• Dicas, saúde, Sono 29.11.2011 No Comments


    Na pesquisa, os especialistas utilizaram um aparelho de ressonância magnética para observar como o cérebro das pessoas reage à exposição de imagens chocantes antes e depois de uma noite normal de sono.
    O estudo, publicado na revista científica Current Biology, afirma que a reação dos cérebros dos voluntários expõe as ligações entre os sonhos e a memória.

    A maior parte das pessoas tem de lidar com eventos traumáticos em algum ponto de suas vidas, e, para algumas delas, isso pode causar transtorno de estresse pós-traumático, tornando-as emocionalmente perturbadas por muito tempo depois do evento em si.

    Existem fortes evidências de que, nos 20% do tempo do sono em que sonhamos, também chamado de sono REM (em inglês, rapid eyes movement, ou movimento rápido dos olhos), é feito o processamento das memórias recentes, e pesquisadores creem que a melhor compreensão deste mecanismo pode eventualmente ajudar os pacientes com estresse pós-traumático.

    Os estudiosos recrutaram 35 voluntários, separando-os em dois grupos. Depois de mostrar a eles 150 imagens com a intenção de causar uma reação emocional, metade das pessoas tiveram a permissão de ter uma noite normal de sono.

    Enquanto ficavam dentro de um aparelho de ressonância magnética, para mapear o fluxo de sangue no cérebro – uma maneira eficaz de descobrir quais regiões estão mais ativas -, os voluntários foram apresentados às imagens mais uma vez.

    Aqueles que dormiram normalmente tiveram menos atividade nas amígdalas cerebelosas, partes do cérebro associadas às emoções exaltadas, e mais atividade no córtex pré-frontal, a região ligada aos pensamentos mais racionais.

    As pessoas que não dormiram tiveram uma resposta muito mais emocional à nova exposição às imagens.

    Mudanças químicas

    Os cientistas creem que mudanças químicas no cérebro durante o R.E.M. podem explicar este comportamento.

    “Nós sabemos que, durante o R.E.M., existe uma queda acentuada na noradrenalina, uma substância química associada com o estresse”, diz Matthew Walker, que liderou a pesquisa.

    “Ao reprocessar experiências emocionais prévias neste ambiente neuroquimicamente seguro de baixa noradrenalina durante o R.E.M., nós acordamos no dia seguinte e aquelas experiências são suavizadas em sua força emocional”, afirma Walker.

    “Nós nos sentimos melhor em relação a elas, nós achamos que podemos lidar (com elas).”

    Comentando o estudo, o psicólogo clínico Roderick Orner diz que, embora muitos acreditem que o sono tenha um papel crucial no processamento de memórias traumáticas, provavelmente muitos outros fatores operam nos pacientes com estresse pós-traumático.

    “Em casos de traumas mais graves, pode ser difícil demais para o paciente processar isto durante o sono, especialmente se o evento teve um impacto significativo na vida cotidiana da pessoa.”

    Tags: , , ,

  • São Paulo – Pesquisadores brasileiros devem testar em seres humanos um tratamento inédito com células-tronco. Portadores de distrofia muscular de duchenne vão receber, pela primeira vez no país, células-tronco retiradas de uma terceira pessoa. Até hoje, o Brasil só tratava com células-tronco do próprio paciente.

    Segundo a pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) Mayana Zatz, os primeiros testes com pacientes devem ocorrer no final de 2012. Os voluntários para a pesquisa serão jovens com a doença que atinge crianças do sexo masculino e causa a degeneração dos músculos. “Alguns meninos perdem a capacidade de andar muito cedo”, disse.

    Mayana Zatz é diretora do Centro de Estudos do Genoma Humano e do Instituto Nacional de Células-Tronco. É também uma das maiores autoridades em pesquisas sobre o assunto no país. A pesquisadora foi entrevistada do programa 3 a 1, na sede da TV Brasil, na última quinta-feira (17), .

    Ela disse, durante o programa, que o Brasil tem centros de pesquisa desenvolvendo estudos de ponta sobre células-tronco. No caso do tratamento dos pacientes com distrofia de muscular de duchenne, serão usadas células-tronco extraídas da gordura.

    Segundo Mayana Zatz explicou que células-tronco de doadores saudáveis serão tratadas e implantadas nos músculos dos pacientes doentes. As células, por suas características biológicas, se transformarão em tecido muscular e regenerar músculos comprometidos pela doença. “As células retiradas em uma lipoaspiração poderão gerar músculo”, declarou.

    A pesquisadora declarou que esse procedimento já foi testado em ratos e cães. Segundo ela, os animais foram observados por até três anos e não apresentaram nenhum efeito colateral. “Até agora, tivemos resultados muito interessantes”, disse. “Nada de tumores”, completou.

    A possibilidade do desenvolvimento de tumores em pacientes que passam por tratamento com células-tronco é justamente a maior preocupação dos pesquisadores. Na Alemanha, uma criança que passou por esse tipo de tratamento teve esse efeito colateral.

    Por causa do risco, Mayana Zatz disse que é preciso ter muita cautela antes de qualquer teste em humanos. Ela acredita, porém, que a técnica desenvolvida no Brasil está pronta para entrar nessa fase.

    Para que isso aconteça, o projeto de pesquisa sobre o tratamento para distrofia muscular terá de passar pela avaliação de um comitê de ética de pesquisadores. Para a pesquisadora, a aprovação pode demorar um tempo, porém dará mais segurança para o prosseguimento da pesquisa.

    Tags: ,

  • Os pulmões são dois órgãos do corpo, o pulmão esquerdo é ligeiramente menor que o pulmão direito, este fato é devido ao espaço para o coração. O pulmão direito é dividido em três lóbulos que são eles: Lóbulo superior direito, lóbulo medial e lóbulo inferior direito, no pulmão direito são dois lóbulos: Lóbulo superior esquerdo e o lóbulo inferior esquerdo.

    Os pulmões trabalham em conjunto com as vias aéreas e coração, por meio das vias aéreas o ar com alto tero de oxigênio entra nos pulmões, em um complexo sistema o sangue e o ar são levados para os alvéolos e onde ocorre a transferência de oxigênio do sangue e para o ar o dióxido de carbono que é retirado do corpo por meio da inspiração do ar.

    Agora que entendemos um apouco da função dos pulmões podemos ter uma noção de como as manchas surgem nos pulmões. Assim como o oxigênio entra no corpo por meio da respiração as sustâncias tóxicas que contém no ar que respiramos também entra no nosso corpo, isso se deve a poluição o uso de cigarros também contribui, são levadas as substancias para os pulmões por meio do ar e da fumaça dos cigarros que respiramos a ao chegarem nos pulmões também é absorvido pelos pulmões e pelo sangue.

    O tecido dos pulmões são em um de rosa claro, com o formato parecido com o de uma espuma (bucha de lavar louças), com a ação da fumaça do cigarro e a poluição do ar que inalamos, ocorre o comprometimento de parte do tecido e ocorre as manchas nos pulmões. O índice de pessoas com manchas nos pulmões é maior em pessoas que são fumantes ou convivem com os fumantes, sendo fumantes passivos.

    Tags:

  • Os ovários são as glândulas de produção dos hormônios femininos. As mulheres têm dois ovários, um de cada lado da pelve, ligados ao útero pelas trompas. Sua função é produzir o estrogênio e a progesterona que regem, entre outras coisas, o ciclo menstrual da mulher, e produzir e armazenar os óvulos. Os óvulos são liberados dos ovários a cada ciclo menstrual normal e se encaminham para o útero pelas trompas. O óvulo, fertilizado pelo espermatozóide, se fixa na parede interna do útero e se desenvolve num bebê.
    Os ovários são feitos de diferentes tipos de células e todas podem sofrer um processo de malignização transformando-se num tumor, benigno ou maligno. Dos tumores malignos dos ovários, o mais comum é o adenocarcinoma de ovário. As neoplasias de ovário devem crescer muito até produzirem sintomas para a paciente, o que faz com que a maioria desses tumores seja diagnosticada quando já estão num estágio avançado. Esse é um dos motivos porque esse tumor está relacionado com uma baixa sobrevida.

    O câncer de ovário pode ocorrer em qualquer faixa etária, mas acomete principalmente as mulheres acima de 40 anos de idade. É a quarta causa de morte por câncer em mulheres, sendo o mais letal dos tumores ginecológicos. Isso deve-se ao fato de que na maioria dos casos o diagnóstico é tardio, já que são tumores de crescimento insidioso com sintomas também tardios. O quadro clínico é inespecífico, apresentando-se com dor abdominal difusa, constipação, aumento de volume abdominal e dispepsia.

    O exame clínico geralmente falha no diagnóstico de tumores pequenos. As ecografias pélvicas transabdominal e transvaginal permitem o diagnóstico e avaliação desses tumores. Algumas vezes é necessária a realização de tomografia computadorizada para avaliação mais detalhada do comprometimento de outros órgãos.

    O diagnóstico definitivo é por cirurgia, sendo esse também o tratamento: avaliação da cavidade abdominal e retirada de todo tumor visível passível de ressecção cirúrgica. A extensão da cirurgia depende fundamentalmente do tipo de tumor, da extensão da doença, da idade da paciente e da intenção de preservar sua fertilidade. A maioria dos casos necessita de complementação terapêutica com quimioterapia. A radioterapia e a hormonioterapia também podem complementar o tratamento.

    Detecção Precoce para o Câncer de Ovário

    O que é detecção precoce ou screening de um tipo de câncer?

    Detecção precoce ou screening para um tipo de câncer é o processo de procurar um determinado tipo de câncer na sua fase inicial, antes mesmo que ele cause algum tipo de sintoma. Em alguns tipos de câncer, o médico pode avaliar qual grupo de pessoas correm mais risco de desenvolver um tipo específico de câncer por causa de sua história familiar, por causa das doenças que já teve ou por causa dos hábitos que tem, como fumar, consumir bebidas de álcool ou comer dieta rica em gorduras.

    A isso se chama fatores de risco e as pessoas que têm esses fatores pertencem a um grupo de risco. Para essas pessoas, o médico pode indicar um determinado teste ou exame para detecção precoce daquele câncer e com que freqüência esse teste ou exame deve ser feito. Para a maioria dos cânceres, quanto mais cedo (quanto mais precoce) se diagnostica o câncer, mais chance essa doença tem de ser combatida.

    Qual é o teste que diagnostica precocemente o câncer de ovário? O exame dos ovários faz parte do exame ginecológico e pode ser feito através da palpação no exame pélvico, no exame ultra-sonográfico ou ainda através de alguns exames especiais como exames de sangue.

    Como o médico faz esse exame?
    O exame pélvico é realizado por médico ou técnico treinado. Nesse exame é feita uma palpação do colo uterino, do útero, das trompas e dos ovários. Como vários fatores podem determinar a qualidade da palpação do ovário, como experiência do examinador, tamanho do ovário, quantidade de gordura no abdômen, esse exame detecta apenas tumores já numa fase mais avançada. Por isso ele não é adequado para ser usado isoladamente como exame para detecção precoce. O exame de papanicolau é feito para avaliar o colo do útero. Porém algumas vezes ele pode diagnosticar alterações no ovário já que células malignas dos ovários podem se exteriorizar pelo colo uterino. Esse exame é feito por um médico ou um técnico treinado para isso num consultório ou ambulatório.

    Durante um exame vaginal, antes do exame de toque, um aparelho chamado espéculo vaginal é introduzido na vagina para que o colo uterino seja facilmente visualizado. Com uma espátula e/ou uma escova especial, o médico coleta algumas células do colo uterino e da vagina e as coloca numa lâmina de vidro. Essa lâmina com as células é examinada em um microscópio para que sejam identificadas anormalidades que sugiram que um câncer possa se desenvolver ou que já esteja presente.

    A ultra-sonografia ou ecografia transvaginal é um exame em que um transdutor (aparelho que emite uma onda sonora e o seu eco é captado pelo mesmo aparelho para gerar uma imagem na tela de um monitor) é introduzido na vagina da paciente assim como um espéculo, e o útero, as trompas e os ovários são visualizados para se detectar alterações.

    Esse exame pode ser usado para diagnosticar alterações na forma, tamanho e conteúdo dos ovários. Apesar de esse exame poder detectar pequenas alterações nos órgãos pélvicos, nenhum estudo demonstrou que fazer esse exame em intervalos regulares diminui a mortalidade por esse tipo de câncer, o que impossibilita o seu uso como teste de detecção precoce para esse tipo de tumor, pelo menos isoladamente e enquanto novas tecnologias não são desenvolvidas para aumentar a sua precisão.

    Os marcadores tumorais (dosados no sangue) são úteis na detecção precoce do câncer, juntamente com a ecografia e, principalmente, no seguimento das pacientes já tratadas. O exame de sangue relacionado com o tumor de ovário é o CA 125. Esse exame se faz através de coleta de sangue num laboratório, onde é medida a sua concentração. Esse exame pode estar alterado ou não, no câncer de ovário e, apesar de estar relacionado principalmente com esse tipo de câncer, também pode se elevar em outras condições clínicas.

    Alguns estudos estão avaliando se a combinação do exame de palpação da pelve mais a ultra-sonografia mais o exame de CA 125 juntos, pode ser utilizado efetivamente para detecção precoce desse tipo de tumor que, quando detectado na sua fase inicial, diminui muito a mortalidade relacionada à sua disseminação e ao tratamento para o seu controle. Os resultados desses estudos ainda não estão disponíveis para que se confirme ou descarte essa estratégia como sendo efetiva na diminuição da mortalidade.

    Quais os fatores de risco mais comuns associados ao câncer de ovário?

    História Ginecológica:

    Mulheres que nunca engravidaram têm mais chance de ter esse tipo de câncer. E quanto mais vezes uma mulher engravida, menor é o seu risco de desenvolver um câncer de ovário. Amamentar confere uma proteção contra esse tipo de câncer. Mulheres que fizeram ligadura de trompa ou histerectomia (retirada cirúrgica do útero) sem ter tido os seus ovários retirados também tem menos chance de ter esse tipo de tumor. O uso de anticoncepcional oral (pílula para não engravidar) protege contra esse tipo de tumor.

    História Familiar:

    Mulheres cuja mãe, irmã ou filha tiveram câncer de ovário, têm mais chance de ter esse tipo de neoplasia do que a média da população

    Uso de Medicações:

    Algumas mulheres que utilizam medicações para infertilidade, têm um risco aumentado para ter esse tipo de câncer.
    O câncer de ovário é um tipo relativamente pouco comum de câncer entre as mulheres e estudos estão sendo feitos para que uma detecção mais precoce possa ser feita, diminuindo assim a mortalidade relacionada a ele. Prevenção de Câncer de Ovário.

    O que é prevenção de um tipo de câncer?

    Prevenir o aparecimento de um tipo de câncer é diminuir as chances que uma pessoa desenvolva essa doença através de ações que a afastem de fatores que propiciem o desarranjo celular que acontece nos estágios bem iniciais, quando apenas algumas poucas células estão sofrendo as agressões que podem transformá-las em malignas. São os chamados fatores de risco.

    Além disso, outra forma de prevenir o aparecimento de câncer é promover ações sabidamente benéficas à saúde como um todo e que por motivos muitas vezes desconhecidos estão menos associadas ao aparecimento deste tumores. Nem todos os cânceres têm esses fatores de risco e de proteção identificados e, entre os já reconhecidamente envolvidos, nem todos podem ser facilmente modificáveis, como herança genética (história familiar), por exemplo.

    Como se faz a prevenção do câncer de ovário?

    O câncer de ovário, como a maioria dos tipos de câncer, tem fatores de risco identificáveis. Alguns desses fatores de risco são modificáveis, ou seja, pode-se alterar a exposição que cada pessoa tem a esse determinado fator, diminuindo a sua chance de desenvolver esse tipo de câncer. Há também os fatores de proteção. Ou seja, fatores que, se a pessoa está exposta, a sua chance de desenvolver este tipo de câncer diminui. Entre esses fatores de proteção também há os que se pode modificar, se expondo mais a eles.

    Os fatores de risco e proteção para câncer de ovário mais conhecidos e que podem ser modificados são:

    Dieta

    Mulheres que ingerem alimentos ricos em gordura animal (carne, manteiga, leite integral, queijos, natas, banha, creme de leite, lingüiça, salame, presunto, frituras, pele de frango, carne gorda), têm mais chance de desenvolver esse tipo de câncer. Mulheres obesas têm mais chance de desenvolver câncer de ovário. Manter-se dentro da faixa de peso ideal (veja cálculo de IMC nesse site), principalmente após a menopausa, comer dieta pobre em gordura e rica em alimentos de origem vegetal e ingerir bebidas alcoólicas com moderação diminui as possibilidades de desenvolver esse tipo de câncer.

    História ginecológica

    Mulheres que tiveram pelo menos um filho e que amamentaram os seus filhos, que fizeram ligadura das trompas e que fizeram histerectomia (cirurgia que retira parte do útero ou todo ele) sem ooforectomia (cirurgia que retira os ovários) tem menor chance de desenvolver esse tipo de tumor. Fazer histerectomia e/ou ooforectomia para prevenir o aparecimento de câncer de ovário só se justifica naquelas mulheres de famílias que sabidamente tem síndromes de câncer de ovário hereditário.

    História familiar

    Existem várias doenças que estão associadas a esse tipo de tumor. As mulheres das famílias que têm a anormalidade genética conhecida como Câncer Coloretal Hereditário Não Poliposo têm esse risco aumentado. Essas mulheres devem fazer exames ginecológicos e ecografias que controlam as alterações precoces no útero com freqüência.

    Terapia hormonal

    Mulheres que fazem uso de terapia de reposição hormonal para diminuir os sintomas da menopausa têm risco aumentado para desenvolver esse tipo de tumor. Por isso, mulheres que fazem uso dessa medicação devem fazer com freqüência. exames ginecológicos e ecografias (é um exame em que um transdutor – aparelho que emite uma onda sonora e o seu eco é captado pelo mesmo aparelho para gerar uma imagem na tela de um monitor – é introduzido na vagina da paciente assim como um espéculo e o útero, as trompas e os ovários são visualizados) que controlam as alterações precoces nos ovários. O intervalo entre um exame e o outro depende do resultado do exame anterior e da presença de outros fatores de risco. Fale com o seu médico sobre qual o intervalo necessário para se fazer esse exame no seu caso específico.

    Anticoncepcional Oral

    Tomar pílulas anticoncepcionais faz com que a mulher seja menos exposta a altos níveis de estrogênio endógeno (aquele produzido por ela mesma). Com isto, a sua exposição total a este tipo de hormônio é menor, o que faz com que o seu risco para esse tipo de tumor também seja menor. Usar ACO diminui as chances de desenvolver câncer do ovário. Idade Mulheres mais velhas têm mais chances de desenvolver esse tipo de tumor. Por isso, mulheres que têm essa característica devem fazer com freqüência exames ginecológicos e ecografias que controlam as alterações precoces no útero. O intervalo entre um exame e o outro depende do resultado do exame anterior e da presença de outros fatores de risco. Fale com o seu médico sobre qual o intervalo necessário para se fazer este exame no seu caso específico.

    Perguntas que você pode fazer ao seu médico

    Tenho ovário policístico. Isso pode aumentar o meu risco para ter câncer de ovário?

    Fiz tratamento para infertilidade. Isso aumenta o meu risco para ter câncer de ovário?

    Já tirei o útero. Será que ainda posso ter câncer de ovário?

    Tive endometriose nos ovários. Tenho que fazer algum exame especial por causa disso?

    Tags: , , ,

  • Sabe aquela história de que grávida tem que comer por dois? É verdade. Mas peraí! Não é para comer por duas pessoas, e sim por dois motivos: a sua saúde e a do seu bebê. Isso não tem nada a ver com dobrar as porções e traçar dois pratos cheios no almoço.

    Sim, você deve aumentar a quantidade das calorias na sua dieta. Mas seu corpo precisa de, no máximo, 350 calorias a mais por dia o equivalente a dois copos de leite integral. O que realmente importa não é comer mais, e sim comer bem.

    “Na gestação, o organismo da mulher precisa de mais nutrientes para que o bebê cresça e se desenvolva”, explica a nutricionista Manoela Figueiredo. Como conseguir isso? Mantendo uma dieta variada e rica em frutas, verduras, leite e derivados, carnes magras e carboidratos integrais. Descubra agora mais segredos para se alimentar bem durante os nove meses.


    Prato cheio na medida certa

    Nos primeiros três meses, uma grávida precisa de 150 calorias a mais por dia. No segundo e no terceiro trimestres, são entre 300 e 350 calorias a mais sem culpa. Isso é uma média cada gestante tem necessidades diferentes. Depende de como era a alimentação e o peso dela antes da gestação, e de como está sua saúde , diz Manoela.

    A alimentação na gravidez está cercada de mitos. Além de comer por dois , tem gente que acredita que, quanto mais a gestante engorda, melhor para o bebê. Bobagem. Engordar além da conta é tão ruim na gestação quanto em qualquer outra época da sua vida. Na verdade, assim como quando você não está grávida, o segredo para uma alimentação saudável nesse período é o mesmo: comer de tudo, sem exageros, respeitando a fome e driblando a gula.
    como uma boa mãe moderna, cuidou direitinho da alimentação durante suas duas gestações. Procurei ter uma alimentação natural, obedecendo minha fome de grávida, mas sem exageros, conta.

    O prato da grávida saudável é variado e colorido. Todos os grupos alimentares devem constar na sua dieta diária: vegetais, frutas, legumes, carboidratos, proteínas e gorduras, além de muita água. Para garantir disposição o dia todo e ajudar a combater problemas como náuseas, cansaço e azia, as refeições devem ser divididas entre três principais: café da manhã, almoço e jantar, com pelo menos dois lanchinhos entre elas.

    Alimentos industrializados, gorduras saturadas, frituras, excesso de café e de açúcar devem ser evitados a todo custo. Bebidas alcoólicas, nem pensar: elas fazem mal para o seu bebê. Na dúvida, o médico ou uma nutricionista podem ajudar. Nunca é demais lembrar que, agora, o que está em jogo é a saúde do seu filho, então nenhum sacrifício é demais.

    Ganhe peso com saúde
    O peso é um dos indicadores usados pelo médico para determinar se a gestação é normal e saudável. O que define quantos quilos você pode (e deve) ganhar ao longo dos nove meses é o número que a balança apontava antes de engravidar.

    É uma conta simples: mulheres com sobrepeso ou obesidade devem manter a dieta normal (e não aumentar o consumo de calorias) para ganhar entre sete e nove quilos. Quem estava em forma pode comer mais um pouquinho e aumentar entre nove e onze quilos na gravidez. Quem estava abaixo do peso considerado saudável para sua altura deve se reforçar a alimentação e engordar por volta de 14 ou 15 quilos. Para quem espera gêmeos, esses limites são mais largos.

    Não se trata de uma questão estética. Extrapolar ou ganhar menos peso do que o recomendável prejudica a saúde do bebê. Mulheres muito magras que não se alimentam bem durante a gravidez podem ter filhos com problemas neurológicos, baixa imunidade e mau funcionamento de órgãos como pulmão e fígado.

    Por outro lado, grávidas que engordam muito podem desenvolver obesidade, pressão alta, diabetes e ter filhos com tendência a serem gordinhos vida afora. Uma avaliação nutricional no começo da gravidez ajuda a entender qual é o seu caso e qual a melhor dieta a seguir.

    Se você engordar na proporção certa, terá voltado a sua forma anterior até dois meses depois do parto. Isso porque boa parte do peso acumulado não é gordura.

    Além do bebê, que pesa em média 3,2 quilos, o útero fica com quase um quilo. A placenta pesa 600 gramas e, só de sangue e outros fluidos, você engorda mais 3,6 quilos. Os seios maiores, por causa da amamentação, aumentam mais um quilo na balança.

    O que não pode faltar na sua alimentação
    Você tem um bebê para fabricar , e isso não se faz com pizza e chocolate. Para dar conta desse trabalho, seu corpo precisa de mais nutrientes, que vão manter a sua saúde e garantir o desenvolvimento do seu filhote. Veja o que não pode faltar no seu cardápio:

    Ácido fólico
    Também conhecido como vitamina B9, o ácido fólico ajuda a formar o tecido nervoso e as células sanguíneas do bebê. A carência desse nutriente pode causar doenças e mal-formações no feto. Ele é encontrado em vegetais verde escuros, fígado, leguminosas e frutas cítricas, mas é difícil suprir necessidade diária da gravidez, de 600 microgramas, só com a alimentação. Por via das dúvidas, a maioria dos médicos indica um suplemento.

    Cálcio
    Para formar os ossos do bebê, você tem que reforçar seu consumo de cálcio. Uma grávida precisa de 1.300 miligramas desse mineral por dia, 30% a mais do que o normal. Você encontra o cálcio no leite e no iogurte (prefira os desnatados) e também em queijos magros, como o minas e a ricota.

    Ferro
    Até o fim da gravidez, o volume de sangue no corpo da mulher terá aumentado até 50%, para dar conta de suprir as necessidades do morador extra. Se a alimentação não for reforçada com mais ferro, é comum a grávida desenvolver anemia. Essa doença diminui a capacidade do sangue de distribuir o oxigênio para as células e causa fraqueza, cansaço e tonturas, entre outros problemas. Feijão, carne vermelha e verduras escuras como espinafre são boas fontes de ferro, mas o médico pode indicar um suplemento.

    Fibras
    Conforme aumenta de tamanho, o útero pressiona o intestino, o que pode causar prisão de ventre em algumas gestantes, agravada pelos hormônios que deixam o funcionamento dele mais lento. Por isso, o consumo de fibras presentes em frutas, verduras e cereais integrais é fundamental para manter seu corpo regularizado.

    Proteínas
    Presente em todos os tipos de carnes, em leguminosas como feijão e no leite e seus derivados, esse nutriente é importantíssimo para a construção dos músculos do seu bebê. São recomendados 60 gramas por dia, o equivalente a dois bifes por dia.

    Vitaminas
    Elas têm mil e uma funções para a saúde do bebê e da mãe. Quem mantém uma alimentação bem variada e colorida, com bastantes frutas, legumes, verduras, nozes, carnes magras, derivados de leite e cereais integrais supre todas as necessidades do organismo. Mas o médico também pode indicar um suplemento se achar necessário.

    Meu filho vai nascer com cara de…
    Uma das partes mais divertidas da gravidez é sentir desejos e ver todo mundo correndo para satisfazê-los. Por que isso acontece? Segundo a nutricionista Manoela Figueiredo, nem as vontades, nem as aversões podem ser comprovadas cientificamente. Os alimentos mais queridos ou detestados variam para cada mulher: quem nunca ouviu a história de uma grávida que só comia dobradinha ou feijão gelado e corria para o banheiro se sentisse o cheiro de chocolate? Acontece.

    Talvez seja só um charme afinal, quem carrega um bebê na barriga pode muito bem se sentir no direito de ter os mimos atendidos. Os desejos mais relatados são de doces e derivados do leite, como sorvete , conta Manoela. Mas essa vontade irresistível também pode ser um jeito do corpo sinalizar que está sentindo falta de alguma coisa e levar a situações bizarras como comer ferrugem ou terra vermelha, por exemplo.

    Essa síndrome leva o esquisito nome de picamalácia, e sua explicação é controversa. Uma delas é que os alimentos estranhos, que antes não eram nem um pouco atraentes, trariam a sensação de alívio para náuseas e vômitos. Outra, mais aceita, é de que há uma deficiência de nutrientes essenciais, como o ferro, que leva a grávida a comer substâncias que, embora não sejam alimentos, contém esse nutriente como, por exemplo, um tijolo.

    Para tratar esses desejos malucos da picamalácia, é preciso repor os nutrientes que estão faltando na alimentação da gestante. Nos casos mais graves, essa doença pode trazer complicações graves para a mãe e para o bebê afinal, terra e tinta descascada (lanchinhos comuns para quem sofre disso) não são comida, e podem causar de feridas no estômago a envenenamento.

    Tags: , , , , , ,

  • Diversos usos da substância química foram proibidos ao redor do mundo, devido a preocupações sobre sua toxicidade, mas o TRI ainda é utilizado como agente desengordurante.
    Os pesquisadores de institutos dos Estados Unidos, Canadá, Alemanha e Argentina analisaram dados de 99 pares de gêmeos selecionados a partir de registros americanos, em que um dos irmãos tinha mal de Parkinson e o outro não.

    Estudos anteriores indicam que a doença é causada por uma mistura de fatores genéticos e ambientais. Alguns dos sintomas são tremores e dificuldades de movimento e de fala.

    Gêmeos

    A pesquisa queria analisar os efeitos de da exposição a seis tipos de solvente, incluindo o TRI.

    A decisão de estudar gêmeos foi tomada porque eles são semelhantes geneticamente e muitas vezes tem estilos de vida parecidos, o que reduz a ocorrência de resultados artificiais.

    Os gêmeos foram entrevistados para que se chegasse a um histórico de sua vida profissional e para que sua exposição a solventes fosse estimada. Eles também responderam perguntas sobre hobbies e passatempos.

    Os resultados estão sendo apresentados como o primeiro estudo a fazer “uma associação significativa” entre a exposição ao TRI e o mal de Parkinson.

    Os solventes percloroetileno e tetracloreto de carbono também “indicaram risco significativo de desenvolver a doença”.

    Os outros três solventes analisados, tolueno, xilol e n-hexano, não apresentaram relação estatística com a presença de mal de Parkinson.

    Tratamento
    “Nosso estudo confirma que agentes contaminantes comuns podem aumentar o risco de desenvolvimento de mal de Parkinson, o que tem implicações consideráveis em termos de saúde pública”, disse Samuel Goldman, do Instituto de Parkinson em Sunnyvale, Califórnia, que co-liderou a pesquisa publicada pelo Annals of Neurology.

    “Nossas descobertas, assim como relatos de casos anteriores, sugerem que pode haver uma diferença de até 40 anos entre a exposição ao TRI e o aparecimento do mal de Parkinson, o que cria uma janela de oportunidade fundamental para que se controle o desenvolvimento da doença antes de os sintomas clínicos surgirem.”

    Michelle Gardner, gerente de desenvolvimento de pesquisa da instituição Parkinson’s UK disse esse é o primeiro estudo que relaciona o TRI à doença, mas frisou que “muitos dos usos anteriores do solvente foram descontinuados por razões de segurança mais de 30 anos atrás e que os sistemas de proteção em locais de trabalho em que substâncias químicas fortes como este solvente são usadas melhoraram muito nos últimos anos”.

    Gardner também acredita que estudos maiores são necessários para confirmar a ligação.

    Tags: , , ,

  • saúde 11.11.2011 No Comments

    Encontradas nas frutas, legumes, verduras, leguminosas, cereais e grãos integrais, as fibras alimentares apresentam várias propriedades para o bom funcionamento do intestino. Graças a elas, representadas por substâncias encontradas na parede celular dos vegetais (celulose, hemicelulose, pectina e legnina), pode-se aumentar o volume fecal e, com isso, o trânsito intestinal – desta forma evita-se uma série de doenças.

    As fibras apresentam também propriedades absorventes sobre os ácidos e sais biliares que, juntamente com a velocidade do trânsito intestinal, contribuem para a diminuição da absorção do colesterol, exercendo papel importante sobre o controle de seus níveis.

    No entanto, com o aparecimento dos moinhos e das novas técnicas mecânicas para descorticar os cereais e os grãos como o arroz e o trigo – alimentos básicos ao ser humano – perderam 93% da fibra. Por isso, hoje estão surgindo algumas alternativas para suplementação de fibras, indicadas principalmente à população carente que não tem acesso a produtos como cereais integrais, farinhas, pães integrais e outros alimentos. Uma delas é o uso de farelo de trigo.

    O farelo de trigo é um componente ideal para idosos, obesos, diabéticos e hipertensos.
    Pode ser implementado em frutas, no arroz e no feijão, mas apenas numa quantidade de uma colher de sopa ao dia.

    A recomendação de fibras para um adulto saudável – 25 a 30 gramas ao dia.

    As fibras tem uma função importante para quem quer emagrecer, elas dão uma sensação de saciedade por um período longo, o evita de comer compulsivamente.

    As fibras podem ser solúveis como por exemplo a aveia, ou fibras insolúveis como por exemplo a linhaça.

    No processo de digestão das fibras, as fibras solúveis se juntam com a água que bebemos, incham e formam um gel, então vem a importância de ingerir muita água para quem consome muitas fibras na dieta.

    Já as fibras insolúveis são digeridas sem sofrerem praticamente nenhuma alteração, elas são responsáveis pela sensação de saciedade, o que ajuda para quem quer emagrecer. Elas se movem pelo intestino, mas ocupando espaço. Isso faz com que a pessoa sente menos fome, e controlam os picos glicêmicos, ou seja, o açúcar da dieta é liberado mais lentamente para a corrente sanguínea e ajuda a controlar o apetite e o peso.
    As fibras ajudam muito a evitar doenças como síndrome do cólon irritável, -porque elas Influenciam na função de proteção na estrutura do intestino, preservando e melhorando sua integridade;·

    Algumas das funções das fibras alimentares são:

    – Influenciam metabolismo de carboidrato e gordura;
    – Estimulam a mastigação e a secreção da saliva e do suco gástrico;
    – Transmitim a sensação de saciedade;
    – Aumentam o volume fecal e normalizar o tempo de trânsito intestinal;
    – Retardam o esvaziamento gástrico e tornar mais lenta a digestão e a absorção de nutrientes;
    – Atuam de maneira efetiva na redução do colesterol e no metabolismo da glicose.

    Para pessoas que não têm o hábito de ingerir alimentos ricos em fibras, é recomendável que iniciem com pequenas quantidades e aumentem gradualmente até atingir os níveis recomendados (de 25 a 30g de fibras por dia), a fim de que não sintam desconforto abdominal como flatulência ou até mesmo diarréia.

    Tags: ,

  • Oque são varizes?
    Varizes são veias dilatadas e tortuosas que se desenvolvem sob a superfície cutânea. Dependendo da fase em que se encontram, podem ser de pequeno, médio ou de grande calibre.
    A palavra variz se origina do latim: VARIX que sigifica SERPENTE.
    As veias mais acometidas pela doença varicosa são as dos membros inferiores: nos pés, pernas e coxas.
    Algumas pessoas apresentam minúsculas ramificações, de coloração avermelhada. Estes casos costumam ser assintomáticos e provocam apenas desconforto estético em seus portadores. Esses pequenos vasos são de localização intradérmica.

    Como se forma as varizes?
    As varizes se constituem num dos problemas mais antigos do ser humano.
    O sangue é bombeado pelo coração para dentro das artérias que, por sua vez, levam este sangue para todas as partes de nosso corpo. Todas as células de nosso organismo são nutridas por este sangue.
    Já as veias têm como função drenar o sangue de volta para o coração. Este caminho que o sangue percorre desde a sua saída do coração pelas artérias até o seu retorno pelas veias para o coração recebe o nome de CIRCULAÇÃO.

    Andar sobre as duas pernas criou um sério problema para a circulação: o coração fica bem distante dos pés e das pernas. O sangue desce muito facilmente do coração até as pernas e os pés, através das artérias. Mas precisa desenvolver esforço muito grande para voltar dos pés e pernas até o coração. E este esforço é desenvolvido contra a força da gravidade. Esta tarefa de retorno venoso é executada pela veias. Por isto a natureza lança mão de alguns mecanismos para facilitar o retorno do sangue das pernas até o coração:
    Válvulas venosas – a natureza municiou as veias dos membros inferiores com estruturas muito delicadas, porém resistentes, chamadas de válvulas venosas. Estas válvulas servem para direcionar o sangue para cima. E este trabalho tem que ser feito permanentemente, por anos e anos. Na pessoa normal a válvula se abre para o sangue passar e se fecha para não permitir que o sangue retorne. Esta atividade se torna mais fácil quando estamos deitados ou com as pernas elevadas. Em algumas pessoas, com o passar do tempo, váris fatores podem determinar ou provocar um mau funcionamento destas válvulas. Com a idade, ou devido a fatores hereditários, as veias podem perder a sua elasticidade. Essas veias começam a apresentar dilatação e as válvulas não se fecham mais de forma eficiente. A partir daí o sangue passa a refluir e ficar parado dentro das veias. Isto provoca mais dilatação e mais refluxo. Esta dilatação anormal das veias leva à formação das varizes.
    Algumas pessoas têm veias mais fracas e menos resistentes a este trabalho contínuo de promover o retorno venoso. Esta característica tem um importante componente hereditário. Por esta razão existem muitas pessoas com varizes dentro de uma mesma família
    • A bomba plantar – cada vez que pisamos o sangue acumulado nos pés é bombeado para cima. Por isto é tão importante caminhar.
    • A bomba muscular da panturrilha – a contração dos músculos da batata da perna também serve de bomba para o retorno venoso. Mais uma vez se confirma a importância de andar.

    É preciso que estes mecanismos que ajudam no retorno venoso funcionem perfeitamente; o mau funcionamento das válvulas venosas está entre as principais causas para a formação das varizes.

    Fatores de risco
    Nem todo mundo tem varizes. Calcula-se que 18% da população adulta tem varizes. Só no Brasil estima-se que mais de vinte milhões de pessoas carregam esta doença. E, dessas pessoas, as maiores vítimas são as mulheres por causa dos hormònios femininos – principalmente a progesterona que favorece a dilatação das veias. Agora, o principal fator de risco para se ter varizes é a presença desta doença na família: a hereditariedade. Veja agora outros fatores que contribuem para faforecer o aparecimento das varizes ou agravar as varizes de quem já as tem:

    • Idade – costumam aparecer a partir de 30 anos de idade e podem ir piorando com o passar os anos. É pouco freqüente antes dos 30 anos. Entretanto, as microvarizes ou “aranhas vasculares”, também chamadas de “vasos”, podem aparecer em pessoas bem mais jovens.
    • Sexo – as mulheres são mais propensas do que os homens;fatores hormonais da gestação, menstruação e menopausa parecem ter relação com a maior facilidade de dilatação das veias;alguns pesquisadores relatam que as terapias de reposição hormonal e anticoncepcionais aumentam o risco de varizes.
    • História Familiar – se há uma incidência de varizes na família, a sua chance de ter a doença será maior.
    • Obesidade – o sobrepeso aumenta a pressão sobre as veias e dificulta o retorno venoso.
    • Traumatismo nas pernas
    • Temperatura – exposição ao calor por tempo prolongado pode provocar dilatação das veias.Não é à toa que a incidência de varizes é um pouco menor nos países mais frios. Portanto, cuidado com a exposição excessiva ao calor do sol, das saunas, dos fornos, etc.
    • Tabagismo – pesquisas revelam que a parede das veias também sofre as agressões das substâncias contidas nos cigarros
    • Gravidez – Durante a gravidez a quantidade de sangue circulante aumenta e, portanto, aumenta o trabalho das veias. Aumenta também a quantidade de progesterona, aquele hormônio que dilata as veias. Outro fato que acontece na gestação: o útero vai aumentando de tamanho e vai comprimindo as veias do abdômen e da região pélvica da mulher, colocando assim um obstáculo para a subida do sangue das pernas para o coração. As “varizes” que aparecem durante a primeira gravidez frquentemente desaparecem após o parto. Já aquelas que surgem a partir da segunda gestação costumam permanecer após o nascimento do bebê.
    • Sedentarismo – o movimento das pernas é muito importante para “bombear” o sangue das veias. Portanto, ficar muito tempo sentado ou em pé parado é muito ruim para o trabalho das veias. Os exercícios e o combate ao sedentarismo são muito importantes para a circulação corporal. Portanto, muito cuidado com os trabalhos em que somos obrigados a ficar parados muito tempo.
    • Pílulas anticoncepcionais e reposição hormonal – mais uma vez encontramos o problema dos hormônios atrapalhando as veias da perna. Alguns pesquisadores já responsabilizam os hormônios anticoncepcionais pelo aparecimento de varizes em mulheres jovens. O Fórum da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular adverte inclusive para os cuidados que devem ser tomados com os remédios usados para a terapêutica de reposição hormonal.

    A importância das veias safenas

    A veia Safena Interna é a veia superficial mais longa do nosso corpo, indo desde a parte interna do tornozelo até a virilha (figura 1). Pelas suas características a veia safena é muito utilizada para substituir artérias entupidas em varias regiões do nosso corpo, principalmente as artérias coronárias ( no coração ) e artérias da própria perna. É por este motivo que algumas pessoas pensam que a safena é uma veia do coração!
    Por esta razão a safena se tornou uma veia muito importante e só deverá ser retirada se estiver muito doente e não servir para a confecção de pontes também chamadas de bypass. Muitas cirurgias de varizes podem ser realizadas sem retirar as safenas, desde que não estejam muito comprometidas com a doença varicosa.
    Há uma outra veia safena de tamanho menor, chamada de Safena Externa, e que se localiza na parte de trás da perna, mais precisamente sobre a panturrilha.

    Quais os sintomas
    Na grande maioria das vezes a queixa principal é a estética: na posição de pé as veias ficam dilatadas, tortuosas e muito visíveis. Além disso, outros sinais e sintomas podem estar presentes. Alguns desses sinais e sintomas são:
    • Presença de veias azuladas e muito visíveis abaixo da pele;
    • Agrupamentos de finos vasos avermelhados que alguns pacientes referem como “pequenos rios e seus afluentes”;
    • Queimação nas pernas e planta dos pés;
    • Inchação, especialmente nos tornozelos ao final do dia;
    • Prurido ou coceira
    • Cansaço ou sensação de fadiga nas pernas;
    • Sensação de peso nas pernas;
    • “Pernas inquietas”
    • Cãimbras

    tratamento das varizes

    Existem diferentes tipos de tratamentos para as varizes. O mais importante são as medidas preventivas. Quando estas medidas de precaução não são suficientes, o seu médico poderá indicar um ou vários dos tratamentos abaixo:
    • Escleroterapia química– É provavelmente a técnica usada há mais tempo. Muito utilizada para as microvarizes ou vasos e para as varizes de calibre muito pequeno. Consiste na injeção de substancias esclerosantes que expulsam o sangue para as veias normais e entopem as veias que estão sendo tratadas. Embora essas injeções precisem ser repetidas em algumas veias, a escleroterapia costuma ser muito eficaz e com excelentes resultados quando realizada por médicos experientes.
    • Cirurgia – as cirurgias de varizes estão cada vez menos agressivas. A grande maioria das varizes pode ser realizada hoje através de mini-incisões e o tempo de internação hospitalar raramente precisa passar de 24 horas. As varizes retiradas numa cirurgia não provocam danos à circulação, uma vez que as outras veias normais e o sistema venoso profundo normal se encarregam de garantir o fluxo de retorno.
    • Laser escleroterapia – a escleroterapia com laser está em evolução e ainda não substitui a escleroterapia química. Não pode ser aplicada em todos os tipos de pele e ainda não dá bom resultado nos vasos de calibre maior. Novas tecnologias com laser em desevolvimento poderão ampliar a sua utilização. No Brasil alguns médicos fazem o tratamento misto: laser e injeções.
    • Laser endovenoso – consiste na introdução de cateter com laiser dentro das varizes com a intenção de destruí-las pelo calor. É uma técnica ainda em fase experimental.
    • Radiofreqüência – é a mesma técnica anterior usando o calor produzido por cateteres dotados de dispositivo de RF (radio-freqüência).

    Tags: , , , ,

  • O estudo, publicado na revista Nature Medicine, mostra como uma droga poderia ser acoplada a tumores, sendo ativada apenas quando atingida por raios infravermelhos.
    O tratamento seria portanto mais preciso do que os atuais, sem danificar tecidos vizinhos.

    Atualmente, os tratamentos contra câncer podem ser separados em três categorias: os que usam radiação, cirurgias para a retirada de tumores e o uso de drogas para matar células cancerígenas.

    Todos eles apresentam efeitos colaterais negativos e pesquisadores seguem buscando terapias mais precisas.

    Neste estudo, os cientistas do Instituto Nacional do Câncer de Maryland, nos EUA, usaram anticorpos que tinham como alvo proteínas nas superfícies de células cancerígenas.

    Eles então acoplaram a substância química IR700 ao anticorpo. A IR700 é ativada quando atingida por luz infravermelha, que pode penetrar vários centímetros na pele.

    Para testar a combinação, os cientistas implantaram tumores nas costas de camundongos. Eles receberam a droga e foram expostos a raios infravermelhos.

    “O volume do tumor foi reduzido significativamente… em comparação com os camundongos não tratados e a sobrevivência foi prolongada”, dizem os cientistas.

    “O ataque seletivo minimiza o prejuízo para as células normais.”

    Os autores dizem que a combinação se revelou “uma terapia promissora” para o tratamento do câncer.

    Tags: , , , ,

  • Zinco, cálcio, ferro, magnésio, cobre, flúor, selênio, fósforo e potássio são minerais essenciais para a alimentação e a saúde. A falta deles pode provocar a chamada “fome oculta”, em que a deficiência não é tão evidente, mas pode causar sérios prejuízos ao funcionamento do organismo.

    Magnésio
    Fontes: cereais integrais, carnes, leite, vegetais, chocolate, laranja, amêndoas, nozes, castanha do Pará, amendoim

    Necessidade diária: 420 mg – homens de 19 a 70 anos
    320 mg – mulheres de 19 a 70 anos

    Potássio
    Está ligado ao sódio, por isso é preciso evitar o excesso.

    Fontes: frutas (como banana), leite, carnes, cereais, vegetais e feijões

    Necessidade diária: 4,7 g para homens e mulheres. Uma banana por dia é suficiente

    Ferro
    Fontes: carne e fígado de boi, peixe, peito de frango, leguminosas (feijão e lentilha), vegetais verde-escuros (couve, agrião, rúcula, espinafre), rapadura, melaço, camarão, ostras e grãos integrais (arroz e cereais)

    Necessidade diária: 8 mg – homens de 19 a 70 anos
    18 mg – mulheres de 19 a 50 anos
    8 mg – mulheres de 50 a 70 anos
    27 mg – na gravidez

    Zinco
    Fontes: carnes vermelhas e brancas, fígado, mariscos, ostras, farelo de trigo e grãos integrais, leite e derivados e leguminosas como o feijão

    Necessidade diária: 11 mg – homens de 19 a 70 anos
    8 mg – mulheres de 19 a 70 anos

    Selênio
    Fontes: castanhas (principalmente a do Pará), vegetais, carnes, feijão, leite e derivados

    Necessidade diária: 55 ?g para homens e mulheres entre 19 e 70 anos

    Cobre
    Fontes: fígado, mariscos, feijões, rins, aves, chocolate e castanhas

    Necessidade diária: 0,9 mg para homens e mulheres de 19 a 70 anos

    Cálcio
    É o grupo mais difícil de ser consumido entre os brasileiros. Em geral, as pessoas ingerem metade da recomendação diária, o que pode causar alterações no crescimento, no desenvolvimento e na formação dos dentes.

    Fontes: leite e derivados, couve e brócolis. Alguns sucos e leites de soja são enriquecidos com cálcio.

    Necessidade diária: 1 g para homens e mulheres dos 19 aos 70 anos

    Flúor
    É essencial para a saúde dos dentes e dos ossos

    Fonte: água potável, chá, arroz, soja, espinafre e frutos do mar

    Fósforo
    Compõe todas as células do organismo e produtos do metabolismo

    Fontes: leite e derivados, gema de ovo, carnes, peixes, aves, cereais integrais e feijões

    Vitamina C
    Principais fontes (em 100 g de):

    Acerola – 1.600 mg

    Goiaba – 180 mg

    Caju e kiwi – 100 mg

    Laranja – 50 mg

    Dicas:

    – Faça pratos coloridos
    – Coma entre 5 e 6 porções diárias de frutas, verduras e legumes
    – Consuma feijão diariamente
    – Prefira os cereais integrais
    – Ingira cítricos junto com alimentos ricos em ferro para melhorar a absorção
    – Coma uma porção de carne, frango, peixe ou ovo por dia

    Tags: