• Alimento é duas vezes mais eficiente do que castanhas, amêndoas, pistaches e avelãs

    Nozes são mais potentes do que a vitamina E na proteção do organismo

    Uma pesquisa feita nos Estados Unidos revelou que, entre as frutas oleaginosas, são as nozes as mais recomendadas para uma dieta saudável por conter o mais alto nível e a melhor qualidade de antioxidantes – substâncias que ajudam a prevenir doenças.

    Segundo o estudo, um punhado de nozes contém duas vezes mais antioxidantes que um punhado de castanhas, amêndoas, amendoins, pistaches, avelãs, castanhas-do-Pará, castanhas de caju, macadâmias ou nozes-pecã.

    Além disso, os antioxidantes presentes nas nozes têm maior qualidade e potência do que os dos outros frutos secos analisados.

    A pesquisa – conduzida por um cientista da Universidade de Scranton, na Pensilvânia (nordeste dos Estados Unidos) – também concluiu que os antioxidantes encontrados nas nozes são entre duas a 15 vezes mais poderosos do que os da vitamina E, também conhecida pelo seu benefício antioxidante.

    O estudo foi divulgado em um encontro da Sociedade Química Americana, realizado na cidade de Anaheim, na Califórnia (oeste do país).

    Nutritivos

    Os antioxidantes impedem reações químicas que ocasionam mudanças na estrutura molecular das células do corpo.

    Segundo o pesquisador Joe Vinson, que liderou o estudo, todas as frutas oleaginosas têm boas qualidades nutricionais. Elas contêm proteínas de alta qualidade, muitas vitaminas, minerais e fibras.

    Pesquisas anteriores demonstraram que o consumo regular de pequenas quantidades de frutas oleaginosas pode reduzir o risco de doenças cardíacas, alguns tipos de câncer, diabetes tipo 2 e outros problemas de saúde.

    Mas Vinson diz que as porções dessas frutas consumidas devem ser pequenas. Sete ao dia são o suficiente para obter os benefícios para a saúde descobertos nos estudos.

    O pesquisador disse ainda que há outra vantagem em escolher as nozes como fonte de antioxidantes.

    ‘O calor dos frutos torrados geralmente reduz a qualidade dos antioxidantes, mas as pessoas geralmente comem as nozes cruas. Por isso, elas são mais eficientes’, explicou.

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  • A solução para os problemas sexuais pode estar na revisão de alguns hábitos diários — dos remédios à comida, segundo reportagem publicada no jornal “Daily Mail”. Comer muito pão e outros carboidratos refinados, por exemplo, pode atrapalhar a vida sexual.

    — Alimentos refinados liberam açúcar mais rapidamente que os integrais e muito açúcar é associado à queda de energia, o que significa que não haverá energia para o sexo — diz Helen Bond, da Associação Dietética Britânica.

    Além disso, o açúcar engorda e aumenta o nível de estrogênio no corpo, o que diminui a libido.

    — Se você é obesa, se sente menos atraente e também reduz o fluxo sanguíneo para os órgãos sexuais — diz o ginecologista Peter Bowen-Simpkins.

    A bebida também pode ser um problema: o quinino da água tônica, por exemplo, baixou os níveis de testosterona em ratos, de acordo com pesquisadores da University of Lagos, na Nigéria. Em outro estudo foi constatada uma baixa concentração de espermas relacionada à substância.

    Remédios

    Remédios para a pressão arterial podem reduzir a libido e causar disfunção erétil “porque reduzem a frequência cardíaca e o fluxo sanguíneo e o sangue muitas vezes não chega aos genitais”, explica o cardiologista Graham Jackson, da Guy’s & St Thomas’s Hospital.

    Os piores são os betabloqueadores como propranolol e atenolol, de acordo com uma revisão publicada este mês na International Journal of Clinical Practice. O relatório diz que pacientes tratados com um novo tipo de betabloqueador chamado nebivolol melhoraram a função erétil em 69%.

    Para quem trata de calvície, atenção: a finasterida, também conhecida como o remédio Propecia, pode causar longos períodos de baixa libido. Uma pesquisa do professor Michael Irwig, da George Washington University, mostrou que 94% dos homens que tomavam a droga desenvolveram baixo desejo sexual; 92% sofreram de disfunção erétil e 69% tiveram dificuldades de orgasmo.

    Já os analgésicos à base de opiáceos como codeína e morfina podem suprimir a atividade no hipotálamo — área do cérebro envolvida no controle dos níveis de hormônio. Cerca de 95% dos homens e 68% das mulheres que tomaram o remédio por muito tempo tiveram diminuição de relações sexuais.

    — Se você está preocupado com isso fique com analgésicos à base de paracetamol e ibuprofeno — diz Neal Patel, da Royal Pharmaceutical Society.

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  • Essa história de medicina ortomolecular nunca foi tão falada como na última década. Defendendo o uso PER-SO-NA-LI-ZA-DO de vitaminas, aminoácidos, minerais e enzimas, ela já conquistou muitas famosas no mundo, preocupadas em cuidar da beleza com saúde, mas também com pressa. Em suma, o grande objetivo desse tratamento é a neutralização dos radicais livres, prejudiciais ao funcionamento das células, causando consequências como a falta de vitalidade da pele, do cabelo e das unhas. A dieta ortomolecular já ganhou defensoras como Claudia Raia, e também consiste numa prescrição específica do que cada paciente precisa repor no organismo para equilibrá-lo. A estética ortomolecular não foge à regra, ela consiste num tratamento direcionado, decidido pelo médico depois de uma minuciosa pesquisa sobre a saúde da paciente.

    Atrizes como Flávia Alessandra, Letícia Spiller e Samara Felippo já recorreram ao tratamento para cuidar da pele e dos cabelos. Segundo Dra. Cristina Maria Carrasco, terapeuta ortomolecular, essa alternativa de acompanhamento estético pode, inclusive, ajudar com combate às temidas estrias. Ela explica que ao atender uma cliente, faz uma verdadeira investigação a respeito dos hábitos, costumes e forma de vida dessa pessoa. São analisados a rotina, a alimentação, o histórico de saúde e as predisposições genéticas.

    Um papo com seu nutricionista vai esclarecer se esse tipo de tratamento também pode lhe ajudar. Mas, até o dia da consulta, vá descobrindo de que forma os alimentos são seus aliados:

    Potássio: é importante para manter a flexibilidade e a hidratação dos cabelos.

    Onde encontrar: carnes magras, banana, pepino, uva, amêndoas e semente de girassol.

    Vitamina C: protege a pele da ação dos raios ultravioleta.

    Onde encontrar: abacaxi, acerola, agrião, caju, goiaba, laranja, limão, morango, salsão, pimentão, tangerina, tomate.

    Vitamina E: ajuda a prevenir o surgimento de linhas finas de expressão e atenuar as já existentes.

    Onde encontrar: cereal e pão integrais, amêndoa, azeite de oliva, castanha-do-pará, repolho, avelã, abacate, germe de trigo.

    Colágeno: a carência deste aminoácido provoca flacidez na pele, queda de cabelos e enfraquecimento das unhas.

    Onde encontrar: peixes, ovos, carnes.

    Zinco: aumenta a ação de enzimas, que combatem os radicais livres; dá força aos cabelos e às unhas; reduz as linhas finas de expressão e ajuda no tratamento da acne.

    Onde encontrar: ostras, leite, iogurte, carnes e grãos.

    Vitamina A: antioxidante, auxilia no tratamento de acne e queda de cabelos.

    Onde encontrar: fígado, gema de ovo, iogurte, leite e desnatados.

    Vitaminas do complexo B: antioxidantes, retardam o envelhecimento e melhoram a aparência da pele, cabelos e unhas.

    Onde encontrar: levedo de cerveja, fígado, iogurte, peito de frango, leite, germe de trigo, laranja, pão integral.

    Ferro: sua carência pode resultar em unhas e cabelos fragilizados.

    Onde encontrar: carnes, leite e derivados, vegetais folhosos.

    Magnésio: atua em sinergia com o zinco para energizar e tonificar a pele. Também é essencial na formação de proteínas, como a queratina.

    Onde encontrar: nozes, frutos do mar, abacate, melão, abacaxi, leguminosas, cenoura e peixes.

    Cálcio: sua deficiência torna os cabelos finos e quebradiços e deixa as unhas fracas.

    Onde encontrar: leite e derivados com baixo teor de gordura, tofu, salmão e sardinha.

    Selênio: antioxidante, protege as células dos radicais livres, auxilia na firmeza dos tecidos.

    Onde encontrar: grãos integrais, peixes, castanha-do-pará, cogumelo, carne vermelha, ovos, leite e derivados.

    Silício: fortalece o cabelo e estimula o seu crescimento. Também contribui para formar colágeno e elastina.

    Onde encontrar: pepino, frutos do mar, aveia, cevada e salsa.

    Ômega-3: neutraliza as agressões externas, protege os vasos sanguíneos e diminui o ressecamento

    Onde encontrar: salmão, bacalhau, sardinha, atum e linhaça.

    Polifenóis: combate os radicais livres, auxilia no tratamento da temida celulite e protege os vasos sanguíneos.

    Onde encontrar: sementes de uva, ameixa, suco de uva e vinho tinto.

    Cobre: ajuda a combater a queda de cabelo e as manchas no corpo.

    Onde encontrar: ostras, fígado, chocolate, nozes, leguminosas e cereais.

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  • É do tipo que não perde uma praia? Então sua pele não deve ter tido descanso nos últimos meses. Sem a cautela necessária, a irradiação solar pode causar ardência, descamação, ressecamento, manchas e até brotoejas. Com a proximidade do fim do verão, reunimos abaixo dicas de dermatologistas para recuperar a pele de quem esqueceu de se proteger nesta estação.

     

     

    Confira:

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    Foto pele bronzeada

    Pele queimada e ardida

    Logo após a queimadura solar, antes de descascar, a pele tende a ficar avermelhada e ardida. Neste caso, o dermatologista Jardis Volpe, da Clínica Volpe, alerta para o perigo de utilizar receitas caseiras na hora de tratar o problema: “não se deve passar, de jeito nenhum, óleo de cozinha, pasta de dente ou quaisquer outras receitas populares que não sejam os medicamentos indicados”. O profissional indica produtos com calamina, uma substância calmante eficaz contra queimaduras de sol. Em casos mais graves, deve-se procurar um médico para avaliar a necessidade de um antiinflamatório. “Esse processo de queimadura pode desencadear uma inflamação, que é o que causa a insolação e a febre em alguns casos”, explica Jardis Volpe.

     

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    Imagem pele descascada

    Pele descascada

    Quando a pele está descamando após a queimadura solar, Jardis Volpe recomenda evitar banhos quentes. “A água quente deixa a pele ainda mais espessada e ressecada”, diz ele. O ideal é tomar banhos mornos a frios e usar um hidratante corporal logo depois. No verão, o médico indica loções calmantes leves, fluidas e com toque refrescante. Os produtos de consistência pesada podem causar acne nessa época do ano. “Uma dica legal é colocar o hidratante na porta do refrigerador, para ficar geladinho e aliviar aquela sensação de pele quente”, aponta Jardis.

    Se a pele estiver muito ressecada, evite usar sabonete no corpo. “Passe apenas na região das axilas, virilhas, mãos e pés. No restante do corpo, faça a higienização com um óleo de banho. O sabonete tem uma propriedade adstringente que pode agredir a pele quando ela está muito seca e descamativa, podendo até causar algum tipo de dermatite”, explica o médico.

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    Imagem lábios ressecados

    Lábios ressecados

    Segundo Jardis Volpe, a mucosa do lábio está sujeita ao câncer de pele como qualquer outra parte do corpo e, por isso, é muito importante usar um protetor solar labial na hora de se expor ao sol – que, geralmente, é em formato de stick e aplicado como batom. Para tratar o lábio já detonado pelo sol, o especialista explica que a maioria dos produtos disponíveis no mercado brasileiro é à base de óleo mineral, enquanto na Europa utiliza-se a cera vegetal mais comumente. “A cosmética dos produtos à base de cera vegetal é melhor, porque o óleo mineral hidrata o lábio apenas a curto prazo. Pouco tempo depois de aplicado, tem-se novamente uma sensação de ressecamento da mucosa”, explica.

    Uma boa alternativa para hidratar os lábios são pomadas como Bepantol e Hipoglós, fáceis de encontrar em qualquer drogaria. “São produtos cicatrizantes, com vitaminas hidratantes e propriedades reparadoras muito fortes. Apesar de não serem adaptadas para o lábio, essas pomadas refazem o epitélio da pele quando há um trauma e são um ótimo quebra-galho”, diz Jardis Volpe, que indica, ainda, o lip balm Ceralip, da La Roche-Posay. “É em formato de bisnaga e tem uma cosmética excelente”, aponta o médico.

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    Imagem mancha na pele

    Manchas

    Quando as manchas são sardas, que ocorrem por predisposição individual e apenas escurecem temporariamente com o sol, é mais fácil de resolver. “Diminuímos as sardas acentuadas pela ação do sol com cremes clareadores ou tratamentos a laser”, explica Jardis Volpe. Quando a mancha é um melasma, problema agravado pela gravidez e pílulas anticoncepcionais, não só o sol mas também o calor em si são grandes vilões. “Por isso, algumas pessoas vão à praia, passam filtro solar e mesmo assim têm essas manchas acentuadas. É porque o calor também propicia o aumento do melasma”, explica Jardis. Para diminuir esse tipo de mancha, deve-se evitar calor, sol e, além do filtro convencional, utilizar proteção solar de via oral prescrita por um médico. “São vitaminas que têm um papel antioxidante que atua reduzindo a formação do pigmento. Elas têm um papel não de substituir o protetor tópico, mas de auxiliar no tratamento de doenças agravadas pelo sol”, explica o especialista.

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    Tratamento de pele

    Tratamentos de reparo

    Alguns tratamentos com lasers e peelings são indicados para reconstituir a pele danificada pela radiação solar, água do mar e outros malefícios cumulativos desses três meses de verão intenso. A dermatologista Denise Barcelos, da Clínica Paula Bellotti, indica o laser fracionado de CO2, técnica nova no mercado que devolve o viço e a firmeza da pele fotodanificada. “Essa tecnologia envolve um laser profundo que você pode graduar, tornando-o mais suave. Ela promove a regeneração das camadas da pele, como se você arrancasse a parte danificada e produzisse uma pele nova e saudável. Como é mais profundo que os lasers antigos, esse tratamento, além de remover a epiderme danificada, faz uma remodelação de colágeno, conferindo um efeito de rejuvenescimento”, explica a especialista. Feito com um aparelho chamado Repair, o laser fracionado é aplicado em 1 a 5 sessões de, mais ou menos, uma hora e meia (uma hora apenas para o creme anestésico). O preço varia entre R$ 3.400,00 e R$ 5.400,00 e é indicado para pessoas a partir de 25 anos.

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    Tratamento na pele: brotoejas

    Brotoejas

    Engana-se quem pensa que as brotoejas só aparecem em bebês e crianças. Causada pelo entupimento das glândulas sudoríparas, o problema é comum no verão – sendo, inclusive, agravado pelo uso excessivo de filtro solar e até hidratantes, que podem entupir as glândulas. Denise Barcelos diz que a principal ação para tratar as brotoejas é arejar a área lesionada. Em crianças, a especialista recomenda abolir o uso de calcinhas, cuecas e outras peças que abafem o local. “Deve-se passar uma loção hidratante à base de calamina também e, em casos mais graves, pode-se misturar corticóide à loção, com orientação médica”, explica Denise.

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  • AIDS, Doenças, HIV 04.03.2011 No Comments

    Número de testes de HIV também cresce nessa época do ano

    Quando a folia termina, a busca por informações sobre contágio, sintomas e tratamento da Aids explode nos telefones do Disque Aids, serviço gratuito da Secretaria de Estado da Saúde, existente desde 1983. O consumo exagerado de álcool e o clima de paquera típico da festa atuam como facilitador para o sexo desprotegido.

    De acordo com os dados fornecidos pela Secretaria de Saúde, o atendimento cresce 60% após o término do Carnaval. Em janeiro do ano passado, por exemplo, foram registrados 405 atendimentos. No mês seguinte aos quatro dias de folia, a procura pelo serviço subiu para 659 ligações.

    Também em 2010 foi percebido um aumento de 39% do número de testes para a detecção de Aids realizados entre janeiro e fevereiro: 336 no primeiro mês do ano e 467 no pós-carnaval.

    Médica infectologista responsável pelo departamento de Prevenção do Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids da Secretaria de Estado da Saúde, Naila Janil de Santos diz que a procura aumenta por causa da exaustiva campanha de conscientização feita antes e durante a festa.

    – O número do Disque Aids é amplamente divulgado nessa época. Então, as pessoas acabam se lembrando de que esse serviço existe.

    O Disque Aids funciona de segunda à sexta, das 8h às 18h, exceto feriados.

    A ligação é gratuita: 0800-16-25-50.

    Fonte R7

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  • O consumo de refrigerantes e outras bebidas com grande quantidade de açúcar traz risco de aumento da pressão arterial, segundo afirma um estudo realizado por especialistas americanos e britânicos.

    A pesquisa, feita com 2.500 pessoas e publicada na revista científica Hypertension, afirma que beber mais de 355 ml diários de bebidas com gás ou sucos de fruta contendo açúcar é o suficiente para desequilibrar a pressão.

    Embora o motivo exato da relação entre pressão e refrigerantes ainda não seja clara, os cientistas acreditam que o excesso de açúcar no sangue prejudica o tônus das veias sanguíneas e desequilibra os níveis de sal no organismo.

    Na pesquisa, os participantes – todos americanos e britânicos, com idades entre 40 e 59 anos – anotaram o que haviam comido nas 24 horas anteriores e fizeram um exame de urina, além de terem medida a sua pressão arterial.

    De acordo com a pesquisa, para cada lata de bebida com açúcar consumida por dia, os participantes tinham em média uma alta de 1,6mmHg (milímetro de mercúrio) em sua pressão sistólica (quando o coração se contrai e bombeia sangue no corpo).

    Já a pressão diastólica – quando o coração relaxa e recebe o sangue do sistema circulatório – teve um acréscimo de 0,8mmHg para cada lata de refrigerante ou suco contendo açúcar consumido diariamente.

    Os cientistas descobriram que o consumo de açúcar era maior entre aqueles que tomavam mais de uma bebida açucarada por dia.
    Além disso, segundo o estudo, os indivíduos que consumiam mais de uma dose diária de refrigerantes e bebidas açucaradas ingeriam em torno de 397 calorias a mais por dia do que as pessoas que bebiam produtos sem açúcar.

    A entidade American Heart Association, sediada nos Estados Unidos, recomenda que não se consuma mais do que três latas de refrigerante de 355 ml por semana.

    Os cientistas também verificaram que, em geral, as pessoas que consumiam muitas bebidas açucaradas tinham dietas menos saudáveis e tinham uma tendência maior para o sobrepeso.

    No entanto, segundo o estudo, a ligação entre refrigerantes e o aumento da pressão foi verificada nas pessoas entrevistadas independentemente desses fatores.

    Sal e açúcar

    No estudo, a relação entre bebidas açucaradas e pressão alta foi muito evidente em pessoas que consomem grandes quantidades tanto de sal quanto de açúcar. Médicos afirmam que o excesso de sal na dieta contribui para o aumento da pressão arterial.

    É o que diz o cientista responsável pelo estudo, Paul Elliott, da Escola de Saúde Pública do Imperial College, no Reino Unido.

    – É amplamente sabido que, se você tiver muito sal em sua dieta, você terá mais chance de ter pressão alta. Os resultados desse estudo sugerem que as pessoas também devem ter cuidado com quanto açúcar consomem.

    A pressão alta é o maior fator de risco para doenças cardiovasculares. Médicos estimam que uma pessoa com uma pressão de 135mmHg por 85mmHg tem duas vezes mais chance de ter um infarto ou um derrame cerebral do que alguém com 114mmHg por 75mmHg.

    A entidade British Heart Foundation, com sede no Reino Unido, afirma que mais estudos são necessários para entender melhor a relação entre pressão arterial e açúcar.

    A nutricionista-chefe da fundação, Victoria Taylor, diz que evitar o consumo em excesso de bebidas açucaradas é o melhor caminho para impedir a obesidade, outro fator de risco para doenças cardíacas.

    Fonte BBC Brasil

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