• foto-imagem-ziam-o-amido-emagrecedor

    Muitas pessoas buscam uma alternativa à clássica farinha de trigo branca, com o objetivo de preparar receitas mais saudáveis e que tragam mais benefícios à saúde. A novidade é o ziam, um amido resistente derivado do milho, sem glúten e que garante possuir apenas 25% da quantidade de calorias da tradicional farinha de trigo.

    Disponível em farmácias de manipulação, o ziam é indicado pelos fabricantes para substituir parte da farinha adicionada no preparo de receitas como cookies, torta, panqueca, pão de queijo e bolo. A seguir, veja os benefícios proporcionados pela ingestão diária de apenas uma colherada deste amido.

    Os benefícios do ziam

    Auxilia no processo de emagrecimento, pois favorece a sensação de saciedade em um curto intervalo de tempo. De acordo com a empresa Galena, alguns estudos apontam que, após o consumo deste amido, a fome não surge por até 14 horas, o que ajuda a evitar a compulsão alimentar;

    Diminui a ingestão de calorias em 25%;

    Evita a diabetes;

    Graças à quantidade de fibras presente no ziam, ele regula todo o funcionamento intestinal através da eliminação das toxinas do organismo;

    Reduz a quantidade de açúcar no sangue, o colesterol “ruim” (LDL) e o risco de doenças cardiovasculares;

    Pode substituir até 20% de qualquer tipo de farinha convencional, sem alterar o sabor e a aparência dos alimentos, ou pode ser acrescentado à salada de frutas ou vitaminas. No preparo de pratos salgados ou doces, também pode eliminar uma parte das farinhas de mandioca, milho ou outras.

    Ziam x farinha de trigo

    O consumo excessivo da farinha de trigo convencional, a branca, pode favorecer a diabetes, a obesidade e outras doenças crônicas. Devido ao processo de refinamento do trigo, o alimento perde grande parte das propriedades nutricionais.

    Em geral, quando os alimentos contendo farinhas são consumidos, transformam-se em açúcar e liberam rapidamente insulina na corrente sanguínea. Dependendo do alimento, este processo pode acontecer repetidas vezes no decorrer do dia, o que é extremamente prejudicial ao organismo, como as alterações na dosagem de açúcar no sangue.

    Como consumir o ziam?

    Além de poder ser utilizado para substituir parcialmente as farinhas convencionais nas receitas, o ziam pode ser polvilhado sobre a salada de frutas ou adicionado a vitaminas. Além disso, quem preferir também pode consumir o amido puro, com a quantidade sugerida de 5g a 10g ao dia, o que corresponde a uma ou duas colheradas.

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  • foto-imagem-saude-prevencao-tratamento-bexiga-baixa

    O que é

    Apesar do nome complicado, o prolapso genital é um problema bastante comum, principalmente em mulheres com mais de 40 anos e que já tiveram filhos. Ele ocorre quando a musculatura das paredes da vagina fica fraca, de modo que os órgãos sustentados por ela se deslocam e podem sair pelo canal vaginal – caso do útero, da bexiga e até de parte do intestino.

    A gravidade do quadro é classificada de acordo com uma escala que vai de 1 a 4. Nos dois primeiros estágios, já dá para ver o prolapso nos exames ginecológicos, mas a paciente ainda não apresenta sintomas. Nos últimos graus, os órgãos já se encontram exteriorizados.

    Os sintomas

    “O principal sintoma é a sensação de que há uma bola na vagina?, conta a ginecologista Marair Sartori, professora de Ginecologia da Universidade Federal de São Paulo. Além disso, é comum a paciente com prolapso apresentar dor na pelve, incontinência urinária e prisão de ventre.

    A origem do problema

    As principais causas do prolapso genital são a gravidez (o peso da barriga aumenta a pressão nessa região do abdômen) e o parto vaginal, especialmente nos casos em que não há acompanhamento obstétrico adequado. É que, se o bebê for muito grande ou não estiver posicionado corretamente, por exemplo, o risco de ocorrer lesões sérias no assoalho pélvico é alto.

    Mas essa história não para por aí. Para ter ideia, a própria menopausa aumenta a probabilidade de o prolapso aparecer. “A redução dos hormônios femininos faz com que os tecidos dessa área fiquem mais ressecados e frouxos”, explica a uroginecologista Andréia Mariane de Deus, de Sorocaba, no interior paulista. Certas doenças neurológicas – como a esclerose múltipla – também podem afetar a musculatura da pelve. Outros fatores de risco para essa condição são a obesidade e a tosse crônica, que aumentam a pressão abdominal.

    O tratamento

    Para prolapsos graves, a principal forma de corrigir o problema é por meio de cirurgia. “O objetivo é restaurar a anatomia e a função dos órgãos e aliviar os sintomas da paciente”, esclarece Marair Sartori. Isso pode ser feito tanto por técnicas que restauram a posição da vagina e das estruturas que se deslocaram quanto por procedimentos que simplesmente fecham o canal vaginal e impedem que o órgão saia do corpo.

    No caso de pessoas que não querem ou não podem fazer a cirurgia, uma alternativa é o uso do pessário, um anel de borracha que sustenta o útero no lugar.

    Quando o quadro ainda está nos estágios iniciais, é possível evitar seu agravamento por meio dos chamados exercícios perineais, que visam fortalecer os músculos do assoalho pélvico e também mostrar à mulher a forma correta de contrai-los. Eles podem ser feitos utilizando técnicas como biofeedback – em que se pede à paciente que aperte e relaxe a musculatura enquanto os registros desses movimentos são visualizados num computador – e eletroestimulação, na qual choques estimulam a contração muscular.

    Dá para prevenir?

    Uma boa forma de afastar o prolapso genital é praticar os tais exercícios perineais – principalmente se você está grávida ou planeja ser mãe. Outras medidas preventivas são evitar os fatores de risco, a exemplo do ganho de peso, da constipação e até da tosse crônica. Praticar modalidades como ioga e pilates também é indicado – mas só se você tiver certeza de que está contraindo a musculatura da pelve corretamente. “Se feitos de forma errada, essas atividades podem até prejudicar e aumentar o risco de prolapso”, diz Marair Sartori. Por isso, é fundamental, na visita ao ginecologista, checar a maneira certa de fazer esses movimentos.

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  • Projeto tem custo estimado de 57 milhões de euros; prazo é de 5 anos.
    Método ainda pode ajudar na detecção precoce de doenças degenerativas.

    foto-imagem-exameO Centro Nacional de Câncer do Japão espera concluir, no prazo de cinco anos, o desenvolvimento de um método que permita o diagnóstico precoce de 13 tipos de câncer mediante um simples exame de sangue.

    O projeto, com custo estimado em 57 milhões de euros, visa contribuir especialmente com a detecção precoce do câncer de mama, estômago, esôfago, pulmão, fígado, vesícula, pâncreas, colo, ovário, próstata e bexiga.

    O método também pode ajudar na detecção precoce de doenças degenerativas como o Mal de Alzheimer.

    Trata-se de verificar a presença no sangue de micro-ácidos ribonucleicos (microARN), cujo aumento indicaria o desenvolvimento de um câncer. Mais de 2.500 variedades destas moléculas foram descobertas no corpo humano e podem servir de “marcadores” para detectar diferentes tipos de câncer, em um método muito mais rápido que a atual bateria de exames.

    Várias equipes de pesquisadores da Europa e dos Estados Unidos já analisam o papel dos microARN nos casos de diversos tipos de câncer, mas os japoneses esperam chegar mais longe nas investigações, que ainda não permitiram elaborar um teste comercial.

    O programa é dirigido pela Organização Japonesa de Novas Energias e Tecnologias Industriais (Nedo), que apoia pesquisas em diversos âmbitos, com o apoio de várias empresas, entre elas Toray Industries e Toshiba, que têm grandes ambições na área médica.

    O projeto é baseado em dados obtidos com 65 mil pacientes através do Centro Nacional do Câncer. “Se conseguirmos desenvolver o primeiro teste mundial de alta precisão no Japão, isto poderá aumentar em vários anos a esperança de vida das pessoas e contribuir para o desenvolvimento das indústrias japonesas”, disse Tomomitsu Hotta, presidente do centro, citado pela agência Kyodo.

    Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o câncer matou 8,2 milhões de pessoas em 2012. Os mais letais são de pulmão, estômago, fígado, colo e mama.

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    Por que o chocolate faz bem?
    Se tem algo que já é bastante conhecido no mundo da nutrição são os benefícios que uma pequena quantidade de chocolate pode proporcionar para a saúde. Diversos estudos associam o consumo da versão amarga da guloseima – aquela que tem maior concentração de cacau – à prevenção de males como diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, depressão e até obesidade. Entre os responsáveis por tantas benesses estão os flavonoides, nutrientes de ação antioxidante, relacionados a um maior controle dos níveis de glicose no sangue, ao relaxamento das artérias e também a um menor acúmulo de placas de gordura nos vasos.

    No cérebro, o chocolate age em prol da saúde graças à presença de substâncias que reduzem a vontade de comer doces e aos ácidos fenólicos, que atuam na produção de uma proteína que aumenta a sensação de saciedade e a queima calórica. Além disso, por ter bastante carboidrato, o alimento contribui para a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar.

    Como consumir
    Mesmo diante de tantas notícias boas, não pense que está liberado devorar uma barra inteira de chocolate. A recomendação é comer um quadradinho ou, no máximo, um pequeno tablete de 30 gramas por dia. Dê preferência ao tipo amargo e evite as versões branca e ao leite, pobres em nutrientes.

    A seguir, veja uma seleção de chocolates que levam, no mínimo, 50% de cacau na sua composição e prometem fazer bem para a sua saúde.

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    Idosos com grave deficiência de vitamina D correm maior risco de sofrer demência, de acordo com um estudo britânico.

    Cientistas observaram 1.650 pessoas nos Estados Unidos com mais de 65 anos para a pesquisa, publicada na revista médica “Neurology”.

    Este não foi o primeiro estudo a relacionar deficiência de vitamina D a demência, mas os seus autores dizem que é o mais completo e conclusivo.

    Ainda assim, especialistas alertam que são necessários mais estudos para prescrever vitamina D como prevenção à demência.

    A vitamina D é encontrada em peixes oleosos, comprimidos e através da exposição da pele ao sol.

    No entanto, a conversão de vitamina D pela pele dos idosos pode ser menos eficiente, o que aumenta as probabilidades de sofrerem deficiência e dependerem das outras fontes.

    Mais de 800 mil pessoas sofrem de demência no Reino Unido, e a expectativa é de que o número passe de 1 milhão até 2021.

    ‘Surpreendente’

    O grupo internacional de cientistas, coordenado por David Llewellyn, da universidade Médica de Exeter, observou os pacientes por seis anos.

    Nenhum deles sofria de demência, doenças cardiovasculares ou derrames no início do estudo.
    Ao seu final, 1.169 pacientes com níveis satisfatórios de vitamina D tinham uma chance em 10 de desenvolver demência. Setenta estavam com deficiência grave e tinham uma chance em cinco de sofrer do mal.

    “Já esperávamos encontrar uma relação entre baixos níveis de vitamina D e o risco de demência e Mal de Alzheimer, mas os resultados foram surpreendentes. Descobrimos que a associação é duas vezes maior do que se esperava”, afirmou o doutor Llewellyn.

    Mesmo assim, ele disse que mais estudos são necessários para estabelecer com segurança que o consumo de alimentos ricos em vitamina D ou suplementos podem “retardar ou até prevenir” o início do Mal de Alzheimer e de demência.

    “Precisamos ter cautela neste estágio inicial, já que os nossos últimos resultados não demonstram que baixos níveis de vitamina D causam demência.”

    Mas o médico disse também que “os resultados são muito encorajadores” e que mesmo que poucas pessoas possam se beneficiar disso, o impacto sobre a saúde pública poderia ser “enorme”, diante do “custo devastador” da demência.

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    O risco de propagação do ebola para o Brasil é considerado baixo, de acordo com o Ministério da Saúde. Em nota divulgada nesta sexta-feira (1º), a pasta afirmou que não há nenhum caso suspeito ou confirmado da doença no país. A infecção, altamente letal, matou 729 pessoas desde fevereiro, de acordo com balanço divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quinta-feira.

    “Como o Ebola é transmitido pelo contato direto com sangue, secreções, órgãos e outros fluidos corporais de pessoas ou animais infectados, a transmissão para outros continentes é considerada como pouco provável”, afirma a nota do Ministério da Saúde.

    As infecções estão concentradas na República de Guiné, em Serra Leoa e na Libéria. A Nigéria também registrou um caso. De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde, se um passageiro viajando para o Brasil a partir de um desses países apresentar sintomas durante o voo, a tripulação deve contatar o aeroporto de destino, onde uma equipe de vigilância sanitária deverá avaliá-lo e determinar a conduta a ser adotada.

    A assessoria de imprensa afirma, ainda, que não há um plano de contingência específico para o ebola. Mas, se um caso for identificado no país, o governo deve recorrer ao Plano de Resposta às Emergências em Saúde Pública, que determina as medidas a serem adotadas em situações de epidemias e desastres. Até o momento, a OMS não fez restrições a voos nem orientou o fechamento de fronteiras por causa da epidemia.

    Nesta sexta-feira, o ministro da saúde, Arthur Chioro, afirmou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Secretaria de Vigilância em Saúde fizeram recomendações aos controles de fronteiras no Brasil, apesar de não haver reforço de fiscalização em locais como portos e aeroportos.

    “Não houve nenhum reforço. Apenas a nossa Secretaria de Vigilância em Saúde e a Anvisa, responsáveis pela fiscalização em aeroportos e portos, fizeram recomendações para que nossos fiscais sejam ainda mais rigorosos e fiquem mais atentos”, disse o ministro.

    Risco não é zero, mas é muito baixo

    Segundo o infectologista Pedro Tauil, do Comitê de Doenças Emergentes da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), ainda é difícil avaliar os riscos de chegarem casos da doença no país. “Sabe-se muito pouco sobre a epidemiologia da doença, não se pode dar afirmativa categórica sobre se ela pode se espalhar pelo mundo ou não. Pode haver casos esporádicos de um viajante infectado viajar para outro país.”

    O infectologista Bruce Hirsch, do North Shore University Hospital, nos Estados Unidos, afirmou à Reuters que a fase de maior transmissibilidade do vírus ocorre quando os pacientes estão em estágio terminal, com sangramentos internos e externos e vômito e diarreia intensos. Nessa fase da doença, o paciente já está próximo da morte e provavelmente muito doente para viajar, o que reduz o risco de propagação da doença para outros continentes.

    “É possível, é claro, que uma pessoa pense que está com uma gripe, entre em um transporte e só então desenvolva os sintomas mais graves. Essa é uma das coisas que nos preocupam”, disse o especialista, em uma entrevista por telefone à agência. “O risco (de propagação do ebola para a Europa ou para a América) não é zero, mas muito baixo”, completou.

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    Pela primeira vez, o Brasil superou os Estados Unidos e se tornou líder mundial na realização de procedimentos cirúrgicos estéticos, de acordo com relatório divulgado pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps).

    Os dados, referentes a 2013, apontaram que o país foi responsável por 1,49 milhão de cirurgias no ano passado, 12,9% do total mundial, que foi de 11,5 milhões.

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    Os EUA, que vinham na liderança, realizaram 12,5%. México ficou em terceiro lugar, com 4,2% do total mundial, seguido de Alemanha, com 3%, e Colômbia, com 2,5% das cirurgias.

    Dos 19 tipos de operações analisados, o Brasil liderou dez, como o rejuvenescimento vaginal (13.683 casos), a cirurgia plástica abdominal (129.601) e o transplante de cabelo (8.319).

    O país ficou na primeira posição na realização de lipoaspiração (227.896), que retira gordura de regiões específicas do corpo, aumento das mamas (226.090) – técnica mais procurada no Brasil – e a correção de seios caídos (139.835).

    Na categoria de procedimentos estéticos não-cirúrgicos, como a aplicação de toxina botulínica, composto aplicado para ajudar a suavizar marcas e linhas de expressão no rosto, os Estados Unidos lideram o ranking com 21,4% dos 11.874.937 casos de 2013. O Brasil fica em segundo lugar, com 5,5% do total.

    Na soma de procedimentos cirúrgicos e não-cirúrgicos, os EUA lideram o ranking global, com o Brasil na vice-liderança. Ainda segundo o documento, as mulheres foram as que mais procuraram especialistas no ano passado e passaram por algum processo estético (87,2%).

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