• A cada vez que se olhe ao espelho irá descobrindo modificações em sua aparência, não necessariamente preocupantes desde o ponto de vista médico, mas sim desde o estético.

    Algumas delas são inevitáveis e não há outra opção senão as aceitar. Em outros casos pode tentar atrasá-las ou ocultá-las.

    De qualquer forma, nunca se desespere. Aqui lhe expomos as mudanças mais comuns que delatará o espelho:

    Rugas. Por quê? Com o passar do tempo a pele sofre um processo de perda de elasticidade e se desidrata. O estresse é um tipo de caráter provoca seu aparecimento, pela contração dos músculos faciais.

    O que fazer? Usar cremes hidratantes desde o princípio e fazer massagens para estimular a irrigação

    Abdômen-pêndulo. Por quê? O sedentarismo e a perda de tônus muscular provocam a acumulação de gorduras e a atrofia dos tecidos.

    O que fazer? Um programa de exercícios específicos para uma dieta saudável.

    Queda de dentes. Por quê? A erosão produzida pela alimentação e outras causas, bem como uma higiene incorreta.

    O que fazer? Higienizar melhor e efetuar visitas periódicas ao dentista.

    Calvície. Por quê? Fatores hereditários, dietéticos e problemas de saúde que se costumam agravar com o tempo.

    O que fazer? Implante capilar.

    Diminuição da água corporal. Por quê? Reduz-se o conteúdo de água dos discos invertebrais, que fazem que se eleve a altura.

    O que fazer? Não é possível modificar isto, já que vem imposto pelo tempo.

    Fonte Vivendo Saudável

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  • Disfucao-eretil-Cientistas-usam-choques-no-penis-para-tratar-impotencia-fotosUm estudo realizado em Israel e apresentado em um congresso de medicina sexual em Lyon, na França, indica que a impotência pode ser tratada com aplicação de choques elétricos no pênis.

    Cientistas do Centro Medical Rambam, da cidade de Haifa, realizaram experiências com 20 voluntários que sofriam do problema há pelos menos três anos e conseguiram melhora em pelo menos 15 deles.

    Segundo Yoram Vardi, chefe do Departamento de Neurourologia da instituição, o resultado do tratamento seria melhor do que o obtido com o uso de medicamentos como o Viagra e o Cialis.

    Remédios não são uma cura - os pacientes deixam de ter atividade normal quando param de tomar. Mas, com os choques, podemos fazer algo biológico contra o problema, e os pacientes conseguem ter atividade normal mesmo depois de terminarem o tratamento“, explicou o cientista.

    Novos vasos sanguíneos

    Em estudo com animais, já havia sido provado que choques de baixa intensidade estimulam o crescimento de novos vasos sanguíneos a partir de outros já existentes. Foi a partir daí que Vardi e seus colegas tiveram a ideia de tentar ajudar homens cuja impotência decorre da redução de fluxo sanguíneo em seus pênis.

    “Problemas cardiovasculares são responsáveis pela disfunção erétil em aproximadamente 80% dos pacientes”, afirmou Vardi.

    Segundo o cientista, na pesquisa, foram aplicados choques de “baixíssima intensidade”, sentidos como uma pequena pressão no pênis.

    Em cada sessão dos testes, os voluntários receberam cerca de 300 choques em cinco pontos do órgão sexual, ao longo de três minutos.

    “Não tivemos registro de efeitos colaterais, nem mesmo dor”, disse Vardi ao site LiveScience.

    Os cientistas agora esperam realizar novos testes usando também um grupo de controle, que receberia um tratamento falso.

    Apesar de otimista, Vardi alerta que o tratamento pode ser ineficaz nos casos de impotência causada por problemas musculares, de nervos ou outros.

    Fonte BBC Brasil

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  • Dicas, Medicina 18.11.2009 No Comments

    sexo-viagra-feminino-flibanserin-droga-experimental

    Uma droga criada como antidepressivo se mostrou eficiente no tratamento da baixa libido em mulheres.

    Em testes, o flibanserin mostrou ser capaz de aumentar a libido em mulheres testadas que reportavam pouco desejo sexual. No geral, elas tiveram aumento significativo na libido e na quantidade de experiências sexuais satisfatórias.

    Assim como o Viagra, droga masculina que trata a disfunção erétil, o poder do flibanserin foi descoberto sem querer. Enquanto a pílula azul era testada para tratamentos de pressão, a nova droga deveria tratar a depressão quando foi constatado um dos efeitos colaterais.

    Daí o apelido de “Viagra para mulheres” dado pela equipe de pesquisadores liderada por John M. Thorp Jr., da Universidade da Carolina do Norte: a queda na libido é o problema sexual mais comum entre as mulheres, da mesma forma que a disfunção erétil é para os homens.

    Nos Estados Unidos, a falta de desejo sexual afeta de 9% a 26% das mulheres; no Brasil, segundo Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, 22% das mulheres de todas as idades têm problemas relacionados ao desejo sexual.

    Com o flibaserin, quatro testes foram realizados nos Estados Unidos, Canadá e Europa com1946 mulheres em pré-menopausa com mais de 18 anos. Elas foram divididas para receber placebo e a droga durante 24 semanas, com quatro semanas de acompanhamento pré tratamento o mesmo período de tempo de medições e acompanhamentos após.

    Inicialmente, foram usadas quatro dosagens: 25 miligramas duas vezes ao dia, 50 miligramas uma vez antes de dormir, 50 miligramas duas vezes ao dia e 100 miligramas antes de dormir. As dosagens que totalizavam a ingestão de 50 miligramas ao dia não se mostraram eficiente, mas as de 100 sim. Os resultados, portanto, se referem a três dos quatro grupos de testes baseados em dosagens de 100 miligramas uma vez ao dia.

    Os testes mediram mudanças em seis variáveis, entre elas o número de eventos sexuais satisfatórios, o nível de desejo, o nível de estresse relacionado às disfunções e medições específicas da libido.

    A conclusão é a de que as mulheres tratadas com flibanserin uma vez ao dia, quando comparadas às que ingeriram o placebo, tiveram uma melhora significativa no número de relações sexuais satisfatórios e no desejo sexual, além da diminuição do estresse relacionado às disfunções.

    Esses são os primeiros testes que comprovam a eficácia de uma terapia que atua no cérebro aumentando a libido em mulheres que se queixavam de pouco desejo sexual. O flibanserin ainda é uma droga experimental, não comercializável, mas os resultados do estudo foram apresentados ontem, no Congresso da Sociedade Européia de Medicina Sexual, em Lyon, França.

    Fonte Info

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  • Dicas, Medicina 06.11.2009 No Comments

    Cerveja-estresse-fotos-duas-latas

    Ratos que tomaram quantidade adequada da bebida ficaram menos estressados

    O consumo regular e responsável de cerveja diminui o estresse e melhora a eficiência do metabolismo (conjunto de reações químicas que ocorrem no nosso corpo) em dietas ricas em gordura. A informação é de um estudo apresentado nesta sexta-feira (6) no Chile.

    O estudo demonstra que ratos de laboratório que tomaram quantidades de cerveja de acordo com os padrões internacionais de “consumo responsável” ficam menos estressados e metabolizam melhor os carboidratos. Segundo os pesquisadores, para uma pessoa adulta o consumo responsável é de duas latas ou 0,7 litro por dia.

    A pesquisa, desenvolvida entre agosto de 2008 e agosto de 2009, foi realizada em Santiago do Chile pelo Instituto de Ciências da Faculdade de Medicina Clínica Alemã-Universidade do Desenvolvimento, liderada por sua diretora, Paulette Conget.

    Para avaliar o efeito do estresse sobre os ratos, os pesquisadores deram a um grupo de animais dez gotas diárias de cerveja durante três meses e meio, enquanto outro grupo teve sua dieta normal mantida. Ao passarem por um estresse controlado depois desse período, os ratos que tinham consumido cerveja apresentaram menores níveis de excitação emocional que os que não haviam consumido.

    Já para analisar o efeito sobre o metabolismo, alguns ratos foram alimentados com uma dieta normal e outros com uma dieta rica em gordura, e a metade dos indivíduos de cada grupo recebeu dez gotas diárias de cerveja. Os ratos que consumiram a dieta rica em gordura e cerveja subiram menos de peso que aqueles que foram submetidos à mesma dieta, mas não ingeriram essa bebida alcoólica – apesar de o acesso a água e comida ser livre e sua atividade física ser a mesma.

    Fonte R7

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  • Fotos-Nao-se-entregue-ao-sol-muito-menos-com-bronzeador-e-possivel-conquistar-uma-cor-bonita-longe-das-radiacoes-ultravioletas
    Eles potencializam o efeito dos raios nocivos do sol; alternativa aconselhada pelos médicos é o autobronzeador

    Tomar sol faz mal. E usar bronzeador faz mais mal ainda. Os médicos estão de acordo: o autobronzeador é a maneira mais segura – e saudável – de conquistar uma cor dourada e bonita.

    Segundo a dermatologista Carla Bortoloto, todos os bronzeadores comuns (sem ser autobronzeadores) que existem no mercado tem como função acelerar o processo de bronzeamento apenas com a ajuda da penetração dos raios solares na pele. E, como você já sabe, os raios UVA e UVB são altamente cancerígenos. Eis o motivo pelo qual os médicos totalmente contra-indicam o bronzeador.

    Também é proibido pelos dermatologistas o uso do bronzeador após o protetor solar.
    - O protetor solar deve ser usado acima de qualquer creme utilizado, para causar sua principal função, a de proteger a pele. Se o bronzeador for usado após o fotoprotetor, este perderá sua função e a pele ficara exposta aos raios solares.

    Recentemente foi lançado no mercado alguns cremes que combinam o efeito protetor com o bronzeador, tudo em um só produto. De acordo com Carla, todo o protetor solar que promete acelerar o bronzeado ao mesmo tempo é perigoso, pois sua a ação é igual ao de um bronzeador comum, age para causar um aceleramento no bronzeado durante a exposição solar.
    - O melhor é não usar nenhum tipo de bronzeador.

    O fator de proteção solar adequado e estipulado pelos médicos é o fator 30.
    - Mas o mais importante não é tanto o fator de proteção, mas sim, o uso contínuo dele a cada duas horas. Além disso, deve-se evitar se expor ao sol no período entre às 10h e às 15h, que é quando existe maior radiação do raio ultravioleta B, que é o mais prejudicial à saúde da pele.

    Fonte R7

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