essa ingestão pode chegar a 15 mil calorias, sendo que um adulto normal precisa em média de 2 mil calorias por dia para viver.

    De acordo com Halpern e Segal, a compulsão também pode estar associada a um transtorno bipolar e a uma personalidade de excessos, como acontece com compras e drogas, por exemplo. E os episódios de “ataque” são mais frequentes no fim da tarde e à noite, quando a pessoa chega a consumir até 50% das calorias totais daquele dia.

    Alguns pacientes fazem misturas inacreditáveis, como pão com leite condensado e chocolate, biscoito de chocolate recheado com queijo branco ou biscoito salgado com iogurte – e por aí vai.

    As mulheres costumam sofrer mais, e aliar esse comportamento a dietas malucas ou remédios para emagrecer sem prescrição médica.

    Uma regra de ouro que o Bem Estar já ensinou é esperar 20 minutos depois de comer e antes de repetir o prato, para o cérebro perceber se o corpo ainda está com fome.

    Tratamento
    No caso de doenças crônicas e psiquiátricas, como a compulsão alimentar, raramente se fala em cura, mas em tratamento.

    Os cuidados são comportamentais, com a mudança de estilo de vida, reeducação alimentar e a prática de exercícios, ou farmacológicos, com a administração de medicamentos antidepressivos (que modificam os caminhos da serotonina no corpo) e indutores de saciedade.

    Os médicos aconselham a atividade física para esses pacientes porque os exercícios diminuem os níveis de depressão e ansiedade, com a liberação de endorfina, hormônio que dá sensação de prazer e substitui a serotonina liberada pela comida, cujo efeito é semelhante.

    Quem pratica exercícios também queima mais calorias e tende a comer menos gordura, o que facilita o controle de peso e melhora o funcionamento intestinal, contribuindo de forma ampla para o tratamento do problema.

    Resultado:

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  • A pele envelhece junto com o ser humano. Os “fibroblastos“, pequenas ferramentas que produzem o colágeno, chegam aos 30 anos de vida intactos, mas a partir daí começam a envelhecer e vão perdendo a força, produzindo menos colágeno, que é uma substância que dá firmeza à pele. Quando ele diminui, a pele fica mais flácida. É um processo normal da evolução humana, assim como a contração e relaxamento dos músculos da mímica facial, o que deixa a pele enrugada com o tempo.

    Linhas e marcas de expressão podem virar rugas e pregas com o tempo porque os fibroblastos reduzem a produção de colágeno e com isso a pele perde parte da sustentação. A dica dos especialistas para deixar a pele jovem é protegê-la, hidratá-la e limpá-la diariamente. Em casos mais extremos como a cirurgia, é necessário cuidados antes do procedimento.

    Para realizar as operações no rosto, os médicos usam regras matemáticas que se aplicam a qualquer mulher. Veja:
    Lábios: os inferiores devem ser menores. A regra é: lábio superior = 1,6 vezes lábio inferior

    Nariz x olhos: a largura do nariz na altura das narinas deve ser igual à distância entre os olhos

    Nariz x testa: o comprimento do nariz deve ser igual ao comprimento da testa

    Lifting (ritidoplastia)
    É a mais comum cirurgia plástica de fase. Ele levanta as estruturas musculares, agindo no sentido contrário dos vetores do envelhecimento, e produz um efeito generalizado no rosto, porque mexe na musculatura.

    Há diversas formas de realizar o lifting, de acordo com as diferentes regiões do rosto. É possível provocar alterações nos olhos, bochecha, boca, pescoço e queixo. No lifting, você fixa o músculo acima da orelha, sutura e amarra a musculatura.

    Quem decide fazer a cirurgia precisa se preparar bem antes. É preciso fazer hidratação e limpeza de 15 a 20 dias antes da cirurgia para preparar a pele para o procedimento, além de visitar um clínico antes para que ele peça os exames preparatórios. Outro fator que pode prejudicar a cirurgia é o fumo porque o cigarro altera a circulação, então é recomendável eliminá-lo por, pelo menos, três semanas antes do procedimento.

    Após a cirurgia, no mesmo dia, os médicos recomendam compressas com água fria com gases ou toalhas. Não se deve colocar gelo na pele porque há o risco de queimaduras. Além disso, é preciso tomar corretamente antibióticos e analgésicos indicados pelo médico para evitar reações.

    Outra recomendação é evitar tomar sol por dois meses para proteger a pele de manchas e edemas e fazer drenagem linfática de duas a três vezes por semana na região do rosto. O mais importante é o paciente descansar por, no mínimo, dez dias.

    Toxina botulínica
    Quando fazemos expressões com o rosto, movemos um grupo muscular específico e, com o tempo, eles vão ficando vincados e causam as marcas de expressão. Então, a toxina botulínica é injetada no músculo e bloqueia os receptores, fazendo com que as fibras fiquem paralisadas, aliviando a tensão muscular e deixando a expressão facial mais leve e menos marcada.

    Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, não há comprovação científica de que a reaplicação excessiva da toxina botulínica possa trazer danos à saúde. No entanto, por questões de segurança, a entidade recomenda no máximo três aplicações ao ano por pessoa.

    Alguns fatores reduzem a durabilidade da aplicação da toxina butolínica, como antiinflamatórios, aceleradores de metabolismo e estresse. O médico pode aplicar uma dose de complementação da toxina botulínica de duas a quatro semanas depois da primeira, caso o resultado não tenha ficado satisfatório.

    Preenchimento
    É a injeção nos sulcos da pele de uma substância que tem como base o ácido hialurônico, que é fabricado pelo fibroblasto e já existe no corpo humano. Ele estufa e nivela a ruga, deixando a pele mais firme e reduzindo as marcas. O resultado é instantâneo e pode ser visto na mesma hora.

    Creme de semente de trigo
    Feito a base de um agente “tensor” de origem vegetal, extraído das proteínas da semente do trigo, o creme também funciona para “esticar” a pele. Ele provoca um efeito imediato que dura aproximadamente 8 horas ou até o rosto ser lavado. O produto funciona porque cria um filme que estica a pele e diminui a profundidade das rugas, deixando o rosto liso e brilhante.

    É importante alertar as mulheres para não realizarem nenhum destes procedimentos no período da gravidez até 6 meses depois do término da amamentação. A restrição inclui grávidas, lactantes e mulheres que amamentaram recentemente porque as substâncias ou cirurgias podem prejudicar o bebê. Apenas o creme de semente de trigo é liberado.

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  • Se preocupar com a postura é uma atitude que promove a saúde, mantém o bem-estar e ajuda a combater muitas lesões posturais.

    A má postura leva inicialmente a dor e depois a uma deformidade que pode tornar-se irreversível, se não for tratada.

    Existem três desvios na coluna que são: escoliose, cifose e lordose. Estes podem ser congênitos ou adquiridos. São problemas físicos que podem ser tratados conservadoramente com fisioterapia e/ou coletes, ou, quando o caso requer, com tratamento cirúrgico.

    Para se ter uma postura correta é preciso praticar atividade física regularmente, corrigir sempre a própria postura nas atividades diárias domésticas e/ou profissionais, mantendo a coluna ereta o tempo todo.

    Prevenção

    Vale chamar a atenção para a postura ao andar ou ficar de pé. A dica é permanecer com a barriga rígida e ter a impressão que se tem um “ganchinho”no teto suspendendo a cabeça para o alto mantendo o queixo afastado do peito.

    A posição sentada é a posição mais freqüentemente adotada pela maioria das pessoas nas atividades profissionais, domésticas e no lazer. Pessoas que passam longos períodos sentadas sofrem mais de dor nas costas do que pessoas que se movimentam mais. Desta forma, é importante considerar como ficamos sentados, que tipo de cadeiras utilizamos e o que podemos fazer para prevenir a dor nas costas.

    Para se levantar, alguns cuidados também devem ser tomados: inclinar o corpo para frente sem tencionar os músculos do pescoço e costas, estender os joelhos enquanto leva a cabeça e o tronco para frente e para cima, até chegar à posição em pé.

    Tratamento

    O fisioterapeuta é o profissional capacitado para tratar da dor nas costas. O tratamento consiste não só em uma avaliação postural do paciente, como também o alívio da dor por meio de recursos físicos como manipulações, alongamentos, exercícios, massagem, calor, eletroterapia, crioterapia, biofeedback, etc., e através de um histórico fornecido pelo paciente determinar quais os fatores mecânicos que estão provocando a dor.

    A partir dos dados da avaliação, o terapeuta vai traçar um programa de tratamento visando a melhora das condições físicas, funcionais e posturais do paciente. Uma avaliação cuidadosa do ambiente doméstico e do trabalho também faz parte do tratamento, juntamente com orientações quanto à ergonomia dos móveis e instrumentos de trabalho. A análise dos padrões motores usados nas execuções das tarefas diárias e hábitos é importante para a reeducação motora, isto é, de como usar bem o corpo na prevenção de futuros traumas. Após o alívio da dor e das principais alterações físicas, o fisioterapeuta vai indicar as formas de condicionamento físico mais indicadas para o paciente, a fim de melhorar a sua aptidão física e assim, evitar novos episódios de dor nas costas.

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