• Alergia 07.04.2011 No Comments

    Nem todas as situações podem ser tratadas por auto-medicação. Algumas situações são potencialmente graves e implicam a ida ao médico para um correcto diagnóstico:

    Dor ocular;
    Fotofobia (Não suporta a luz);
    Visão alterada;
    Pupilas alteradas (dilatadas, contraídas ou alteradas);
    Olho vermelho repentino;
    Trauma no olho ou junto dele;
    Crianças pequenas e idosas;
    Diabéticos;
    Agravamento ou não melhoria após 2 a 3 dias de tratamento de situações supostamente menos graves;
    Situações graves em geral.

    As situações mais comuns que podem afectar o olho são:

    Conjuntivite

    Irritação ocular

    Blefarite

    Hordéolo ou treçolho

    Olho seco

    Conjuntivite

    A conjuntivite é a membrana que cobre o olho e a face interior da pálpebra. Uma conjuntivite é uma inflamação causada por microorganismo ou de origem alérgica.

    A conjuntivite alérgica afecta, normalmente, ambos os olhos e está associada a outros sintomas alérgicos,  enquanto que, a de origem vírica ou bacteriana pode afectar ou não.

    Conjuntivite : Comichão Lacrimejar Secreção
    Alérgica muito moderado Esbranquiçada
    Vírica pouco muito Transparente
    Bacteriana pouco moderado Amarelo/esverdeada

    As conjuntivites infecciosas são comuns na infância. Nos adolescentes e adultos podem ocorrer conjuntivites transmitid

    as sexualmente.

    A conjuntivite bacteriana cura-se em 7 a 10 dias. Mas poderão complicar-se e originar situações que requerem intervenção do médico. As secreções devem ser limpas com água e compressa esterilizada. poderá usar-se um colírio com antibiótico.

    A conjuntivite vírica ligeira e moderada, por vezes ligada a constipações, não necessita de tratamento especial. O alívio dos sint

    omas é conseguido com o uso de lágrima artificial.

    As conjuntivites alérgicas podem ser agudas,  sazonais ou perenes. Em qualquer dos casos é essencial descobrir qual é o agente causador para poder evitá-lo. Para alivio dos sintomas pode-se reco

    rrer a soluções calmantes, de lavagem ocular e a lágrima artificial. Em situações mais graves usam-se anti-alérgicos e descongestionantes tópicos.

    Nas situações mais graves deve-se sempre recorrer ao médico.

    Irritação Ocular

    A irritação ocular resulta da presença de uma substância estranha no olho, uso de lentes de contacto, sol, vento, substâncias irritantes (líquidos de limpeza), fumo, etc.

    Apresenta-se como vermelhidão, associado a la

    crimejo e sensação de corpo estranho.

    A primeira medida consiste em retirar o agente irritante com água ou soro fisiológico e a aplicação de uma solução calmante ou lágrimas artificiais para aliviar o desconforto. Se após 48h não hou

    ver melhorias deve-se recorrer ao médico.

    Blefarite

    É uma inflamação das pálpebras que pod

    e afectar um ou os dois olhos. Tem origem diversa e pode estar associado a conjuntivite. Quando não é convenientemente tratada pode tornar-se crônica.

    características: Vermelhidão, ardor, irritação, comichão, sensação de areia nos olhos e aparece “caspa” nas pestanas. Pode acontecer inchaço e alguma fotofobia sem afectar a visão e

    sintomas de olho seco.

    Trata-se limpando as pálpebras com compre

    ssas humedecidas com água morna ou produtos próprios para a higiene ocular. Aliviam-se os sintomas com lágrimas artificiais.

    Hórdeolo ou Treçolho

    É uma  infecção de um folículo de uma pestana  ou nas glândulas da pálpebra. Verifica-se um inchaço ligeiro, vermelhidão e do

    r. Em alguns dias aparece um nódulo com pus que desaparece na maioria das vezes sem tratamento.

    Aplica-se compressas quentes para estimular os mecanismos fisiológicos. Por vezes requer a aplicação de uma pomada oftalmológica com antibiótico.

    Olho seco

    Tem várias origens:

    Idade – A produção de lágrima diminui com a idade e a menopausa.
    Medicamentos – Contraceptivos, diuréticos, anti-histamínicos, anti-depressivos, tranquilizantes, etc. diminuem a produção lacrimal.
    Doenças – Artrite reumatóide, lúpus. etc.
    Condições ambientais – Tempo seco.
    Lentes de contacto.
    Outra afecções oculares – Conjuntivite, blefarite.

    Sintomas: Sensação de areis nos olhos, ardor, comichão, vermelhidão, desconforto e fotossensibilidade. Por vezes desencadeia superprodução de lágrima.

    Tratamento: Usa-se lágrima artificial

    ou geles lubrificantes.

     

  • Alergia, Dicas 04.04.2011 No Comments

    Em dias de chuva, junto com a umidade, vem o mofo, um fungo que pode provocar crises de alergia ou até uma infecção mais grave, como a pneumonite.

    Para falar sobre o assunto e explicar as maneiras de evitar problemas como rinite, bronquite e sinusite, o  imunologista e alergista Fábio Castro, do Hospital das Clínicas, e o infectologista Caio Rosenthal, que também é consultor.

    Em pessoas alérgicas, segundo os médicos, o fungo e a poeira agem como um gatilho, desencadeando essas reações. Os agentes entram pelas vias aéreas respiratórias (nariz e boca) quando o ar é inalado. Os pelos e o muco dessas regiões servem de proteção, filtro, aquecedor e umidificador do ar. Porém, quando os fungos encontram uma situação favorável – como a baixa umidade – no rosto ou nos pulmões, acabam desenvolvendo doenças.

    A primeira atitude do organismo é expulsar os invasores. Se a barreira da pele e das mucosas não funcionar, os anticorpos e as células entram em ação. É por isso que a pessoa com alergia costuma tossir, espirrar ou ter coriza. Mas, se o corpo não conseguir eliminar esses agentes, o pulmão pode ser atacado e iniciar uma pneumonia, por exemplo.

    A rinite atinge cerca de 30% a 40% da população mundial, de acordo com Castro. E também é comum confundi-la com gripe ou resfriado.

    Quanto ao mofo, de acordo com os médicos, há maneiras eficientes e baratas de acabar com ele, como impermeabilizar as paredes.

    Para uma casa de dois quartos, com 40 metros quadrados, o custo é de R$ 200. Se o serviço for feito durante a construção, sai mais ou menos 2% do gasto total da obra. Se ocorrer depois, sobe para 12%.

    Em Nazaré Paulista (SP), a 100 quilômetros da capital, a repórter Marina Araújo foi conferir como os moradores convivem com o mofo e o que fazem para se livrar dele. Para roupas brancas, é recomendado lavá-las com água sanitária – que também pode ser usada nas paredes.

    As coloridas podem ser limpas com suco de limão, e as sintéticas, com leite.

    Fonte: G1

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