• Dormir ao lado de alguém que ronca não é tarefa fácil. No Brasil, 30% dos homens têm esse problema, contra 10% das mulheres. Mas quem produz o barulho também sofre, muitas vezes sem saber. Isso porque ele pode indicar um distúrbio mais grave: a apneia do sono, que provoca pequenas e constantes paradas respiratórias durante a noite.

    Para aprofundar as causas e consequências desse transtorno, que muitas vezes também desencadeia alterações cardiovasculares, o Bem Estar desta terça-feira (31) convidou o cardiologista Roberto Kalil e a neurologista Dalva Poyares, do Instituto do Sono e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

    Dormir com um oxímetro (aparelho que mede a oxigenação) já ajuda o médico a verificar se o paciente tem falta de oxigenação durante a noite. Casos graves podem ser resolvidos com o uso de um aparelho que fornece oxigênio por meio de uma máscara. Mas esse equipamento é de difícil acesso pelo SUS e até pelos planos de saúde. As cirurgias de garganta, por sua vez, são eficientes apenas em casos bem específicos e com a técnica adequada.

    Deitar de lado em geral ajuda a melhorar a apneia. Já a posição de barriga para cima favorece a obstrução do ar. Uma dica é usar um travesseiro comprido (aquele de abraçar com braços e pernas) e prender uma bolinha de tênis nas costas do pijama, para que a pessoa se sinta desconfortável e durma sempre de lado.

    fonte:Bem Estar

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  • Uma barra de chocolate meio-amargo pode ajudar a controlar a fome noturna

    Nosso ritmo de vida acelerado tem modificado muito os hábitos alimentares. Já não é comum encontrar pessoas que não conseguem ter uma rotina alimentar como manda o figurino, com café da manhã reforçado, almoço e janta nos horários certos.

    Muita gente pula o café para dormir um pouco mais ou substitui o almoço por um lanche para ganhar tempo.

    Assim, o jantar acabe ganhando o posto de principal refeição do dia, quando a pessoa tenta suprir toda a necessidade de nutrientes do corpo em uma única refeição. Mas, segundo a nutricionista Carla Caratin, mestre em nutrição pela USP, esse não é o único fator.

    – Além dos horários corridos, é muito comum que o alto nível de estresse, tensão e ansiedade na população venha a interferir no consumo alimentar.

    O problema é que este “comer à noite” pode trazer alguns problemas, como a obesidade, não só pela quantidade de alimentos ingeridos como também pela qualidade.

    Para saciar a fome noturna, um erro corriqueiro, de acordo com Carla, é que as pessoas acabam ingerindo mais calorias que não são gastas.

    – O indivíduo acaba não gastando essa energia, principalmente porque ao dormir o metabolismo desacelera. Durante o dia, as calorias são queimadas nas atividades cotidianas.

    Outro problema de ter uma alimentação mais pesada à noite é o refluxo, que pode causar a desconfortável sensação de queimação no esôfago.

    O mais adequado, nesse caso, alerta a nutricionista, é que a última refeição do dia seja leve e ocorra por cerca de duas horas antes do repouso.

    Já para acalmar a sensação de ansiedade, a dica é comer um pedaço de chocolate meio-amargo (30g) entre as 16h30 e as 17h30, pois ajuda na produção de serotonina. O leite, para quem não sofre de gastrite, ajuda a ter uma noite de sono mais tranquila.

    A nutricionista Ana Maria Figueiredo Ramos, da Unifesp, salienta que dormir com fome é mais prejudicial ainda. O toque é apostar em pratos leves como saladas, sopas, torradas, queijo e peito de peru, por exemplo.

    – Comer à noite não é proibido, é essencial. Mas precisa ser da maneira correta. Basta dar preferência para um cardápio com menor valor calórico, sem gordura, de fácil digestão e com baixo teor de sódio e açúcar.

    Carboidrato: herói ou vilão?

    Alguns nutricionistas recriminam o consumo de alimentos ricos em carboidrado à noite, outros, não. O lado negativo, para os críticos, é que os carboidratos deixam o corpo mais agitado.

    Mas os carboidratos são fonte de energia, o combustível principal para o organismo. Sem ele, ou com a diminuição drástica dele, explica a nutricionista Madalena Vallinoti, do Sindicato dos Nutricionistas de São Paulo, surgem alterações no humor, no bem estar, na acuidade mental e aumenta a sonolência.

    – Realmente este ponto é bastante polêmico, porém, na minha opinião, entendo que onde não há equilíbrio há danos ou prejuízos ao organismo. O carboidrato deve contribuir co 50% das fontes de calorias diárias.

    Geralmente um sono agitado compromete a produtividade no dia seguinte, alerta ela, e este é um problema inerente a se alimentar fartamente à noite, quando nosso organismo está mais lento.

    – Existe um ditado popular que traduz bem como deve ser nossa alimentação: café da manhã de rei, almoço de príncipe e jantar de plebeu. Eu complementaria dizendo que as refeições devem ser fracionadas de três em três horas, colorida e variada, sendo que o jantar deve ser algo de fácil digestão.

    Fonte R7

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  • Embora o problema esteja associado à predisposição genética, há várias opções eficazes de tratamento.

    O Brasil é o País da América Latina com maior incidência de caspa, com cerca de 40% dos brasileiros sofrendo do problema. “A caspa é um mal que, além de trazer transtornos relacionados à saúde, como irritações e coceiras no couro cabeludo, interfere no comportamento socioemocional do indivíduo, sendo muitas vezes erroneamente associada à falta de higiene”.

    Desencadeada por diversos fatores, alguns ainda desconhecidos, a doença ainda não tem cura. Mas é possível controlá-la através de tratamento adequado. “A prevenção e o controle da caspa podem ser conseguidos com o uso regular de xampu e condicionador específicos para esse fim”, complementa a dermatologista.

    Ainda assim, existe muito preconceito associado à condição, além da falta de informação que inibe as pessoas de buscarem ajuda especializada, quando necessário. Quanto mais bem informada sobre a caspa a população estiver, maiores serão suas chances de prevenir e combater o problema.

    Abaixo alguns mitos e verdades

    1) Lavar a cabeça todos os dias pode causar caspa. Mito. Apesar de a caspa ser um distúrbio conhecido há anos, suas causas não são 100% claras. Os especialistas observaram, porém, três fatores principais que podem facilitar a presença da doença, como: suscetibilidade genética (ou seja, uma tendência congênita de a pele ter uma resposta inflamatória no couro cabeludo), sebo (óleos presentes naturalmente e que servem de “alimento” ao fungo causador da caspa) e o fungo propriamente dito, o Malassezia globosa, que se desenvolve nas condições favoráveis e outras condições prováveis para desencadear o aparecimento da caspa são alterações hormonais, estresse, clima seco, e mudanças bruscas de temperatura. “No entanto, lavar a cabeça diariamente ajuda na remoção de agentes poluidores e da oleosidade, fatores que contribuem para o surgimento da caspa. Por isso a recomendação é que as pessoas evitem tomar banhos muito quentes e enxuguem-se bem antes de se vestir, pois a umidade facilita o desenvolvimento do problema”.

    2) Escova progressiva pode provocar o surgimento da caspa. Mito. Não. Algumas pessoas podem apresentar irritação no couro cabeludo, provocada pelo uso do produto. Essa irritação causa descamação da região, que pode ser confundida com a caspa. O couro cabeludo também pode inflamar, porque a irritação, a vermelhidão ou a coceira podem diminuir a resistência da pessoa, levando a um processo inflamatório.

    3) A caspa é sazonal. Depende. Estudos clínicos têm mostrado que, nas pessoas que sofrem do problema, tanto a presença das escamas quanto a do fungo, que contribui para a piora da caspa, são constantes durante o ano todo. Na verdade, onde o ar é frio e seco, os flocos de caspa parecem mais brancos (por isso, mais aparentes). No entanto, a maioria dos casos são relatados durante as estações mais quentes, com a proliferação do fungo. Por isso é importante que a pessoa mantenha o tratamento anticaspa durante o ano todo.

    4) Os homens têm mais propensão à caspa que as mulheres. Falta comprovação científica. Temos a impressão de que a caspa acomete muito mais os homens do que as mulheres. Mas as causas da caspa estão associadas à suscetibilidade genética (que favore uma resposta inflamatória ao ácido oleico), à produção de sebo (óleos presentes naturalmente e que servem de “alimento” ao fungo provocador da caspa) e ao fungo Malassezia globosa, que se desenvolve nas condições favoráveis. Não existe comprovação científica de que esses fatores sejam mais prevalentes em homens do que em mulheres.

    5) A caspa pode ser combatida simplesmente com o uso de xampus. Depende do grau de intensidade da doença. Quadros mais leves podem ser tratados com o uso de xampus e condicionadores anticaspa com sucesso. Em casos mais avançados, é essencial a consulta a um especialista, para que ele avalie e recomende o melhor tratamento para combater o problema.

    6) A caspa só aparece em adultos. Mito. Na verdade, antes da puberdade é menos provável o surgimento da caspa. “O mais comum é o ressecamento do couro cabeludo, que pode provocar descamação”, Em geral, a caspa está associada à produção hormonal. Os bebês podem tê-la porque a mãe pode passar hormônio para eles através da placenta. É importante consultar um médico, se a mãe perceber que a criança está produzindo escamas visíveis em quantidade razoável.

    Mas é na puberdade que a produção de sebo começa com intensidade. “Nas pessoas predispostas à caspa, essa condição pode levar ao surgimento da doença”. Nessa fase é essencial controlar a proliferação do fungo Malazzesia globosa.

    7) Pessoas com cabelo oleoso têm maior probabilidade de desenvolver o problema. Verdade. O cabelo oleoso, por produzir uma quantidade maior de óleo, é propício para o aparecimento da doença (a proliferação do fungo Malassezia globosa). “Ainda que o problema esteja associado ao couro cabeludo oleoso, indivíduos com o cabelo seco podem ter caspa quando houver predisposição genética e forem submetidos a estresse, uso de remédios, entre outros fatores”. O que geralmente essas pessoas apresentam é a descamação do couro cabeludo devido ao ressecamento, não estando associada ao Malassezia globosa.

    8) A falta de higiene pode desencadear a condição. Mito. A falta de higiene não é um fator condicionante para que apareça a caspa. “No entanto, a falta de higiene da pessoa pode estimular a produção de oleosidade, um dos principais fatores associados ao desenvolvimento da doença”.

    9) Caspa e dermatite seborreica são a mesma coisa. Mito. A caspa é uma manifestação mínima da dermatite seborreica,. Porém ambas as condições têm algo em comum: o fungo Malazzesia globosa, independentemente de a doença ser de intensidade leve ou severa. A dermatite seborreica, às vezes, vem acompanhada de eritema e tem sintomas mais intensos. “A condição, além de também exigir um tratamento medicamentoso, com corticoides, por exemplo, pode aparecer em diferentes regiões do corpo”. Os lugares mais comuns são couro cabeludo, face e partes que apresentam grande concentração de glândulas sebáceas (responsáveis pela produção do sebo, ambiente apropriado à proliferação do fungo Malassezia globosa).

    10) Usar xampu anticaspa previne o aparecimento da doença. Verdade. “O uso de xampus específicos é essencial para o tratamento e a prevenção do problema para aqueles que têm predisposição”. Uma das substâncias mais eficazes é o Piritionato de Zinco. A substância é capaz de agir diretamente no fungo (Malassezia globosa), combatendo-o e diminuindo a tendência à inflamação de forma efetiva. “Mas o ideal é procurar um médico, que avaliará o melhor tratamento”.

    11) Produtos que possuem o mesmo ingrediente ativo agem da mesma forma. Mito. Especialistas concordam que a biodisponibilidade dos princípios ativos é extremamente importante para aumentar a eficácia de um tratamento. O Piritionato de Zinco, por exemplo, tem sua funcionalidade otimizada quando é acrescido ao xampu num formato exclusivo de partícula que se deposita em placas no couro cabeludo (figura abaixo). Nesse caso, ele cobre toda a superfície do couro cabeludo (permitindo maior retenção do princípio ativo no enxágue e entre as lavagens), aumentando sua biodisponibilidade na região.

    12) A caspa é contagiosa. Mito. A caspa não é contagiosa, pois o surgimento da condição depende da predisposição individual e de outros fatores combinados (estresse, cansaço, mudança de temperatura, excesso de oleosidade). Ainda que a quantidade do fungo Malassezia globosa esteja aumentada nas pessoas com caspa, ele não é transmitido de uma pessoa para outra.

    13) Qualquer descamação no couro cabeludo é sinal de caspa. Mito. A caspa está associada diretamente à atividade do fungo Malassezia globosa. Uma descamação no couro cabeludo pode ser sinal de ressecamento (desidratação) ou de outras condições de saúde, tais como dermatite de contato, lúpus eritematoso e micose de couro cabeludo, entre outros. Na dúvida, é bom procurar um dermatologista.

    14) Se eu não tratar a caspa, ela se transforma em dermatite seborreica. Mito. Caspa é a manifestação mínima da dermatite seborreica no couro cabeludo. A caspa não tratada pode piorar e aumentar a inflamação da região.

    15) A caspa pode gerar calvície. Depende. A caspa não é responsável pela calvície. A calvície está associada à predisposição genética. No entanto, a inflamação constante do couro cabeludo, como a provocada pela caspa, coopera para o agravamento da calvície.

    16) Não há cura para a caspa. Verdade. Infelizmente, a caspa só pode ser controlada e o tipo de tratamento varia conforme a gravidade do problema. Casos mais severos devem ser tratados sob a orientação de um dermatologista. Quadros mais leves podem ser controlados com o uso regular de um sistema de tratamento que alie xampu e condicionador específicos. Com o tratamento adequado, há casos em que a caspa fica anos sem aparecer.

    Um estudo demostrou que a combinação do xampu com 1% de Piritionato de Zinco (PTZ) e condicionador com 0.5% de PTZ é 24% mais eficaz na redução do Malassezia globosa que a utilização sozinha do xampu. Além disso, essa combinação é 78% mais eficaz que a utilização do xampu anticaspa mais um condicionador sem ingrediente anticaspa. Portanto, o uso combinado de xampu e condicionador que possuam um ingrediente ativo anticaspa (como o PTZ), aumenta a eficácia do tratamento.

    Um outro estudo mostra a deposição de PTZ no couro cabeludo nos três tipos de tratamentos mais comuns.

    17) A coceira no couro cabeludo é um sinal do problema. Depende. Os principais sintomas mais comumente associados com a caspa são descamação, irritação, inflamação, sensação de couro cabeludo ressecado e coceira. Mas nem sempre a coceira significa caspa. É preciso identificar a proliferação do Malassezia globosa, fungo provocador da doença. No entanto, coçar a cabeça piora a condição, porque irrita o couro cabeludo.

    18) A mulher que tinge o cabelo não tem caspa. Depende. “A tintura de cabelo costuma ressecar o couro cabeludo, diminuindo a produção do sebo. Por um lado, isso, de forma indireta, pode melhorar o quadro da doença em pessoas predispostas a ela, já que o fungo Malassezia globosa se beneficia de um couro cabeludo oleoso”, explica a dermatologista.

    Por outro lado, a tintura pode provocar irritação no local, levando a descamação, vermelhidão e irritação da região. Mas isso não pode ser confundido com a doença.

    19) A alimentação influencia o aparecimento da caspa. Verdade. A dieta é importante. ”Alimentos com muito açúcar podem favorecer a resistência à insulina e estimular indiretamente mais oleosidade. Além disso, o zinco é conhecido por sua ação antisseborreica, especialmente em pessoas com deficiência do mineral. A deficiência do zinco está associada à maior tendência à dermatite seborreica”, afirma a médica.

    20) A caspa é uma doença rara hoje em dia. Mito. A incidência de problemas no couro cabeludo no Brasil chega a 40% da população, sendo o Brasil o país com maior índice do problema em toda a América Latina. (fonte: Nilsen Fev/2010). Alguns fatores contribuem para esse índice: predisposição genética, alterações climáticas e até o estresse.

    Embora a descoberta do fungo Malazessia globosa como provocador da caspa e seu genoma tenha sido um marco na história do combate à condição, muitas pesquisas estão se mostrando promissoras nessa área. Primeiramente, a genômica está provendo informações sobre a micologia da caspa/dermatite seborreica que ajudarão a melhorar o diagnóstico e o tratamento. Outras tecnologias estão auxiliando os produtos a melhorarem os benefícios através do aumento do depósito dos princípios ativos no couro cabeludo, mesmo após o enxágue. Além disso, cientistas estão trabalhando na criação de produtos de hairstyle que tratem do fio e combatam a caspa ao mesmo tempo.

  • Assunto vai passar por consulta pública na Agência Nacional de Saúde Suplementar

    Planos de saúde poderão conceder até 30% de desconto na mensalidade e bonificações para clientes que aderirem a programas de envelhecimento saudável e prevenção de doenças. Esses incentivos serão discutidos na consulta pública que a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) abre de 16 de maio a 14 de junho.

    De acordo com a gerente-geral de regulação assistencial, Marta Oliveira, nos últimos cinco anos a agência vinha cobrando dos planos programas de prevenção de doenças.

    – Os planos achavam que não eram responsáveis pelo cuidado com o beneficiário. Mas a gente vem dizendo que é o plano quem sabe que aquela pessoa chegou aos 40 e não fez determinado exame.

    Ela explica que a agência quer evitar o “mau uso” desses incentivos. O desconto tem de ser linear para o produto oferecido – não pode haver diferenças entre faixas etárias. A operadora não pode atrelar o benefício a resultados, como redução de peso.

    – O incentivo é para aquele que aderir ao programa. Não se pode exigir que a pessoa tenha determinado resultado de saúde, porque outros fatores interferem, como a genética.

    Cada operadora deve montar seu programa. O desconto valerá para aqueles que fizerem parte do programa de acompanhamento do envelhecimento. A bonificação – gratuidade no plano dentário ou no resgate aéreo, por exemplo – vale para quem aderir a programas de prevenção de doenças.

    – É uma forma de as operadoras concorrerem pautadas não só no preço do produto, mas também na qualidade.

    Depois de consolidadas as sugestões, o tema volta a ser discutido por uma câmara técnica. A norma deve levar entre dois e três meses para ser aprovada.

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  • Dizer palavrões pode ajudar a aliviar a dor – mas apenas em pessoas que não xingam com frequência, concluíram pesquisadores de uma universidade britânica.

    O estudo, dos pesquisadores Richard Stephens e Claudia Umland, da Keele University, em Newcastle-Under-Lyme, Inglaterra, será apresentado na conferência anual da British Psychological Society em Glasgow, na Escócia, em maio.

    Um estudo feito anteriormente pela dupla já havia constatado que xingar pode reduzir a sensação de dor.

    Quando diziam palavrões, participantes conseguiam manter suas mãos dentro de baldes contendo água gelada durante mais tempo.

    Alívio da Dor Aguda

    O estudo atual examinou se pessoas que dizem palavrões com mais frequência sentem tanto alívio quanto aquelas que xingam menos frequentemente.

    Um total de 71 voluntários com idades entre 18 e 46 anos preencheram um questionário que avaliava com que frequência eles diziam palavrões.

    Mais uma vez, a tolerância à dor foi medida com base em quanto tempo cada participante conseguia manter suas mãos em um balde contendo água gelada.

    Os resultados revelaram que, quando comparados os índices de tolerância à dor com e sem xingamentos, os participantes que tinham o hábito de falar palavrões com mais frequência na vida diária conseguiram menos acréscimo de tempo ao xingar.

    “A mensagem deste último estudo é interessante”, disse Stephens. “Se por um lado ele diz que xingar, como resposta à dor, pode ser benéfico, também há evidências de que se você xinga com muita frequência em situações do dia a dia o poder do xingamento não vai estar lá quando você precisar dele”.

    “E se por um lado eu não defenderia o uso do xingamento como parte de uma estratégia médica de controle da dor, nosso estudo sugere que deveríamos ser mais tolerantes em relação a pessoas que xingam quando sentem dor forte”.

    Stephens acrescentou: “De vez em quando, recebo cartas de pessoas que relatam episódios em que, como adultos, foram castigados por dizer palavrões em situações dolorosas”.

    “Elas acham que as conclusões dos meus estudos provam que suas ações foram justificadas”.

    Fenômeno Universal

    Stephens e sua equipe acreditam que o alívio da dor ocorra porque xingar desencadeia no organismo a chamada reação de luta ou fuga.

    Eles observaram que houve uma aceleração nas batidas do coração dos participantes que xingavam, uma resposta fisiológica associada ao comportamento agressivo.

    O estudo provou, portanto, que dizer palavrões produz não apenas uma resposta emocional, mas também física.

    Ele ajuda a explicar por que a prática de dizer palavrões persiste na humanidade desde tempos imemoriais.

    “(A prática de) xingar existe há séculos e é um fenômeno linguístico humano universal”, disse Stephens.

    “Ela parece ocupar o lado direito do cérebro, enquanto a maior parte da atividade linguística ocorre no hemisfério esquerdo”, explicou.

    “Nosso estudo aponta uma possível explicação para por que o xingamento surgiu e por que persiste”.

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  • Dicas 09.05.2011 2 Comments

    Um milhão de brasileiros se queimam todos os anos, segundo dados da Sociedade Brasileira de Queimaduras. Desses acidentes, 80% acontecem em casa (metade na cozinha e por escaldo, ou seja, derrame de líquido em alta temperatura). Cerca de 30% ocorrem com menores de 12 anos.

    Produtos quentes, como óleo, são a principal origem, seguidos por álcool. Fogos de artifício também costumam causar lesões, e 65% das vítimas são homens. Além disso, cozinhas e churrasqueiras são os locais da casa que mais exigem cautela.

    Para explicar como a pele reage ao calor, os tipos de lesões, ações de prevenção e tratamento, estiveram no Bem Estar desta segunda-feira (9) o cirurgião plástico Vitor Buaride, especialista no assunto, e o infectologista Caio Rosenthal, que também é consultor do programa.

    As queimaduras são classificadas de acordo com a profundidade que atingem a pele. Quanto mais interna a lesão, mais grave é o caso.

    Alguns cuidados básicos podem reduzir os acidentes. Na cozinha, não se deve usar panelas com cabos frouxos – as caçarolas são mais seguras. A panela de pressão também exige atenção especial, e é preciso verificar sempre a válvula (que deve girar e fazer barulho) e não abrir o recipiente antes que todo o vapor saia. No caso de uma frigideira em chamas, a única reação deve ser tampá-la e desligar o gás.

    Curar as feridas também requer orientações específicas. Produtos como clara de ovo, creme dental, pó de café, manteiga, gelo e outras crendices nunca devem ser aplicados sobre a região queimada. Anestésicos sob a forma de pomadas, cremes e sprays também não são indicados, porque a pele danificada absorve substâncias com mais facilidade. O ideal é lavar com água fria corrente e abundante.

    Quando houver labareda, pegue o primeiro pano à sua frente para apagá-la, mas não deixe esse tecido em contato com o ferimento. Procure um médico em seguida. Se formar bolhas no local, não estoure, porque isso abre portas para infecções. O número de emergência para chamar uma ambulância é o 192, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

    O Bem Estar mostrou, ainda, o caso da estudante Ádama Fonseca, que se queimou na cozinha fazendo calda de pudim, e da empregada doméstica Valéria de Oliveira, que queimou a mão direita há um mês, ao fritar um ovo com óleo quente. Segundo Valéria, o acidente ocorreu porque estava fazendo várias coisas ao mesmo tempo e se distraiu. Como trabalha com produtos de limpeza, está afastada por medo de usar substâncias que possam infeccionar a área queimada.

    Já Ádama se queimou há 37 dias, preparando uma sobremesa. O acidente aconteceu quando ela foi colocar a água quente no açúcar derretido. A panela virou a calda no pé esquerdo dela. Imediatamente, a estudante lavou o ferimento com água e depois passou creme. No dia seguinte, procurou um hospital, que constatou que a paciente teve queimadura de terceiro grau. A pele está reagindo bem com o acompanhamento médico, e o tratamento continua até a pele se reconstituir.

    Botijões de gás

    – Ao comprar um produto, verifique sempre se não está amassado, enferrujado, ou com vazamentos
    – Olhe a validade da mangueira plástica
    – Não deixe o botijão em local sem ventilação ou próximo aos ralos
    – Não busque vazamentos no botijão usando fósforos, velas ou isqueiros, pois poderá ocorrer uma grave explosão. Os bombeiros recomendam um teste com água para saber se há vazamento. Se houver, vão surgir bolhas
    – O botijão de gás nunca explode, porque tem uma válvula de segurança que impede a entrada de oxigênio. O procedimento mais adequado em uma emergência é baixar essa válvula e retirar o botijão do local. O fogo pode entrar no recipiente quando houver uma falha de fabricação, mas isso é raro
    – Nunca deite o botijão
    – Se sentir cheiro de gás ao entrar em um cômodo, abra portas e janelas, feche o registro de gás, não acenda a luz, não acione nenhum interruptor, não ligue nem desligue nenhum equipamento elétrico, desligue a chave geral de eletricidade, não acenda fósforo, vela ou isqueiro e não fume, pois uma pequena faísca pode causar uma explosão
    – Ao sair de casa, feche o registro do gás e nunca deixe uma panela no fogo

    Álcool

    – Evite o uso de álcool líquido e outros inflamáveis para acender churrasqueiras e fogueiras, pois o frasco poderá explodir
    – Não utilize álcool engarrafado diretamente sobre fogo, na forma de jato, pois pode ocorrer uma grave explosão. Muitas vezes a chama está presente, mas é pouco visível
    – Dê preferência aos tabletes acendedores e álcool gel. Não compre álcool combustível em postos de gasolina, pois é perigoso. Evite o uso de álcool líquido na limpeza doméstica, utilize outros produtos menos perigosos, à disposição nos supermercados
    – Em 2002, a venda do álcool líquido foi proibida. Nesse período, o número de internações caiu 30%, principalmente entre as crianças
    – Em menos de um ano, as empresas que comercializam o produto conseguiram liminares na Justiça permitindo a retomada das vendas
    – Está tramitando na Câmara dos Deputados um novo projeto de lei que defende a venda de álcool líquido somente para laboratórios científicos e consultórios médicos e proíbe a aquisição do produto para uso doméstico

    fonte:G1

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  • Diabetes, Dicas 05.05.2011 No Comments

    O açúcar não está presente apenas em doces, frutas e refrigerantes, mas também em alimentos salgados como pães e massas, que se transformam em glicose dentro do organismo. A diferença entre eles está na velocidade com que caem na corrente sanguínea: o doce leva poucos segundos, enquanto as moléculas dos demais podem demorar até uma hora para serem quebradas.

    Apesar dos riscos, o açúcar não é apenas um vilão: a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que ele responda por 10% do consumo total de calorias diárias. Em colheres de sopa, a quantidade não deve passar de quatro, o equivalente a 50 gramas.

    Por dia, um indivíduo deve ingerir de 45% a 65% das calorias sob a forma de fibras e carboidratos complexos (batata, arroz, pães e massas), 10% de açúcares livres (de mesa, refrigerantes, sucos artificiais, doces e guloseimas), de 10% a 15% de proteínas (leites, derivados e carnes) e de 15% a 30% de gorduras. Produtos diet não contêm açúcar, enquanto os light apresentam quantidade reduzida de
    calorias e podem ser adoçados.


    O caminho do açúcar

    Quando os alimentos passam pelo intestino, onde a glicose é absorvida, há um sinal para que o pâncreas produza insulina, hormônio responsável por fazer com que a glicose que chegou à corrente sanguínea entre nas células e nos músculos do corpo, que usam o açúcar como fonte de energia.

    Quem ingere mais glicose que o necessário acaba armazenando a substância sob a forma de gordura. A insulina também faz com que a glicose entre nas células do tecido adiposo, por isso o excesso desse hormônio acarreta ganho de peso.

    Já na falta da insulina, que ocorre em diabéticos, a glicose não consegue entrar nas células e fica na corrente sanguínea, não se transformando em energia. Isso causa a hiperglicemia, ou seja, alto índice de açúcar no sangue – que também pode estar presente na urina.

    Tipos de diabetes

    Na diabetes tipo 1, um processo imunológico destrói as células que fabricam insulina. Em geral, a doença se manifesta na infância ou adolescência, e o pacientes precisam tomar insulina pelo resto da vida.

    O tipo 2 é o mais comum. Na maioria das vezes, está associado à obesidade ou à presença de gordura abdominal. Costuma aparecer depois dos 45 anos de idade. O tratamento é feito com remédios, exercícios físicos e dieta.

    A diabetes pode ser, ainda, gestacional, que aparece apenas durante a gravidez, ou decorrente do uso de medicamentos e pancreatite crônica.

    Quem é diabético deve contar todos os dias a quantidade de açúcar que consome. Também precisa controlar o açúcar contido nas frutas.

    Os sinais de alerta para a doença são: ter o problema na família, excesso de peso, vida sedentária, mais de 40 anos, pressão, colesterol e triglicérides altos, usar corticoides e anticoncepcionais e, no caso das mulheres, ter tido filhos com mais de 4 quilos, abortos ou natimortos.

    Entre os sintomas da diabetes tipo 2, estão infecções frequentes, alterações visuais, dificuldade de cicatrização de feridas, formigamento dos pés e furúnculos.

    Açúcar refinado e adoçante

    O açúcar refinado não é necessário na alimentação porque existem outras fontes mais saudáveis. O ideal é optar pelos tipos mascavo ou orgânico. Apesar disso, eles custam mais caro e adoçam menos.

    Já o adoçante é uma substância doce, mas o corpo não ganha energia com esse produto químico. Alguns estudos revelam efeitos colaterais do excesso de adoçante, como retenção de líquido e obesidade.

    Fonte: G1

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  • O serviço “Alô Enfermeiro“, do Instituto do Câncer de SP é procurado, principalmente, por familiares e cuidadores de pacientes

    Uma pesquisa feita por meio do projeto “Alô Enfermeiro”, serviço telefônico do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) voltado para pacientes da unidade e que funciona 24 horas, apontou que 2,5 mil ligações são feitas por mês. Do total, 42% das ligações são relativas a pacientes com tumores hematológicos e gastrointestinais, 19% a portadores de tumores ginecológicos, 13% a pacientes com tumores no trato urológico e 10% a pacientes com tumores na região da cabeça e pescoço.

    O levantamento do Instituto do Câncer também revelou que as pessoas que mais usam o serviço (57%) são os familiares e os cuidadores dos pacientes com idade média de 60 anos. As dúvidas mais freqüentes estão relacionadas a atividades cotidianas, ou seja, 60% das perguntas são sobre cuidados para sair de casa em dias ensolarados, a maneira correta de ingerir medicamentos, como se alimentar adequadamente e como se deve proceder ao se machucar em atividades habituais.

    Além disso, muitas pessoas usam o “Alô Enfermeiro” para solucionar problemas relacionados aos efeitos colaterais do tratamento de quimioterapia, como febre, queda de cabelo, náusea e fadiga. Segundo a gerente de enfermagem do Icesp, Daniela Vivas, o projeto visa “proporcionar comodidade e segurança aos pacientes, evitando, assim, idas desnecessárias ao hospital.”

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  • Gripe, saúde 01.05.2011 No Comments

    Número representa 21,96% do público-alvo e a meta é chegar a 80% desse grupo. Vacinação vai até 13 de maio, em 33 mil postos de todo o país.

    Balanço parcial da 13ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe informa que 6.470.896 pessoas se vacinaram, em todo o Brasil, até as 17h10 deste sábado (30). O número representa 21,96% do público-alvo, que é de aproximadamente 30 milhões de pessoas. A meta é vacinar 80% dessa população (cerca de 24 milhões de pessoas) até o dia 13 de maio. As informações são das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde e serão consolidadas na próxima segunda-feira (2).

    Este ano, pela primeira vez desde 1999, a campanha passou a incluir crianças de seis meses a menores de dois anos (1 ano 11 meses e 29 dias), gestantes em qualquer período da gravidez e trabalhadores dos serviços de saúde que atuam no atendimento de pacientes e na investigação de casos de infecções respiratórias. Além desses três grupos, serão vacinados os idosos (pessoas com 60 anos e mais) e os povos indígenas.

    A população-alvo tem até 13 de maio para procurar um dos 33 mil postos de vacinação do país nos horários de funcionamento dos serviços de saúde. Neste sábado – “Dia D” contra a gripe – 65 mil postos ficaram disponíveis à população. As pessoas devem procurar a Secretaria de Saúde do seu município ou estado para se informar sobre a lista de postos, bem como o endereço e o horário de funcionamento. Durante a campanha, são mobilizados mais de 240 mil profissionais de saúde no país.

    Promovida por todo o Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo Ministério, Secretarias Estaduais e Municipais, a campanha utilizará 32,7 milhões de doses, para todos os estados e municípios brasileiros. A vacina protege contra os três principais vírus que circularam no hemisfério Sul em 2010, entre eles o da influenza A (H1N1).

    A única contraindicação é para pessoas com alergia severa à proteína do ovo ou a doses anteriores da vacina. Na dúvida, um médico deve ser consultado. O mesmo vale para pessoas com sintomas de gripe, que devem ser tratadas antes de se vacinar.

    Outra forma de prevenir a gripe é manter hábitos simples de higiene, como lavar as mãos com freqüência, cobrir nariz e boca com lenço descartável ao tossir ou espirrar e não compartilhar alimentos e objetos de uso pessoal se estiver com sintomas de gripe – febre, tosse, coriza, dor de cabeça e dor no corpo (músculos e articulações).

    Detalhamento dos grupos prioritários para vacinação contra gripe

    IDOSOS

    · As infecções respiratórias constituem um conjunto de doenças comumente relacionadas à população com 60 anos e mais, sendo o vírus da influenza responsável por 75% dessas infecções.

    · Desde 1999, a vacinação desse grupo vem contribuindo para prevenir a doença e suas complicações, além de causar impacto considerável: queda de 45% no número de hospitalizações por pneumonias e redução de 60% na mortalidade entre os residentes em casas de repousos e/ou asilos.

    GESTANTES

    · Não há nenhuma contraindicação à vacinação de gestantes, de acordo com a OMS.

    · A vacina é segura e está indicada para todas as grávidas, independentemente do período de gestação. Se a grávida tiver alguma dúvida, deve consultar o médico.

    · Além disso, não há evidências científicas de que a vacina possa causar dano ao feto, afetar a capacidade reprodutiva da mulher ou provocar aborto.

    · Durante a pandemia de gripe A (H1N1), em 2009, as grávidas foram um dos grupos mais afetados. Entre as mulheres em idade fértil que apresentaram quadros graves de doença respiratória causada pelo vírus H1N1, 22% estavam gestantes.

    CRIANÇAS DE 6 MESES A MENOS DE 2 ANOS

    · Menores de 6 meses de idade não devem tomar a vacina porque não há estudos que comprovem a qualidade da resposta imunológica, ou seja, a proteção não é garantida.

    · Por isso, os pais ou responsáveis devem levar aos postos de vacinação crianças que tenham entre 6 meses e dois anos incompletos (1 ano, 11 meses e 29 dias).

    · As crianças nessa faixa etária deverão receber duas meias doses da vacina, com intervalo de 30 dias entre as doses. Por isso, os pais ou responsáveis devem buscar os postos de vacinação para completar o esquema vacinal.

    · Assim como nos idosos, as infecções respiratórias constituem um conjunto de doenças comumente relacionadas às crianças menores de 2 anos, sendo o vírus da influenza responsável por 75% dos casos.

    INDÍGENAS

    · A população indígena que vive em aldeias é sempre considerada grupo prioritário na prevenção de qualquer doença respiratória, seguindo recomendação da Organização Mundial da Saúde.

    · Isso decorre da maior vulnerabilidade biológica deles a essas doenças e à dificuldade de acesso a unidades de saúde.

    · Por isso, o grupo é vacinado desde a primeira Campanha Nacional, em 1999.

    · A vacinação dos indígenas é indiscriminada, a partir dos seis meses de idade.

    TRABALHADORES DE SAÚDE

    · A vacinação desse grupo garante o funcionamento dos serviços de saúde. Com os profissionais protegidos, estará assegurado o atendimento da população.

    · É importante reforçar que a vacina não está disponível para todo e qualquer profissional de saúde, devendo ser priorizadas para aqueles que atuam no atendimento e investigação de casos de infecções respiratórias. São aqueles que, em razão das suas funções, estão sob potencial risco de se infectar com os vírus causadores da influenza.

    · Esse grupo inclui os trabalhadores:

    I. Da atenção básica (Estratégia Saúde da Família, agente de controle de endemias).

    II. Dos serviços de média e alta complexidade (pronto-socorros, Unidades de Pronto Atendimento/UPA, hospitais de pequeno, médio e grande porte).

    III. Que atuam na vigilância epidemiológica, especialmente na investigação de casos e em laboratórios.

    · Assim, devem ser vacinados:

    a) Médicos e equipes de enfermagem que atuam em pronto atendimento, ambulatórios e leitos em clínica médica, pediatria, obstetrícia, pneumologia de hospitais de emergência e de referência para a influenza e unidades de terapia intensiva.

    b) Recepcionistas, pessoal de limpeza, seguranças, motoristas de ambulâncias, maqueiros, equipes de laboratório e de vigilância epidemiológica.

    c) Pessoas que atuam no controle sanitário de viajantes em portos, aeroportos e fronteiras.

    · É importante que todos os trabalhadores busquem informação nos seus locais de trabalho e na Secretaria de Saúde do seu município ou estado.

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