• foto-imagem-palitos-eletronicoA companhia, famosa na China por seu site de buscas, diz que uma das habilidades dos palitinhos é identificar a temperatura do óleo da comida e se ele está apto ao consumo.

    Alimentos em más condições sanitárias são uma grande preocupação na China, após vários escândalos de comida estragada. Em 2008, lotes de leite contaminados com a substância melamina causaram a morte de seis crianças e adoeceram 300 mil pessoas.

    E essa se preocupação se estende ao óleo de cozinha: no ano passado, mais de cem pessoas foram detidas no país por peneirarem óleo usado de restaurantes e vendê-lo como se fosse novo.

    Em um vídeo de promoção dos novos palitinhos, a Baidu mostra-os medindo a temperatura de diversas refeições, bem como nutrientes presentes nelas e sua validade.

    Eles também analisam a quantidade de sal, para ajudar os usuários a monitorar seu consumo diário de sódio. Os resultados das medições podem ser vistos nos smartphones ou computadores dos usuários.

    No entanto, não se sabe se os “palitinhos inteligentes” serão produzidos em escala comercial. A Baidu fez, por enquanto, apenas alguns protótipos, segundo seu porta-voz.

    Rivalizar com o Google

    Em sua conferência anual em Pequim, a Baidu também lançou um aparelho semelhante ao Google Glass, para rivalizar com os óculos tecnlógicos da empresa americana.

    O Baidu Eye tem uma câmera interna (mas sem tela) e transmite informações aos usuários via um dispositivo auditivo ou pela conexão com um smartphone.

    O aparelho tampouco está disponível ao público por enquanto.

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  • Cair em tentação e cometer excessos diante de uma mesa farta são hábitos que se repetem a cada ceia de Natal. Se você exagerou na dose e não quer ver mais comida pela frente, ou se ainda está pensando em repetir o prato da última noite nas próximas refeições, especialistas ouvidos pelo G1 dão dicas para evitar problemas e se “desintoxicar”.

    A nutricionista Andréia Naves sugere que, se possível, esses abusos alimentares sejam planejados com antecedência. É difícil prever o quanto você vai sair da linha no fim de ano, mas manter uma dieta saudável e uma boa hidratação duas semanas antes das festas ajuda a manter o equilíbrio do organismo.

    Se você, porém, é como a maioria das pessoas e já perdeu a “compostura”, está na hora de correr atrás do prejuízo – que, em alguns casos, chega a até 2 kg extras, dependendo da quantidade de peru, tender, panetone, rabanada e outros doces que comer.

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    “Fazer um ‘detox’ durante os dez dias seguintes ao Natal ajuda a melhorar o funcionamento do fígado. Para isso, é fundamental ter uma alimentação rica em magnésio, cobre, selênio, ferro e vitaminas do complexo B”, cita Andréia.

    Como fontes de magnésio, estão as castanhas e os vegetais de folhas escuras; de cobre, são os cereais integrais, as oleaginosas (como óleo de soja, milho e oliva) e sementes de abóbora e girassol – estas também contêm ferro e vitamina B.

    Para obter selênio, uma boa opção é a castanha-do-pará. Já o ferro está presente no atum, nas folhas escuras e no feijão. E quem precisa de vitaminas do complexo B também pode consumir cereais integrais.

    “Outros alimentos ainda ajudam a reduzir a carga tóxica no corpo, como frutas (maçã, damasco e frutas vermelhas), couve, couve-flor, brócolis, alho, cebola, limão, mostarda, pimenta preta e vermelha, gengibre, cebola, chá verde e ginseng. Alguns são termogênicos, que contribuem para queimar gordura”, aponta a nutricionista. Além deles, há alternativas como berinjela, nozes, açafrão-da-terra (cúrcuma) e ervas como sálvia, coentro, manjericão, alecrim e orégano.

    Quem quiser pôr essas recomendações em prática pode fazer três receitas “detox”: salada sortida (com rúcula, alface americana, cebola, gengibre e cebolinha. Para o tempero: azeite de oliva, limão e ervas), arroz integral (com brócolis, amêndoas, nozes, cebola, alho e cúrcuma) e suco de frutas vermelhas (morango, cereja, amora e framboesa), água de coco e gengibre.

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    Olho grande
    Um dos grandes perigos das ceias de Natal – que não precisa se repetir neste Ano Novo – é o “olho grande”, aquele desejo quase incontrolável de pôr no prato tudo o que é gostoso, afinal, é só uma vez por ano.

    Segundo o endocrinologista Luciano Giacaglia, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o segredo é dar uma volta primeiro, olhar o que está à disposição e se servir do que mais gosta – em pequenas porções.

    “Dependendo da pessoa, se já é diabética, por exemplo, um único descuido pode ter uma influência muito grande. Às vezes, o indivíduo chega a ficar uma semana descompensado por causa de uma refeição alterada”, alerta.

    Entre os problemas de saúde que o excesso de açúcar, sal e gordura pode causar, estão distúrbios gastrointestinais, como diarreia, gases, inchaço, dor na barriga, azia, má digestão, gastrite, refluxo e náuseas. Isso porque a flora bacteriana que vive entre o estômago e o intestino não está preparada para receber tantos alimentos pesados de uma só vez.

    Quem já tem glicose, colesterol, triglicérides ou ácido úrico alto precisa redobrar os cuidados. Pacientes com hipertensão, arritmia cardíaca e histórico de pedra no rim, idem.

    “Açúcar e sal demais podem favorecer problemas como labirintite, zumbido e tontura. O sódio também incha e aumenta a pressão arterial”, afirma o médico.

    Obedeça à sede
    Giacaglia lembra, ainda, que esta é uma época mais quente do ano, em que as pessoas se desidratam facilmente, dormem pouco e mal, diminuem as atividades físicas e convivem com muito barulho. Ou seja, um ambiente nada saudável, que pode piorar ainda mais com os exageros à mesa.

    “Outro ponto importante é beber bastante líquido antes, durante e depois da comilança. Muitas vezes, a pessoa acha que está com fome, mas na verdade tem sede. Obedeça a isso e ingira água, que é o principal, além de água de coco, chás gelados e sucos de limão, acerola e maracujá”, enumera o endocrinologista.

    Além disso, Giacaglia reforça a dica da nutricionista Andréia Naves de substituir a gordura e o sal por ervas e especiarias para realçar o sabor dos alimentos. Outra boa sugestão é investir em um belo prato de salada antes da refeição principal ou durante, o que aumenta a sensação de saciedade do organismo.

    “Em todos os casos, mastigue lentamente e saboreie a comida antes de engolir. A comunicação entre os hormônios da satisfação e o cérebro leva de 15 a 20 minutos para ser concluída, ou seja, vale esperar esse tempo antes de repetir o prato”, destaca o médico.

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  • Infecção alimentar ocorre ao consumir alimentos ou bebidas contaminadas com micróbios causadores de doenças, ou patogênicos, que incluem uma variedade de bactérias, vírus e parasitas. Os micróbios entram no organismo através do trato gastrintestinal e geralmente causam os primeiros sintomas lá, de modo que náusea, vômito, cólica abdominal e diarréia são comuns em muitas infecções alimentares.

    Muitos micróbios podem se espalhar de mais de uma forma, de modo que não é possível sempre saber se a doença foi de origem alimentar. Essa distinção é importante, uma vez que as autoridades públicas precisam saber como uma doença está se espalhando, para tomar as medidas apropriadas, a fim de combatê-la.

    Infecções alimentares mais comuns

    As infecções alimentares mais comuns são aquelas causadas pelas bactérias Campylobacter, E. coli O157:H7 e Salmonella, e também por um grupo de vírus chamado calicivirus.

    Campylobacter é uma bactéria patogênica, que causa febre diarréia e dor abdominal. É a bactéria mais comumente idenficada como causa de diarréia no mundo. Essa bactéria vive no intestino de pássaros saudáveis e a maioria das carnes de frango cruas têm a Campylobacter. Comer frango sem cozinhá-lo é a causa mais comum dessa infecção.

    Salmonella também é uma bactéria que vive no intestino de pássaros, répteis e mamíferos. Ela pode infectar humanos por vários tipos diferentes de alimentos de origem animal. A doença tipicamente inclui febre, diarréia e dor abdominal. Se a pessoa tiver o sistema imunológico fraco, a bactéria pode invadir a corrente sanguínea e causar infecção que precisa de tratamento por toda a vida.

    E. coli O157:H7 é uma bactéria patogênica que tem como hospedeiros gado e animais similares. A infecção em humanos geralmente segue-se ao consumo de alimentos ou água que foi contaminada com quantidades microscópicas de fezes de gado. Os sintomas da doença causada pela E. coli O157:H7 geralmente são diarréia grave com sangue e cólicas abdominais fortes, sem muita febre. De 3 a 5% dos casos há uma complicação chamada síndrome hemolítica urêmica, que pode ocorrer várias semanas depois dos sintomas iniciais. Essa complicação grave inclui anemia temporária, sangramento forte e falha renal.

    Os vírus Calicivirus são uma causa muito comum de infeccção alimentar, embora raramente diagnosticados porque os teste laboratorial não é amplamente disponível. Esse tipo de infeccção alimentar causa doença gastrintestinal aguda, geralmente com mais vômito do que diarréia, que costuma passar em dois dias. Acredita-se que a forma de contaminação desses vírus seja de uma pessoa infectada para a outra através do contato com alimentos.

    Diagnóstico da infecção alimentar

    A infecção alimentar geralmente é diagnosticada através de testes laboratoriais específicos, que identificam o organismo causador. Bactérias como a Campylobacter, E. coli O157 e Salmonella são encontradas em culturas de amostras de fezes. Parasitas podem ser identificados ao examinar as fezes no microscópio. Vírus são mais difíceis de identificar, uma vez que são muito pequenos para serem vistos ao microscópio e difíceis de fazer cultura. Os vírus geralmente são identificados ao testas amostras de fezes com marcadores genéticos que indicam que um vírus específico está presente. Muitas infecções alimentares não são identificadas por procedimentos laboratoriais rotineiros e precisam de testes experimentais, especializados ou caros, que geralmente não estão disponíveis.

    Quando deve-se consultar o médico em caso de diarréia

    Deve-se consultar o médico se a diarréia for acompanhada de uma dessas:
    * Febre alta.
    * Sangue nas fezes.
    * Vômito prolongado que impede manter os líquidos ingeridos.
    * Sinas de desidratação como diminuição na urinação, boca ou garganta seca, tonteira quando levanta.
    * Diarréia que dura mais de 3 dias.

    Não fique surpreso se o médico não receitar antibiótico. Muitos casos de diarréia causados por vírus melhorarão em 2 ou 3 dias sem antibióticos. De fato, antibióticos não têm efeito em vírus e podem causar mais mal do que bem se usados sem necessidade. Outros tratamentos podem aliviar os sintomas e lavar as mãos cuidadosamente pode prevenir que a infecção se espalhe para outras pessoas.

    Como prevenir a infecção alimentar

    Precauções simples podem reduzir os risco de infecção alimentar:
    * Cozinhe carne, aves e ovos cuidadosamente.
    * Separe os alimentos de modo que um não contamine o outro.
    * Coloque o que sobrou de comida na geladeira prontamente.
    * Lave bem as frutas e vegetais.

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  • Fazendo compras neste fim de ano, encontrei uma amiga de escola que não via há muitos anos. Sempre gordinha, estava magra. Não só magra, mas mais bonita e com aparência saudável. Elogiei e ela me contou: estava fazendo a dieta higienista. Eu já tinha ouvido falar nisso, por alto, mas não sabia direito o que era, e ganhei uma rápida explicação (que digo depois). Dois dias após este encontro, estive com uma amiga que mora na Europa, numa reunião de amigas. Ela havia emagrecido nove quilos e o marido, doze. Foi logo informando: “Agora nós somos higienistas”.

    Simples coincidência ou essa é a “dieta da moda”?

    Fui atrás de maiores explicações e divido aqui com vocês: a dieta higienista tem como regras a não combinação de determinados tipos de alimentos, a preferência por tudo que é cru e horários específicos para comer. O resultado seria não só emagrecimento, mas menos doenças e mais anos de vida. Os higienistas acreditam que as doenças são causadas pela alimentação inadequada – como uma intoxicação.

    Abaixo, uma entrevista com Fernando Carneiro Travi, precursor desta linha de alimentação no Brasil, discípulo do médico francês Albert Mosseri, um dos papas do Higienismo no mundo.

    Qual a melhor definição para o higienismo?

    É um ramo da Biologia que trata da preservação e da restauração da saúde e investiga as condições sob as quais ela depende. Oficialmente surgiu em 1832 quando Sylvester Graham deu suas primeiras conferências em New York. A Higiene Natural, melhor conhecida aqui por Higienismo, surgiu como uma revolta aos métodos anticientíficos de drogar, sangrar e cortar da medicina alopática da época. A idéia da Higiene de Vida consiste em induzir a humanidade a retornar para um modo normal de vida e desistir de viver de tal maneira que construa a doença diariamente. Sublata Causa Tollitur Effectus, que quer dizer, – Suprima a causa e o efeito desaparecerá. Os higienistas viram, na vida incorreta, a causa real da doença, e no retorno ao modo correto de vida o verdadeiro remédio. Daí a sua máxima: “Saúde por viver saudavelmente”.

    Levando em conta o lado alimentar do higienismo, que tipo de dieta deve-se seguir?

    Há uma alimentação humana, assim como há uma alimentação específica para bois, cães, gatos e macacos. Não somos parentes próximos dos porcos e dos ursos (que podem comer impunemente quase tudo sem adoecer) como algumas correntes anticientíficas pretendem. Somos naturalmente ovo lacto vegetarianos e precisamos de alimentos frescos, crus, não manipulados, integrais e puros derivados de solo fértil equilibrado por uma agricultura natural. Somos dependentes de 70% de alimentos vegetais crus (frutas, verduras, legumes, nozes e similares) e de 30% de raízes e grãos acrescidos de leite e derivados e ovos. Por outro lado, há grandes diferenças entre as pessoas quanto a quantidades e a escolha de alimentos segundo seu estado de saúde, idade, e atividade – o que só pode ser determinado caso a caso.

    É verdade que é melhor comer apenas entre 11h e 20h? Por que? O café da manhã não é importante?

    O nosso metabolismo é uma lei biológica imutável e eterna. Comer entre as 11h e as 20h é seguir essa lei. Durante esse período do dia estamos no máximo da fase anabólica (quando o organismo está mais apto a receber e a digerir os alimentos). Após as 20h, 21h entramos em uma fase mais intensa de catabolismo, quando o organismo descansa, substitui células, repara os danos, elimina toxinas e está parcialmente incapacitado para receber alimentos. O café da manhã é um costume “civilizado” que não tem base científica. Comer pela manhã interrompe o processo de eliminação, envelhece, intoxica e portanto, engorda. As frutas e os sucos naturais são uma opção válida e adequada para substituir café, leite, iogurte, pães e outros alimentos incompatíveis com esse momento do metabolismo.

    Qual a diferença do higienismo para o vegetarianismo?

    O vegetarianismo, assim como outras correntes e movimentos sociais e filosóficos, preconiza simplesmente evitar as carnes dos animais ou qualquer alimento derivado de animais sem um embasamento na ciência da saúde. Muitos vegetarianos comem muito mal e prejudicam a sua saúde tanto ou mais do que aqueles que se alimentam de tudo (infelizmente). Se empanturrar de soja, de grãos e açúcar é devastador para o organismo. Já atendi a muitos naturalistas que se prejudicam comendo frutas em demasia. O Higienismo é uma ciência da saúde comprovada e especializada, o que não o impede de ser um movimento filosófico também.

    Quais os resultados mais comuns da dieta higienista, além do emagrecimento?

    Algumas pessoas, com um peso elevado emagrecerão e outras, com peso abaixo de níveis adequados para manter uma boa saúde ganharão massa muscular. O Higienismo não tem um objetivo de emagrecer uma pessoa, mas acrescentar saúde e assim curá-la e devolver o bem estar, beleza e longevidade. É importante dizer que só uma dieta adequada não é garantia de saúde.Outros fatores são necessários, porém a alimentação é, certamente, o primeiro passo para a saúde.

    O brasileiro tem hábitos alimentares que o afastam muito do higienismo?

    Acredito que temos tradições e condições geográficas que não nos fazem o pior entre outros países no que se refere a oferta de alimentos de qualidade. Porém, combinamos mal os alimentos. Misturamos muitos alimentos em uma única refeição.Comer com simplicidade e com moderação é o melhor conselho. Sofisticação e glutonaria conduzem a doença.

    Além da alimentação, o pensamento e o comportamento influenciam de que forma nosso organismo?

    Todas as coisas são importantes para conquistar a saúde que perdemos ou que nunca tivemos. Uma pessoa pode alimentar-se perfeitamente, mas pode comer sem fome, nervosa, cansada, com dores, doente, apressada, estressada. É inevitável que mesmo o alimento bom não poderá ser digerido em condições adversas, perturbadas. Tudo o que comemos perturbados, tristes, etc., transformar-se-á em veneno. As vezes um refeição menos adequada em condições ideais poderá fazer manos mal do que uma refeição em más condições. As vezes é melhor pular uma refeição e esperar a paz e a alegria para comer.

    Por que as pessoas, de forma geral, têm tanta dificuldade em modificar seus hábitos alimentares?

    Porque alimentar-se significa, em primeiro lugar, manter a vida. Precisamos comer para viver. Em seguida, porque poucos são aqueles que estão livres do mais comum (e natural) de todos os vícios: comer. Toda a pessoa intoxicada e adoentada terá grandes dificuldades em sair sozinha de seu vício – aquilo que a mantém doente! A grande maioria das pessoas está dominada por certos hábitos alimentares e substitui suas carências psíquicas e espirituais pelo comer. Quebrar hábitos alimentares doentios e substituí-los por hábitos saudáveis significa quase todo caminho no processo de mudar realmente uma vida pobre que constrói doença por outra vida radiante, auto suficiente livre de drogas e doutores.

    Fonte Revista ÉPOCA

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  • Um estudo da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, sugere que dormir com luzes acesas – seja da televisão, do smartphone ou do corredor – pode provocar problemas de saúde, como câncer de mama, distúrbios do sono, ganho de peso e até depressão.

    A pesquisa, envolvendo 16 hamsters, estabeleceu uma ligação entre exposição à luz e depressão. No experimento, todos os animais passavam 16 horas por dia sob luzes fortes e, durante as oito horas restantes do dia, metade ficava na escuridão total e a outra metade ficava sob luzes luzes fracas, semelhante às emitidas por uma televisão ligada.

    Após 8 semanas, os hamsters que estavam em constante exposição à luz tiveram o desempenho significantemente prejudicado em uma série de testes de humor – por exemplo, eles beberam 20% menos açúcar que o resto do grupo e desistiam muito mais cedo em uma atividade de natação.

    Além disso, os pesquisadores notaram diferenças no cérebro que indicaram menos comunicação entre as células nervosas, algo também observado em pessoas com depressão grave.

    A explicação destas diferenças pode estar ligada à melatonina, que é produzida quando estamos no escuro. Com até mesmo a menor quantidade de luz durante a noite, o corpo libera a quantidade errada de melatonina. O hormônio age como um antioxidante, regulando nosso ciclo biológico e nos ajudando a adormecer, além de controlar a liberação de outros hormônios.

    Fonte Galileu

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  • A intoxicação alimentar é um problema muito mais comum do que se imagina. Aprenda a prevenir este mal!.

    Quem nunca ficou doente por ter comido alguma coisa contaminada? Dor na barriga, diarréia, vômito, mal estar… Tudo isso é sintoma de uma intoxicação alimentar. Para que você evite este mal, comendo dentro ou fora de casa, preparamos algumas dicas simples, porém muito eficientes.

    Em casa

    Cozinhe muito bem os alimentos. A dica é que sejam preparados num calor acima de 78º C, que mata praticamente todos os micro-organismos que contaminam as refeições.

    – Coloque no refrigerador a comida que não será servida em, no máximo, 4 horas. As bactérias crescem rapidamente no calor ambiente.

    – Para que um alimento não contamine outro, lave bem as mãos e os utensílios que estiverem em contato com carne crua. Durante o churrasco, nada de colocar a carne ainda crua junto à carne já pronta.

    – Não compre alimentos com placas de gelo. Isto é um sinal de que foram congelados e descongelados mais de uma vez.

    Na rua

    – Fuja dos molhos que ficam expostos, como o vinagrete.

    – Prefira restaurantes à la carte. No caso do self-service, nem sempre a reposição é bem feita, o que faz com que você consuma alimentos deteriorados.

    – Dê preferência à garrafa de água lacrada. No caso da água de coco, consuma na própria fruta.

    – Resista à tentação de comer sanduíches na praia. Para não estragar, este alimento deve ser conservado em uma temperatura que varia de 4 a 10º C, o que é impossível de acontecer.

    Temperos em excesso também não caem nada bem. Um exemplo é a picanha ao alho, uma das prediletas dos churrasqueiros de plantão. O problema é que este tempero pode ser uma forma de mascarar o sabor de “carne passada”.

    Fonte UOL

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