• “Depois dos dias de Carnaval, de quantas maneiras para se curar a ressaca você é capaz de se lembrar? Alguns dizem que o segredo está em comer algo gorduroso enquanto se bebe. Ou que tal, comer uma torrada queimada no dia seguinte pela manhã? Ou ainda, depois que o mal já está feito, tomar 2 aspirinas antes de se deitar e duas na manhã seguinte?”

    Mas para entender a ressaca, é necessário primeiro compreender a interação do álcool com o organismo. Inicialmente, deve ficar claro que existem diferenças entre as pessoas – quanto de bebida alcoólica cada pessoa pode suportar é uma questão individual do organismo de cada um. E, é claro, depende também da quantidade de bebida alcoólica que foi ingerida.

    Em seguida apresentamos alguns dos truques usados para tratar a malfadada ressaca.

    Beber muita água irá ajudar

    O álcool é um diurético – quer dizer, tende a aumentar a quantidade de urina produzida no organismo, levando a uma maior eliminação de água pelo corpo. O álcool, por tanto, dependendo da quantidade ingerida, pode “secar” o organismo. Recomenda-se, assim, beber bastante água na manhã seguinte após ingerir bebida alcoólica, o que ajuda a compensar a desidratação.

    Mas isto não é tudo. Durante o processo de destilação, são adicionados vários componentes às bebidas alcoólicas, e estes contribuem para as costumeiras dores de estômago que acontecem na ressaca. Beber muita água, então tem um segundo efeito, além de reidratar o seu organismo: a água dilui estes componentes da bebida alcoólica no seu estômago e trato intestinal, melhorando os sintomas de mal-estar abdominal.

    O truque da torrada queimada na manhã seguinte

    O carbono na parte queimada da torrada filtra as impurezas (compostos) presentes na bebida alcoólica. De fato, uma das maneiras de tratar a intoxicação pelo álcool em um Pronto Socorro é a ingestão de compostos de carvão pela mesma razão. A torrada queimada é uma versão muito mais leve do mesmo remédio.

    O truque de comer gorduras ao beber

    Este, em realidade, não é um remédio para depois, mas sim um preventivo da ressaca. A explicação é que os alimentos gordurosos, se ingeridos antes de beber álcool, “engraxam” a camada interna dos intestinos. O álcool leva então mais muito tempo para ser absorvido pelo organismo. Nos países do Mediterrâneo, um remédio popular envolve tomar uma colher de azeite de oliva antes de beber, com o mesmo efeito.

    Alimentar-se na manhã seguinte

    Quase qualquer tipo de alimento na manhã seguinte pode ajudar a aliviar uma ressaca. Os alimentos provêem eletrólitos para o organismo, que os necessita depois de uma desidratação. Isto é especialmente importante se tiverem ocorrido muitos vômitos. Uma refeição leve na manhã seguinte, com frutas e sucos, pode ajudar bastante.

    Duas aspirinas à noite e duas pela manhã seguinte

    Este é um remédio muito bom para a dor de cabeça que é freqüente nas ressacas. O maior problema, entretanto, é que em algumas pessoas pode agravar uma gastrite já existente, ou ter ainda outros efeitos colaterais mais sérios, como sangramento gástrico. Mas em pessoas que não bebem regularmente, e/ou que não apresentam quadros de gastrite, este truque irá funcionar bem para tratar a dor de cabeça.

    O truque de “rebater” a bebida na manhã seguinte

    Pessoas acostumadas a beber já conhecem este truque há anos e anos – no dia seguinte, pela manhã, tomar uma pequena dose de bebida, e elevar o nível de álcool no sangue. Biologicamente, este truque o fará sentir-se bem por um pequeno período. Entretanto, ele não pode ser recomendado, pois este nível de álcool sanguíneo mais elevado terá que ser diminuído eventualmente, em algum momento. Além disso é um hábito que pode muito facilmente conduzir ao alcoolismo.

    Finalmente, é importante lembrar de que não existe nenhuma “fórmula mágica” capaz de evitar completamente a ressaca. Se você beber muito, possivelmente você irá pagar por isso no dia seguinte.

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  • Tratamentos 18.02.2011 1 Comment

    Atividades exigem esforços das redes neurológicas, dos músculos e dos ossos

    Dificuldades para se vestir, ir ao banheiro ou subir escadas. Esse tipo de limitação, típica da terceira idade, pode ser evitada se a pessoa mais velha começar a sair para jantar, conversar com amigos, ir para shows ou fazer viagens. De acordo com um estudo realizado nos Estados Unidos, quanto mais um idoso se envolve em atividades sociais, menores são as chances de ele desenvolver uma deficiência física.

    De acordo com os pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Rush, as atividades sociais sempre foram vistas como uma parte essencial da saúde do idoso. No entanto, os cientistas conseguiram agora fortes evidências científicas dessa relação.

    – As descobertas são importantes porque as atividades sociais são um fator que pode ser modificado para ajudar as pessoas mais velhas a evitar possíveis deficiências.

    O estudo, que será publicado na edição de abril da revista científica Journal of Gerontology, avaliou 954 idosos com idade média de 82 anos. No início do estudo, nenhum deles apresentava qualquer forma de limitação física. Durante a pesquisa, os participantes foram avaliados anualmente, com testes neurológicos e histórico médico.

    A atividade social foi calculada pelo número de vezes em que os participantes foram a restaurantes, a eventos esportivos ou a encontros como bingo, fizeram viagens, trabalho voluntário e atividades da igreja, ou então visitaram amigos e parentes.

    Já para medir o nível de deficiência, os pesquisadores avaliaram se os participantes eram capazes de realizar, sozinhos, as seguintes atividades: alimentar-se, tomar banho, vestir-se, ir ao banheiro e andar por uma pequena sala. Eles ainda foram avaliados sobre sua capacidade de: subir e descer escadas, caminhar por quase 1 km, fazer trabalhos domésticos, usar o telefone, preparar comida e usar remédios.

    Os resultados mostraram que, entre os que tinham uma vida social ativa, as chances de não enfrentar limitações em atividades diárias eram duas vezes menores na comparação com aqueles que realizavam poucas atividades.

    De acordo com o médico Bryan James, um dos autores do estudo, ainda não está muito claro qual é a influência das atividades sociais. No entanto, o pesquisador afirma que, possivelmente, isso ocorre porque as atividades exigem esforços das redes neurológicas, dos músculos e dos ossos.

    – Essas partes do corpo são responsáveis por manter nossa independência funcional.

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  • Emocionado, Ronaldo atribui adeus às dores e ao hipotireoidismo
    Ao explicar os motivos por ter antecipado o seu adeus, Ronaldo justificou usando dois fatores: o hipotireoidismo e as constantes dores.

    – Todos sabem do meu histórico de lesões. Tenho tido, nos últimos anos, uma sequência de lesões que vão de um lado para o outro, de uma perna para a outra, de um músculo para o outro. Essas dores me fizeram antecipar o fim da minha carreira. Além disso, há quatro anos eu descobri, quando estava no Milan, que sofria de hipotireoidismo. É um distúrbio que desacelera o metabolismo e que, para controlá-lo, é necessário tomar alguns hormônios proibidos no futebol, por poder acusar doping. Imagino que muitos devam estar arrependidos por terem feito chacota sobre o meu peso, mas eu não guardo mágoa de ninguém.

    O que é hipotireoidismo?

    É uma síndrome que resulta da deficiência da produção de hormônios tireoidianos. Estima-se que 3 a 5% da população tenha alguma forma de hipotireoidismo. É mais comum em mulheres e a incidência aumenta com a idade.

    Quando não tratado, o hipotireoidismo causa, nas crianças, atraso grave do crescimento e retardo mental. Na vida adulta, leva à depressão generalizada das funções orgânicas.

    Não existe prevenção, a não ser a triagem neonatal com o teste do pezinho para detecção do hipotireoidismo congênito. Mas existem exames simples para o diagnóstico e o tratamento com hormônio tireoidiano sintético é seguro e eficaz uma vez que a dose adequada é estabelecida.

    Como é o quadro clínico?

    A clínica resulta da redução da atividade metabólica e do depósito de glicosaminoglicanos no interstício. Os sinais e sintomas variam muito, dependendo da severidade da doença. As manifestações clínicas que aparecem tendem a se desenvolver lentamente, ao longo de vários anos, caso o tratamento não seja instituído.

    O cretinismo é a principal manifestação do hipotireoidismo em lactentes e recém-nascidos. Suas principais características são:

    • Retardo mental
    • Baixa estatura
    • Aspecto edemaciado da face e das mãos
    • Mutismo por surdez
    • Anormalidades nos tratos piramidais e extrapiramidais

    Nos recém-natos os principais sintomas são:

    • Dificuldade de respirar
    • Cianose
    • Icterícia
    • Amamentação insuficiente
    • Choro rouco
    • Hérnia umbilical
    • Atraso acentuado da maturação óssea

    A triagem rotineira dos recém-nascidos tem contribuído com o diagnóstico precoce.

    Nas crianças com hipotireoidismo há:

    • Atraso no crescimento resultando em baixa estatura
    • Lentificação do aparecimento dos dentes permanentes
    • Puberdade atrasada
    • Sinais de retardo mental

    Nos adultos, os sintomas não são específicos e frequentemente são associados ao processo de envelhecimento. Eles se tornam mais óbvios quando esta condição piora. O quadro clínico se caracteriza por:

    Nos estágios iniciais da doença:

    • Fadiga
    • Fraqueza
    • Mialgia
    • Artralgia
    • Cãimbras
    • Reflexos lentos
    • Pele fria, áspera, pálida e seca
    • Depressão
    • Dores de cabeça
    • Intolerância ao frio
    • Aumento do fluxo menstrual
    • Palidez

    Quando o hipotireoidismo vai evoluindo sem tratamento, podem ser observados:

    • Cansaço
    • Edema periférico
    • Constipação intestinal
    • Fala lenta
    • Rouquidão
    • Dispneia
    • Ganho de peso (não intencional)

    O estágio terminal do hipotireoidismo não tratado é o coma mixedematoso, em que há uma descompensação que pode ser precipitada por uma infecção, trauma, insuficiência cardíaca ou outras causas. É caracterizado por:

    • Letargia
    • Estupor (raramente os pacientes apresentam-se em coma)
    • Diminuição dos batimentos cardíacos
    • Baixa oxigenação
    • Funcionamento pobre dos rins
    • Diminuição da motilidade intestinal
    • Temperatura baixa
    • Dificuldades respiratórias
    • Choque e até morte.

    Quais são as causas?

    • Tireoidite de Hashimoto: é talvez a causa mais comum de hipotireoidismo, caracterizada pela presença de auto-anticorpos.
    • Redução do tecido tireoidiano por iodo radioativo ou por cirurgia.
    • Deficiência de iodo. O iodo é essencial para a produção hormonal da tireoide. Ele pode ser encontrado em frutos do mar, vegetais e sal enriquecido com iodo. A adição de iodo ao sal de cozinha eliminou este problema em vários países.
    • Doença de Graves (geralmente cursa com hipertireoidismo, mas no estágio final pode haver hipotireoidismo).
    • Tireoidite subaguda (o hipotireoidismo pode ocorrer na fase tardia).
    • Medicamentos que podem induzir hipotireoidismo: carbonato de lítio (usado no tratamento dos estados maníacos depressivos), amiodarona, propiltiouracil e metimazol.

    Outras causas de hipotireoidismo:

    • Erros inatos da síntese de hormônios tireoideos.
    • Deficiências hipofisárias e hipotalâmicas.
    • Resistência periférica aos hormônios tireoidianos.
    • Doenças congênitas: geralmente bebês com hipotireoidismo congênito não apresentam alterações ao nascimento, por isso o Teste do Pezinho ajuda no rastreamento destes casos e facilita a introdução do tratamento precoce.
    • Doenças da glândula hipófise. Causa rara de hipotireoidismo em que a hipófise não produz quantidade suficiente de TSH – geralmente tem como causa um tumor benigno na glândula.
    • Gravidez. Algumas mulheres desenvolvem hipotireoidismo durante ou após a gravidez por produzirem anticorpos contra a sua própria glândula. Se não tratado, este hipotireoidismo aumenta o risco de aborto, parto prematuro, pré-eclâmpsia e também pode afetar o desenvolvimento fetal.

    Quais são os fatores de risco?

    O hipotireoidismo ocorre principalmente:

    • No sexo feminino.
    • Na idade de 50 anos ou mais.
    • Se você tem um parente próximo com hipotireoidismo, como pais ou avós, com uma doença auto-imune.
    • Se você já fez tratamento com iodo radioativo e medicações como propiltiouracil ou metimazol, pois o tratamento para o hipertireoidismo pode resultar em hipotireoidismo permanente.
    • Se você já recebeu algum tipo de radiação no pescoço ou na parte superior do tronco.
    • Se já fez cirurgia de tireoide (tireoidectomia parcial ou total).

    Quando devo procurar ajuda médica?

    Procure um médico caso você esteja se sentindo cansado, sem motivo aparente, ou apresenta qualquer outro sintoma de hipotireoidismo (ver “Como é o quadro clínico?”).

    Você precisa visitar um endocrinologista periodicamente se você:

    • Já fez cirurgia na tireoide.
    • Tratamento com iodoradioativo.
    • Usou medicações para hipertireoidismo.
    • Fez radioterapia no pescoço ou na parte superior do tórax.

    Pode levar vários anos até que qualquer uma destas condições ou procedimentos resultem em hipotireoidismo.

    Caso você tenha colesterol alto, pergunte ao seu médico se o hipotireoidismo pode ser a causa.

    Siga as recomendações do clínico geral ou do endocrinologista.

    Se você tem hipotireoidismo e faz uso de medicação, você deve estar atento pois ao longo dos anos a dose necessária para controlar os sintomas pode mudar. O acompanhamento médico deve ser permanente, mas uma pessoa com hipotireoidismo que faz uso correto da medicação e mantém os níveis de TSH dentro dos valores normais, leva uma vida saudável e completamente normal.

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  • Foto mulher dormindo - Dormir menos de 6 horas é prejudicial  a saúde

    Risco de sofrer ataque cardíaco é 50% maior; e chance de derrame cresce 15%

    Uma pessoa que dorme menos de seis horas por noite tem um risco 50% maior de morrer após um ataque cardíaco – e a chance de sofrer um derrame fatal também cresce 15%. A conclusão é de uma pesquisa da da Universidade de Warwick, na Inglaterra, que comprovou o perigo recorrente de uma rotina agitada e irregular de trabalho que faz com que muitas pessoas descansem cada vez menos em função da sobrecarga diária, o que já se tornou hábito entre 60% da população adulta.

    Segundo os cientistas, uma noite de sono ruim pode afetar o equilíbrio dos hormônios grelina e leptina, importantes na regulação do apetite. Isso explicaria por que pessoas com esse perfil tendem a comer mais e a ter tendência à obesidade, o que eleva os riscos de pressão alta e doenças cardiovasculares. Por consequência dessa espécie de círculo vicioso, elas também ficam mais propensas a ataques cardíacos e derrames.

    Metodologia

    Para chegar aos resultados, os pesquisadores analisaram os hábitos de sono de cerca de 475.000 voluntários que participaram de 15 estudos em oito países, entre eles Inglaterra, Estados Unidos, Japão e Alemanha. Entre as conclusões, está a ideia de que o difundido lema de que trabalhar duro é o melhor caminho para se sobressair tem sacrificado a qualidade do sono e a saúde da população.

    “Esse hábito de dormir tarde e acordar cedo é uma verdadeira bomba-relógio para a saúde. A busca por um equilíbrio entre vida pessoal e profissional tem feito com que muitos optem por abrir mão de horas do lazer para garantir que todas as tarefas do dia sejam feitas”, disse Francesco Cappuccio, da Universidade de Warwick, ao jornal inglês Daily Mail.

    Mas atenção, os especialistas ressalvam que dormir muito (mais de nove horas) também pode aumentar as chances de infarto. O estudo foi publicado no periódico European Heart Journal.

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  • Praticar uma atividade física duas horas e meia por semana desempenha papel essencial na prevenção do câncer, em particular do cólon e de mama, estima a OMS (Organização Mundial da Saúde), em estudo publicado nesta sexta-feira.

    O presidente da UICC (União Internacional contra o Câncer), Eduardo Cazap, diz que “25% desses tumores poderiam ser evitados”.

    De acordo com a OMS, pessoas de mais de 18 anos que fazem ao menos 150 minutos de atividade física aeróbica por semana pode reduzir o risco desses tipos de câncer e também de outras doenças, como diabetes e problemas cardíacos.

    Para crianças e adolescentes de cinco a 17 anos, a recomendação é de 60 minutos de exercícios. O papel da atividade física na prevenção desses dois tipos de doença foi provado cientificamente, lembrou Cazap.

    De acordo com a OMS, o sedentarismo é o quarto maior fator de risco de morte no mundo, mas 31% da população mundial não é fisicamente ativa.

    Segundo os dados da OMS, cerca de 460 mil mulheres morreram por câncer de mama em 2008, enquanto que 610 mil pessoas morreram por tumor colorretal.

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  • 1 – A contração muscular faz parte da mecânica natural do corpo. E quem comanda tudo é o cérebro. A chamada placa motora, que fica entre o nervo e o músculo, dispara uma carga elétrica capaz de alterar o equilíbrio entre o potássio, dentro da fibra muscular, e o sódio, que fica fora dela. Essa é uma contração normal.

    2 – Uma das causas da cãibra é uma alimentação pobre em fontes de sódio e potássio. Nesse caso, há um desequilíbrio nos teores dos minerais e, assim, o sódio entre na fibra e o potássio sai dela. A consequência dessa troca de posições é que o músculo se contrai involuntariamente, bloqueando o relaxamento da região. É o momento da dor extrema.

    3 – A fadiga muscular também financia a cãibra. Ela obriga o organismo a buscar suprimento de oxigênio com urgência. Esse processo libera grande quantidade de ácido lático, que penetra na placa motora e dificulta a sua ação, criando uma situação ideal aos espasmos(cãibras).

    PARA PREVENIR AS TRAVADAS
    Não adianta alongar. O negócio é comer e beber bem. E, claro se condicionar sempre.


    Alimentação balanceada

    Coma muita fruta, verdura e legumes, que são fontes de sais minerais e vitaminas. Esses nutrientes vão ajudar o bom funcionamento do músculo na hora do esforço, além de garantir reservas de energia.

    Água e isotônicos

    A hidratação prepara o corpo para a atividade física. Por isso beba bastante água. Para quem faz muito exercício, é preciso repor principalmente sódio e potássio, daí a importância das bebidas esportivas durante o treino.

    Condicionamento físico

    Para aguentar o tranco, o músculo tem de estar preparado. Mas isso não ocorre do dia para a noite. É preciso acostumá-lo ao exercício durante semanas, meses… Só assim ele vai se adaptar gradualmente a um regime de força e resistência.

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